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julho 2017

14 de julho
1881 D.C.

Billy the Kid é morto a tiros

Quinta, Julho 14, 1881 D.C.

Em 14 de julho de 1881, o xerife Pat Garrett mata a tiros Henry McCarty, popularmente conhecido como Billy the Kid, na Maxwell Ranch, no Novo México. Garrett, que estava na cola de Nilly por três meses após o pistoleiro ter fugido da prisão...Ler mais

Em 14 de julho de 1881, o xerife Pat Garrett mata a tiros Henry McCarty, popularmente conhecido como Billy the Kid, na Maxwell Ranch, no Novo México. Garrett, que estava na cola de Nilly por três meses após o pistoleiro ter fugido da prisão alguns dias antes de sua execução, recebeu uma informação que ele estava escondido ao lado de amigos. Enquanto Billy havia saído, Garrett o esperou no escuro de seu quarto. Quando o foragido retornou, Garrett atirou até matá-lo.

No dia 1º de abril de 1878, Billy the Kid armou uma cilada para o xerife William Brady e um suplente em Lincoln, Novo México, após o fazendeiro John Tunstall ter sido assassinado. Billy trabalhava na fazenda de Tunstall e ficou revoltado com a morte de seu patrão, jurando caçar todos os homens responsáveis pelo ato. O xerife Brady e seus homens, que eram ligados a fazendeiros rivais, estavam envolvidos com a gangue que matou Tunstall em 18 de fevereiro. A retaliação de Billy causou a morte de Brady e do suplente George Hindman. Embora tivesse somente 18 anos à época, Billy já havia cometido 17 homicídios.

Depois de sua condenação pelo assassinato do xerife Brady, Billy the Kid passou a ser o homem mais procurado do Oeste. Esquivando-se de bandos enviados para capturá-lo, ele acabou fazendo um acordo com o novo governador do Novo México: em troca de seu depoimento contra os responsáveis pelas guerras em fazendas no estado, ele seria libertado. Apesar de ter mantido sua palavra sobre o testemunho, Billy começou a duvidar da promessa de que seria solto e escapou.

Uma vez fugitivo, Billy matou mais alguns homens, incluindo o pistoleiro Joe Grant, que o havia desafiado para um duelo. A lenda diz que ele conseguiu ter acesso à arma de Grant antes da luta e removeu sua munição. Quando chegou a hora de atirar, somente a arma de Billy disparou e Grant foi morto.

O lendário xerife Pat Garrett finalmente conseguiu levar Billy the Kid a julgamento. O juiz o condenou a ser enforcado até estar “morto, morto, morto”, a que Billy teria supostamente respondido: “E você pode ir para o inferno, inferno, inferno”. Duas semanas antes de sua execução, ele conseguiu escapar, matando dois guardas durante a fuga.

Garrett organizou outro pelotão para capturar Billy. Após rastreá-lo até a Maxwell Ranch, Garrett atirou até matá-lo. Nenhuma acusação legal foi feita contra ele, uma vez que o assassinato foi considerado um homicídio justificável.

 

Imagem: Ben Wittick [Domínio público], via Wikimedia Commons

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1995 D.C.

Uma nova e revolucionária tecnologia é batizada de “MP3”

Sexta, Julho 14, 1995 D.C.

Os representantes da Recording Industry Association of America (RIAA) não compareceram, em 1995, ao batismo de uma tecnologia incipiente que iria sacudir o seu modelo de negócios alguns anos depois e de forma definitiva. Com o nome de “MPEG-1...Ler mais

Os representantes da Recording Industry Association of America (RIAA) não compareceram, em 1995, ao batismo de uma tecnologia incipiente que iria sacudir o seu modelo de negócios alguns anos depois e de forma definitiva. Com o nome de “MPEG-1 Audio Layer 3”, a tecnologia em questão foi um novo e eficaz formato para encodar áudio digital de alta qualidade, utilizando um algoritmo de compressão de dados altamente eficiente. Em outras palavras, foi um modo de tornar arquivos de música com qualidade de CD pequenos o suficiente para serem armazenados em um computador normal e transferidos de forma manejável pela internet. Lançado ao público uma semana antes, o mais novo formato MP3 recebeu seu nome e sua familiar extensão de arquivo, “.mp3”, em 14 de  julho de 1995. 

