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Relatórios revelam relação de Winston Churchill com avistamentos de óvnis

Uma série de relatórios tornados públicos recentemente revelam o papel que o famoso primeiro-ministro inglês Winston Churchill teve no encobrimento de avistamentos de óvnis.

Durante seus dois mandatos, entre 1940 e 1955, Churchill montou uma equipe para descobrir a origem de vários casos de encontros com objetos voadores não identificados, denominada Flying Saucer Working Party.

 

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Os pesquisadores analisaram centenas de casos e concluíram que, embora não fosse possível descartar a presença de visitantes extraterrestres na Terra, muitos dos casos estudados pareciam corresponder a fenômenos naturais, veículos aéreos feitos por seres humanos ou, simplesmente, “delírios psicológicos”.

Um dos casos mais relevantes analisados pelo grupo foi o avistamento de um disco voador metálico no condado de Cumbria, no noroeste da Inglaterra, em 1952. Lá, um piloto da RAF (sigla em ingês para Força Aérea Real) teria se deparado, ao voltar de uma missão pela Europa continental, com um estranho artefato voador prateado, que desapareceu silenciosamente perto da aeronave.

Ao saber do incidente, o primeiro-ministro ordenou que o fato fosse colocado em sigilo, considerando que, se virasse público, a população poderia entrar em pânico e perderia a fé em Deus.


Fonte: Código Oculto
Imagem: Ursatii/Shutterstock.com 

O plano alemão para matar Churchill com uma bomba de chocolate

Durante a Segunda Guerra Mundial havia uma batalha em paralelo aos campos armados: criar bombas que pudessem chegar aos inimigos sem causar nenhuma suspeita. 

Difícil imaginar, mas uma simples barra de chocolate poderia ser mortal assim que seus quadradinhos fossem quebrados na sobremesa. Essa foi uma arma que teria sido desenvolvida pelos alemães em uma suposta tentativa de assassinar o primeiro-ministro inglês Winston Churchill.  

O invento consistia em uma placa de aço coberta por uma fina camada de chocolate. Assim que se tentasse quebrar a barra, a placa seria puxada e ocorreria uma explosão em sete segundos. Na época, no Reino Unido passava por um racionamento de comida, açúcar e outras doçuras, então, realmente, muitas pessoas ficariam tentadas a comer a barra.

A dúvida é saber como exatamente ter certeza de que Churchill faria isso. O plano para matar o líder britânico com uma bomba de chocolate foi descoberto em uma carta secreta encontrada em 2009, mas cujo conteúdo só foi revelado agora. 

O desenho da arma alemã foi feito por Laurence Fish, que trabalhou na unidade de contra-sabotagem do MI5. Eles foram feitos para ensinar agentes britânico a identificar armadilhas alemães. Os desenhos foram encontrados pela viúva de Fisher 25 anos depois de sua morte.

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Fontes: Smithsonian Mag , BBC

Imagem: via BBC

 

24.Ene.1965

Morre Winston Churchill, um dos grandes nomes da política ocidental

Um dos grandes nomes da política ocidental morria no dia 24 de janeiro de 1965, em Londres. Winston Churchill foi um estadista, historiador, escritor e orador britânico. Nascido no dia 30 de novembro de 1874, no Blenheim Palace de St Andrews, Inglaterra, também foi ganhador do Prêmio Nobel de Literatura em 1953. Foi concedido por suas obras históricas, seus artigos jornalísticos e por seus brilhantes discursos, que o elevam a um dos principais oradores do século XX.

