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Stephen Hawking: humanos terão que abandonar a Terra daqui a 30 anos

Será preciso encontrar meios de viver em Marte ou na Lua. 

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Stephen Hawking enviou um novo aviso às grandes potências mundiais, afirmando que elas deveriam fomentar programas espaciais para Marte e para a Lua o mais rápido possível.

Durante o Starmus Festival, em Trondheim, na Noruega, o astrofísico afirmou que a raça humana terá que começar a evacuar o planeta Terra em no máximo 30 anos. Ele acrescentou que o estabelecimento de colônias humanas em Marte e na Lua é crucial para a nossa sobrevivência.

Hawking falou em criar uma espécie de Arca de Noé moderna, estabelecendo, fora da Terra, uma colônia de seres humanos, animais, plantas, fungos e insetos para dar início a um novo mundo no espaço sideral.

Quanto à destruição da Terra, Hawking disse que é questão de tempo para que um asteroide ou uma onda de calor letal acabe com a vida planetária. Ele mencionou, inclusive, a superpopulação como um fator determinante para isso.


Fonte: Sputnik News
Imagem: Shutterstock

Stephen Hawking vai para o espaço (finalmente!)

Aos 75 anos de idade, astrofísico vai poder ver o cosmos "de perto". 

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A maior ambição do famoso cosmólogo e astrofísico Stephen Hawking sempre foi viajar ao espaço. Agora seu sonho está próximo de virar realidade graças ao empresário britânico multimilionário Richard Branson.

Branson convidou Hawking a participar de um dos voos espaciais do foguete Virgin Galactic, dentro do novo projeto de sua empresa para realizar voos comerciais que levarão turistas ao espaço nos próximos anos. Ainda não há uma data definida para isso acontecer, mas cerca de 800 pessoas já reservaram seu lugar na aeronave.

Até o momento, somente sete pessoas que não eram astronautas profissionais conseguiram estar a bordo de uma nave para o espaço. Hawking, que há vários anos vem manifestando seu desejo de realizar uma viagem para fora dos limites da Terra, aparentemente será o próximo.


Fonte: Infobae
Imagem:  Jim Campbell/Aero-News Network (Domínio público)

Stephen Hawking: "se há vida em outros planetas é melhor não encontrá-la"

O físico está mais e mais convencido de que a humanidade não é a única forma de vida inteligente no Universo.

Em seu recente filme online, “Stephen Hawking’s Favourite Places” (Os Lugares Favoritos de Stephen Hawking, na tradução), o famoso físico teórico realiza uma viagem virtual pelo Universo, visitando – entre outros – o planeta Gliese 832-c.


Localizado a 16 anos luz da Terra, trata-se, nada mais, nada menos, de um dos corpos celestes mais aptos para abrigar vida extraterrestre,  segundo os especialistas.


Hawking afirma que, conforme o passar dos anos, ele está mais e mais convencido de que a humanidade não é a única forma de vida inteligente no Universo. De acordo com suas considerações, o planeta Gliese 832c é um excelente candidato para iniciar a busca por vida extraterrestre. Na verdade, é um dos corpos celestes que o projeto apoiado por Hawking, “Breakthrough Listen”, espera rastrear com resultados positivos.

No entanto, apesar de sua convicção em encontrar vida inteligente fora da Terra, Hawking não tem um bom prognóstico no caso de isso ocorrer. Segundo ele, se há uma civilização que seja capaz não apenas de ouvir, mas também de responder nossas mensagens, é muito provável que eles sejam mais evoluídos, o que nos transformaria automaticamente na civilização mais vulnerável da relação. E, pelo menos dentro da experiência humana, esses encontros interculturais nunca se mostraram favoráveis para a parte menos evoluída. Basta lembrar, como costuma fazer Hawking, o encontro de Cristóvão Colombo com os nativos americanos.

 


FONTE: SuperCurioso
IMAGEM: Igor Zh./Shutterstock.com

Há vida lá? Como Stephen Hawking quer chegar perto do planeta Proxima b

A empolgante descoberta do Proxima b deixa em evidência um projeto milionário do físico britânico, que usa microssondas na busca vida inteligente extraterrestre. 

Há muito a astronomia não se empolgava tanto como nesta semana, após a descoberta do planeta Proxima b. Localizado a 4,2 anos luz da Terra - algo que é considerado próximo, astronomicamente falando -, o planeta orbita uma estrela chamada Proxima Centauri e pode ter água e condições favoráveis para a vida. Mas o objeto mais veloz construído pela humanidade, a sonda Voyager 1, levaria milhares de anos para chegar à Proxima Centauri (isso, claro, se já estivesse voando em direção à estrela). 

Mas o que Stephen Hawking, o famoso físico britânico, tem a ver com isso? É que junto com o bilionário russo Yuri Milner, ele patrocina um projeto chamado Breakthrough Starshot, que pretende explorar justamente a Alpha Centauri, a constelação onde está a Proxima B.