A importância do MP3, ou de qualquer outro arquivo de compressão de dados, foi alcançada através de uma aritmética simples. A música em um disco compacto é encodada de tal maneira que um único segundo corresponde a, aproximadamente, 176 mil bytes de dados, e um uma canção de 3 minutos a, em média, 32 milhões de bytes (32MB). Em meados dos anos 90, quando era comum que um PC tivesse uma capacidade total no HD de apenas 500MB, era impossível armazenar um único álbum de música em um computador doméstico. E dada a velocidade de conexão da época de 56K de linha discada em um modem, um único álbum levaria, literalmente, o dia inteiro para ser transferido. Dessa forma, a natureza do formato do CD e a condição dos computadores de meados dos anos 90 e das tecnologias de telecomunicação ofereciam à indústria da música uma barreira prática em relação à violação dos direitos autorais através da troca de arquivos pela internet. Mas, então, veio o MP3.

Ao longo dos anos 80 e início dos 90, várias equipes de engenheiros de som trabalharam para desenvolver, testar e aperfeiçoar o padrão de arquivos que viria a ganhar o nome de Motion Picture Experts Group (MPEG). A abordagem deles levou em consideração certas características físicas e cognitivas da audição humana, como nossa incapacidade de detectar dois sons silenciosos executados ao mesmo tempo. Utilizando um método de compressão “perceptual”, os engenheiros conseguiram eliminar mais de 90% dos dados em um arquivo padrão de CD de áudio, sem comprometer a qualidade do som como ele é percebido pelo ouvinte normal e tendo como suporte um equipamento standard de áudio.

De repente, a cópia digital de sua canção pop favorita passou a ocupar apenas 2-3 MB em seu HD, em vez de 32MB, o que, junto com o crescimento da capacidade de armazenamento dos drives e o surgimento da internet de banda larga, criou as condições para a violação desenfreada dos direitos autorais através do Winamp e do Napster, em 1999-2000, e para a distribuição comercial e legal de música digital através da internet. Para a RIAA, essas foram as condições que explicaram o declínio de 29% das vendas de CDs entre 2000 e 2006.

 

Imagem: Shutterstock.com

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1826 D.C.

Nasce Joseph Arthur de Gobineau

Sexta, Julho 14, 1826 D.C.

Joseph Arthur de Gobineau foi um diplomata e filósofo francês, cuja teoria racial, impregnada de anti-semitismo, chegou a ser empregada posteriormente como justificativa filosófica do racismo nazista. Gobineau nasceu em 14 de Julho de 1826 em...Ler mais

Joseph Arthur de Gobineau foi um diplomata e filósofo francês, cuja teoria racial, impregnada de anti-semitismo, chegou a ser empregada posteriormente como justificativa filosófica do racismo nazista. Gobineau nasceu em 14 de Julho de 1826 em Ville D Avray, uma localidade próxima a Paris, no seio de uma família da aristocracia. Desempenhou diversos cargos diplomáticos no Irã, Alemanha, Grécia, Brasil e Suécia desde 1848 até 1877. Além de sua atividade na política exterior, foi um prolífico escritor. Escreveu novelas e livros sobre religião, filosofia e história. Faleceu em 13 de Outubro de 1882. É conhecido geralmente como o fundador do racismo moderno. Seus interesses puramente acadêmicos levaram-no a se especializar em estudos orientais, nos quais ganhou a reputação de ser um erudito. Baseando suas teorias no conhecimento do Oriente, tentou comparar as raças orientais com as da Europa. O estudo de Gobineau incluiu a avaliação e classificação dos hábitos alimentares dos povos da Ásia, África e Europa, determinando os graus respectivos de conforto requeridos por esses povos para o consumo de alimentos, e seus hábitos de vida em geral. Sua obra mais famosa é o Ensaio Sobre a Desigualdade das Raças Humanas (1853-1855), na que afirmou que a raça dos germanos, que habita na Grã-Bretanha, França e Bélgica, era a única raça pura em comparação com aquelas que eram misturadas com as raças «negra» e «amarela».

 


Imagem via Wikimedia Commons

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