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julho 2017

05 de julho
2016 D.C.

Sonda Juno ingressa na órbita de Júpiter

Terça, Julho 05, 2016 D.C.

Após quase cinco anos viajando pelo Sistema Solar, a sonda espacial Juno, da NASA, ingressou na órbita de Júpiter no dia 5 de julho de 2016. A manobra para que o veículo fosse atraído pela gravidade do maior planeta do nosso Sistema Solar...Ler mais

Após quase cinco anos viajando pelo Sistema Solar, a sonda espacial Juno, da NASA, ingressou na órbita de Júpiter no dia 5 de julho de 2016. A manobra para que o veículo fosse atraído pela gravidade do maior planeta do nosso Sistema Solar demorou em torno de 35 minutos.

 

A missão Juno custou U$ 1,1 bilhão e tem como objetivo explorar a origem e evolução de Júpiter para buscar mais informações sobre a formação de outros planetas. Júpiter é 11 vezes maior do que a Terra e tem 300 vezes a massa de nosso planeta. O planeta precisa de 12 anos terrestres para completar uma volta em torno do Sol. Um dia em Júpiter é equivalente a apenas dez horas na Terra.

 

Juno é a segunda sonda a entrar na órbita de Júpiter. A Galileo passou oito anos pesquisando o planeta e suas luas. Galileo, porém, não possuía as ferramentas de Juno para pesquisar o que ocorre sob as nuvens do planeta.

 

 


Imagem: NASA/EPA

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1946 D.C.

O biquíni é apresentado

Sexta, Julho 05, 1946 D.C.

Em 5 de julho de 1946, o estilista francês Louis Reard apresentou um ousado traje de banho de duas peças na Piscine Molitor, uma piscina popular em Paris. A showgirl parisiense Micheline Bernardini foi a modelo que estreou a nova moda, batizada...Ler mais

Em 5 de julho de 1946, o estilista francês Louis Reard apresentou um ousado traje de banho de duas peças na Piscine Molitor, uma piscina popular em Paris. A showgirl parisiense Micheline Bernardini foi a modelo que estreou a nova moda, batizada de “biquíni” por Read. Ele se inspirou em um teste atômico norte-americano no Atol de Biquíni, no Oceano Pacífico, que foi motivo de grande cobertura jornalística na mesma semana.

Mulheres europeias começaram a vestir trajes de banho de duas peças, que consistia em um top e shorts nos anos 1930, mas apenas uma parte da barriga era revelada e o umbigo era vigilantemente coberto. Nos Estados Unidos, o modesto traje fez sua primeira aparição durante a II Guerra Mundial, quando o racionamento de tecido fez com que partes de roupa supérfluas fossem dispensadas. Enquanto isso, na Europa, as atividades relacionadas à moda de praia (assim como quase todas que não eram militares) estavam paralisadas.

Em 1946, europeus saudaram o primeiro verão sem guerra em anos, e estilistas franceses surgiram com peças de roupa que combinavam com o clima de libertação das pessoas. Dois deles, Jacques Heim e Louis Reard, desenvolveram protótipos concorrentes do biquíni. Heim chamou o dele de “átomo” e o promoveu como “o menor traje de banho do mundo”. O traje de Reard,que era basicamente um sutiã e dois triângulos invertidos de tecido amarrados por um cordão, era significativamente menor. Reard promoveu sua peça como sendo “menor que o menor traje de banho do mundo” e a chamou de biquíni.

Ao planejar a estreia do seu novo traje de banho, Reard teve dificuldades em achar uma modelo profissional que ousasse usar a peça escandalosamente mínima. Então ele chamou Micheline Bernardini, uma dançarina exótica do Cassino de Paris, que não tinha pudores em aparecer seminua em público. Em alusão às manchetes que ele sabia que iria conquistar, Reard estampou as peças com notícias de jornal. O biquíni foi um sucesso imediato, especialmente entre os homens, e Bernardini recebeu cerca de 50 mil cartas de fãs.

Logo em seguida, jovens corajosas usando biquíni causavam sensação na costa mediterrânea. A Espanha e a Itália proibiram a peça em praias públicas, mas depois se rendaram às mudanças , quando o biquíni se popularizou nos anos 1950. O negócio de Reard decolou e ele manteve a mística do biquíni viva ao declarar que um traje de duas peças não era um biquíni genuíno, “a menos que pudesse passar por dentro de uma aliança”.

