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Polêmica: cientista afirma que Egito mantém sob sigilo novas descobertas sobre Rei Tut

O Egito está escondendo informações a respeito das investigações sobre a tumba de Tutancâmon?

Um cientista anônimo afirma que sim. O segredo poderia desmentir a existência de câmaras secretas no sítio arqueológico.

 

O pesquisador disse ao jornal The Guardian que os egípcios estariam “em estado de negação sobre o assunto”. A polêmica começou ano passado, quando dois especialistas concluíram separadamente que havia espaços entre as paredes da tumba. Entretanto, outros cientistas demonstraram ceticismo a respeito da suposta descoberta. 

 

Apesar de ter recebido um relatório sobre as descobertas, o Ministério das Antiguidades do Egito ainda não revelou os resultados. Enquanto isso, dúvidas levantadas pela imprensa permanecem sem resposta. Especula-se que novas imagens obtidas por scans não indicariam a presença de câmaras secretas, mas o governo egípcio estaria se resultando a aceitar os resultados.

 

A instabilidade política e o declínio do turismo no país poderiam explicar porque a informação não foi divulgada. Espera-se que o Ministério das Antiguidades conduza novos testes para esclarecer a situação.

 

Fonte: AOL News

Imagem: Everett - Art/Shutterstock.com

A maldição de Tutancâmon segue viva quase 100 anos depois

“A morte golpeará com seu tridente aquele que perturbar o repouso do faraó”, dizia a inscrição que Howard Carter encontrou em uma antecâmara do túmulo de Tutancâmon. Muitos foram os mistérios em torno da descoberta da sepultura do imperador egípcio, mas nenhum deles possui tantos desdobramentos trágicos quanto “A Maldição do Faraó”.

[VEJA TAMBÉM: Tutancâmon: conheça as misteriosas anomalias da múmia do faraó ainda sem explicações]

No início de 1923, Carter e seu amigo Lord Carnarvon abriram cerimoniosamente o túmulo do jovem Tutancâmon no Vale dos Reis. Dois meses depois, Carnarvon morreu repentinamente por envenenamento no sangue, causado pela picada de um mosquito, o que provocou estardalhaço na imprensa da época. Os rumores sobre a maldição continuaram crescendo quando outros trabalhadores que haviam participado da escavação morreram inesperadamente.

Uma pesquisa, publicada pela revista de prestígio British Medical Journal, em 2002, comparando a média de vida de 44 ocidentais que estavam no Egito quando o mausoléu foi aberto – 25 dos quais teriam estado presentes no recinto –, determinou que não havia diferença significativa entre os anos vividos por aqueles que foram expostos à múmia e os que não foram.

Outras teorias tentaram explicar a morte de Carnarvon afirmando que ela poderia ter sido causada por toxinas presentes no sepulcro, mas especialistas descartaram essa hipótese, alegando que a morte ocorreu meses depois de ele ter sido exposto a qualquer substância potencialmente nociva.

Quase cem anos depois da descoberta do descanso final de Tutancâmon, os ecos de sua terrível maldição continuam causando medo e mistério.

Fonte: History

Imagem:Imagem: Ägyptischer Maler um 1350 v. Chr. [Domínio Público], via Wikimedia Commons

09.May.1874

Nasce Howard Carter, arqueólogo e egiptólogo que descobriu a tumba de Tutancâmon

Em 9 de maio de 1874, nascia, na cidade de Kensington, na Grande Londres, Howard Carter, um arqueólogo e egiptólogo britânico que ganhou fama internacional ao descobrir o túmulo do faraó Tutancâmon no Vale dos Reis, datado do século XIV a.C. Sua descoberta e os tesouros achados ganharam atenção da imprensa mundial e serviram para renovar o interesse do público no Egito Antigo. Carter também tornou-se uma celebridade. Ao final, a máscara funerária de Tutancâmon se transformou na imagem de faraó mais popular nos tempos modernos.

