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DNA revela que líder viking de alto escalão era, na verdade, uma mulher

Ela ainda desenhava estratégias de guerras!

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Resultados de testes de DNA realizados nos restos mortais de um líder viking, encontrados no ano de 1880 na cidade sueca de Birka, apontam que o esqueleto era, na verdade, de uma mulher. 


Durante todo esse tempo, pesquisadores acreditaram tratar-se de um homem pela quantidade de ornamentos “nobres” enterrados junto com o corpo. 


Os exames, no entanto, mostraram a verdadeira história. Tratava-se de uma mulher com cerca de 1,7 metro de altura e que foi morta aos 30 e poucos anos. O esqueleto tem mais de mil anos de idade.

Tumulo Viking

A sepultura é uma das mais enigmáticas da história viking. Junto aos restos mortais foram encontrados escudo, espada, machado e esqueletos de dois cavalos – o equipamento completo de um guerreiro de alta patente. Havia também um tabuleiro de guerra, o que indica que a mulher era responsável por pensar em estratégias de ataque e defesa, e que provavelmente liderava equipes 


O estudo foi conduzido por equipes das universidades de Estocolmo e Uppsala, na Suécia.


Ossadas de outras guerreiras viking já foram encontradas antes, mas nesse grau de patente é a primeira vez. 

 


Fonte: G1 

Imagens: Shutterstock | American Journal of Physical Anthropology (reprodução)

Estudo de DNA revela como os gatos se espalharam pelo mundo

Um vasto estudo de DNA investigou a propagação dos gatos pelo mundo e chegou a conclusões impressionantes.

O trabalho publicado na Nature sequenciou o DNA de mais de 200 gatos que viveram entre 15 mil atrás e o século 18. O estudo foi apresentado no último mês de setembro pela geneticista evolutiva Eva-Maria Geigl, do Instituto Jacques Monod, de Paris. Trata-se do primeiro estudo abrangente sobre a disseminação dos felinos através da história. Foram analisados os DNAs de gatos domésticos encontrados em 30 sítios arqueológicos na Europa, África e Oriente Médio.

Explosões populacionais 

O pesquisadores descobriram que os gatos se espalharam em duas grandes levas. A primeira explosão populacional de gatos ocorreu quando a agricultura apareceu pela primeira vez na Turquia e no Mediterrâneo Oriental, onde viveram os ancestrais selvagens dos gatos domésticos. Geigl sugere que quando as pessoas começaram a estocar grãos, também surgiram os roedores. Estes, por sua vez, atraíram os gatos selvagens. Os agricultores podem ter visto vantagens em ter os felinos por perto para controlar os roedores e, dessa forma, surgiram as raças domésticas.

Gatos vikings

A segunda expansão de gatos ocorreu milhares de anos mais tarde, de acordo com o estudo. A equipe descobriu que uma linhagem de gatos do Egito começou a aparecer na Bulgária, Turquia e África subsaariana entre os séculos 4 a.C e 4 d.C. A equipe acredita marinheiros pode ter começado a manter gatos em navios também para controlar roedores, e os animais foram se espalhando pelas cidades portuárias durante as viagens comerciais. Um gato com o DNA mitocondrial egípcio foi encontrado em um local viking no norte da Alemanha, com datação entre 700 d.C 1000 d.C.

Quem domesticou os gatos?

Durante décadas, os pesquisadores acreditaram que os gatos foram domesticados no Egito, há cerca de 4 mil anos. Mas um sepultamento humano no Chipre, de 9,5 mil anos, encontrado em 2004, que já incluía ossos de gato, colocou em xeque essa teoria. Um outro estudo, de 2014, indica que os gatos domésticos foram criados no Alto Egito há 6 mil anos. Estas descobertas, juntamente com a cronologia de Geigl, mostram que a relação histórica entre seres humanos e gatos é muito mais longa e mais complexa do que se imaginava.


