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05.Aug.2016

Estão abertos os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro

No dia 5 de agosto de 2016 aconteceu a abertura oficial, no Rio de Janeiro, dos Jogos da XXXI Olimpíada, que se encerraram no dia 21 de agosto. Foi a primeira edição dos Jogos Olímpicos sediados na América do Sul.

 

A cerimônia de abertura, no Maracanã, foi marcada pelo tema da sustentabilidade e diversidade e contou com a presença de diversas celebridades como a modelo Gisele Bündchen e os cantores Anitta, Gilberto Gil e Caetano Veloso. Os diretores de criação para a cerimônia foram Fernando Meirelles, Daniela Thomas, Andrucha Waddington e Deborah Colker. Para encerrar o revezamento da tocha olímpica, no final da cerimônia de abertura, Gustavo Kuerten trouxe a tocha ao estádio, passou a chama olímpica para Hortência Marcari, que, por sua vez, passou para Vanderlei de Lima, que acendeu a pira olímpica. 

 

Foram disputadas 306 medalhas em 28 esportes, divididos em 42 modalidades. Os jogos do Rio contaram om a inclusão do rugby seven e do golfe. No quadro de medalhas, os Estados Unidos terminaram os Jogos na primeira colocação pela quinta vez consecutiva - com 46 medalhas de ouro e 121 medalhas no total. A Grã-Bretanha finalizou em segundo e a China em terceiro. O Brasil ganhou sete medalhas de ouro, somando 19 no total, selando sua melhor participação na história das Olimpíadas. Um dos destaques foi a conquista inédita do ouro pela seleção masculina de futebol do Brasil. A edição dos Jogos do Rio foi marcada pela suspensão dos atletas russos do atletismo pela Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF) por conta de um relatório que apontava a existência de um amplo programa de dopagem no país.

 


Imagem: Leonard Zhukovsky / Shutterstock.com

 

07.Sep.2016

Começam os jogos Paralímpicos no Rio de Janeiro

No dia 7 de setembro de 2016 uma grande festa com o lema “Todo mundo tem um coração” abriu os Jogos Paralímpicos no Rio de Janeiro, no Maracanã. A apresentação teve pontos altos como uma megarrampa com mortal de um cadeirante, a musa paralímpica dançando com um robô e um quebra-cabeças formando um coração pulsante. A abertura dos Jogos Paralímpicos teve assinatura dos diretores criativos Marcelo Rubens Paiva, Fred Gelli e Vik Muniz. Na hora dos mascotes, Vinícius, dos Jogos Olímpicos, apareceu com o vestido usado por Gisele Bündchen na cerimônia de abertura Olímpica e passou o protagonismo para Tom, mascote Paralímpico.

 

Cada uma das 159 delegações que participam dos Jogos entrou no estádio com o nome de seu país escrito em uma peça de um enorme quebra-cabeças, com fotos de atletas Paralímpicos - obra original montada ao vivo pelo artista plástico Vik Muniz. A delegação brasileira foi a última a entrar, ao som de “O Homem Falou”, de Gonzaguinha. Coube ao próprio Vik Muniz encaixar a última peça no enorme tabuleiro e completar a imagem de um coração pulsante para simbolizar o tema “Todo mundo tem um coração”.

 

Clodoaldo Silva, o 'Tubarão Paralímpico' da natação, com 13 medalhas no currículo, entrou com a tocha na mão e, diante dele, encontrou uma escada, aparentemente intransponível, transformar-se numa rampa que o conduziu até a pira Paralímpica. Estavam abertos oficialmente os Jogos Paralímpicos no Rio de Janeiro com a disputa de 20 modalidades esportivas. Esta edição teve a inclusão da canoagem e do paratriatlo no programa esportivo. Os jogos se encerraram no dia 18 de setembro e, pela primeira vez, um evento desse tipo foi relizado na América do Sul, na América Latina e em um país lusófono.

 


Fonte: Rio2016.com

Imagem: A.RICARDO / Shutterstock.com

 

05.Aug.2016

Começam os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro

Em 5 de agosto de 2016 começa o Rio 2016. Mais de 10 mil atletas de 206 países diferentes competem na primeira edição dos Jogos Olímpicos da América do Sul.