Desde os 17 anos de idade, Carter esteve envolvido nos estudos e escavações no Egito. No dia 4 de novembro de 1922, ele encontrou a tumba de Tutancâmon (Tut-Anj-Amón), no vale dos Reis, em frente a Luxor, no Egito. Esta foi a tumba faraônica mais bem conservada e intacta já encontrada no Vale dos Reis. No dia 16 de fevereiro de 1923, Carter abriu a câmara e foi o primeiro a ver o sarcófago de Tutancâmon. Depois de catalogar este grande achado, Carter deixou a arqueologia para se dedicar à atividade de colecionador.

Tutancâmon pertencia à dinastia XVIII do Egito que ficou no poder entre 1336/5 e 1327/5 a.C.. Ele não foi um faraó notável ou conhecido na Antiguidade. O tamanho relativamente pequeno de sua tumba foi o motivo pelo qual ela não fora descoberta até o século XX, quando Carter a encontrou intacta. A exploração da tumba e a catalogação de seus milhares de objetos prosseguiu até 1932.

A descoberta também trouxe à tona a chamada Maldição do Faraó, que ficou mais conhecida após o achado do túmulo de Tutancâmon. Diz a lenda que quem interropme o descanso de um faraó pagará com a vida. De fato, alguns membros envolvidos na expedição de Carter morreram poucos anos após o feito. Contudo, esta maldição é contestada por conta da morte de Carter, que ocorreu muito tempo após a abetura da tumba. Ele morreu vítima de um linfoma, em Londres, no dia 2 de março de 1939, aos 64 anos.

 


Imagem: Chicago Daily News, Inc. [Domínio público], via Wikimedia Commons

Escândalo faraônico: barbicha de Tutancâmon é quebrada e colada com adesivo

Funcionários do Museu Egípcio de Cairo denunciaram, anonimamente, que a famosa barba da máscara mortuária do faraó Tutancâmon, ícone máximo da instituição, foi duplamente danificada em consequência da negligência de seus restauradores e da direção do museu. Por causa do incidente, Ilham Abdelrahmán foi afastado de seu cargo, a primeira autoridade responsável pelos trabalhos de restauração do emblemático museu.

As denúncias foram acompanhadas por imagens que mostram, até para olhos menos experientes, o trabalho grosseiro de restauração, revelando, a olho nu, a resina amarelada
A decisão, divulgada pelo ministro de antiguidades, Mamduh AL Damati, foi tomada três dias depois de os especialistas comprovarem a “restauração defeituosa” do símbolo do maior museu faraônico do mundo. Os trabalhos observados se focaram na barbicha do faraó, que se desprendeu da máscara após um acidente ocorrido enquanto eram realizadas obras de reposição das luminárias do museu, em agosto do ano passado. Mas, até hoje, ainda não haviam vazado notícias a esse respeito, até que foram feitas denúncias anônimas sobre a utilização da resina epóxi na colagem da barba à máscara fúnebre.

As denúncias foram acompanhadas por imagens que mostram, até para olhos menos experientes, o trabalho grosseiro de restauração, revelando, a olho nu, a resina amarelada. O restaurador alemão Christian Eckmann, colaborador das autoridades egípcias, afirmou que “a execução não foi feita da melhor forma e isso fica evidente na máscara. Por isso, eu sugeriria refazê-la”. Ao mesmo tempo, ele esclareceu que “a máscara não corre perigo [...] poderiam apenas ter feito uma restauração mais cuidadosa”.

Fonte: Clarín

Imagem: Steve Evans (Flickr) [CC BY 2.0], via Wikimedia Commons

Objeto do Antigo Egito é encontrado em túmulo de 3.400 anos na Dinamarca e intriga cientistas

Pesquisadores estavam intrigados com um achado que sugeria um desencontro no espaço-tempo histórico: uma conta, tipicamente egípcia, foi encontrada junto ao túmulo de uma elegante mulher, enterrada na Dinamarca há 3.400 anos. Após analisar com cuidado os objetos que foram enterrados junto à mulher na Dinamarca, chegou-se à conclusão de que a esfera de vidro azul que ela carregava na sepultura foi feita, segundo detalharam os estudos do laboratório, na mesma oficina do Egito em que foi fabricado o vidro do vaso que apareceu junto ao cadáver de Tutancâmon, em 1.323 a.C.

