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Mente continua funcionando mesmo depois da morte clínica

Funções cerebrais continuam ativas mesmo depois do coração ter parado de bater. 

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Pesquisadores da Langone School of Medicine, em Nova York, nos Estados Unidos, afirmaram, após um longo estudo, que a consciência humana não desaparece depois que a morte clínica é anunciada. Para chegar a essa conclusão, eles se basearam em centenas de casos nos quais os pacientes, após serem declarados mortos legalmente, voltam à vida e dão detalhes impressionantes sobre o movimento de médicos e enfermeiras ao seu redor.

Sam Parnia, diretor de pesquisa de cuidados intensivos e reanimação na NYU Langone School of Medicine, explica que a morte clínica ocorre no momento em que o coração para de bater. Depois disso, vem a morte cerebral. Entretanto, o pesquisador afirma que várias funções cerebrais continuam ativas até algumas horas depois de o coração estar inativo.

Parnia está convencido de que, na primeira fase da morte, os seres humanos podem experimentar algum tipo de consciência, o que explicaria o porquê de algumas pessoas que tiveram experiências próximas à morte conseguirem regressar transformadas positivamente e se tornarem seres humanos mais altruístas e comprometidos em ajudar os outros.


Fonte: RT

Imagem: Shutterstock

 

Cientista diz que morte é apenas uma ilusão

Segundo ele, o fim da vida é uma ideia que colocam na nossa cabeça. 

O cientista Robert Lanza, da Escola de Medicina da Universidade Wake Forest, na Carolina do Norte, Estados Unidos, afirma no seu livro “Biocentrismo”, publicado em 2009, que a morte é uma ilusão provocada por nossa consciência.

Lanza, doutor em medicina, fez parte da equipe responsável por algumas das primeiras clonagens de animais. O professor ficou conhecido após a publicação do seu livro, que, com base em noções da física quântica, explica sua teoria particular de que a biologia e a vida são os fatores que originam a realidade e o Universo, e não o contrário. Desse modo, o tempo seria apenas um conceito criado pela vida que o observa.

De acordo com essa teoria, há várias realidades amparadas por diferentes níveis da consciência. Desse modo, o fim da vida seria apenas uma noção incutida em nossas mentes, dado que, se não existe o tempo nem o espaço, não pode existir a morte.


Fonte: Guioteca

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Médico russo especialista em ressurreição fala sobre o além

Prepare-se: o outro lado pode ser bem menos interessante do que se imagina!

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O site russo RT publicou recentemente uma longa entrevista realizada com o médico Mijaíl Zhírov, especialista em terapias intensivas no hospital clínico da Primeira Universidade Estatal de Medicina I.M. Séchenov, em Moscou. O médico, acostumado a lidar diariamente com experiências próximas da morte, explicou sua visão sobre o além, o medo da morte e o valor da vida humana.


Zhírov, convencido da inexistência de Deus, afirma que quase todas as experiências “do além” relatadas por pacientes que experimentam a morte clínica são causadas pelo uso imperfeito da medicina. De acordo com ele, as percepções psíquicas dos doentes, combinadas com as drogas administradas nos momentos de dor física extrema, são os responsáveis por provocar as alucinações que, posteriormente, interpretam-se como experiências místicas.

Longe de ser niilista, Zhírov admite que conviver com a morte fez com que ele reconhecesse o valor inestimável da vida. No entanto, ele admite que o humor mórbido é o que lhe permite continuar praticando uma profissão tão estressante.


Fonte: RT

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5 pessoas dadas como clinicamente mortas descrevem suas experiências

Conheça a história de pessoas que foram até o outro lado e conseguiram voltar.

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Um pesadelo longo: Matthew Botsford, que ficou 27 dias em coma após levar um tiro na cabeça, relata sua experiência como um longo pesadelo, no qual era perseguido constantemente por forças obscuras.

O céu das crianças: Vera Dragilyova tinha 11 anos quando morreu temporariamente após uma intoxicação com dióxido de carbono. A menina explicou que, ao perder a consciência, viu-se rodeada de luzes coloridas e vozes amigáveis que lhe diziam para não ter medo.

Experiência divina: A Dra. Mary Neal morreu por 15 minutos depois de se afogar. A mulher conta que, nesse momento, encontrou-se com Deus, que lhe disse que uma tragédia abalaria sua família. De fato, seu filho de 9 anos morreu alguns meses depois, vítima de um acidente de trânsito.

