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A VERDADEIRA HISTÓRIA DA FICÇÃ

SOBRE

O que aconteceria se pudéssemos explorar a imensidão do espaço? a ficção científica sempre se alimentou da nossa necessidade de explorar, de imaginar o que existe além da terra. as jornadas no espaço, das primeiras ideias de júlio verne sobre as tentativas de sair de nosso planeta até a galáxia distante de guerra nas estrelas e a revelação de nichelle nichols sobre como seu papel inovador de tenente uhura em jornada nas estrelas a levou a participar no recrutamento de astronautas da nasa.

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Qual espécie dominará o planeta depois que o homem desaparecer?

Num futuro pós-apocalíptico o que aconteceria se os humanos saíssem de cena e qual espécie "assumiria" o comando do planeta?


“Se nos dessem a oportunidade de viajar o futuro, a 50 milhões de anos após nosso desaparecimento, o que encontraríamos? Que animal ou grupo de animais tomaria o lugar da espécie dominante? Teríamos um planeta de macacos, como imaginou a literatura? A Terra seria dominada por golfinhos, ratos, ursos-d’água, baratas, porcos ou formigas?”, pergunta-se o jornalista especializado em ciência Luc Bussiere.

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De acordo com ele, “o mundo é e sempre foi dominado por bactérias, apesar do fim da ‘idade dos micróbios há 1,2 milhão de anos. (...). Isso não aconteceu porque as bactérias deixaram de existir ou porque sua predominância foi reduzida, mas por causa de nossa miopia, que tende a dar mais importância aos grandes organismos multicelulares que vieram depois”.

É que, segundo o jornalista, quando o ser humano imagina uma espécie futura, descendente ou sucessora dele mesmo, o próprio narcisismo de nossa raça o leva a projetá-la com seres parecidos conosco, quando, na verdade, “qualquer evento de extinção que afetasse os seres humanos seria provavelmente mais perigoso para os organismos que compartilham nossas necessidades fisiológicas básicas”. Desse modo, seria absolutamente improvável que os primatas pudessem dominar o mundo, em caso de uma extinção humana.

Bussiere afirma que nem todas as espécies dominantes, em algum momento da história planetária prévia à do homem, desenvolveram habilidades proporcionais às da raça humana. De modo que, características como essas não são “requisitos necessários” para se tornar uma espécie dominante. “A evolução não favorece a inteligência por si própria, mas somente se leva a um aumento da sobrevivência e a um êxito reprodutivo. Por isso, é um grande erro imaginar que nossos sucessores poderiam ser criaturas especialmente inteligentes ou sociais, ou capazes de falar ou hábeis com a tecnologia”, ele explica.

Finalmente, diante da pergunta de quem poderia ser a espécie dominante sucessora do homem, o jornalista afirma que a única coisa da qual podemos estar “razoavelmente seguros”, é que “não vai ser um chimpanzé falante”. E ele acrescenta: “por isso, embora seja possível que – como muitos especularam – as formigas nos roubem o planeta, só podemos imaginar que aparência terão os descendentes dominantes dessas formigas”.

 

 


Fonte: IFL Science
Imagem: latino/Shutterstock.com

11.Mar.1952

Nasce Douglas Adams, o criador de O Guia do Mochileiro das Galáxias

Conhecido internacionalmente como o criador de O Guia do Mochileiro das Galáxias, o escritor Douglas Adams nasceu no dia 11 de março de 1952 em Cambridge, na Inglaterra.

Antes de se dedicar à carreira de escritor, ele trabalhou como produtor de rádio na BBC e também com Graham Chapman para escrever um episódio do Monty Python.

Originalmente transmitida na rádio BBC 4 em 1978, O Guia do Mochileiro das Galáxias foi uma série de ficção científica cômica, que mais tarde foi adaptada para vários formatos. Entre eles, uma série de livros (uma "trilogia" de quatro ou cinco livros), jogos, série de TV, história em quadrinhos e um filme lançado em 2005.

Ainda em vida, Adams também ficou conhecido por seu ativismo pelas causas ambientais, sua visão ateísta e sua paixão pela tecnologia. Ele morreu vítima de um ataque do coração aos 49 anos, no dia 11 de maio de 2011, em Santa Barbara, nos Estados Unidos.

Imagem:Por Douglas_adams_portrait.jpg: michael hughes from berlin, germanyderivative work: Beao - Douglas_adams_portrait.jpg, CC BY-SA 2.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=10031710

Cientistas vs. Jurassic World: veja os erros já encontrados no filme que estreia em 2015!

À medida que a ciência aprofunda o conhecimento sobre certos fenômenos, a ficção que pretende utilizá-los tem que se basear neles para produzir um entretenimento verossímil... Ou não? Essa problemática ressurge com Jurassic World, a quarta parte da saga jurássica que começou em 1993 e deve estrear em 2015.

E como é possível que já haja polêmicas antes de sua estreia? É que o trailer fez com que cientistas, em especial paleontólogos e entomólogos, observassem inúmeros “erros” conceituais nessa nova produção. Por um lado, o estudioso Brian Switek, autor do livro “My Beloved Brontosaurus” (Meu Amado Brontossauro) afirmou que não faz sentido os dinossauros carnívoros terem polegares, já que somente os herbívoros os possuíam e os usavam para extrair seu alimento das árvores. O entomólogo Morgan Jackson expressou sua surpresa com o fato de a série continuar falando de um “mosquito preso em um âmbar”, quando, na verdade, o inseto que aparece na tela é algo muito mais próximo a uma mutuca. O zoólogo Darren Naish, por sua vez, destacou o ponto mais decepcionante para o mundo científico: dada a grande quantidade de dinossauros com penas descobertos nos últimos tempos, era esperado que o filme incluísse uma porcentagem considerável de espécies deste tipo, mas, com base no trailer, é muito pouco provável que os autores do filme tenham levado em conta essa questão.

