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CATÁSTROFES

Fim dos tempos? Conheça as mais raras catástrofes naturais da história

Além de terremotos, furacões, erupções vulcânicas e outros fenômenos devastadores conhecidos, existem catástrofes naturais mais estranhas, porém igualmente perigosas. Veja quais foram os desastres naturais mais raros da história.

O Ano sem Verão

Em abril de 1815, no Monte Tambora, na Indonésia, houve uma das erupções vulcânicas mais poderosas da História, causando a morte de dezenas de milhares de pessoas no sudeste da Ásia e formando uma nuvem gigante de cinzas na estratosfera. A nuvem viajou por todo o mundo, bloqueando os raios solares, e as temperaturas baixaram três graus, provocando mudanças meteorológicas de efeitos catastróficos. Como costuma acontecer em muitas situações problemáticas, o “Ano sem Verão” propiciou criações importantes, como a bicicleta, inventada pelo alemão Karl Drais como alternativa ao transporte de cavalos na Europa, cuja alimentação havia ficado muito cara.

O Evento Carrington

Entre o final de agosto e início de setembro de 1859, o planeta foi bombardeado pela maior tempestade solar da história. O chamado “Evento Carrington”, que recebeu o nome do astrônomo britânico Richard Carrington, trouxe um espetáculo celestial fantástico, mas causou, ao mesmo tempo, distúrbios geomagnéticos que derrubaram os sistemas telegráficos do mundo inteiro.

O Ano do Gafanhoto

No verão de 1874, milhões e milhões de gafanhotos sitiaram o Nebraska, o Kansas, as Dakotas, Iowa e outros estados dos EUA. Testemunhas afirmaram que os grupos de gafanhotos formaram nuvens tão espessas que bloquearam a luz do Sol por várias horas. Ao chegarem, comeram campos inteiros de cultivo, a vegetação e, inclusive, a roupa das pessoas.

O Véu de Poeira

Em 536, uma nuvem de areia e poeira cobriu grande parte do mundo, bloqueando a luz do Sol e gerando temperaturas extraordinariamente frias por vários anos. O longo inverno trouxe secas, colheitas ruins e fome em todo o mundo. Alguns estudiosos acreditam que ele também foi um dos responsáveis pelo desenvolvimento do primeiro surto conhecido de peste bubônica na Europa.

O Grande Smog (O Grande Nevoeiro)

Em dezembro de 1952, a poluição do ar de Londres criou uma nuvem de fuligem que se manteve por quatro dias, danificando a qualidade do ar. O miasma mortal foi o resultado de um sistema de alta pressão que criou condições extraordinariamente estagnadas. Em vez de se dispersarem, como de costume, nuvens de fumaça de carvão, de poluição das fábricas e chaminés das casas pairaram no ar da cidade.

O Evento de Tunguska

Pouco depois das 7h de 30 de junho de 1908, uma luz cegante cruzou os céus da Sibéria e explodiu sobre o rio Tunguska Pedregoso. A onda de choque foi centenas de vezes mais potente que uma bomba atômica. Surpreendentemente, não houve mortos, porém seus efeitos foram sentidos em todo o mundo. Os cientistas afirmam que o “Evento Tunguska” foi o resultado do impacto de uma rocha espacial com a superfície terrestre.

Fonte: History.com

Crédito: Bikeworldtravel/Shutterstock.com