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Carmilla: a história das vampiras lésbicas que surgiu antes de Drácula

Anos antes de Bram Stoker conceber “Drácula”, seu clássico romance e obra fundamental para um novo gênero fantástico, “Carmilla” era escrita na Irlanda  - a primeira história sobre vampiros da qual se tem notícia. 

Ela foi escrita em 1871 e possui uma narrativa em primeira pessoa de uma personagem chamada Laura, uma jovem inglesa que vive com seu pai em um castelo e que, após um incidente curioso, recebe a visita da bela Carmilla.

Enquanto a relação entre as meninas transmite um certo medo, para depois se transformar em algo ardente e intenso, o pânico toma conta da cidade: as mulheres mais jovens começam a morrer em decorrência de uma doença misteriosa. Chegando perto do fim, se desenvolve uma história sobre vampiros - a primeira no seu gênero.

Os elementos de Carmilla aparecem em Drácula quase de forma idêntica, embora modificados: estética de uma vampira sexualmente irresistível, o caçador de vampiros e relatos em primeira pessoa.


Fonte: Super Curioso

Imagem: David Henry Friston via Wikimedia Commons

Mito dos vampiros pode ter origem real

Há uma explicação científica para extrema sensibilidade à luz e para o gosto por sangue. 

Um estudo publicado na revista científica PNAS afirma que o mito dos vampiros pode ter sido originado por pessoas portadoras de portoporfiria eritropoiética, uma doença rara que faz com que os que sofrem dela fiquem extremamente sensíveis à exposição da luz solar.

Os cientistas autores da pesquisa explicam que as pessoas afetadas por essa doença rara podem ser gravemente feridas pelos raios ultravioletas, mesmo em dias nublados. A exposição ao Sol provoca bolhas dolorosas em suas peles, causando, em seguida, uma desfiguração da área danificada.

Aqueles que são diagnosticados com portoporfiria eritropoiética experimentam uma melhora significativa se saem às ruas apenas durante a noite e recebem transfusões periódicas de sangue. Por essas razões, além da palidez notável, os especialistas acreditam que essa doença pode ter originado, no passado, o mito do vampirismo.

Além disso, no estudo, também é enfatizada a necessidade de se continuar pesquisando a portoporfiria eritropoiética para melhorar as condições de vida dos seus portadores.


Fonte: RT

Imagem: Wikipedia Commons

Conheça Enriqueta Martí, a vampira de Barcelona

Protegida da aristocracia, ela matou e prostituiu centenas de crianças no início do século XX. 

Vídeo relacionado:
No final do século XIX e início do século XX, uma mulher aterrorizou a cidade de Barcelona, sequestrando, prostituindo, torturando e assassinando centenas de crianças. Enriqueta Martí começou a se prostituir em bares e bordéis em sua adolescência. Ela foi casada com o pintor Juan Pujaló e, por décadas, fez-se passar por mendiga, com o objetivo de roubar crianças para fins macabros.

A mulher era cafetina infantil e servia aos altos escalões da sociedade barcelonesa.


Muitas vezes, assassinava as pequenas vítimas e, a partir dos corpos, fabricava unguentos e remédios mágicos que vendia a preços astronômicos, anunciando-os como curas milagrosas. Foram os poderosos da época que a protegeram depois de sua primeira detenção, em 1909.


Após o desaparecimento de Teresita Guitart Congost, uma menina de classe alta, em 1912, Enriqueta foi presa e condenada à prisão perpétua. Teresita foi encontrada viva ao lado de outra criança que havia sido roubada quando ainda era recém-nascida. Na casa de Enriqueta, foram encontrados mais de 12 cadáveres e um laboratório repleto de restos humanos.

Não é possível determinar quantas crianças Enriqueta matou, mas acredita-se que o número pode chegar a 200. Após sua prisão, Enriqueta foi linchada até a morte pelas outras detentas, em 1913.