Trata-se, claro, da atualização de um debate: quão fielmente a ficção deve retratar as possibilidades e processos científicos aos que faz referência? O cinema tem alguma responsabilidade além de gerar entretenimento?

Assista abaixo ao trailer desta superprodução:

Fonte e imagens: Gizmodo, Scified, NeoTeo e VeoVerde 

Chegou o novo teaser de Star Wars VII! Veja o que esperar da próxima produção da mais famosa franquia da ficção científica [Vídeo]

Os fãs de Star Wars já têm uma pista do que esperar do próximo filme da série, Episódio VII - O Despertar da Força. A Walt Disney Pictures liberou o teaser da sequência, que deverá chegar aos cinemas em dezembro de 2015. Este será o primeiro filme da série produzido após a venda da LucasFilm, de George Lucas, para a Walt Disney. A produção conta com locações em diversos países: Inglaterra, Islândia, Irlanda, Escócia, Estados Unidos e Emirados Árabes. Assista ao teaser oficial no final do texto.

Sobre a trama, ainda não se sabe o que esperar, mas não há como negar que a série Star Wars é uma referência e um marco na história da ficção científica, com seus espetaculares universos ficcionais e no desenvolvimento de efeitos especiais. O que está por trás de produções globais deste porte está prestes a ser desvendado na tela do HISTORY, no especial A Verdadeira História da Ficção Científica. Alguns dos maiores pioneiros do gênero contam suas histórias nesta série impressionante. Seus relatos vão desde viagens no tempo, inteligência artificial até a exploração do espaço e encontros com extraterrestres. Participam cineastas, escritores, atores e artistas gráficos, cuja obsessão e imaginação se voltaram para o desconhecido e cujas criações têm cativado o público em todo o mundo.

Não perca: A Verdadeira História da Ficção Científica estreia amanhã, neste SÁBADO, às 20h, no HISTORY.

Veja abaixo o teaser de Star Wars VII:

Fontes:

The Telegraph

IMDb

 

 

A VERDADEIRA HISTÓRIA DA FICÇÃO CIENTÍFICA

SOBRE

Alguns dos maiores pioneiros da ficção científica contam suas histórias nesta série impressionante. Seus relatos vão desde viagens no tempo, inteligência artificial até a exploração do espaço e encontros com extraterrestres. Participam cineastas, escritores, atores e artistas gráficos, cuja obsessão e imaginação se voltaram para o desconhecido e cujas criações têm cativado o público em todo o mundo. Eles conseguiram criar aventuras emocionantes com sua arte cheia de efeitos especiais.

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VIAGEM NO TEMPO

O que aconteceria se pudéssemos viajar não apenas através do espaço mas também através do tempo? Se isso fosse possível você mudaria o passado ou o futuro? E se descobrisse que eles não podem ser mudados? Que preço o viajante do tempo — e as pessoas próximas a ele — teriam que pagar? Faremos aqui uma jornada pela máquina do tempo de H. G. Wells através de ideias como o 'paradoxo do avô' e o 'efeito borboleta' até o viajante do tempo profissional que é o eternamente popular Doctor Who. Steven Moffat David Tennant Karen Gillan e Neil Gaiman oferecem uma perspectiva única sobre o famoso doutor. Edward James Olmos revela o significado oculto da linguagem criada por ele para a visão do futuro no filme Blade Runner o Caçador de Androides. Bob Gale e Christopher Lloyd nos levam aos bastidores de De Volta para o Futuro enquanto Ed Solomon descreve a alegria de resolver o enigma da viagem no tempo para a excelente aventura de Bill & Ted Dois Loucos no Tempo. Mas qual seria o custo físico e emocional pago pelo viajante do tempo? Audrey Niffenegger explica o que inspirou seu livro A Mulher do Viajante no Tempo. E se alguém do futuro tentasse viajar de volta no tempo para nos alertar? Você acreditaria nele? Desde o tom apocalíptico dos 12 Macacos até a dramaticidade de Contratempos e a comédia O Feitiço do Tempo a viagem no tempo é um tema irresistível para os criadores de todos os tipos de ficção científica.

INVASÃO

O que aconteceria se alienígenas aterrissassem na terra? A maior parte da ficção científica explora o momento do primeiro contato – o que as pessoas farão quando os alienígenas chegarem? Do livro inovador de h. G. Wells a guerra dos mundos até o filme independence day homens de preto e distrito 9 a invasão aborda nosso medo da invasão da terra pelos alienígenas. David tennant explica a atração pelos daleks e cybermen em doctor enquanto john carpenter e chris carter exploram a enorme atração pela paranoia alimentada pelos alienígenas escondidos nos filmes a coisa e the x-files. Questiona também o que aconteceria se os monstros fossem nossa própria invenção. Com a ajuda de testes de animação raramente vistos phil tippett nos leva para trás dos bastidores para conhecer a criação dos dinossauros do jurassic park.