Starshot


O Starshot deverá receber US$ 100 milhões (cerca de R$ 320 milhões) nos próximos anos para desenvolver microssondas com tamanho e peso menores que os de um smartphone, apelidadas “starchips”, conectadas a “velas” reflexivas, que seriam infladas por poderosos lasers instalados em solo. Com isso, hipoteticamente, seria possível acelerar o conjunto a uma velocidade em torno de 160,9 milhões de km/h, o que permitiria que as sondas alcançassem Proxima Centauri num prazo de 20 a 30 anos.

“O que nós torna únicos é a capacidade de transcender nossos limites. A gravidade nos coloca no chão, mas criamos o avião. Eu perdi minha voz, mas ainda posso falar (vítima de uma doença degenerativa, o físico de 72 anos fala graças a um software desenvolvido especialmente para ele). Como transcender esses limites? Com nossos cérebros e nossas máquinas”, disse Hawking, durante o lançamento do projeto, em abril deste ano - sem ainda saber da descoberta do Proxima B.  

Para ele, o limite que nos desafia atualmente é o “imenso vazio entre nós e as estrelas”, que pode ser confrontado “com a nave espacial mais leve já criada”, atingindo Alpha Centauri ainda nesta geração.  

Veja mais no vídeo abaixo:

 

 

 


Fontes:  Breakthrough Initiatives.org , Nature World News e The Telegraph
Imagem: NASA/ESA Hubble Space Telescope 

 

Desafio do balde de gelo leva à descoberta de gene ligado à esclerose

Brincadeira na qual milhares de pessoas despejaram baldes de água gelada sobre as cabeças financiou seis pesquisas.


Lembram da campanha lançada em 2014 que estimulava as pessoas a jogarem baldes de água fria em si mesmas? Depois de dois anos, a brincadeira extrapolou as redes sociais, juntou muito dinheiro, financiou seis importantes estudos e levou à descoberta do gene NEK1, ligado à esclerose lateral amiotrófica (ELA). O cientista Stephen Hawking é a pessoa mais conhecida que sofre dessa doença.

Na época da campanha, o desafio era aguentar a água fria sobre a cabeça ou doar US$ 100 à "ALS Association", associação norte-americana que financia pesquisas para encontrar a cura da doença e também serviços para paciente. Executivos como Mark Zuckerberg e Bill Gates, além de artistas como Ivete Sangalo, Justin Bieber e Steven Spielberg, são alguns dos que aderiram à ideia. Os vídeos foram assistidos mais de 440 milhões de vezes.

Gene descoberto

Com o dinheiro arrecadado na campanha – aproximadamente R$ 377 milhões – seis pesquisas foram desenvolvidas. Um dos grupos, liderado pelos professores John Landers, da Universidade de Massachusetts, e Jan Veldink, da Universidade Utrecht, identificou o gene NEK1, relacionado à esclerose lateral amiotrófica (ELA).

A pesquisa faz parte de um projeto internacional que analisa o genoma de 15 mil pessoas com doenças do neurônio motor. A descoberta do gene NEK1 foi publicada na revista especializada Nature Genetics. Trata-se do maior estudo a respeito da ELA hereditária. Mais de 80 pesquisadores em 11 países procuraram pelo gene da doença em famílias afetadas. A identificação do gene NEK1 abre caminho para que os cientistas desenvolvam uma terapia genética para o tratamento da doença.

"A sofisticada análise de genes que levou à descoberta do NEK1 só aconteceu devido ao grande número de amostras da doença disponíveis. O Desafio do Balde de Gelo permitiu que a ALS Association investisse na criação de vastos biorepositórios de bioamostras de esclerose que foram desenvolvidas para permitir exatamente esse tipo de pesquisa e para produzir exatamente esse tipo de resultado", disse Lucie Bruijn, em comunicado oficial da Associação ALS.

ELA

A ELA, também conhecida como doença de Lou Gehrig, é um mal neurodegenerativo progressivo e fatal que afeta uma em 400 pessoas. Sua causa ainda é desconhecida, portanto não há uma cura. A doença afeta o cérebro e a coluna, ataca os nervos que controlam o movimento e impede o funcionamento dos músculos.

O cientista Stephen Hawking (abaixo) é a pessoa mais conhecida que sofre da doença. O físico foi diagnosticado com esclerose aos 21 anos e hoje, aos 74, continua produtivo.


No Brasil, estima-se que 12 mil pessoas sejam portadoras da ELA. Segundo a Associação Brasileira de Esclerose Lateral Amiotrófica (ABrELA), os homens são mais propensos a desenvolverem ELA que as mulheres e a idade média em que a doença começa a se manifestar é aos 57 anos - apenas 6% dos casos são detectados antes dos 40 anos.


