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5 tesouros da Segunda Guerra que estão perdidos até hoje

Bilhões de dólares em joias, obras de arte e antiguidades nunca foram recuperados.

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Após a Segunda Guerra Mundial, bilhões de dólares em joias, obras de arte e antiguidades foram declarados roubados. Ainda hoje, grande parte dessa pilhagem continua desaparecida. Abaixo, cinco tesouros roubados na guerra que nunca foram encontrados:

Trem de ouro nazista: Em 2015, uma pista que poderia levar a um grande tesouro confiscado pelo Terceiro Reich deixou o mundo em alerta. No entanto, o trem, repleto de joias roubadas pelo Nazismo, nunca foi encontrado, apesar da busca intensa.

A câmara de âmbar: Originalmente localizada no Palácio de Catarina, em Tsarskoye Selo, próximo a São Petersburgo, a câmara, considerada a oitava maravilha do mundo, desapareceu durante a Segunda Guerra Mundial. Acredita-se que ela poderia estar escondida em algum lugar da Polônia.

Ouro de Yamashita: Assim é chamado o tesouro roubado pelos soldados japoneses no Sudeste Asiático durante a guerra. Há rumores de que ele poderia estar escondido em cavernas, túneis ou complexos subterrâneos nas Filipinas.

Fortaleza alpina: Uma fortaleza construída nos Alpes para abrigar a cúpula nazista no caso de uma eventual derrota. Há rumores de que enormes tesouros de guerra foram levados ao local, porém nunca encontrados.

MV Awa Maru: O navio, utilizado pela marinha japonesa, foi interceptado e afundado no estreito de Taiwan por um submarino americano. Ele transportava bilhões de dólares em joias e ouro. Seus restos nunca foram encontrados.


Fonte: War History Online

Imagem: Shutterstock

 

Cofre misterioso em templo milenar pode esconder o maior tesouro da história

O único que ainda não foi aberto pode esconder o tesouro mais valioso - ou perigoso - já encontrado pelo homem. 

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O templo hindu de Shri Padmanabhaswamy, localizado na província de Querala, no litoral sudoeste da Índia, pode conter, dentro de um de seus cofres, o tesouro mais valioso da história. O lugar, em cuja entrada é possível ler que foi construído no ano de 3.102 a.C., é dedicado à divindade Vixnu, padroeira do sono cósmico consciente.

O edifício é uma verdadeira joia arquitetônica. No seu interior, há seis cofres secretos – cinco dos quais foram abertos em 2011. Lá, foi encontrado um tesouro monumental, contendo ouro e pedras preciosas, avaliado em 22 bilhões de dólares. Entretanto, o último dos cofres não pôde ser aberto, e alguns especialistas acreditam que ele poderá abrigar o tesouro mais valioso do qual se tem registro.

A câmara está fechada com uma chapa grossa de ferro sem aberturas visíveis. Pende sobre ela uma lenda antiga que afirma que quem se atrever a entrar no recinto sofrerá uma maldição terrível. Os monges locais afirmam que somente um homem santo poderá abri-la e que, se ela for perfurada com tecnologia moderna, desencadeará catástrofes terríveis sobre o planeta.


Fonte: Infobae

Imagem:  Manu Jha via Wikimedia Commons

Encontrado impressionante mecanismo antirroubo na pirâmide de Quéops

Depois de vários milênios desde sua construção, o complexo de pirâmides de Gizé continua surpreendendo especialistas e o público em geral, confirmando que este é um dos monumentos mais enigmáticos que o homem já conheceu.

O complexo da Grande Pirâmide voltou a ser notícia por conta de uma descoberta digna de Indiana Jonas. Trata-se de um mecanismo de defesa engenhoso na pirâmide de Quéops, a maior das três do complexo de Gizé, no Cairo, Egito. A construção possui um verdadeiro sistema antirroubo que de antigo tem apenas sua data histórica. 

O objetivo de tanta segurança era proteger contra saques a câmara mortuária do Rei Khufu - Quéops é o nome grego de Khufu, que é egípcio. O sistema seria simples: uma série de blocos espessos de granito, bloqueando o caminho para a câmara.

A descoberta ocorreu por meio de um estudo com novas tecnologias de escaneamento, em que foi possível perceber que os corredores que levam à câmara real são esculpidos com uma série de ranhuras em ambos os lados, perfeitamente alinhados e de tamanho e profundidade idênticos. A estrutura trouxe a ideia de que seriam sustentáculos, que, na época, funcionaram com uma porta blindada primitiva, formada pelos blocos de granito. 