Uma experiência de paz: Anita Moorjani ficou, como consequência de um câncer terminal, vários dias em estado de coma. Nesse período, ela afirma ter experimentado uma sensação de paz e amor absolutos, o que a ajudou, posteriormente, a vencer a doença.

Luz no fim do túnel: Betty Eadie teve morte clínica durante uma cirurgia. A mulher afirma ter visto uma forte luz no fim de um túnel, onde um homem a esperava com os braços abertos.


Fonte: VIX

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A consciência após a morte

Seria esta a descoberta que demonstra como a consciência consciência sobrevive à morte biológica? Assista ao vídeo e saiba mais:

A incrível história do homem que morreu 27 vezes em 24 horas

Em um único dia, inglês sofreu nada menos que 27 paradas cardíacas! Ele explica como é a sensação de morrer. 

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Em dezembro do ano passado, Ray Woodhall, de 54 anos, sofreu um ataque cardíaco enquanto jogava futebol na cidade de Worcester, no Reino Unido. Após desmaiar durante uma partida, ele foi levado ao Worcestershire Royal Hospital, onde sofreu 27 paradas cardíacas em menos de 24 horas.

O homem foi ressuscitado em todas as ocasiões e agradeceu à dedicação dos médicos, que conseguiram mantê-lo com vida durante as crises: “Me disseram que nunca tinham ouvido falar de alguém que tivesse morrido tantas vezes, e a única razão pela qual estou aqui agora é graças a eles. A equipe do hospital foi brilhante e devo tudo a eles”, disse Ray ao jornal britânico The Sun.

Após essa experiência extraordinária, Ray agora dispõe de um conhecimento em primeira mão sobre a morte. Conforme contou na entrevista, “morrer é como dormir”.

Depois dos infartos múltiplos e da perda de mais de 20% de suas funções coronárias, o homem conseguiu se estabilizar e sonha em voltar a jogar futebol.

 


Fonte: RT
Imagem: Shutterstock

 

Luz no fim do túnel: mito ou prova da existência do "além"?

Uma pesquisa com pessoas que estiveram à beira da morte mostrou resultados surpreendentes, já que os participantes descreveram cenários parecidos para contar como foi a experiência.

Uma equipe de cientistas liderada pelo neurologista belga Steven Laureys coletou dados de mais de 400 pessoas que viveram experiências próximas da morte. Seu objetivo era comparar os relatos e tentar explicar biologicamente os estranhos fenômenos experimentados.

As informações obtidas com a pesquisa são surpreendentes, já que todos os participantes descrevem cenários parecidos: observam seu corpo de cima, um túnel escuro com uma luz muito poderosa no final e são visitados por entes queridos mortos.

O neurocientista acredita que essas experiências são causadas pelo aumento da atividade cerebral que ocorre quando o coração para de bater. Experimentos anteriores realizados com ratos moribundos já haviam indicado que o trabalho neuronal cresce consideravelmente nos instantes prévios à morte, especialmente no músculo temporoparietal. Durante esse tempo, foi verificado também um crescimento notável da frequência das ondas gama, as mesmas detectadas no mapeamento cerebral de um monge em estado de meditação.

Segundo Laureys, o cérebro humano é o responsável pelas visões impactantes e pelas sensações narradas pelas pessoas que estiverem à beira da morte. Isso explicaria as semelhanças encontradas em indivíduos de culturas completamente diversas na hora de descrever o contato com a morte. 



Fonte: Super Curioso

Imagem: lassedesignen/Shutterstock.com

 

O inquietante mistério das gêmeas Pollock: um caso de reencarnação documentado pela ciência

Ian Stevenson, doutor em medicina e professor universitário de psiquiatria canadense, estudou mais de 3 mil casos de crianças que pareciam se lembrar de vidas passadas.

Um dos mais significativos foi o das gêmeas Pollock. O dia 5 de maio de 1957 amanheceu com um sol esplêndido em Whitley-Bay, no Reino Unido, às margens do Mar do Norte. Como todos os domingos, as famílias locais se dirigiam apressadas à igreja, para celebrar a missa. As duas pequenas filhas da família Pollock, Joanna e Jacqueline, de 11 e seis anos, respectivamente, foram antes de seus pais para garantir um lugar.

Quando dobravam uma esquina, uma carruagem com cavalos desenfreados as atropelou, matando-as instantaneamente. Seus corpos ficaram praticamente destruídos, assim como o coração de seus pais ao receber a trágica notícia. Mas eles não sabiam que o destino traria um dos casos mais estranhos de que já se houve notícia.