São 32 arenas espalhadas pelo Rio de Janeiro. Mas o espírito Olímpico vai além. O futebol leva os Jogos para o resto do país, com partidas em cinco estádios de Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Salvador e São Paulo.

O mundo vai vibrar com a disputa de 42 modalidades Olímpicas. Em 19 dias de competição, 306 provas valerão medalhas: 136 femininas, 161 masculinas e nove mistas.

No Rio de Janeiro, os locais de competição foram agrupados em quatro zonas - Barra, Copacabana, Deodoro e Maracanã. Esses pontos são ligados por um anel de transportes especial e os atletas não deverão levar mais de 20 minutos de um ponto ao outro.


Fonte: Rio 2016
Imagem: Alex Ferro/Rio 2016

RIO DE JANEIRO

O Rio de Janeiro é a segunda maior cidade do Brasil e, segundo muitos, a primeira em beleza. Sempre vigiada do alto pelo “Cristo Redentor” e com praias de beleza incomparável, o Rio de Janeiro é uma cidade impressionante. Acompanhe The History Channel nesta viagem através das ruas, esquinas, praças e monumentos urbanos do Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro é a segunda maior cidade do Brasil e, segundo muitos, a primeira em beleza. Sempre vigiada do alto pelo “Cristo Redentor” e com praias de beleza incomparável, o Rio de Janeiro é uma cidade impressionante. Acompanhe The History Channel nesta viagem através das ruas, esquinas, praças e monumentos urbanos do Rio de Janeiro

A maldição e o triste fim do barco Solana Star, principal protagonista do Verão da Lata

Velhos marujos costumam dizer que trocar o nome de uma embarcação dá azar. Se assim for, o barco que ficou eternizado como Solana Star, no episódio conhecido como Verão da Lata, passou na fila do azar várias vezes.

O "Solana", que deve ser chamado assim até hoje pelos mais chegados, nasceu em 1973 como Foo Lang, foi rebatizado para Geraldtown Endeavour, em 1980, virou Solana Star em 1986, e ganhou o nome de Charles Henri ao ser leiloado pelas autoridades brasileiras. Agora, ele descansa registrado nos livros das profundezas como Tunamar. Segundo a superstição, Netuno e Poseidon tiveram um trabalho danado para aceitar o nome do barco cinco vezes. E cobraram alto por isso.

A última viagem do Tunamar, que havia sido reformado para atuar como barco de pesca de atum, foi também a sua viagem inaugural. Ele partiu de Niterói para Santa Catarina, e naufragou no dia 11 de outubro de 1994, na região de Arraial do Cabo, no litoral fluminense. Onze dos 22 tripulantes morreram, nove ainda estão desaparecidos no interior do navio.

Quem tiver vontade de conferir o que sobrou do ex-Solana Star terá de mergulhar 65 metros de profundidade. Conforme as últimas informações divulgadas em sites de naufrágios, as condições são difíceis, além do mar a 1,5 milha da Ilha de Cabo Frio ser freqüentemente agitado. As águas profundas são muito turvas e, geralmente, a temperatura está em torno dos 13º C.

Desta maneira, apenas um profissional bastante experiente reúne as qualificações necessárias para desbravar a história deste malfadado navio nas profundezas salgadas.

“Comecei a refletir sobre todos os mergulhos que já realizamos por lá, todos sem exceção tiveram problemas que curso algum pode ensinar, lá embaixo ainda há os corpos dos que morreram no interior da embarcação, que não deixa de ser um túmulo. Mergulhar no Tunamar requer não só uma técnica apuradíssima como também a coragem de se enfrentar as forças ocultas que lá te esperam.”

Quem explica é Paulo Dias, instrutor com 20 anos de mergulho, um dos entrevistados do VERÃO DA LATA, uma produção original do HISTORY que vai ao ar no dia 6 de dezembro, este sábado, às 22h. Superstição de marinheiro ou não, enquanto não chega a hora do programa, vale a pena conferir o que restou do Solana Star. Ou melhor, Tunamar.