Mas será que era possível evitar os roubos?

Segundo o livro “The Complete Pyramids: Solving the Ancient Mysteries” (Lehner, 1997), a câmara funerária já teria sofrido roubos entre o fim do reinado de Khufu e a queda do Reino Antigo - em torno de 2134 a.C. Atualmente, há na câmara mortuária somente o granito vermelho, mas alguns pesquisadores acreditam que o tesouro real permanece lá muito bem escondido - há a hipótese de que existam câmaras secretas e, em 2011, um interessante trabalho com robôs foi realizado na pirâmide de Quéops para investigar "anomalias térmicas."

 


Fontes: Hypesciencesupercurioso.com

Imagem: Anton Kudelin/Shutterstock.com

Localizados canhões medievais submersos na costa da Flórida

Empresa procurava destroços de foguetes da Nasa, quando se deparou com um arsenal do século XVI.

A expedição liderada pela empresa Global Marine Exploration no Cabo Canaveral, na costa da Flórida, localizou um arsenal do século XVI. São 22 canhões e um monumento em mármore gravados com o brasão do reio da França de 1562.

Robert Pritchett, executivo-chefe da empresa, acredita que os canhões e o monumento pertenciam a navios franceses que foram atacados por espanhóis. Todo carregamento estava sendo levado para longe da Flórida como espólio, com destino a Havana, Cuba, quando os espanhóis foram atingidos por uma tempestade e todas as embarcações afundaram.

Mergulhadores descobriram os restos do naufrágio durante uma pesquisa marinha no final de setembro 2015, utilizando equipamentos magnéticos subaquáticos que permite localizar itens de metal abaixo do leito marinho.

Além de três canhões de bronze e o monumento de mármore, os mergulhadores encontraram 19 canhões de ferro, 12 âncoras, uma pedra de rebolo e munição. As marcações em um dos canhões de bronze indicam que ele foi fabricado em 1540, durante o reinado do Rei Henrique II de França.

Cemitério de foguetes
A Global Marine Exploration tem permissão para explorar a costa da Flórida. No local, a empresa tem encontrado centenas de destroços de foguetes da Nasa. A área serviu como base de testes da Força Aérea dos EUA em 1948. Armamento do século XVI, no entanto, foi novidade para os mergulhadores.

Resgate das relíquias
Por enquanto, toda essa relíquia (tanto as do século XVI como os destroços dos testes americanos) seguem submersos. A empresa ainda não tem autorização para retirar as peças do fundo do mar.

 


Fonte: Seeker
Imagem: Divulgação/Global Marine Exploration, Inc.

Conheça os tesouros submersos mais cobiçados da atualidade

Navios carregados de ouro, prata e joias estão escondidos debaixo d’água há quase meio século. São resultado dos naufrágios milionários da nossa história.

Entre os séculos XVI e XVIII, o mundo vivenciou as grandes expedições marítimas, que carregavam verdadeiros tesouros entre o velho e o novo mundo. Muitas das embarcações, no entanto, afundaram antes de chegar ao seu destino – por conta de tempestades ou de ataques inimigos.

Até hoje, temos tesouros perdidos no fundo do mar. Muitas empresas se dedicam a explorar esse passado milionário, mas esbarram em disputas legais envolvendo as nações.

Veja quais são os tesouros submersos mais cobiçados atualmente:

Galleon San Jose
Localização: 210 metros de profundidade, nas águas do Caribe em Cartagena, Colômbia
Data naufrágio: junho 1708
Tesouro: Moedas de ouro. Estima-se que, atualmente, o tesouro pode chegar a até 5 bilhões de dólares.

Esse é um dos maiores navios do século XVIII e transportou o maior tesouro conhecido da história. O navio naufragou em 1708, após ser atacado por piratas ingleses. Após uma longa disputa legal entre a companhia e os governos da Espanha e Colômbia, os bens foram declarados patrimônio histórico e ficaram nas mãos do estado colombiano.



Merchant Real
Localização: Canal da Mancha. 100 metros de profundidade. A cinco milhas do condado de Cornualha.
Data naufrágio: 23 de setembro de 1641
Tesouro: 100.000 lingotes de ouro, 400 barras de prata mexicana e joias. Acredita-se que o tesouro pode chegar a 528 milhões de dólares.

O lendário navio mercante do século XVII, também conhecido como “El Dorado dos Mares”, é disputado por Espanha e Reino Unido.

