julho 2017

jul 11

Hitler recebe uma visita do seu quase assassino

Em 11 de julho de 1944, o conde Claus von Stauffenberg, um oficial do exército alemão, transportou uma bomba ao quartel de Adolf Hitler em Berchtesgaden, na Bavária, com a intenção de matá-lo. Assim que a guerra começou a se virar contra os nazistas e as atrocidades cometidas por Hitler a crescer, um número cada vez maior de alemães – militares ou não – passou a conspirar o assassinato do Führer. Como as massas não ficariam contra o homem a quem eles confiaram seu futuro, estava nas mãos dos oficiais mais próximos de Hitler liquidá-lo. Os cabeças da conspiração recorreram a Claus von Stauffenberg, que tinha sido promovido recentemente de coronel e chefe da equipe a comandante do exército de reserva, o que lhe dava acesso ao quartel de Hitler em Berchtesgaden e Rastenburg.Stauffenberg estava no exército alemão desde 1926. Enquanto servia como oficial na campanha contra a União Soviética, ele ficou revoltado com o tratamento cruel dado por seu compatriota aos prisioneiros judeus e soviéticos. Ele pediu que fosse transferido para o norte da África, onde perdeu seu olho esquerdo, sua mão direita e dois dedos da mão esquerda.Após se recuperar de seus ferimentos e se sentir determinado a tirar Hitler do poder por quaisquer meios necessários, Stauffenberg viajou a Berchtesgaden em 3 de julho e recebeu pelas mãos de um colega do exército, o major-general Helmuth Stieff, uma bomba com um fusível silencioso que era pequena o suficiente para ser escondida em uma maleta. Em 11 de julho, Stauffenberg foi convocado a Berchtesgaden para informar a Hiter sobre a atual situação militar do país. O plano era usar a bomba em 15 de julho, mas, no último minuto, Hitler foi chamado para o seu quartel em Rastenburg, na Prússia Oriental. Foi solicitado a Stauffenberg que o seguisse até lá. Em 16 de julho, houve um encontro entre Stauffenberg e o coronel Caesar von Hofacker, outro conspirador, no subúrbio berlinense de Wansee. Hofacker informou a Stauffenberg que os exércitos alemães haviam sido derrotados na Normandia e que a maré tinha virado contra eles no Ocidente. O plano de assassinato, então, foi adiado até o dia 20 de julho, em Rastenburg. Imagem: German Federal Archives [CC BY-SA 3.0 DE], via Wikimedia Commons

11.Jul.1944
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Cruzador alemão é afundado pelos britânicos na África, na Primeira Guerra

O cruzador alemão SMS Königsberg foi afundado em um dia como este, no ano de 1915, durante a Primeira Guerra Mundial, por dois pequenos navios (monitor) britânicos, no Rio Rufiji, na Tanzânia, na África. O Königsberg era um cruzador leve, construído pela Marinha Imperial alemã. Não era um navio próprio para combates, mas a embarcação alemã estava na África Oriental Alemã na época em que eclodiu a Grande Guerra, em agosto de 1914.

Inicialmente, o Königsberg, armado e destinado ao reconhecimento e escolta, tentou atacar os barcos que faziam o tráfego britânico e inglês na região. No dia 20 de setembro de 1914, ele surpreendeu e afundou o cruzador britânico HMS Pegasus, na Batalha de Zanzibar.

Depois, ficou abrigado no Rio Rufiji para reparar seus motores. Porém, antes que os reparos fossem concluídos, dois barcos britânicos encontraram o Königsberg. Como eram incapazes de destruir a embarcação alemã, eles criaram um bloqueio. Depois de várias tentativas para afundar o navio, os britânicos enviaram dois barcos “monitores”, Mersey e Severn, para destruir o cruzador alemão. Em 11 de julho de 1915, as embarcações chegaram perto o suficiente para danificar seriamente o Königsberg, forçando a tripulação a afundar o navio. Os sobreviventes resgataram as armas do cruzador e se juntaram à campanha de guerrilha do tenente-coronel Paul von Lettow-Vorbeck. O Königsberg foi parcialmente desmontado entre 1963 e 1965 para sucata. Os restos do navio afundaram no leito do rio.

 

Imagem: Bundesarchiv, Bild 105-DOA3002 / Walther Dobbertin / CC-BY-SA [CC BY-SA 3.0 de], via Wikimedia Commons

11.Jul.1915
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