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Como funciona a mente dos psicopatas?

Entenda o perigo oculto no cérebro dos psicopatas. 

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Por anos, a psicologia explicou o comportamento errático das pessoas diagnosticadas com psicopatia atribuindo sua crueldade à falta de empatia e à incapacidade de se conectar emocionalmente com os outros. Porém, uma pesquisa realizada na Universidade de Harvard, nos EUA, poderá mudar essa ideia.

Os pesquisadores analisaram, por meio de ressonâncias magnéticas, os cérebros de 49 presos de uma penitenciária do estado de Wisconsin considerados psicopatas. Os detentos podiam optar entre receber uma quantia considerável de dinheiro de forma imediata ou uma muito superior depois de algum tempo. A maioria deles escolheu receber o prêmio na hora.


Josh Buckholtz, responsável pelo estudo, explica que a pesquisa demonstra que “é possível que as deficiências emocionais dos psicopatas não sejam o motivo principal de suas más decisões”.

As imagens mostraram que, nos voluntários identificados como psicopatas, a proposta ativou a área do cérebro conhecida como corpo estriado, que é a responsável pela avaliação subjetiva da recompensa. Esse fato, somado à desconexão notável entre essa região cerebral e o córtex pré-frontal ventromedial (relacionado à percepção do tempo), poderia fazer com que esses indivíduos não levassem em consideração as consequências de suas ações, preferindo a recompensa mais fácil e imediata.


Fonte: RT

Imagem: Shutterstock

7 evidências de que Nikola Tesla sofria distúrbios mentais

De acordo com várias biografias, o genial inventor sérvio apresentava os seguintes distúrbios mentais:

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Transtorno obsessivo compulsivo: Antes de cada jantar, de acordo com um ritual que ele próprio confessou ter desde a infância, Tesla calculava o volume exato da comida no seu prato. Antes mesmo de tocar seu alimento, ele também fazia uma pilha com exatamente 18 guardanapos.

Alucinações: Alguns meses depois de ver seu irmão morrer, Tesla começou a sofrer alucinações, vendo flashes de luz que o cegavam repentinamente e os quais ele descreveu como “o ar ao meu redor cheio de línguas de fogo vivo”.

Afirmava estar em contato com extraterrestres: Enquanto experimentava um novo aparelho de rádio, Tesla captou um sinal do espaço sideral que apresentava um padrão regular. Ele, então, escreveu: “Temos uma mensagem de outro mundo, desconhecido e remoto. Lê-se: um... dois... três”. Acredita-se que esse sinal estaria relacionado a uma tempestade elétrica em Júpiter.

Obsessão por um pombo: Nos últimos anos de vida, Tesla se dedicou a alimentar pombos e chegou a um certo grau de obsessão com um animal em particular, que ficou ao seu lado na cama quando ele estava doente. Sobre o pombo, chegou a dizer: “Eu o amava como um homem ama uma mulher, e ele também me amava”.

Antecedentes familiares de insanidade mental: Além de um amplo ramo genealógico afetado por várias doenças mentais, sabe-se, graças às suas memórias, que Tesla teve um pai e um irmão com problemas psíquicos.

Não dormia mais que 2 horas por dia: Sabe-se que Tesla passava as noites em claro e, se por acaso, conseguia dormir, não era mais que 2 horas diárias. Há relatos de seus vizinhos que afirmavam ver luzes no seu laboratório por toda a noite e também reclamavam de barulhos.

Acreditava que o uísque o faria viver mais de 100 anos: Em sua família, os homens eram muito longevos, mesmo bebendo em excesso. Por isso, Tesla fez uma correlação entre ambos os fatores. Após a Lei Seca, em 1920, ele chegou a afirmar que a proibição diminuiria sua expectativa de vida a 130 anos.


Fonte: VIX

Imagem: Wikipedia Commons

Sentidos ocultos podem explicar experiências extracorpóreas

Para a ciência, sensação é provocada por falha no funcionamento do cérebro! 

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Embora seja comum pensar que a identidade está relacionada a aspectos psicológicos, muitos cientistas consideram que ela depende de dois de nossos 33 sentidos: o da propriedade (o sentido que nos dá a sensação de que nosso corpo físico nos pertence) e o da agência (aquele que nos faz sentir que temos controle sobre o nosso corpo).