Fonte: Cultura Colectiva
Imagem: Wikipedia Commons

20.May.2003

Série Buffy, a Caça-Vampiros chega ao fim

No dia 20 de maio de 2003, chegava ao fim a exibição original do seriado Buffy, a Caça-Vampiros, nos Estados Unidos. A série, criada em 1997 por Joss Whedon, foi um sucesso de público e crítica e é considerada cult.

A produção obteve uma média entre quatro e seis milhões de telespectadores nas exibições originais e ajudou a projetar o novo e pequeno canal WB Television Network. Quando chegou ao final, a série era transmitida pela United Paramount Network (UPN).

A trama conta a história de Buffy Summers (interpretada por Sarah Michelle Gellar). Ela é a novata de uma linha de jovens mulheres conhecidas como caçadoras, que têm como missão combater vampiros, demônios e outras entidades do mal. Na sua tarefa, Buffy conta com amigos que irão ajudá-la nesta tarefa.

O sucesso de Buffy resultou em centenas de produtos licenciados como livros, história em quadrinhos, games e outros. A série foi classificada como a 41ª melhor de todos os tempos na lista top 50 da revista TV Guide, ficou na segunda posição entre os 50 melhores programas da Revista Empire, além de ter recebido premiações e indicações no Emmy e uma indicação ao prêmio de Melhor Atriz no Globo de Ouro para Sarah Michelle Gellar, em 2001.

 


Imagem: s_bukley / Shutterstock.com

Bram Stoker

O escritor irlandês Bram Stoker é mais conhecido por ser o autor do livro de terror “Drácula” (1897).

Nascido em Dublin, Irlanda, em 8 de novembro de 1847, Bram Stoker publicou seu primeiro trabalho literário, “The Duties of Clerks of Petty Sessions in Ireland,” um livro de bolso sobre administração legal, em 1879. Mais tarde, ele se tornaria um escritor de ficção, e escreveria sua obra-prima “Drácula” em 1897. Considerada uma obra de terror clássica algum tempo depois de seu lançamento, “Drácula” continua a angariar elogios após mais de um século, inspirando a criação de centenas de filmes e adaptações para o teatro e literatura. Além de “Drácula”, Stoker publicou mais de uma dúzia de romances antes de morrer em 1912.

 

Primeiros anos

Bram Stoker nasceu Abraham Stoker, em Dublin, Irlanda, sendo um dos sete filhos de Abraham Stoker e Charlotte Matilda Blake Thornley Stoker.
Em 1864, Stoker se matriculou na Universidade de Dublin – fundada pela Rainha Elizabeth I em  1952 -, onde recebeu um diploma de matemática. Não muito tempo depois, ele foi contratado como um funcionário do Castelo de Dublin, a casa da realeza britânica na Irlanda no começo do século XIX até idos de 1920.
No castelo, Stoker começou a escrever voluntariamente, durante a noite, para um jornal chamado “Dublin Evening Mail”, realizando críticas de produções teatrais.

 

Lyceum Theatre

Após dez anos de trabalho, Stoker deixou o cargo no castelo e foi apresentado ao famoso escritor inglês Sir Henry Irving, após uma crítica a uma peça da qual Irving fazia parte. Os dois se tornaram grandes amigos e na década de 1870, Irving ofereceu a Stoker uma posição de gerência na sua casa de produções, na Inglaterra, o ainda famoso Lyceum Theatre, em Londres.

 

Livros de Bram Stoker

Inspirado pelo Lyceum e pelas viagens que fazia a trabalho, Stoker publicou sua primeira história de terror,” The Primrose Path”. Ele continuou a publicar escritos, incluindo “Under the Sunset” (1882) e o romance “The Snake's Pass “(1890), com modesta fama. Ele era mais aclamado pela sua dedicação à arte em geral.
Em 1897, Stoker publicou sua obra-prima “Drácula”. O livro ganhou sucesso instantâneo e é ainda aclamado após mais de um século, sendo utilizado em adaptações no cinema, no teatro e na literatura. Entre as mais famosas adaptações, está a do filme “Drácula” de 1931, com o ator Bela Lugosi, e “Nosferatu”, de 1922, de F.W. Murnau, com Max Schreck.