Fonte: Smithsonian Mag , Nature

Imagem: Africa Studio/Shutterstock.com 

 

O ÚLTIMO REINO - SAXÕES VS VIKINGS: ARMAS

Saxões e Vikings se armaram de acordo com suas possibilidades ecônomicas e culturais. Confira as diferenças notáves entre elas.

Conheça a enigmática pedra do Sol que ajudou os vikings a sobreviver em alto-mar

Antes ainda de existir a bússola, os vikings, mestres ancestrais da guerra e, principalmente, da navegação, conseguiam se orientar por meio da bruma, no alto-mar, graças a um sofisticado método de posicionamento solar, baseado na chamada “pedra do Sol”.

 

[VEJA TAMBÉM: Pedras de Stonehenge não foram transportadas por humanos, alegam pesquisadores]

 

Basicamente, essas pedras  permitiam confirmar a direção da polarização da luz, já que suas ondas eletromagnéticas oscilam de forma perpendicular na direção em que nos deslocamos. Sendo assim, quando todas as oscilações apontam para uma mesma direção, significa que a luz está polarizada. Com a ajuda de um cristal polarizador, é possível detectar inclusive os raios de luz mais fracos e determinar a posição do Sol, independentemente de quão coberto esteja o céu ou da neblina presente na atmosfera.

 

O método não apenas foi incrivelmente engenhoso como também propiciou um sistema de navegação que, diferentemente de outras regiões do mundo, pôde prescindir das estrelas. É que durante a “noite polar”, nas altas altitudes das águas escandinavas, não é possível ver nenhum astro além do Sol. Curiosamente, se a bússola tivesse existido naquele tempo, também não teria ajudado muito, já que a exatidão do magnetismo diminui significativamente ao se aproximar de um polo.

 

A “pedra do Sol” foi testada cientificamente em 2005, quando uma equipe de especialistas conseguiu atravessar o Oceano Ártico a bordo do quebra-gelo sueco Odin, determinando com sucesso a posição do Sol em diferentes condições meteorológicas. Para além desse verdadeiro GPS ancestral, são muitos os estudiosos que afirmam que aos vikings bastava observar o voo dos pássaros, ou as rotas migratórias das baleias, para poderem se orientar em alto-mar.

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Fonte: elmundo.es
Imagem: Sementer/Shutterstock.com

Conheça os mistérios da espada viking do Museu Histórico de Oslo

O Museu Histórico de Oslo colocou em exposição, pela primeira vez, uma espada notável e antiquíssima, descoberta junto a um túmulo em um cemitério viking em Langeid, na Noruega, em 2011. Trata-se de um artefato único, ornamentado com inscrições em ouro. Nas quatro arestas da sepultura, datada de 1030, os arqueólogos encontraram buracos para colunas, o que indica que ela teria um teto e que estaria em um local importante do cemitério. Em seu interior, foram encontrados dois fragmentos de moedas de prata, e, ao cavar ao lado do caixão, os pesquisadores acharam o punho de uma espada.

A espada preciosa mede 94 cm de comprimento e, embora o ferro da lâmina tenha oxidado, a alça está bem conservada, assim como o punho e o pomo, que estão cobertos de prata, com detalhes em ouro, e decorados com grandes espirais e combinações de letras que, até o momento, são um mistério. Outro mistério é a simbologia cristã que ornamenta a espada, uma vez que ela foi encontrada em um cemitério pagão na Noruega. “O desenho da espada, os símbolos e o metal precioso utilizado sugerem que se tratava de um tesouro magnífico, provavelmente feito fora do país e trazido à Noruega por um homem muito importante”, explicou a pesquisadora Camilla Cecilie Weenn.

Os especialistas acreditam que a espada teria pertencido a um homem de confiança do rei dinamarquês Canuto II, o Grande, que conduziu os ataques históricos à Inglaterra em 1013-1014, e que as inscrições cristãs podem caracterizar uma época de transição, em que as pessoas optavam por usar elementos pagãos e cristãos em um funeral, indício final da época dos vikings e da chegada do cristianismo na Noruega.

