setembro 2017

set 17

Estreia a série animada Caverna do Dragão

Uma das séries animadas de grande sucesso em meados dos anos 80 fazia a sua estreia no dia 17 de setembro de 1983. Dungeons & Dragons (Caverna do Dragão) estreava na rede de televisão norte-americana CBS e depois seria transmitida em vários países, entre eles o Brasil, onde alcançou enorme audiência.

Ao todo, foram produzidos 27 episódios, divididos em três temporadas, transmitidas originalmente até 1985. O seriado foi coproduzido pela Marvel Productions, TSR e Toei Animation, baseada no jogo de RPG do mesmo nome.

A trama da envolvente história é em torno de seis crianças/adolescentes que estão em um parque de diversões e embarcam em uma montanha-russa chamada Dungeons & Dragons. No meio do passeio, abre-se um portal e o grupo é transportado para um mundo completamente diferente e mágico, com dragões, feiticeiros, orcs, fadas, unicórnios entre muitos outros.

Os garotos e garotas do grupo (Hank, Eric, Diana, Sheila, Presto e Bobby) recebem novas roupas e armas mágicas. Elas são entregues pelo Mestre dos Magos, que servirá de guia dos novatos em seu novo mundo, chamado simplesmente de “Reino”. Nesta jornada, também está o unicórnio Uni, que será adotado especialmente por Bobby, um menino de oito anos. O principal objetivo do grupo é retornar para o seu lar, mas para isso terão que enfrentar inimigos como o feiticeiro Vingador, a deusa-dragão Tiamat e o Demônio das Sombras, que serve de informante do Vingador.

O episódio final de Caverna dos Dragões conta com o roteiro elaborado por Michael Reaves que jamais foi produzido pela CBS, que, repentinamente, suspendeu a série. Nele é revelado que o Vingador é o filho do Mestre dos Magos, que está enfeitiçado pelo mal. O roteiro virou história em quadrinhos em 2010 pelas mãos do ilustrador brasileiro Reinaldo Rocha.

 

Imagem: via Wikimedia Commons

17.Set.1983
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União Soviética invade a Polônia

No dia 17 de setembro de 1939, o ministro do Exterior soviético Vyacheslav Molotov declarou que o governo polonês deixou de existir, já que a URSS tratou-se fazer uso das “letras miúdas” presentes no pacto de não-agressão entre Hitler-Stalin, que resultou na invasão e ocupação do leste da Polônia.

As tropas de Hitler já estavam causando estragos na Polônia com a invasão ocorrida no primeiro dia do mês. O exército polonês começou a recuar e se reagrupar a leste, perto de Lvov, no leste da Galiza, tentando escapar dos implacáveis ataques terrestres e ofensivas aéreas alemãs. Mas as tropas polonesas tomaram consciência da difícil situação quando os soviéticos atacaram a porção leste do país.

O pacto de Ribbentrop-Molotov de não-agressão, assinado em agosto, tinha eliminado qualquer esperança da Polônia em ter a Rússia como aliada na guerra contra a Alemanha. Mal sabiam os poloneses da cláusula secreta desse pacto, cujos detalhes só se tornariam públicos a partir de 1990. Pelo acordo, a URSS tinha o direito de assegurar para si um pedaço da região leste da Polônia. A "razão" para isso foi de que a Rússia veio em auxílio de seus "irmãos de sangue", os ucranianos e bielorrussos, que ficaram presos no território que havia sido anexado ilegalmente pela Polônia. Agora, os poloneses estavam espremidos dos dois lados – no Ocidente e Oriente - entre duas forças gigantescas.

Mais tarde, os alemães recuaram quando confrontados pelos soviéticos, entregando seus prisioneiros de guerra poloneses. Milhares de soldados poloneses foram presos. Alguns poloneses simplesmente se renderam aos soviéticos para evitar a captura pelos alemães. A União Soviética levaria três quintos do território da Polônia, além de 13 milhões de pessoas como resultado da invasão.

 

Imagem: Hans Sönnke / German Federal Archives [CC BY-SA 3.0 de], via Wikimedia Commons

17.Set.1939
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Carro anfíbio chega a Frankfurt depois de passar pelo Canal da Mancha

Quatro ingleses chegaram na Frankfurt Motor Show, na Alemanha, depois de atravessar o Canal da Mancha em um veículo anfíbio em um dia como este, no ano de 1965. Eles enfrentaram a força das correntes e dos ventos, tiveram o motor afogado, mas conseguiram fazer a travessia com dois destes veículos em sete horas.
O projeto do "Amphicar" é do engenheiro alemão Hans Trippel, inspirado no Schwimmwagen, um veículo anfíbio que a Volkswagen havia produzido para as forças armadas alemãs durante a Segunda Guerra Mundial. Uma empresa chamada Grupo Quandt produziu os Amphicars por sete anos, de 1961 to1968.
 
Os Amphicars eram movidos por 43 cavalos de potência e motor Triumph Herald de quatro cilindros. Em terra, os carros tinham um câmbio manual de quatro velocidades e marcha ré. Na água, eles usaram uma caixa de câmbio de duas velocidades: para a frente e para trás. Seus construtores chamavam o carro de "770", porque - em teoria, pelo menos - poderia atingir uma velocidade de 11,2 km/h ( 7 milhas por hora) na água e 112,2 km/h (70 milhas por hora) em terra. Contudo, atingir estas velocidades na prática era um feito raro. De acordo com um proprietário, o veículo era "o carro mais rápido na água e o barco mais rápido na estrada".
 
Os quatro ingleses deixaram Londres na manhã de 16 de setembro e seguiram até Dover. Dali, cruzaram o Canal da Mancha até a França. Quando já haviam percorrido mais da metade do canal, um dos veículos sofreu o bloqueio de uma bomba, ficou inundado e foi rebocado pelo outro Amphicar até a praia. Quando eles chegaram a Calais, no lado francês, os quatro viajantes (com a ajuda da multidão que se reuniu para vê-los) arrastaram o carro da praia para um posto de gasolina. No dia seguinte, os carros chegaram a Frankfurt.
 
Cerca de 3.000 Amphicars foram importados para os Estados Unidos. A produção dos veículos foi interrompida em 1968, por conta dos padrões exigidos por uma lei de poluição do ar que o Amphicar não conseguiu atender. Estima-se que entre 300 e 600 veículos ainda estejam na estradas nos dias de hoje.
 
 
17.Set.1965
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