Fontes: Nature Genetics e BBC Brasil

Imagem destaque: Wanphen Chawarung/Shutterstock

Crédito imagem Stephen Hawking: The World in HDR/Shutterstock.com

02.Jul.1992

Stephen Hawking bate o recorde dos best-sellers britânicos

O físico teórico Stephen Hawking quebrou os recordes editoriais em 2 de julho de 1992. Seu livro “Uma Breve História do Tempo” esteve na lista de best-sellers de não ficção por três anos e meio, vendendo mais de 3 milhões de cópias em 22 idiomas.

 

“Uma Breve História do Tempo” explica as teorias mais recentes sobre a origem do universo em uma linguagem acessível para leigos. O livro foi transformado em um documentário aclamado em 1992, que foca principalmente na história do próprio cientista. Diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica durante seus 20 anos, foi dito a Hawking que ele teria apenas mais dois anos de vida. Mas, apesar do grave prognóstico, ele deu seguimento aos seus estudos em física teórica, casou-se e teve um filho. Posteriormente, sua doença o deixou paraplégico, à exceção da mão esquerda. Hawking pôde continuar a falar, mas seu discurso era difícil de entender até ele se submeter a uma traqueotomia, em 1985, durante um ataque de pneumonia. Em seguida, Hawking começou a utilizar um sintetizador de voz controlado por um mouse, o que melhorou a clareza de seu discurso. Sua popular e sintetizada voz pode ser ouvida no documentário de “Uma Breve História do Tempo”, em uma música famosa do Pink Floyd e em um episódio dos Simpsons.

 

Ganhador da Medalha Presidencial da Liberdade e várias outras homenagens, Hawking escreveu muitos outros livros populares de ciência, incluindo “Buracos Negros, Universos Bebês e Outros Ensaios” (1993) e “O Grande Projeto” (2010), o qual ele coescreveu com o colega físico Leonard Mlodinow. Hawking é conhecido por suas contribuições científicas para a cosmologia e a gravidade quântica e está afiliado à Universidade de Cambridge e ao Instituto de Tecnologia da Califórnia, entre outras entidades.

 


Imagem: Flickr [CC BY 2.0]

Stephen Hawking desafia teoria de Einstein e sugere que nem tudo é engolido por um buraco negro

Existe alguma coisa que pode escapar dos buracos negros?

Esta pergunta tem incomodando os físicos há pelo menos 40 anos, e enquanto não temos uma resposta ainda, podemos pensar em algumas teorias a partir de pistas importantes.

Stephen Hawking, Malcolm J. Perry e Andrew Strominger sugeriram que existe informação que pode realmente sobreviver e não ser engolida pelos buracos negros. Os cientistas apontam que os buracos negros são rodeados por energia no vácuo que pode "gravar" a carga das partículas que entram nestas estruturas, por isso a informação não é perdida. Ou seja, essas informações estariam fora, e não dentro do buraco.

Se esta abordagem, publicada na revista Physical Reviews Letters, pode ser repetida para a gravidade, os cientistas podem ter encontrado uma maneira de resolver o paradoxo da informação que tem intrigado estudiosos sobre os buracos negros desde o trabalho inicial de Hawking sobre o assunto, em 1975.

Vale lembrar que, de acordo com a teoria geral da relatividade de Einstein, toda a informação que cruza o limite de um buraco negro é perdida para sempre. Nem a luz poderia ser recuperada, de acordo com a teoria. 

Muito trabalho ainda é necessário para resolver verdadeiramente o problema da informação que é perdida ou não nos buracos negros; não está claro se todas as informações podem ser transferidas, mas quem sabe essa pesquisa possa estar no caminho certo.


Fonte: IFL Science, Exame

Imagem: oorka/Shutterstock.com 

Hawking alerta que alienígenas poderão acabar com a nossa civilização

Depois de anunciar, recentemente, que investiria US$ 100 milhões em pesquisas na busca por vida extraterrestres, o renomado cientista inglês Stephen Hawking afirmou que caso seja encontrada vida extraterrestre avançada, as consequências poderão ser muito ruins para nossa civilização. 
 
O cientista alertou que aliens inteligentes podem "conquistar e colonizar" o nosso planeta, de acordo com o jornal The Mirror.
 
Já em outra entrevista ao diário El País, Hawking afirmou:
 
"Se os alienígenas nos visitarem, o resultado poderia algo como quando Colombo desembarcou na América. Os povos nativos americanos não se saíram bem no final. Esses alienígenas avançados podem se tornar nômades, com o objetivo de conquistar e colonizar planetas que eles podem alcançar."
 
O professor Hawking disse ainda que a existência de aliens é incontestável. Ele afirma que a nossa melhor chance de sobrevivência a longo prazo é encontrar uma nova casa em outro planeta:
 
"Há um risco crescente de que um desastre vai destruir a Terra."
 