Nossa Senhora do Juncal
Localização: Sonda de Campeche, México
Data naufrágio: 31 de outubro de 1631
Tesouro: 1.077.840 pesos, a maior carga saída do "Novo Mundo", de acordo com o então vice-rei da Nova Espanha, o Marquês de Cerralbo.

O governo mexicano, através do Instituto Nacional de Antropologia e História, não permite a exploração dos tesouros. "O património cultural subaquático pertence à categoria de bens que estão em estudo, conservação e distribuição, mas que em si são inalienáveis e imprescritíveis e, portanto, não suscetíveis ao mercado", explica um comunicado oficial.

HMS Sussex
Localização: Estreito de Gibraltar a 1.000 metros de profundidade
Data naufrágio: 1694
Tesouro: 10 toneladas de ouro e 100 toneladas de prata. O valor é estimado em mais de 670 milhões de dólares.

O HMS Sussex, um navio de bandeira Inglês com 48 metros de comprimento e 560 marinheiros a bordo, naufragou na costa de Gibraltar por causa de uma forte tempestade em 1694. A empresa Odyssey Marine localizou o HMS Sussex nas proximidades do estreito de Gibraltar, em 2002. O barco e seus metais preciosos continuam embaixo d’agua à espera da resolução de disputas legais entre Inglaterra e Espanha.


Fonte: BBC
Imagens: Divulgação/Odyssey Marine Exploration

O tesouro viking de mais de mil anos escondido na Escócia

Na Escócia, há um campo com um imenso tesouro viking escondido, que vem sendo explorado aos poucos pelos arqueólogos.

São mais de 100 objetos de ouro e prata encontrados em Galloway e Dumfries, também conhecido como Tesouro de Dumfriesshire. A descoberta ocorreu no sudoeste da Escócia, em setembro de 2014, em terras da Igreja.

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O tesouro foi descrito por especialistas como "umas das mais significativas preciosidades dos vikings já encontradas na Escócia". O achado foi realizado por um entusiasta de detectores de metais, Derek McLennan, que relatou sua descoberta às autoridades. 

Desde então, a área já foi alvo de inúmeras investigações científicas. Ali foram encontradas jóias e objetos vikings de outras partes do mundo, como um broche de prata da Irlanda e seda do que hoje é Istambul. Acredita-se que o tesouro foi acumulado em algum momento entre o século IX e o X. Seu valor estimado é de £1 milhão (R$ 5 milhões). As peças deverão ser avaliadas e depois adquiridas por museus escoceses.

Imagem: Derek McLennan e Martin McSweeneyTwitter - http://www.twitter.com/beyondthebeep (@beyondthebeep)Facebook - http://www.facebook.com/beyondthebeep (Imagens cortesia dos autores) [CC BY-SA 4.0], via Wikimedia Commons

Imagem: Derek McLennan e Martin McSweeneyTwitter - http://www.twitter.com/beyondthebeep (@beyondthebeep)Facebook - http://www.facebook.com/beyondthebeep (Imagens cortesia dos autores) [CC BY-SA 4.0], via Wikimedia Commons

 


Fontes: The IndenpentAncient Origins

Imagem destaque: Derek McLennan e Martin McSweeneyTwitter - http://www.twitter.com/beyondthebeep (@beyondthebeep)Facebook - http://www.facebook.com/beyondthebeep (Imagens cortesia dos autores) [CC BY-SA 4.0], via Wikimedia Commons 

VIDA MEDIEVAL

SOBRE

Nos Andes, os espanhois abrem a maior mina de prata do mundo, e cunham milhões de “pesos de ocho”, o dólar espanhol. Estas moedas transformam a economia global, enchem os baús dos piratas de tesouros; alimentam o auge do mercado de ações e ainda ajudam a pagar o Tajmahal. Como um boom comercial, milhões de pessoas são trazidas para o Novo Mundo como escravos. Mas muitos peregrinos também vêm como pioneiros, em busca de liberdade.

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TESOURO

Nos Andes, os espanhois abrem a maior mina de prata do mundo, e cunham milhões de “pesos de ocho”, o dólar espanhol. Estas moedas transformam a economia global, enchem os baús dos piratas de tesouros; alimentam o auge do mercado de ações e ainda ajudam a pagar o Tajmahal. Como um boom comercial, milhões de pessoas são trazidas para o Novo Mundo como escravos. Mas muitos peregrinos também vêm como pioneiros, em busca de liberdade.