Entre seus discursos mais conhecidos está o que foi realizado no dia 5 de março de 1946. Então primeiro-ministro britânico, ele proferiu um famoso discurso em Fulton, no Missouri (EUA), em que usou a expressão "iron curtain", ou "cortina de ferro". O termo foi usado para definir a divisão da Europa em duas partes, Oriental e Ocidental. Enquanto a primeira estava sob controle da União Soviética, a segunda era zona de influência dos Estados Unidos. O período relacionado a esta divisão política e econômica é chamado de Guerra Fria. Em seu discurso, em uma livre tradução para o português Churchill disse: "De Estetino, no (mar) Báltico, até Trieste, no (mar) Adriático, uma cortina de ferro desceu sobre o continente. Atrás dessa linha, estão todas as capitais dos antigos estados da Europa Central e Oriental. Varsóvia, Berlim, Praga, Viena, Budapeste, Belgrado, Bucareste e Sofia; todas essas cidades famosas e suas populações estão no que chamo de esfera soviética, e todas estão sujeitas, de uma forma ou de outra, não somente à influência soviética mas também a um forte, e em certos casos crescente, controle de Moscou." Este bloco de influência soviética se desfez definitivamente em 1991, com o fim da URSS.

O exemplo de Churchill e de sua magnífica oratória permitiram a ele manter a coesão espiritual do povo britânico nas horas de prova que implicaram nos bombardeios sistemáticos da Alemanha sobre Londres e outras cidades do Reino Unido. Durante anos, Churchill foi como a voz da consciência de seu país, que sacudia os espíritos e lhes insuflava grandes doses de energia e valor. Seu gênio multifacetado, além de levá-lo a conquistar a imortalidade no mundo da política, o fez destacar-se como historiador, biógrafo, orador, correspondente de guerra e bebedor de conhaque, e em um plano mais modesto como pintor, pedreiro, novelista, aviador, jogador de polo, soldado e proprietário de cavalos.

No dia 26 de julho de 1945, Churchill foi forçado a renunciar ao cargo de primeiro-ministro britânico por conta da derrota eleitoral do seu Partido Conservador pelo Partido Trabalhista. Foi a primeira eleição geral realizada na Grã-Bretanha em mais de uma década. No mesmo dia, Clement Attlee, o líder do Partido Trabalhista, foi empossado como o novo líder britânico.

Após esta derrota, Churchill se tornou líder da oposição e, em 1951, foi novamente eleito primeiro-ministro. Dois anos depois, foi nomeado cavaleiro pela rainha Elizabeth II e agraciado com o Prêmio Nobel de Literatura por seu estudo histórico de seis volumes da Segunda Guerra Mundial e por seus discursos políticos. Em 1955, aposentou-se como primeiro-ministro, mas manteve-se no Parlamento até 1964, um ano antes de sua morte.

 

 


 

Imagem: United Nations Information Office, New York [Domínio público], via Wikimedia Commons

JOÃO BARONE APRESENTA: Guerras Mundiais, Ep. 4

Alemanha, Itália e Japão formam o Eixo. A América se mantem alheia aos problemas europeus. Hitler faz um pacto com Stalin para dividir a Polônia, invadida em setembro de 1939, o início oficial da Segunda Guerra. Churchill assume como Primeiro Ministro, enquanto Hitler toma quase toda a Europa Ocidental em poucos meses. A Inglaterra está na mira dos nazistas. Os meses da blitz sobre Londres não quebram o moral dos ingleses. No Oriente, o Japão ameaça ocupar as filipinas, estratégico território americano na região, onde o general MacArthur está em inferioridade. O bloqueio econômico ao Japão leva ao ataque surpresa à frota naval americana no Havaí. A América é tragada para a guerra. Hitler decide quebrar o pacto com Stalin e invade a Rússia. A guerra se espalha pelo planeta.

JOÃO BARONE APRESENTA: Guerras Mundiais, Ep. 3

Em plena Grande Depressão, Roosevelt e Hitler chegam ao poder, decididos a reerguer seus países num esforço sem igual. Churchill chega ao Parlamento Britânico desejando o rearmamento inglês. Mussolini sonha em reconstruir a glória do Império Romano e invade territórios na África. Alemanha e Itália começam a interagir. Em 1936, Hitler inicia a retomada de territórios que a Alemanha perdeu no Tratado de Versalhes. No Japão, o Primeiro Ministro, General Tojo, aplica as mesmas medidas imperialistas de expansão territorial da Itália e Alemanha, invadindo a China. Tentativas diplomáticas procuram evitar um novo conflito na Europa, mas Churchill não se deixa enganar das verdadeiras intensões alemãs, enquanto Hitler continua anexando territórios ao Reich, sem disparar um tiro.