"Quero, portanto, sensibilizar o público sobre a importância do voo espacial. Eu aprendi a não olhar muito à frente, mas a me concentrar no presente."
 
O dinheiro de Hawkings é direcionado na busca por vida extraterrestre por meio do projeto Breakthrough Listen, em que uma equipe varre toda a Via Láctea e 100 galáxias próximas em busca de sinais de transmissão alienígenas.
 
CLIQUE AQUI E AJUDE A PRESERVAR PAISAGENS INCRÍVEIS.
 

 
Fontes: Unilad , Mirror , El País
 

Conheça a teoria de Stephen Hawking que soluciona o enigma dos buracos negros

Stephen Hawking teria resolvido um problema que desafia a astrofísica há 40 anos, ao introduzir uma teoria que soluciona o paradoxo da perda de informação. Recentemente, durante uma conferência (vídeo no final do texto), o famoso cientista apresentou uma nova ideia sobre como a informação pode escapar dos buracos negros.

“A verdade é que os buracos negros não são tão negros quanto se imagina”, afirmou Hawking em uma conferência ocorrida no Instituto Real de Tecnologia (KTH, na sigla original), em Estocolmo, na Suécia. “Não são prisões eternas como se pensava. As coisas podem sair de um buraco negro para o exterior e, possivelmente, para outro universo”, ele declarou.

Há quatro décadas, os cientistas tentam descobrir o que acontece com a informação relacionada à morte de uma estrela, que gera um buraco negro. Sabe-se que nem a luz pode escapar dele, dada sua intensa atração gravitacional. Enquanto a física quântica sugere que a informação não pode ser destruída, a física relativa geral afirma que, de fato, ela deve ser destruída, dando origem a um paradoxo de perda de informação.

Em 2004, Hawking afirmou, pela primeira vez, que a informação, na verdade, poderia, sim, escapar de um buraco negro, apesar de ter levado muitos anos para entender como isso acontece. “Acredito que a informação não fique armazenada no interior do buraco negro, como se pensava, mas em seus limites, no horizonte de eventos, de onde a informação pode escapar".

A chave da teoria revolucionária proposta por Hawking é a radiação, que seria capaz de “colher” a informação e movê-la para além do horizonte de eventos. No entanto, esses dados seriam inúteis: “a informação sobre as partículas de entrada é devolvida, mas de forma caótica e inútil. Isso se torna um paradoxo de informação. Para todos os efeitos práticos, a informação se perde”, explicou o físico.


Fontes: KTGMuyinteresante 

Imagem: Håkan Lindgren/KTH

Como será o fim dos tempos, de acordo com Stephen Hawking

Poucos cientistas demonstraram tanta clareza e profundidade em sua visão do futuro do mundo e da humanidade como o extraordinário físico Stephen Hawking. Recentemente, o jornal Huffington Post fez uma lista de previsões do cientista britânico sobre um possível fim dos tempos.

1. Vírus: Essa foi uma das primeiras ameaças à humanidade advertidas por Hawking: “Em longo prazo, estou mais preocupado com a biologia. As armas nucleares necessitam de grandes instalações, porém a engenharia genética pode ser feita em um laboratório pequeno. E não é possível regular cada laboratório do mundo. O perigo é que, por acidente ou planejamento, acreditamos que um vírus nos destrua”, ele declarou em 2001.

2. Guerra nuclear e mudança climática: Em janeiro de 2007, Stephen Hawking e outros cientistas anunciaram, em Londres, que o Relógio do Apocalipse estava fixado em cinco minutos para a meia-noite, aproximando-se mais dois minutos do final. “Como cidadão do mundo, temos o dever de alertar às pessoas sobre os riscos desnecessários com os quais convivemos todos os dias, e sobre os perigos que prognosticamos caso os governos e as sociedades não atuem agora para tornar as armas nucleares obsoletas e prevenir uma mudança climática maior”. Naquela época, foram adicionados ao relógio, pela primeira vez, os riscos de impactos no clima advindos de atividades humanas, como a queima de combustíveis fósseis, a indústria, a pecuária e o desmatamento.

3. Alienígenas: Hawking acredita que seja “perfeitamente racional” que exista mais vida inteligente no universo e teme que esses seres tenham esgotado os recursos de seus planetas, transformando-se em nômades espaciais em busca de novas jazidas. “Se os alienígenas nos visitarem, o resultado seria parecido com quando Colombo chegou à América, o que não foi muito bom para os nativos americanos...”.

4. Inteligência artificial: “O sucesso na criação da inteligência artificial seria o maior evento da história da humanidade. Infelizmente, também poderia ser o último, a não ser que aprendamos a evitar os riscos”, escreveu Hawking com outros cientistas em maio de 2014.

Fonte e imagens: Huffington PostUnoCero e ABC