 

13.Sep.1987

Acontece o famoso episódio do “verão da lata”

Sem querer, os tripulantes do navio Solana Star acabaram entrando de vez no imaginário brasileiro como os protagonistas do episódio que ficou conhecido como “o verão da lata” (1987/1988). No dia 13 de setembro de 1987, a embarcação proveniente da Austrália precisou parar na costa brasileira para fazer reparos. Seu destino final eram os Estados Unidos. Contudo, havia um problema muito maior do que o mecânico: o navio carregava nada menos do que 22 toneladas de maconha.

A tripulação, temendo ser presa no Brasil, resolveu lançar ao mar todo o carregamento. Desta maneira, eles deixaram para trás 15 mil latas cheias de maconha, cada uma com 1,3 ou 1,5 quilo de erva. Assim, muitas e muitas latas se espalharam pelo litoral, levadas pela maré, do Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul. A polícia só conseguiu apreender 2.563 latas, conforme os registros oficiais. O resto foi consumido ou se perdeu nos mares brasileiros. A tripulação registrada no navio era formada por seis norte-americanos e um costa-riquenho, com idades entre 32 e 52 anos. Somente o cozinheiro foi preso na época, no Rio de Janeiro.

O navio foi apreendido e leiloado, ganhando um novo nome: Tunamar, destinado a pesca de atum. Sua vida útil, no entanto, durou muito pouco. Logo em sua viagem inaugural, em 11 de outubro de 1994, afundou quando fazia uma viagem de Niterói ao litoral de Santa Catarina.

 


Imagem: divulgação

01.Mar.1565

Fundada a cidade do Rio de Janeiro

Chamada de Cidade Maravilhosa e um dos cartões-postais do Brasil, a cidade do Rio de Janeiro foi fundada no dia 1o de março de 1565 por Estádio de Sá. Especialmente a partir do século XIX, a capital fluminense exerceu um papel de protagonista no cenário brasileiro, por sua importância política, econômica e social. Na sua história, também figurou como capital do Brasil, entre de 1763 a 1960, quando o governo federal transferiu-se para a recém construída Brasília. Na época colonial, o Rio de Janeiro se transformou radicalmente com a vinda da corte portuguesa, em 1808. A cidade se tornou no no centro de decisão do Império Português.

Atualmente, o Rio de Janeiro segue em evidência também por ser uma cidade que lança tendências de moda, esportes e variados movimentos culturais, a exemplo da Bossa Nova e do Funk Carioca. Indispensável lembrar da importância do turismo do Rio de Janeiro, uma das cidades mais conhecidas no mundo e também um dos locais mais visitados por estrangeiros do Brasil. A cidade com seus 6,5 milhões de habitantes também é palco de importantes eventos, como o Réveillon de Copacabana, seu Carnaval e, mais recentemente, foi palco de jogos e da final da Copa do Mundo, além de ser a sede dos Jogos Olímpicos de 2016.

 

Foto: Shutterstock.com

EP. 17

Conheça a droga que pode fazer você aprender rápido como uma criança de 7 anos

Imagine se você pudesse voltar a aprender com a mesma rapidez e velocidade de uma criança de sete anos. O que você faria se essa “porta da percepção” da infância fosse reaberta? Aprenderia um novo idioma ou um instrumento musical? Dentro de algum tempo, esse desejo poderá se tornar realidade e, quem sabe, estará disponível nas farmácias. Takao Hensch, professor de biologia molecular e celular na Universidade de Harvard, está estudando uma droga que pode permitir aos adultos a aprender, por exemplo, como ter o “ouvido absoluto”, facilidade em compreender e reproduzir notas musicais sem uma referência, um talento importante para o sucesso de muitos músicos. 
 
Hensch fez um teste com uma droga chamada Valproato, ou ácido valproico, que permite ao cérebro absorver novas informações tão facilmente como antes dos 7 anos. Esta droga é usada para estabilização do humor, mas, de acordo com sua descoberta, também poderia ser aplicada para restaurar a capacidade de assimilação de quando éramos crianças. O pesquisador deu a droga a um grupo de homens, jovens e saudáveis, que não tinham formação musical como crianças. Eles foram convidados a realizar tarefas on-line para treinar seus ouvidos e, no final de um período de duas semanas, foi testada a sua capacidade de discriminar o tom para avaliar se o treinamento teve mais efeito do que normalmente teria na idade adulta.
 