Stoker continuou escrevendo, e entre suas obras estão Miss Betty (1898), “The Mystery of the Sea” (1902), “The Jewel of Seven Stars” (1904) e “The Lair of the White Worm” (1911).

 

Últimos anos

Stoker gerenciou o Lyceum por quase 30 anos, até a morte de Irving, em 1905. Sete anos depois, em 20 de abril de 1912, Stoker morreu em Londres.

 


Imagem: fotógrafo desconhecido [Domínio público], via Wikimedia Commons

20.Abr.1912

Morre Bram Stoker, autor do romance de terror “Drácula”

No dia 20 de abril de 1912, morria, em Londres, Bram Stoker, autor do clássico romance de terror “Drácula”. O livro, publicado em 1897, é um ícone da cultura pop. Seu vilão é destaque em centenas de filmes, livros, peças de teatro e outras formas de entretenimento.

Passada na Inglaterra vitoriana, a história do livro é sobre um nobre vampiro da Transilvânia, o Conde Drácula, que vaga na noite escura, à procura de pescoços humanos para morder, pois precisa de sangue para sobreviver.

Apesar de ter ficado famoso como o “pai” do Drácula, o personagem de Bram Sotker tem origem no folclore antigo. Essas criaturas míticas, que não produzem sombra, não possuem imagem refletida em espelhos e são mortas somente com uma estaca em seu coração, apareceram anteriormente no conto The Vampyre (1819), do escritor Inglês John William Polidori. A obra é creditada como aquela que deu o ponta pé inicial ao gênero moderno da literatura de vampiros.

Bram Stoker, nascido em 8 de novembro de 1847, em Clontarf, Dublin, na Irlanda, publicou outros romances, porém nenhum alcançou o mesmo sucesso de "Drácula".

 


Imagem: divulgação, via Wikimedia Commons

 

 

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Arqueólogo conhecido como “Indiana Jones” descobre sepultura de “vampiro” na Bulgária

Um “túmulo de um vampiro”, com um esqueleto com uma estaca cravada no meio do peito, foi descoberto pelo arqueólogo Nikolai Ovcharov, mais conhecido como "Indiana Jones da Bulgária". O achado aconteceu quando Ovcharov escavava as ruínas de Perperikon, uma cidade da Trácia antiga, localizada no sul da Bulgária, perto da fronteira com a Grécia.

Não temos dúvidas de que, mais uma vez, estamos vendo um ritual antivampiro que foi realizado aqui-Professor Ovcharov
Acredita-se que a cidade seria o local do Templo de Dionísio - o deus grego do vinho e da fertilidade. E entre os achados - que incluem uma cidadela no alto de uma colina, uma fortaleza e um santuário - está uma série de "sepulturas de vampiros".

"Não temos dúvidas de que, mais uma vez, estamos vendo um ritual antivampiro que foi realizado aqui", disse o professor Ovcharov ao jornal The Telegraph. Ele esclareceu que o metal introduzido no peito do cadáver teria o propósito de evitar que uma pessoa "má" pudesse ressuscitar para aterrorizar os vivos. Este tipo de tratamento aos mortos era dedicado a pessoas que haviam morrido em circunstâncias incomuns, como o suicídio, de acordo com o pesquisador.

O esqueleto, aparentemente de um homem com idade entre 40 e 50 anos, da metade do século 13, teve um pedaço pesado de arado martelado no meio do seu peito. A parte inferior da perna, abaixo do joelho, foi removida e colocada ao lado do corpo.

