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Mutação em camundongos pode ser a chave para a longevidade

Cientistas que estudam a longevidade acabam de apresentar uma novidade promissora. Biólogos conseguiram criar camundongos mutantes que envelhecem mais lentamente que outros animais da espécie. O trabalho foi desenvolvido por especialistas do Institute for the Biology of Ageing (Instituto da Biologia do Envelhecimento), em Groningen, na Holanda.

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A mutação estimulada nos camundongos reduz a produção de uma proteína chamada C/EBPβ-LIP. Com isso, os animais desenvolveram benefícios metabólicos similares aos da redução da ingestão de calorias, hábito capaz de prolongar o tempo de vida de alguns animais.

Os pesquisadores demonstraram que as fêmeas de camundongo com a mutação viveram mais que animais normais. Elas também se mostraram menos suscetíveis ao câncer. Ao envelhecer, as fêmeas mutantes apresentaram menos ganho de peso e tinham habilidades motoras melhores do que a média.

Tanto os camundongos machos quanto as fêmas com redução da proteína apresentaram maior resistência a mudanças relacionadas com a idade nos sistemas imunológicos e metabólicos. De acordo com os cientistas, medicamentos que atuem sobre o C/EBPβ-LIP têm o potencial de oferecer uma vida saudável e mais longa.


Fonte: Nature

Imagem: Shutterstock.com