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Fonte: ABC
Foto: Ellen C. Holthe, Museum of Cultural History, University of Oslo

10 coisas surpreendentes que você não sabia sobre os vikings

Você achava que sabia tudo sobre os vikings? Com todas as criaturas e estereótipos retratados, provavelmente, há coisas que você nunca ouviu falar dos navegantes escandinavos que invadiram e atacaram as Ilhas Britânicas, e muito mais, entres os séculos IX e XI. Descubra 10 fatos surpreendentes sobre os vikings!

 

[ASSISTA A REBELIÃO DOS BÁRBAROS. ESTREIA SEGUNDA (12/09), ÀS 22H40]

 

Foto: veroxdale - Shutterstock.com

1. Nada de capacetes com chifres

Esqueça quase todos os trajes de guerreiros vikings que você já viu. Claro, os nórdicos provavelmente usavam um capacete, mas aquele adornado com chifres? Em descrições da Era Viking, eles não aparecem, e o único capacete autenticamente viking descoberto é definitivamente sem chifres. Pintores teriam lançado a tendência no século XIX, talvez inspirados por descrições feitas por antigos gregos e romanos de europeus do norte. Muito antes de sua época, padres nórdicos e germânicos de fato usavam capacetes adornados para fins cerimoniais.

Foto: Everett Collection - Shutterstock.com

2. Ótima higiene para a época

Entre barcos a remo e inimigos decapitados, os vikings deviam ter um fedor dos infernos, não é mesmo? Muito pelo contrário. Escavações em locais vikings revelaram pinças, lâminas de barbear, pentes e limpadores de ouvido feitos de ossos e chifres de animais. Os vikings também se lavavam, no mínimo, uma vez por semana – uma frequência muito maior que a dos outros europeus na época – e gostavam de tomar banho em fontes termais.

Foto: Vladimirs Gorelovs - Shutterstock.com

3. Líquido peculiar para fazer fogo

Embora gostassem de limpeza, os vikings não tinham problema em aproveitar o poder dos excrementos humanos. Eles colhiam um fungo chamado “touchwood” da casca das árvores e o ferviam por vários dias na urina antes de jogá-lo em algo similar a um feltro. O nitrato de sódio encontrado na urina fazia com que o material ardesse em vez de queimar. Dessa forma, eles eram capazes de “carregar” o fogo.

Foto: bluecrayola - Shutterstock.com

4. Os mortos ficavam em barcos

Não há dúvidas de que os vikings amavam seus barcos – a tal ponto que, para eles, era uma grande honra ser enterrado em um. Na religião Norse, guerreiros valentes entravam em domínios festivos e gloriosos após sua morte, e pensava-se que as embarcações que o serviam bem em vida o ajudariam a chegar ao seu destino final. Soldados distintos e mulheres importantes eram, muitas vezes, colocados para descansar em navios, cercados por armas, bens valiosos e, às vezes, até mesmo escravos sacrificados.

Foto: De Visu - Shutterstock.com

5. Tráfico de pessoas

Muitos vikings ficaram ricos por causa do tráfico de pessoas. Eles capturavam e escravizavam jovens enquanto saqueavam povoados anglo-saxões, célticos e eslavos. Esses servos, como eles eram conhecidos, eram então vendidos a grandes mercados de escravos em toda a Europa e Oriente Médio.

Foto: Fernando Cortes - Shutterstock.com

6. Mulheres possuíam alguns direitos

As meninas vikings se casavam com apenas 12 anos e deviam cuidar da casa enquanto seus maridos embarcavam em suas aventuras. Ainda assim, elas tinham mais liberdade que todas as outras mulheres de sua época. Desde que não fossem escravas, as vikings podiam herdar propriedades, pedir o divórcio e reaver seus dotes se o casamento terminasse.