Mais de um ano após o acidente, os Pollock voltaram a ter filhos, dessa vez, as gêmeas Gillian e Jennifer, nascidas em 4 de outubro de 1958. Quando tinham somente três anos, as pequenas começaram a falar e, então, seus pais notaram que acontecia algo estranho. Incrivelmente, elas eram capazes de lembrar eventos passados da vida de suas irmãs, falecidas em 1957.

Elas mostravam conhecer à perfeição cada canto da casa e as pessoas da cidade. E também praticavam hábitos e costumes idênticos aos de suas irmãs e, inclusive, falavam do mesmo jeito. Embora fossem gêmeas, uma parecia ser maior e protegia a outra, que aceitava o papel de irmã menor.

Enquanto Gillian recordava a vida de sua irmã Joanna, morta aos 11 anos, Jennifer recordava a de Jacqueline, de seis. Elas conheciam as brincadeiras de suas irmãs e colocavam nas bonecas exatamente os mesmos nomes. Houve uma vez em que seus pais as ouviram falar do acidente, descrevendo sensações e a lembrança do sangue saindo de suas bocas. Além disso, demonstravam uma fobia a veículos que passavam pela rua.

Entretanto, precisamente aos cinco anos, idade em que os cientistas coincidem em apontar um limiar para a recordação de vidas passadas, as pequenas deixaram de experimentar esses comportamentos estranhos. O caso teve tanto impacto que foi publicado no livro European Cases of the Reincarnation Type.



Fonte: culturacolectiva.com 

Imagem: Hyena Reality/Shutterstock.com 

Cientistas realizam maior estudo já realizado sobre consciência após a morte - conheça alguns dos resultados

O cientista Sam Parnia, da Universidade de Southampton, na Grã-Bretanha, coordenou a maior pesquisa já feita sobre a consciência no momento exato após a morte, através do estudo de 2 mil casos de infarto em 15 hospitais do Reino Unido, EUA e Áustria. Trinta e nove por cento dos sobreviventes relataram ter experimentado algum estado de consciência, e 9% deles teriam tido uma “experiência de quase morte” (EQM).

Um desses pacientes disse ter visto, do canto da sala de operações, as tentativas dos médicos em reanimá-lo: “Ele esteve consciente por um período de três minutos, durante os quais estava sem pulso. E isso é contraditório, já que, normalmente, o cérebro deixa de funcionar entre 20 e 30 segundos depois de o coração parar e não retoma sua atividade até ele voltar a bater”, explicou Parnia.

Seu estudo não pretende comprovar eventos sobrenaturais, mas defender a tese que a consciência talvez não seja tão dependente do sistema nervoso. “Temos algumas provas de que a consciência poderia se manter mesmo depois de o cérebro parar de funcionar. No entanto, precisamos examinar este fato com estudos mais detalhados, de forma imparcial e sem preconceitos, para dar respostas mais claras e precisas”. Respostas essas que poderão revolucionar a ideia que temos sobre o misterioso ato de morrer. Por enquanto, existem avanços promissores, embora não definitivos.

Fonte: Clarín 

Renomado cientista, Robert Lanza, defende que a morte não é real

O renomado cientista Robert Lanza criou o biocentrismo, uma “nova teoria do Universo”, que propõe a utilização de todos os conhecimentos que a humanidade adquiriu nos últimos séculos. A partir dessa perspectiva e com essas ferramentas, Lanza deu uma nova resposta à pergunta primordial sobre a morte: para o biocentrismo, esta é uma ilusão, já que é a vida que cria o universo e não o contrário. Dado que o espaço e o tempo não existem de forma linear, a morte não pode existir em seu “sentido real” – seria apenas uma ilusão da consciência. E é a consciência que, segundo Lanza, conecta a vida ao corpo biológico.

A prova estaria nos experimentos de física quântica, que demonstram que a matéria e a energia podem se revelar com características de ondas ou de partículas na percepção e na consciência de uma pessoa. Acrescentando-se a teoria de que existe uma infinidade de universos com diferentes variações que acontecem ao mesmo tempo, o biocentrismo comprova que tudo o que pode acontecer está ocorrendo em algum ponto do multiverso, ou seja, a morte não pode existir em “nenhum sentido real”.

Alguns cientistas importantes fizeram coro à teoria de Lanza, como Ronald Green, diretor do Instituto de Ética da Universidade de Dartmouth, que afirma que pensar a consciência de um ponto de vista quântico é coerente com as últimas descobertas da biologia e da neurociência sobre as estruturas da mente e da vida humana.

Fonte: Robert Lanza 

Imagem: styleuneed.de/ Shutterstock.com