Parece simples, mas acontece que esses sentidos não são infalíveis e, quando falham, produzem experiências psicológicas extraordinárias. A sensação de “quem somos” pode se confundir e se distanciar da realidade devido a vários fatores: uma meditação intensa, uma privação excessiva do sono e até o consumo de drogas.

Alguns estudos indicam que o estímulo no lado direito do músculo temporoparietal do cérebro (onde é construído, em grande parte, o senso de identidade) pode provocar experiências extracorpóreas. Por isso, uma parcela considerável da comunidade científica assume que experiências desse tipo se devem a uma falha em nossos cérebros.

Outros profissionais, como a psicóloga Susan Blackmore, consideram que a alma, ou o “eu”, é realmente capaz de abandonar o corpo físico. De acordo com suas pesquisas, o organismo cria uma ilusão sobre um ser interior que, na verdade, não existe.


Fonte: BBC
Imagem: Shutterstock

Cientistas descobrem como silenciar as "vozes do além"

Um grupo de pesquisadores do St. Jude Children's Research Hospital (Tennessee, EUA) acaba de descobrir o neurotransmissor que poderá aliviar o sofrimento daqueles que “ouvem vozes”. A descoberta não causa os efeitos colaterais  provocados pelos psicofármacos prescritos atualmente.

Stanislav Zajárenko, responsável pelo trabalho recentemente publicado na revista “Nature Medicine”, explica que foram pesquisados ratos com a mutação 22q11DS (a mesma que, em humanos, atribui-se a alucinações auditivas). Desse modo, eles conseguiram identificar o mecanismo-chave na transferência de informações entre as regiões do cérebro envolvidas no processamento de som.

Os cientistas estão entusiasmados com a descoberta e acreditam que isso permitirá desenvolver novos remédios capazes de neutralizar “as vozes da mente”.

Vale destacar que a descoberta acontece em um momento de questionamento profundo da psiquiatria clássica, no qual usuários e profissionais da saúde denunciam a gravidade dos efeitos adversos causados pelos remédios psiquiátricos, receitados até mesmo para crianças menores de 5 anos.

 


Fonte: RT

O inquietante mistério das gêmeas Pollock: um caso de reencarnação documentado pela ciência

Ian Stevenson, doutor em medicina e professor universitário de psiquiatria canadense, estudou mais de 3 mil casos de crianças que pareciam se lembrar de vidas passadas.

Um dos mais significativos foi o das gêmeas Pollock. O dia 5 de maio de 1957 amanheceu com um sol esplêndido em Whitley-Bay, no Reino Unido, às margens do Mar do Norte. Como todos os domingos, as famílias locais se dirigiam apressadas à igreja, para celebrar a missa. As duas pequenas filhas da família Pollock, Joanna e Jacqueline, de 11 e seis anos, respectivamente, foram antes de seus pais para garantir um lugar.

Quando dobravam uma esquina, uma carruagem com cavalos desenfreados as atropelou, matando-as instantaneamente. Seus corpos ficaram praticamente destruídos, assim como o coração de seus pais ao receber a trágica notícia. Mas eles não sabiam que o destino traria um dos casos mais estranhos de que já se houve notícia.

Mais de um ano após o acidente, os Pollock voltaram a ter filhos, dessa vez, as gêmeas Gillian e Jennifer, nascidas em 4 de outubro de 1958. Quando tinham somente três anos, as pequenas começaram a falar e, então, seus pais notaram que acontecia algo estranho. Incrivelmente, elas eram capazes de lembrar eventos passados da vida de suas irmãs, falecidas em 1957.

Elas mostravam conhecer à perfeição cada canto da casa e as pessoas da cidade. E também praticavam hábitos e costumes idênticos aos de suas irmãs e, inclusive, falavam do mesmo jeito. Embora fossem gêmeas, uma parecia ser maior e protegia a outra, que aceitava o papel de irmã menor.

Enquanto Gillian recordava a vida de sua irmã Joanna, morta aos 11 anos, Jennifer recordava a de Jacqueline, de seis. Elas conheciam as brincadeiras de suas irmãs e colocavam nas bonecas exatamente os mesmos nomes. Houve uma vez em que seus pais as ouviram falar do acidente, descrevendo sensações e a lembrança do sangue saindo de suas bocas. Além disso, demonstravam uma fobia a veículos que passavam pela rua.