Foto: Michal Lazor - Shutterstock.com

7. Maioria trabalhava na fazenda

Esta notícia pode vir como uma decepção, mas boa parte dos vikings carregava foices, não espadas. É verdade que alguns eram piratas cruéis, que saíam de seus barcos apenas para queimar vilarejos, mas a maioria semeava pacificamente centeio, cevada e aveia – pelo menos, em uma parte do ano. Eles também criavam gado, cabras, porcos e ovelhas em suas pequenas fazendas, que, normalmente, produziam o alimento suficiente para a família.

Foto: PavelSvoboda - Shutterstock.com

8. Esqui por diversão

Os escandinavos construíram esquis primitivos há, no mínimo, 6 mil anos, embora os russos antigos tenham os inventado antes. Na Era Viking, os nórdicos tinham o esqui como uma maneira eficiente de se locomover e uma forma popular de recreação. Eles até mesmo adoravam um rei do esqui, Ullr.

Foto: Dm_Cherry - Shutterstock.com

9. Cabelo loiro como ideal de beleza

Para estarem em conformidade com os ideais de beleza de sua cultura, os vikings morenos – geralmente homens – usavam um sabonete poderoso com um teor alto de soda cáustica para descolorir seus cabelos. Em algumas regiões, também as barbas eram clareadas. É provável que esses tratamentos tenham ajudado os vikings com um problema muito mais espinhoso e difícil de controlar que as jubas douradas: os piolhos.

Foto: De Visu - Shutterstock.com

10. Não eram um grupo unido

Os vikings não reconheciam seus companheiros vikings. Na verdade, eles sequer se chamavam vikings: o termo se refere apenas aos escandinavos que partiam para expedições oceânicas. Durante a Era Viking, o território que agora inclui a Dinamarca, Noruega e Suécia era uma colcha de retalhos de tribos que lutavam constantemente umas contras as outras – quando eles não estavam causando estragos em terras estrangeiras, é claro.

Você Sabia?

Guilherme I, o Conquistador, o rei normando que invadiu a Inglaterra em 1066 e mudou radicalmente o curso da história britânica, era descendente de guerreiros vikings. Seus ancestrais receberam o ducado da Normandia no início do século X em troca da promessa de parar de saquear a França.

 


Foto destaque: Fernando Cortes - Shutterstock.com

Anel Viking encontrado por pesquisadores pode ter relação com o mundo islâmico

No final do século XIX, o arqueólogo Hjalmar Stolpe passou vários anos escavando túmulos perto de Birka, uma cidade na ilha sueca de Björkö, que foi um local importante para o comércio durante a Era Viking. Em uma sepultura de uma mulher enterrada no século IX, ele recuperou um anel prateado com uma pedra roxa, atualmente na coleção do Museu de História da Suécia. E recentemente, pesquisas confirmaram que o anel, que conta com inscrições árabes, fornece evidências raras de contato entre os vikings e o mundo islâmico. O objeto apresenta uma caligrafia comum entre os séculos VIII e X, onde se lê “il-la-la”, expressão traduzida como “para Alá” pelos pesquisadores.

De 800 a.C. ao século XI, os vikings navegavam pelos oceanos do mundo, percorrendo distâncias maiores que qualquer velejador já havia atravessado. Leif Erijsson, filho de Erik, o Vermelho, é creditado por ter liderado a primeira expedição ocidental ao continente norte-americano, quase cinco séculos antes de Cristóvão Colombo chegar às Bahamas.

Há muitas evidências escritas sugerindo que os vikings também fizeram contato com o antigo mundo muçulmano, contudo havia alguma dúvida em relação à sua autenticidade.

O anel encontrado, no entanto, pode provar a veracidade desses escritos. Em um artigo publicado no jornal Scanning, pesquisas confirmaram que se trata do único anel com uma inscrição árabe jamais descoberto em um sítio arqueológico da Escandinávia. Birka, localizada a 30 km de Estocolmo, na ilha de Björkö, era um centro de comércio na Era viking e foi preservada como um Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1993.

