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Possibilidade de vida em novos exoplanetas é maior do que se imaginava

Um ano após a descoberta de sete planetas semelhantes à Terra orbitando uma estrela a 40 anos-luz do nosso planeta, os astrônomos revelaram mais detalhes a seu respeito. Os novos dados sobre o sistema Trappist apontam que esses planetas são ainda mais potencialmente habitáveis do que se imaginava.

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O Trappist-1 é um sistema planetário composto por sete exoplanetas (que se situam fora do sistema solar). A composição deles pode ser ainda mais rica em água do que a da Terra. Segundo os pesquisadores, esses planetas oferecem uma das melhores possibilidades de todos os tempos para a busca de vida fora da Terra. "É um cenário muito próximo da ficção científica pura, mas o Trappist-1 realmente existe!", disse o astrônomo Michaël Gillon.

Além de trazer mais informações sobre estrela que fica no centro do sistema planetário, os novos estudos também confirmam que os planetas são rochosos e não gasosos. Até 5% de sua massa pode ser composta de água. Como comparação, os oceanos da Terra correspondem a apenas 0,02% da massa do nosso planeta.

Os pesquisadores dizem que pela sua composição rochosa, raio e densidade, os planetas lembram Mercúrio, Vênus, Terra e Marte. “Temos sete planetas temperados e provavelmente ricos em água. Três deles ficam na chamada “zona habitável”, disse Gillon. “Como a água líquida é uma das chaves para a vida na Terra, a possibilidade de vida ao no sistema Trappist-1 é maior do que nunca”.

Fonte: CNN

Imagem: NASA/Reprodução