Entretanto, precisamente aos cinco anos, idade em que os cientistas coincidem em apontar um limiar para a recordação de vidas passadas, as pequenas deixaram de experimentar esses comportamentos estranhos. O caso teve tanto impacto que foi publicado no livro European Cases of the Reincarnation Type.



Fonte: culturacolectiva.com 

Imagem: Hyena Reality/Shutterstock.com 

Cápsula do tempo achada nos EUA manda recado a psiquiatras do futuro

Uma descoberta extraordinária aconteceu nas instalações de um antigo hospital psiquiátrico de Indianápolis, nos EUA. Trata-se de uma inacreditável cápsula do tempo, enterrada há quase seis décadas.

[VEJA TAMBÉM: Conheça a história real do voo 502 que parou no tempo]

A cápsula possui um filme, que, por causa da ação do tempo, perdeu grande parte do áudio, embora, até o final, seja possível escutar dois homens não identificados (que se parecem com pesquisadores ou profissionais da área). Um deles, de aproximadamente 50 anos, dizendo: “somente os psiquiatras do futuro poderão dizer, quando abrirem essa cápsula do tempo, se resolvemos os problema de tratamento [...] é possível que algum dia voltemos ao “choque” de insulina ou ao desenvolvimento de outras técnicas de drogar, e assim por diante”.

Utilizada entre os anos 40 e 50, a terapia de choque de insulina foi desenvolvida em 1927 com o objetivo de tratar especialmente a esquizofrenia. Ela consistia na administração diária de grandes quantidades de insulina, o que induzia os pacientes a um estado de coma que podia durar semanas. De acordo com alguns psiquiatras da época, essa terapia tinha êxito em 80% dos casos tratados, apesar de a metodologia só aumentar o grau de remissão da doença.

Veja abaixo o vídeo (em inglês)

 

CLIQUE AQUI E AJUDE A PRESERVAR PAISAGENS INCRÍVEIS. Fonte: Gizmodo

Imagem: Reprodução YouTube/Derek Naber

26.Jul.1875

Nasce o psiquiatra suíço Carl Jung

No dia 26 de julho de 1875 nascia, em Kesswil, na Suíça, Carl Gustav Jung, psiquiatra, fundador e primeiro presidente da Associação Psicoanalítica Internacional, tornando-se uma figura chave para o início da pesquisa da psicanálise. Carl Jung, inicialmente, ficou impressionado com as teorias de Sigmund Freud, o criador da psicanálise. Os dois se tornaram muito amigos, e Freud acreditava que Jung seria o seu herdeiro inquestionável na condução intelectual do movimento psicoanalítico. Ambos tinham uma diferença de idade de quase 20 anos, e Freud passou a tratar Jung quase que como um filho adotivo. Durante os seus estudos, Jung procurou fazer uma abordagem teórica e clínica com ênfase na conexão funcional entre a estrutura da pisque e suas manifestações culturais. Isso o impulsionou a incorporar em sua metodologia noções extraídas da antropologia, alquímia, dos sonhos, da arte, da mitologia, da religião e da filosofia. Ele morreu no dia 6 de junho de 1961 morria, em Küsnacht, também na Suíça.

 


Imagem: unknown, upload by Adrian Michael (Ortsmuseum Zollikon) [Public domain], via Wikimedia Commons

06.Jun.1961

Morre o psiquiatra suíço Carl Jung

No dia 6 de junho de 1961 morria, em Küsnacht, na Suíça, Carl Gustav Jung, psiquiatra, fundador e primeiro presidente da Associação Psicoanalítica Internacional, tornando-se uma figura chave para o início da pesquisa da psicanálise. Nascido no dia 26 de julho de 1875, em Kesswil, também na Suíça, Carl Jung, inicialmente, ficou impressionado com as teorias de Sigmund Freud, o criador da psicanálise. Os dois se tornaram muito amigos, e Freud acreditava que Jung seria o seu herdeiro inquestionável na condução intelectual do movimento psicoanalítico. Ambos tinham uma diferença de idade de quase 20 anos, e Freud passou a tratar Jung quase que como um filho adotivo. Durante os seus estudos, Jung procurou fazer uma abordagem teórica e clínica com ênfase na conexão funcional entre a estrutura da pisque e suas manifestações culturais. Isso o impulsionou a incorporar em sua metodologia noções extraídas da antropologia, alquímia, dos sonhos, da arte, da mitologia, da religião e da filosofia.

 


Imagem: [Domínio público], Wikimedia Commons