A mansão Playboy é o lugar mais mal-afamado na América, onde as fantasias se tornam realidade e onde vale tudo. Mas por trás de suas paredes de pedra e de suas câmeras de segurança, existem segredos... escandalosos. Vamos entrar nesta residência imponente para revelar o que há por trás de suas festas decadentes e o tratamento especial geralmente reservado para mulheres bonitas e para a elite de Hollywood. Vamos saber como é difícil conseguir um convite para esta mansão incrível e como Hugh Hefner a transformou em um palácio do prazer. E ainda: quem é o seu cliente mais famoso e como esta mansão é protegida de intrusos. Lar privado de um dos homens mais públicos, a mansão Playboy é um santuário de segredos.

A ciência em busca do maior tesouro da história da humanidade

Alarico, o líder dos visigodos, acumulou uma fortuna incalculável, que, segundo especialistas, está escondida em algum lugar de Cosenza, na Itália. No ano 410 d.C., sob seu comando, os visigodos invadiram Roma e a saquearam completamente, levando o maior tesouro da humanidade, que, hoje, equivaleria a 275 bilhões de euros. Tudo isso ficou nas mãos do rei dos visigodos, que, nesse mesmo ano, levou a foturna consigo para o seu caixão.

O historiador Jordanes, que viveu no Império Romano no século VI, conta que, para a construção de um sepulcro que pudesse conter a imensa fortuna de Alarico, foi necessário desviar temporariamente o curso de um rio e cavar um poço do tamanho de uma basílica. Usando como pretexto o valor cultural e arqueológico desse tesouro, muitas pessoas, ao longo da história, lançaram-se à sua procura. E um deles foi ninguém menos que Adolf Hitler: em 1937, o líder nazista enviou um emissário da SS a Cosenza para essa missão, mas o tesouro não foi encontrado.

Mario Occhiuto, atual prefeito da província, propôs às autoridades italianas que utilizassem os avanços da tecnologia para poder encontrar, finalmente, as riquezas escondidas. Tendo detectado cinco localizações possíveis, serão realizadas análises profundas dos terrenos por meio de sondas geomagnéticas e micro-ondas. E os pesquisadores se mostram confiantes: é possível que, em muito pouco tempo, seja revelado, diante de nossos olhos, o maior tesouro da história da humanidade.

Fonte: ABC 

Imagem: Domínio Público via Wikipedia Commons

 

Onde foi parar o misterioso tesouro das irmãs uruguaias Masilotti?

Clara e Laura Masilotti chegaram ao Uruguai na década de 50 com um pedido inusitado: realizar escavações no Cemitério de Montevidéu para desenterrar um tesouro escondido. As duas afirmavam que o pai havia indicado a localização exata do tesouro, além de ter fornecido diversos mapas para que Clara e Laura começassem a busca. Apesar da forte oposição da Igreja contra o pedido das Masilotti, a Justiça autorizou a escavação e, no dia 21 de maio de 1951, ela foi iniciada.

As irmãs Masilotti seguiram as instruções estipuladas, porém, não encontraram nada. No entanto, centenas de relatos surgiram ao longo do tempo, a fim de esclarecer o enigma.

Uma das versões diz que quando Don José Maria Mastai, posteriormente Papa Pio IX, esteve em Montevidéu, teve um romance com uma uruguaia que gerou um filho. O Papa havia mandado enterrar o tesouro como um presente para o filho bastardo. Esse filho, décadas depois, viria a ser pai de duas irmãs, Clara e Laura Masilotti. Mas o que haveria neste tão falado tesouro? Segundo o inventário das mulheres, o tesouro era formado por ouro, diamantes, pedras preciosas, pinturas, joias, documentos históricos, obras de arte valiosas e até mesmo objetos incas.

Uma outra versão afirma que o tesouro realmente existiu, porém foi descoberto quando uma fábrica de carvão próxima ao cemitério foi reformada, transformando seus sortudos donos em milionários.

Em outubro de 2013, trabalhadores da construção Estrelas do Sul encontraram uma série de túneis não explorados. E assim a história do tesouro tornou-se, uma vez mais, objeto de especulações.

Segundo Laura Masilotti, sua irmã e ela não empreenderam a busca por motivos financeiros, e sim por romantismo. Elas queriam resgatar sua herança familiar. Apesar de não haver sido encontrado, ao que tudo indica, a história está longe de seu desfecho.

Fonte e imagens: Todo Uruguay, El País e Razonando Misterios