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SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

FBI libera documento com evidências que fortalecem teoria sobre fuga de Hitler para a Argentina

Apesar de a historiografia oferecer fartas evidências de que Hitler e sua esposa Eva Braun cometeram suicídio em seu bunker no dia 30 de abril de 1945, em Berlim, uma lacuna nos momentos finais desta trama alimenta teorias até os dias atuais: o que teria acontecido com o corpo do casal, ou, mais exatamente, com os restos do Führer? Muitos acreditam que Hitler teria escapado à invasão soviética em Berlim e vivido o resto de sua vida em países da América do Sul, como Argentina, Paraguai e até o Brasil - que também foi estadia do nazista Josef Mengele, também conhecido como Anjo da Morte.

Recentemente, a teoria de que Hitler teria fugido foi reforçada com o livro de um ex-agente secreto da KGB, a agência de inteligência soviética. De acordo com o portal World News Report, o russo Dimitri Boryslev descreve como Hitler escapou em um submarino, junto com um grupo de oficiais nazistas do alto escalão, que foram deixados em vários pontos do continente sul-americano. A versão pode estar relacionada à aparição recente de arquivos secretos liberados pelo FBI (baixe aqui os arquivos do FBI e confira você mesmo), que indicam uma possível fuga de Hitler para a Argentina, Paraguai ou Brasil. Segundo o autor, o fato de que o cadáver do ditador nunca foi encontrado é sabido há décadas na Rússia, ainda que não de forma massiva. O próprio Stalin estava convencido de que Hitler havia escapado. Ele suspeitava de um pacto entre o tirano alemão e as potências ocidentais, que teriam poupado sua vida em troca de conhecimentos de tecnologia bélica.

Veja abaixo a primeira página do documento e clique aqui para baixar o documento original digitalizado

 

Hitler no Brasil

No começo deste ano, o livro Hitler no Brasil – Sua Vida e Sua Morte, da autora brasileira Simoni Renée Guerreiro Dias, causou controvérsias ao afirmar que Hitler teria morrido com, aproximadamente, 95 anos na pequena cidade de Nossa Senhora do Livramento, a 42 quilômetros de Cuiabá. A pesquisadora espera realizar um exame de DNA em Israel com um suposto descendente do nazista. Ela suspeita que Adolf Leipzig, um senhor que era conhecido em Nossa Senhora do Livramento como "Alemão Velho", poderia ser Hitler. O líder nazista, inclusive, teria um relacionamento com uma mulher negra na cidade para não levantar suspeitas, de acordo com a autora. Apesar de o rigor científico da pesquisa de Simoni ter sido contestado por alguns estudiosos, não há de se negar que novas teorias surgirão diante do fato de que nunca foram fornecidas provas evidentes que pudessem esclarecer qual foi, afinal, o destino dos restos mortais de Hitler.

Fontes e imagens:

Documentos sobre Hitler  

WorldNewsDailyReport  

G1  

LaCapital