Em outras palavras, ele deu às pessoas um comprimido e, em seguida, ensinou-os a ter afinação perfeita. Os resultados foram significativos, de acordo com o pesquisador: "É bastante notável, pois não existem relatos conhecidos de adultos na aquisição do ouvido absoluto", disse Hensch.
 
Apesar dos resultados animadores, o pesquisador prefere ter cautela em relação ao uso efetivo da droga. Ele salienta que os processos evolutivos do cérebro acontecem por uma determinada razão ao longo do nosso crescimento e é preciso ter muito cuidado na maneira como isso poderia ser modificado. Afinal, passamos por uma fase crítica de nosso desenvolvimento cerebral em que são construídos os conhecimentos em torno de nossa cultura e nossa identidade e mexer nisso tudo poderia envolver grandes riscos com consequências ainda desconhecidas.
 
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Fonte: NPR
 
ALASKA

Cientístas concluem que medos e fobias podem ser passados geneticamente de pai para filho

Sua avó não podia ver uma aranha, que subia pelas paredes. Ter medo de aranhas pode ser uma atitude de autopreservação. Mas como associar alguém que nunca foi levado ao circo pelo pai e, mesmo assim, tem um pavor irracional por palhaços? Tanto a aracnofobia quanto a coulrofobia (medo de palhaços) podem ter origens genéticas, fruto de experiências traumáticas dos seus antepassados, conclui uma pesquisa realizada na Universidade Emory de Medicina, em Atlanta. O estudo sobre experiência olfativa parental e sua influência no comportamento e na estrutura neural nas gerações subseqüentes, publicado no jornal Nature Neuroscience, explica como os pesquisadores treinaram ratos para temer o cheiro de flor de cerejeira com choques elétricos. A geração seguinte também apresentou a fobia. O medo continuou até mesmo nos ratos concebidos através de reprodução artificial. Até então, a ciência tinha assumido que memórias e experiências construídas ao longo da vida só poderiam ser transmitidas a gerações posteriores através do ensino ou experiência pessoal. Os resultados da pesquisa conduzida pelo Dr. Brian Dias, do departamento de psiquiatria da Universidade de Emory, provam que fobias poderiam ser incorporadas no DNA a partir de alterações químicas. “Tal fenômeno pode contribuir para explorarmos a potencial transmissão intergeracional de risco para transtornos neuropsiquiátricos como ansiedade e transtornos de estresse pós-traumáticos. Suspeito que não iremos entender o aumento da obesidade, e outros distúrbios metabólicos em geral, sem considerarmos uma abordagem de várias gerações”, conclui.  
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JESUS: LOS 40 DÍAS PERDIDOS

Pesquisadora acredita ter encontrado a localização dos Jardins Suspensos da Babilônia

Uma pesquisadora da Universidade de Oxford tem razões para acreditar que tudo o que se sabia sobre uma das sete maravilhas do mundo pode ser o resultado de um grande engano. A Dra. Stephanie Dalley afirma que as especulações arqueológias sobre Jardins Suspensos da Babilônia estavam procurando no  “lugar errado, com o monarca errado e no tempo errado”. Os estudos da Dra. Dalley apontam que a construção dos jardins, até então atribuídas aos Babilônios, sob os auspícios de Nabucodonosor, teriam sido, na verdade, obra dos assírios e seu rei Sennacheribe, há 2.700 anos. Responsável por mais de 20 anos de pesquisa sobre o assunto, Dalley é uma autoridade mundial na interpretação de escrituras em cuneiforme. “As transcrições falam que os jardins ficavam Ninevah. Mas a cidade está tão longe da Babilônia que poucos davam importância ao fato”, explica a Dra. Dalley. “Os assírios conquistaram o território dos babilônios, e a sua capital ganhou o nome de Nova Babilônia. Foi isso que gerou a confusão por tanto tempo”.                        Dallei afirma ainda ter identificado o local exato onde os Jardins Suspensos da Babilônia teriam sido construídos. A área, um dos lugares mais perigosos do planeta na atualidade, fica na região do norte do Iraque. Veja na imagem abaixo:  

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Fonte: Telegraph