JOÃO BARONE APRESENTA: Guerras Mundiais, Ep. 2

A  Primeira Guerra Mundial eclodiu depois do assassinato de um príncipe da família imperial austríaca por um extremista sérvio, desencadiando um conflito por toda a Europa e depois pelo mundo. A carnificina ocorrida nas trincheiras serviu para moldar o caráter de alguns homens que se tornariam dentro em breve grandes líderes e comandantes. Winston churchill sentiu o peso de tomar decisões que significaram a vida e a morte de milhares de soldados. George Patton e Douglas MacArthur, alguns dos principais militares da história americana, travaram duras experiências de combate nas trincheiras da europa. Adolf Hitler, um soldado raso do exército alemão, lutou com bravura. Com o final da guerra, a humilhante derrota da alemanha servirá como estopim para uma nova ordem política, tendo Hitler como seu idealizador e personagem principal. Mussolini torna-se o novo líder na itália pós-guerra. As sementes da Segunda Guerra Mundial estavam plantadas.

GUERRAS MUNDIAIS - O jovem Winston Churchill

Em 1914 Winston Churchill era o garoto prodígio da política britânica. Todos concordavam que ele era um gênio, inclusive ele mesmo. Ele tinha uma enorme vantagem, era o único no governo que entendeu a guerra.

26.Jul.1945

Winston Churchill renuncia ao poder

No dia 26 de julho de 1945, Winston Churchill foi forçado a renunciar ao cargo de primeiro-ministro britânico por conta da derrota eleitoral do seu Partido Conservador pelo Partido Trabalhista. Foi a primeira eleição geral realizada na Grã-Bretanha em mais de uma década. No mesmo dia, Clement Attlee, o líder do Partido Trabalhista, foi empossado como o novo líder britânico.

Após esta derrota, Churchill se tornou líder da oposição e, em 1951, foi novamente eleito primeiro-ministro. Dois anos depois, foi nomeado cavaleiro pela rainha Elizabeth II e agraciado com o Prêmio Nobel de Literatura por seu estudo histórico de seis volumes da Segunda Guerra Mundial e por seus discursos políticos. Em 1955, aposentou-se como primeiro-ministro, mas manteve-se no Parlamento até 1964, um ano antes de sua morte.

 


Imagem: British Government [Domínio público], via Wikimedia Commons

Winston Churchill

Winston Churchill foi um militar estadista e escritor britânico. Foi o Primeiro Ministro do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial.

Descendente de famílias da aristocracia e nobreza britânica, Sir Winston Leonard Spencer Churchill, nasceu em 30 de novembro de 1874, em Blenheim, Inglaterra. Formado pelo exército britânico, participou de diversos fronts de batalhas no final do século XIX. 

Após ascender à diversas posições da vida política e demonstrar a sua capacidade de liderança e inteligência diplomática, foi nomeado Primeiro Ministro do Reino Unido em substituição a Neville Chamberlain em 1940, logo nos primeiros anos da Segunda Guerra Mundial.

Durante sua gestão, completamente marcada pela guerra, Churchill fez frente à inúmeros conflitos, como a batalha da França, onde as forças britânicas conseguiram escapar mesmo em meio a um cenário muito desfavorável contra as forças alemãs. Londres e outros pontos da Inglaterra foram bombardeados pelas forças alemãs, no entanto sem abalar o inquebrantável espírito de luta de Churchill e do exército britânico, permanecendo imutáveis enquanto o império continuava a luta. A derrota não era uma opção.

Churchill foi reconhecido e, ainda hoje, é lembrado por seus discursos ao povo britânico durante os anos da guerra, levando inspiração, esperança e o espírito de combate das tropas para toda a população.

Manteve uma excelente e sólida relação com o presidente dos Estados Unidos, Franklin D. Roosevelt, tendo sido de suma importância na decisão americana de ajudar a Inglaterra no conflito, primeiro como meros fornecedores de armas, e em seguida como força aliada (determinante para o desfecho da guerra).

