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julho 2017

22 de julho
2013 D.C.

Papa Francisco visita o Brasil

Segunda, Julho 22, 2013 D.C.

Considerado um dos papas mais carismáticos e, ao mesmo tempo, polêmicos, o Papa Francisco realizou sua primeira visita ao Brasil no dia 22 de julho de 2013. Ele desembarcou no Rio de Janeiro para uma estadia de sete dias no país. Foi a primeira...Ler mais

Considerado um dos papas mais carismáticos e, ao mesmo tempo, polêmicos, o Papa Francisco realizou sua primeira visita ao Brasil no dia 22 de julho de 2013. Ele desembarcou no Rio de Janeiro para uma estadia de sete dias no país. Foi a primeira viagem internacional do Papa após substituir Bento XVI.

Durante sua visita, Francisco foi recebido pela presidente brasileira Dilma Rousseff e presidiu a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no Rio. Entre suas atividades, o Papa desfilou de papamóvel pelo centro do Rio, visitou o Hospital São Francisco de Assis, abençoou a bandeira olímpica e paraolímpica, visitou a comunidade da Varginha, na Zona Norte fluminense e celebrou a Festa da Acolhida com os jovens na Praia de Copacabana. Além disso, Francisco encontrou jovens detentos no Palácio Arquiepiscopal São Joaquim e passou por Aparecida (SP).

A visita do Papa provocou uma intensa mobilização de segurança. Foram acionados cerca de 13,7 mil homens, 10,2 mil das Forças Armadas, 1,3 mil da Força Nacional de Segurança, agentes e policiais dos Órgãos de Segurança e Ordem Pública. Fora isso, foram acionados 14 mil homens para fazer o patrulhamento da cidade, mais de 10 mil agentes, entre policiais federais, rodoviários federais, civis, bombeiros, trânsito e defesa civil.

 

Imagem: República da Coréia [CC BY-SA 2.0], via Wikimedia Commons

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1942 D.C.

Começam as deportações do gueto de Varsóvia para Treblinka

Quarta, Julho 22, 1942 D.C.

No dia 22 de julho de 1942 teve início a deportação sistemática dos judeus do gueto de Varsóvia, como milhares deles sendo diariamente transportados para o recém-construído  campo de concentração/extermínio em Treblinka, na...Ler mais

No dia 22 de julho de 1942 teve início a deportação sistemática dos judeus do gueto de Varsóvia, como milhares deles sendo diariamente transportados para o recém-construído  campo de concentração/extermínio em Treblinka, na Polônia.

Em 17 de julho, Heinrich Himmler, chefe da polícia SS, chegou a Auschwitz, o campo de concentração no leste da Polônia, a tempo de ver a chegada de mais de 2.000 judeus holandeses e a morte por gás de quase 500 deles, principalmente os idosos, doentes e os mais jovens. No dia seguinte, Himmler promoveu o comandante do campo Rudolph Hoess a comandante da SS principal e ordenou o despovoamento do gueto de Varsóvia - o bairro judeu construído pelos nazistas após a ocupação da Polônia, fechada pela primeira vez por arame farpado e, em seguida, por paredes de tijolo. Ou seja, era para ocorrer a "limpeza total", como ele descreveu, e os habitantes deveriam ser transportados para o que viria a ser um segundo campo de extermínio, construído na vila ferroviária de Treblinka, a 62 quilômetros a nordeste de Varsóvia.

Nas primeiras sete semanas após a ordem de Himmler, mais de 250 mil judeus foram levados para Treblinka por via férrea e mortos com gás, marcando o maior ato único de destruição de qualquer grupo populacional, judeus ou não-judeus, civis ou militares, na guerra. Na chegada ao "T. II", como este segundo acampamento em Treblinka foi chamado, os presos eram separados por sexo, despidos e conduzidos às “casas de banho”, que, na realidade, eram câmaras de gás. O primeiro comandante do T. II foi o Dr. Irmfried Eberl, de 32 anos, o homem que dirigiu o programa de eutanásia de 1940 e tinha muita experiência com uso de gás para matar pessoas, especialmente crianças. Ele forçou várias centenas de ucranianos e cerca de 1.500 prisioneiros judeus para ajudá-lo neste tarefa. Eles tinham que remover dentes de ouro das vítimas antes de transportar os corpos para valas comuns. Eberl foi demitido das suas funções por "ineficiência", pois, ao que tudo indica, ele e seus trabalhadores não conseguiram remover os cadáveres rápido o suficiente, e o pânico ficou instaurado dentro dos vagões dos prisioneiros recém-chegados.

Até o final da guerra, entre 700 mil e 900 mil morreriam tanto no Treblinka I ou II. Hoess foi julgado e condenado à morte pelo Tribunal de Nuremberg. Ele foi enforcado em 1947.

 

Imagem: via Wikimedia Commons

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1921 D.C.

Ocorre o Desastre de Annual

Sexta, Julho 22, 1921 D.C.

O Desastre de Annual foi uma grave derrota militar espanhola diante dos rifenhos (nome que adotaram as tribos confederadas da região montanhosa do Rif - Norte do Marrocos) comandados pelo dirigente militar marroquino Abd o-Krim, próximo da...Ler mais

O Desastre de Annual foi uma grave derrota militar espanhola diante dos rifenhos (nome que adotaram as tribos confederadas da região montanhosa do Rif - Norte do Marrocos) comandados pelo dirigente militar marroquino Abd o-Krim, próximo da localidade marroquina de Annual, em 22 de Julho de 1921. O objetivo era conseguir a redefinição territorial do Marrocos e acabar com a ocupação espanhola e francesa. O confronto culminou com a vitória rifenha e a devolução das suas terras. A crise política que provocou esta derrota foi uma das mais importantes das muitas que enfraqueceram os alicerces da monarquia espanhola liberal do rei Alfonso XIII. Entre ambos os lados combateram um total de 36 mil homens, dos quais 18 mil ficaram aprisionados pelo fogo da batalha e faleceram.

 


Imagem: See page for author [Public domain], via Wikimedia Commons

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