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21.Sep.1947

Nasce Stephen King, o mestre do terror moderno

Conhecido no mundo inteiro por seus livros de terror, o escritor norte-americano Stephen King nasceu em Portland, Maine, em 21 de setembro de 1947. Em sua carreira de sucesso, já teve mais de 20 obras adaptadas para o cinema. Entre seus livros, destacam-se Carrie, A Estranha; O Iluminado; Christine; À Espera de um Milagre; O Apanhador de Sonhos; e It: A Coisa. O autor também já escreveu roteiros para várias séries na televisão.

Assim como seus livros, a vida de King é cheia de reviravoltas. Ele foi abandonado pelo pai quando tinha dois anos, e sua mãe lutou para sustentar seus dois filhos. Ele era doente quando criança e desenvolveu um amor pelos livros. King estudou inglês na Universidade do Maine, onde conheceu sua esposa, Tabitha.

Após a faculdade, o casal vivia em um trailer enquanto King dava aulas, trabalhava em uma lavanderia e escrevia quatro romances, todos rejeitados. Desanimado, desistiu de seu quinto livro até que sua esposa o incentivou a tentar novamente. Em 1973, recebeu US$ 2.500 pelo livro Carrie, A Estranha. Poucos meses depois, ganhou US$ 420 mil pelos direitos da obra. O livro foi um sucesso de vendas, assim como seus romances subsequentes.

Apesar do sucesso, King teve que lutar contra seus próprios demônios. Na década de 80, ele se juntou aos Alcoólicos Anônimos e lutou contra o vício em cocaína. Em junho de 1999, ele estava passeando perto de sua casa, em Maine, quando foi gravemente atingido por um furgão desgovernado. King ficou gravemente ferido. Passou por operações nos quadris, pelve e costelas. Enquanto isso, conseguiu escrever uma novela, vários contos e um livro de memórias. Apesar dos obstáculos, nunca parou com sua atividade de escritor. 
 



Imagem: Everett Collection / Shutterstock.com

 

 

Muito além de "It - A Coisa": ciência explica o medo de palhaços

O medo de palhaços não é uma esquisitice: é uma fobia social registrada há séculos e que afeta 2% da população mundial.

São muitos os estudos que abordam a temática e existe, inclusive, um termo técnico para nomeá-lo: coulrofobia.

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Costuma-se pensar que as origens do medo aos palhaços remonta ao famoso romance “It: A Coisa” (1986), do genial Stephen King, que narra, em tom de terror, os crimes cometidos por um palhaço psicótico, que sequestra crianças.

No entanto, a coulrofobia, ou seja, o medo tão inevitável quanto inexplicável de palhaços, existe há centenas de anos e é muito provável que Stephen King soubesse muito bem disso no momento em que criou sua história.

Estudos publicados pelo Instituto Smithsoniano, nos EUA, afirmam que 2% da população mundial sofre com essa fobia, originada paradoxalmente na infância, quando a figura dos palhaços surge em várias ocasiões e com certa frequência. 

O cérebro das crianças reage com susto natural a qualquer palhaço. Ele é um personagem supostamente hilariante, que esconde uma identidade atrás de quilos de maquiagem e trajes grotescos. A dualidade que o palhaço representa deixa qualquer criança inquieta ou desconfortável. 

A característica careta de sorriso dos palhaços é especialmente perturbadora para as crianças que atravessam uma fase de desenvolvimento na qual os gestos são fundamentais. Um rosto com o sorriso forçado pela maquiagem gera estresse e a liberação de cortisol ou adrenalina, duas substâncias que deixam marcas.

O estudo revelado pela Universidade de Sheffield afirma que a maioria das crianças que dá entrada em hospitais se assusta com os desenhos de palhaço que, muitas vezes, são exibidos nas pediatrias. No lugar deles, elas sugerem a substituição por animais e plantas.

É notável também que, desde o início do século XX, quando foi registrado um pico na atividade dos palhaços, o ofício tenha decaído substancialmente. Por exemplo, o número de pessoas inscritas na Sociedade Mundial do Palhaço diminuiu drasticamente.

Enquanto isso, os artistas circenses mais jovens tendem a preferir outras áreas, e a persona do palhaço, aos poucos, cai em desuso.

 

 


Fonte: supercurioso.com
Imagem: Sergey Shubin/Shutterstock.com 

24.Sep.1996

Stephen King lança dois livros de uma vez

No dia 24 de setembro de 1996, o autor de best-sellers Stephen King lançou dois novos romances de uma só vez. O primeiro, Desespero, foi lançado sob o nome de King, enquanto o segundo, Os Justiceiros, foi publicado sob o pseudônimo Richard Bachman.

King nasceu em Portland, Maine, em 21 de setembro de 1947. Seu pai abandonou a família quando ele tinha dois anos, e sua mãe lutou para sustentar seus dois filhos. King era doente quando criança e desenvolveu um amor pelos livros. Ele estudou inglês na Universidade do Maine, onde conheceu sua esposa, Tabitha.

Após a faculdade, o casal vivia em um trailer enquanto King dava aulas, trabalhava em uma lavanderia e escrevia quatro romances, todos rejeitados. Desanimado, desistiu de seu quinto livro até que sua esposa o incentivou a tentar novamente. Em 1973, recebeu US$ 2.500 pelo livro Carrie, A Estranha. Poucos meses depois, ganhou US$ 420 mil pelos direitos da obra. O livro foi um sucesso de vendas, assim como seus romances subsequentes.

Apesar do sucesso, King teve que lutar contra seus próprios demônios. Em 1988, ele se juntou a Alcoólicos Anônimos. Em junho de 1999, ele estava passeando perto de sua casa, em Maine, quando foi gravemente atingido por um carro. King passou por várias operações para reparar os quadris, pelve, costelas e outros ossos quebrados. Enquanto isso, conseguiu escrever uma novela, vários contos e um livro de memórias. Apesar dos obstáculos, nunca parou com sua atividade de escritor.

 


Imagem: Pinguino / The National Book Foundation's [CC BY 2.0], via Wikimedia Commons