Os pesquisadores concluíram que o anel, provavelmente, tenha passado de um ourives árabe para a mulher enterrada, com poucos intermediários. Acredita-se que a mulher, ou alguém próximo a ela, tenha visitado ou, até mesmo, seja originário de Califado, o império muçulmano que, à época, dominou o Oriente Médio e o norte da África.

Apesar de a mulher da tumba estar vestida com roupas tradicionais da Escandinávia, o estado de decomposição de seus ossos torna impossível determinar sua etnia, segundo os especialistas. No final, talvez nunca saibamos exatamente como a mulher e o seu anel se encaixem na história de como os vikings interagiram com o mundo muçulmano, mas sua presença no túmulo confirma que eles definitivamente o fizeram.

 

 


 

Fonte: History

Caçador de antiguidades descobre na Europa um dos maiores tesouros vikings dos últimos tempos

Não é comum um colecionador aficionado encontrar um objeto antigo e valioso junto com suas humildes ferramentas de pesquisa. Mais estranho ainda é o que aconteceu recentemente na Escócia: munido apenas de um detector de metais, Derek McLennan, um empresário aposentado e, atualmente, um rastreador amador de antiguidades, desenterrou 100 objetos dos séculos IX e X, que formam o maior tesouro viking encontrado na Europa nos últimos séculos - veja mais nos vídeos no final do texto.

Esse variado e excêntrico tesouro, fruto dos saques de vikings, e deixado lá por razão desconhecida, estava apenas a 60 centímetros de profundidade. Entre os achados estão amuletos procedentes da Irlanda, joias escandinavas, joias de ouro anglo-saxãs e uma taça de prata carolíngia, da atual Alemanha. O conjunto de objetos passará a ser propriedade da Coroa Britânica. O local em que o tesouro foi descoberto não foi divulgado. 

Ao bom e velho Derek, é claro, será dada uma retribuição, baseada na taxação do tesouro no mercado. E a recompensa não pode ser pequena se levarmos em consideração que apenas a taça carolíngia teria um valor de 250 mil euros.

Confira os vídeos abaixo

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Fonte e imagens: Terrae Antiqvae 

Arqueólogos encontram enorme fortaleza viking escondida na Dinamarca

Quando arqueólogos já não tinham mais esperanças de encontrar uma fortaleza viking neste mundo, eis que uma nova estrutura deste tipo foi identificada em uma região próxima de Copenhague. Localizada a 65 quilômetros ao sul da capital dinamarquesa, a fortaleza viking só foi achada por conta dos recursos tecnológicos que dispomos atualmente. Evidências encontradas indicam que ali existiu uma gigantesca fortaleza circular com quatro saídas, cercada por portões que, provavelmente, foram incendiados durante algum confronto.

Pesquisadores da Universidade de Aarhu, na Dinamarca, usaram uma técnica conhecida como gradiometria gravimétrica, em que são usadas medidas do campo magnético da Terra. Comparando variações de um local com o outro, pesquisadores puderam encontrar áreas que haviam sido alteradas por humanos. Com os dados em mãos, os investigadores souberam exatamente onde realizar as escavações.

De acordo com um dos pesquisadores envolvidos, a técnica permitiu construir uma rica “imagem fantasma” da fortaleza em pouco tempo. No sítio arqueológico, os cientistas puderam determinar que o anel da fortaleza tinha quase 150 metros de largura. Dentro dela havia casas comunitárias, numa construção que lembra bastante outra fortaleza da região, Trelleborg, que fica a 60 quilômetros da atual descoberta.

Ainda não se sabe exatamente qual a idade desta fortaleza. Acredita-se que a estrutura possa ser da época do Haroldo I da Dinamarca (935-986), também conhecido como Haroldo Dente-Azul – curiosamente, seu nome serviu de inspiração para batizar a tecnologia Bluetooth. Novas análises ainda estão em andamento para realizar a datação da fortaleza.


Fonte:

Universidade de Aarhus