Durante a guerra, a pedido do serviço de inteligência inglês (MI5), Churchill usou dublês em suas aparições em público. Um deles morreu ao ter seu avião derrubado pela inteligência alemã.

Foi apelidado de o "Bulldog Britânico", pelo seu costume de visitar os fronts de guerra, em meio ao perigo, ao contrário dos outros líderes políticos.

Algumas das decisões de Churchill foram controversas, como o caso da fome em Bengala, o bombardeio de Dresden, ou mesmo o tratado das fronteiras entre Polônia e a União Soviética após a guerra.

O final da Segunda Guerra Mundial coincidiu com o final de sua gestão como Primeiro Ministro do Reino Unido. Foi derrotado nas eleições de 1945, mas retornou vitorioso em 1951. Durante o seu segundo mandato, deu atenção especial às relações exteriores do Império e aos conflitos bélicos que incidiam na Ásia e Europa Oriental. Deixou seu cargo em 1955. Dois anos antes, havia recebido o Prêmio Nobel de Literatura pelo seu "domínio da descrição histórica e biográfica, assim como sua brilhante oratória em defesa dos valores humanos". Morreu em janeiro de 1965, vítima de uma trombose cerebral.

Winston Churchill - Primeira Guerra Mundial

Churchill nasceu no seio de uma família aristocrática, no Palácio de Blenheim, em 30 de novembro de 1874, e, em 1911, foi nomeado Primeiro Lorde do Almirantado, durante a Primeira Guerra Mundial. Nesse período, realizou várias reformas militares, incluindo o desenvolvimento da aviação naval, de tanques e a mudança do combustível de carbono por petróleo, entre outras.

Em 1915, o naufrágio do Lusitânia gerou enorme controvérsia e uma grande pressão em cima de Churchill. Há documentos que apontam, segundo alguns historiadores, que o Primeiro Lorde do Almirantado foi negligente ao deixar o navio sem escolta, e, talvez, tenha sido essa a causa do afundamento do Lusitânia, pois o objetivo era fazer os Estados Unidos entrarem na guerra. Outros historiadores desconfiam dessa teoria.

Churchill financiou o desenvolvimento de um tanque de batalha, desviando fundos originalmente destinados à pesquisa naval. Dez anos mais tarde, o desenvolvimento do tanque foi considerado uma grande obra, e o veículo foi utilizado em 1915, ainda que de forma pouco eficiente. Contra as opiniões do almirante John Arbuthnot Fisher, Churchill idealizou e levou a cabo o desembarque de Galípoli nos Dardanelos durante a Primeira Guerra Mundial, o que lhe valeu a alcunha de O carniceiro de Galípoli.

Churchill ocupou um ministério sem pasta como chanceler do ducado de Lancaster (em seguida, renunciaria ao governo), quando o primeiro-ministro Asquith quis formar um governo de coalizão entre todos os partidos. Depois, fez parte do exército enquanto membro do parlamento e serviu por vários meses na Frente Ocidental. Seu segundo comandante foi o posterior líder do Partido Liberal, Archibald Sinclair.

Em dezembro de 1916, Asquith renunciou e foi substituído por Lloyd George. Em julho de 1917, Churchill foi nomeado ministro do armamento. Ao final da Primeira Guerra, ele era ministro de guerra e ministro da aeronáutica, cumprindo, assim, uma função dupla que duraria dois anos, entre 1919 e 1921. Nesse período, tratou de reduzir o orçamento militar. Seu foco principal era atuar na intervenção dos aliados na Guerra Civil Russa. Churchill dizia que a causa dos bolcheviques deveria ser estrangulada em seu berço.

Ele é lembrado pelos discursos pronunciados ao povo britânico durante os anos da guerra, dando inspiração, esperança e levantando o espírito de combate das tropas e de toda a população. Além disso, manteve uma ótima relação com o presidente dos EUA, Franklin D. Roosevelt, sendo de grande importância na participação dos norte-americanos na guerra.