De acordo com o artigo publicado pela revista Sciende Nordic, essa descoberta abre um campo vasto de possibilidades de pesquisas sobre rotas comerciais da Dinamarca e das civilizações do Egito e da Mesopotâmia, na Idade do Bronze. A mulher das pedras egípcias foi enterrada em um tronco de carvalho encontrado a 40 km do sul da atual Copenhague. Os pesquisadores afirmam que ela foi sepultada de um modo extravagante, com um cinto, uma saia e uma pulseira de contas de âmbar, na qual foram encontradas as pedras provenientes do Egito.

Fonte e imagens: La Gran Época 

Autópsia virtual revela a real aparência de Tutancâmon, completamente diferente de todas vistas até hoje

Após vários anos de pesquisa, uma equipe de especialistas conseguiu realizar um autópsia virtual do corpo do faraó egípcio Tutancâmon, morto em 1352 a.C. e depositado em um majestoso sarcófago de ouro maciço. Dessa forma, foi possível descobrir que o antigo rei era dentuço, manco, possuía quadris largos, um pé torto e más formações de nascimento, possivelmente causadas pelo incesto a partir do qual foi gerado.

Esse estudo revelador nega a hipótese de que o jovem imperador, morto aos 19 anos, tenha sido assassinado, e aponta para um sério problema congênito, relacionado à sua herança como filho de dois irmãos de sangue. De acordo com Albert Zink, diretor do Instituto de Múmias e do Homem do Gelo, os resultados são baseados em mais de 2 mil scans digitais da múmia, o que permitiu obter uma análise detalhada do mapa genético familiar da dinastia de Tutancâmon. O túmulo de Tutancâmon foi encontrado no Vale dos Reis, no Egito, em 1922, graças ao trabalho do arqueólogo Howard Carter.

Fonte: Infobae 

26.Nov.1922

Arqueólogos entram na tumba de do faraó Tutancâmon

Os arqueólogos britânicos Howard Carter e Lord Carnarvon se tornaram as primeiras almas a entrar na tumba do rei Tutancâmon em mais de 3.000 anos, em um dia como este, no ano de 1922, no Vale dos Reis do Egito. As câmaras funerárias seladas de Tutancâmon estavam intactas e, no mesmo local, foram encontrados vários objetos de valor inestimável, incluindo um caixão de ouro contendo a múmia do rei adolescente, que morreu quanto tinha 18 anos. Tutancâmon foi coroado em 1333 a.C. quando era uma criança. Ele teria morrido uma década depois, supostamente, por causa de um acidente fatal com uma carruagem.

Após a Primeira Guerra Mundial, Carter começou uma busca intensa pela tumba de Tutancâmon. Em 4 de novembro de 1922, ele descobriu um caminho que levava para a entrada da tumba. Em 23 de novembro, ele e sua equipe quebraram a porta de tijolos de barro, revelando a passagem que levava ao túmulo de Tutancâmon. Há evidências de que ladrões poderiam ter invadido o local, em algum momento, e os arqueólogos temiam que teriam, na verdade, descoberto uma tumba saqueada. No entanto, em 26 de novembro, eles quebraram outra porta e se depararam com uma das mais fascinantes descobertas arqueológicas da história recente. No chão, o pó ainda estava marcado com as pegadas das últimas pessoas que estiveram ali, há 3 mil anos. A partir deste momento, teve início um gigantesco processo de escavação, que levou anos. A maioria dos tesouros ali resgatados estão no Museu do Cairo. Sem dúvida, Tutancâmon é um símbolo mundial do Antigo Egito e, de certa forma, pode-se dizer que o jovem faraó conseguiu imortalizar o seu nome ao longo da história.

 


Imagem: By Jon Bodsworth [Copyrighted free use], via Wikimedia Commons