Nos pudicos Estados Unidos, houve uma resistência bem-sucedida ao biquíni até o começo dos anos 1960, quando uma nova ênfase à liberação juvenil inundou as praias americanas com a peça. A criação foi imortalizada com a música “Itsy Bitsy Teenie Weenie Yellow Polka-Dot Bikini” (“Biquíni de Bolinha Amarelinho”, na versão brasileira), com filmes de praia e com a cultura do surfe, celebrada por grupos de rock como os Beach Boys. Desde então, a popularidade do biquíni nunca parou de crescer.

 

Imagem: Shutterstock.com

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1996 D.C.

Lançado o álbum Da Lata, de Fernanda Abreu

Sexta, Julho 05, 1996 D.C.

No dia 5 de julho de 1996, a cantora e compositora Fernanda Abreu lançava o álbum Da Lata, trabalho que conquistou grande sucesso de público e que se tornou um dos sucessos do verão que se seguiu. Neste álbum, cheio de balanços do funk, rap,...Ler mais

No dia 5 de julho de 1996, a cantora e compositora Fernanda Abreu lançava o álbum Da Lata, trabalho que conquistou grande sucesso de público e que se tornou um dos sucessos do verão que se seguiu. Neste álbum, cheio de balanços do funk, rap, hip-hop, Fernandinha Abreu lançou músicas de sucessos como  "Veneno da Lata" (com Will Mowat), "Garota Sangue Bom" (com F. Fawcett) e "Brasil É o País do Suíngue" (com F. Fawcett/ Laufer/ Hermano Vianna).

Seu terceiro álbum solo recebeu este nome por conta da expressão “da lata”, que surgiu a partir de 1987, quando tripulantes de um navio estrangeiro despejaram no litoral do Rio de Janeiro 22 toneladas de maconha dentro de latas, temendo uma ação da polícia. As latas, hermeticamente fechadas, foram coletadas por pessoas nas praias da costa brasileira, e, de acordo com os testemunhos, a maconha era de excelente qualidade. O fato deu origem à gíria carioca “da lata”, ou seja, algo que é bom. Ao mesmo tempo, a lata é um material barato, que serve de contraponto para Fernanda diante da pobreza do Brasil.

Fernanda Abreu nasceu no dia 8 de setembro de 1961, no Rio de Janeiro. Ela ficou conhecida nacionalmente e, principalmente, pela canção Rio 40 Graus, uma composição sua em parceria com Fausto Fawcett e Laufer. A cantora iniciou a vida musical como vocal da banda Blitz, com Evandro Mesquita, nos anos 80. Depois, deu início à carreira solo, influenciada pelo sambalanço, disco, rap e funk.

 


 

PARA LER OUVINDO

Veneno da lata by Fernanda Abreu on Grooveshark

Música: Veneno da Lata
Artista: Fernanda Abreu
Album: Da lata

Rio de Janeiro
Cidade maravilhosa
A lata
No fundo da madrugada
No silêncio na calada
De repente foi chutada
Na batida
Começou e batucada
Bate bate bate na lata
É lata da bateria

Mil novecentos e noventa e cinco 
Sete e meia da manhã
Tá na hora de descer pra trabalhar
Tá na hora de descer pra ter
O que ganhar

Mil novecentos e noventa e cinco
Dez e vinte eu vou pra lá
(tá marcado pra chegar)
Ouviu dizer, ouviu falar
Não sabe bem, deixa pra lá
Dez e vinte eu vou chegar
Pra ver o que há

Suingue-balanço-funk
É o novo som na praça
Batuque-samba-funk
É veneno da lata (vamo bate lata)

Meio dia e quinze, eu nem acordei
Já vou ter que almoçar
(tá marcado pra chegar)
Não escuto o que eles dizem 
Não escuto o que eles falam

Não falo igual não digo amém
Tem que falar com o Jê
Temque falar com o Zé
É batumaré

Seis e meia tô parado
Pôr-do-sol abotoado
Na lagoa, no aterro
Tô parado
Voluntários, São Clemente
Tô parado
No rebouças, túnel, velho
Tô parado pra ver

Swing-balanço-funk
É o novo som na praça
Batuque-samba-funk
É veneno da lata (vamo batê lata)

Depois mais tarde, já de noite
Tudo em cima, já no clima
Vou correndo te encontrar
(tá marcado pra chegar) 
Vou te buscar, vou te pegar
Vou te apanhar pra te mostrar
Pra ver o que há
Pra ver o que há

É só subir sem se cansar
Depois descer pra trabalhar
Sete e meia, meio dia
Seis e meia, dez e vinte
Dez e vinte eu vou chegar pra te pegar
Pra ver o que há
Pra ver o que há

Suíngue-balanço-funk
É o novo som na praça
Batuque-samba-funk
É veneno da lata (vamo batê lata)

Imagem: Eduardo de São Paulo [Attribution 2.0 Generic], via Wikimedia Commons

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