A equipe do professor Ovcharov também descobriu os restos de uma mulher e uma criança, colocados de forma que lembra a imagem da Virgem Maria e de uma criança. Ele disse que isso foi feito na tentativa de afastar a peste negra, que assolou a Europa medieval.

Esta é terceira descoberta do tipo na Bulgária, e tem uma forte semelhança com duas sepulturas anteriores encontradas em 2012 e 2013 na cidade litorânea búlgara de Sozopol, a 200 quilômetros a leste de Perperikon. De acordo com Bozhidar Dimitrov, que comanda o Museu de História Nacional, em Sofia, cerca de 100 desses esqueletos foram descobertos na Bulgária.

Fonte:

The Telepgraph

 

Pesquisadores encontram famosa masmorra de Drácula [VÍDEO]

Da realidade à ficção e da ficção à realidade: assim tem percorrido, por séculos, o mítico personagem conhecido como Conde Drácula, ou Príncipe Vlad III, da Valáquia, que inspirou o escritor Bram Stoker em seu clássico romance gótico. E os estudiosos não param de fornecer mais dados para ampliar o que já sabemos sobre essa figura obscura, polêmica e fascinante. Recentemente, um grupo de arqueólogos turcos, liderados por Ibrahim Cetil, encontrou, em escavações feitas no Castelo de Tokat, ao norte da Turquia, um túnel secreto que leva à masmorra na qual teria sido preso Vlad, o Empalador, em torno de 1442.

 

De acordo com os documentos históricos, Drácula teria sido mantido como refém ao lado de seu pai e de seu irmão por 12 anos

Talvez tenha sido o encarceramento nesse local o que ajudou a forjar o caráter sanguinário de Drácula. Uma vez livre, ele liderou a resistência à invasão otomana, na qual teriam morrido 80 mil inimigos. Destes, 20 mil foram empalados e exibidos na cidade de Târgoviste, para causar terror aos invasores. De acordo com os documentos históricos, Drácula teria sido mantido como refém ao lado de seu pai e de seu irmão por 12 anos. Ao final, teria retornado e revindicado o trono de Valáquia, enfrentando os otomanos em uma batalha sangrenta. Para os pesquisadores, não há dúvidas de que o lugar onde foi feito esse cativeiro histórico é a masmorra recém-descoberta no Castelo de Tokat.

Veja mais imagens da masmorra no vídeo abaixo

Fonte e imagens: Hurriyet e IB Times 

11.Nov.1994

Sucesso de bilheteria, filme Entrevista com o Vampiro estreia nos cinemas

Um grande sucesso de bilheteria, o filme Entrevista com o Vampiro fazia sua estreia nos cinemas nos Estados Unidos em um dia como este, no ano de 1994. O livro é uma adaptação do romance de Anne Rice, escrito em 1976, traduzido para o português pela célebre escritora Clarice Lispector. Dirigido por Neil Jordan e com roteiro de Rice, o filme teve um elenco de peso com Brad Pitt, Tom Cruise, Antonio Banderas e Kirsten Dunst. O filme recebeu indicação ao Oscar para os prêmios de melhor direção e de melhor trilha sonora. Kirsten Dunst foi ainda indicada ao Globo de Ouro de melhor atriz coadjuvante.

O filme conta a história de Louis (Brad Pitt), um vampiro que foi transformado no século XVIII por Lestat (Tom Cruise). Lestat acreditava que havia concedido a Louis a maior dádiva que pode existir, a da imortalidade, contudo, este último considerava que havia sido condenado ao inferno. Ele passa sua vida imortal à procura de um significado para a sua condição e vê um novo sentido para a existência quando fica amigo da garotinha Cláudia (Dunst), que também se torna uma vampira. Contudo, uma série de intrigas entre os vampiros mudará este cenário, especialmente quando Louis conhece um Armand (Banderas), o líder de um grupo de vampiros.

 


Imagem: [Domínio público], via Wikimedia Commons