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O REI TUT

A maldição de Tutancâmon segue viva quase 100 anos depois

“A morte golpeará com seu tridente aquele que perturbar o repouso do faraó”, dizia a inscrição que Howard Carter encontrou em uma antecâmara do túmulo de Tutancâmon. Muitos foram os mistérios em torno da descoberta da sepultura do imperador egípcio, mas nenhum deles possui tantos desdobramentos trágicos quanto “A Maldição do Faraó”.

[VEJA TAMBÉM: Tutancâmon: conheça as misteriosas anomalias da múmia do faraó ainda sem explicações]

No início de 1923, Carter e seu amigo Lord Carnarvon abriram cerimoniosamente o túmulo do jovem Tutancâmon no Vale dos Reis. Dois meses depois, Carnarvon morreu repentinamente por envenenamento no sangue, causado pela picada de um mosquito, o que provocou estardalhaço na imprensa da época. Os rumores sobre a maldição continuaram crescendo quando outros trabalhadores que haviam participado da escavação morreram inesperadamente.

Uma pesquisa, publicada pela revista de prestígio British Medical Journal, em 2002, comparando a média de vida de 44 ocidentais que estavam no Egito quando o mausoléu foi aberto – 25 dos quais teriam estado presentes no recinto –, determinou que não havia diferença significativa entre os anos vividos por aqueles que foram expostos à múmia e os que não foram.

Outras teorias tentaram explicar a morte de Carnarvon afirmando que ela poderia ter sido causada por toxinas presentes no sepulcro, mas especialistas descartaram essa hipótese, alegando que a morte ocorreu meses depois de ele ter sido exposto a qualquer substância potencialmente nociva.

Quase cem anos depois da descoberta do descanso final de Tutancâmon, os ecos de sua terrível maldição continuam causando medo e mistério.

Fonte: History

Imagem:Imagem: Ägyptischer Maler um 1350 v. Chr. [Domínio Público], via Wikimedia Commons