Todos os horários

Índios da América e da Sibéria falavam o mesmo idioma

Descoberta confirma que migração ocorreu por ligação de terra entre a Ásia e a América. 

Vídeo relacionado:
Em 2012, os cientistas já tinham conseguido estabelecer uma relação genética entre os nativos da América do Norte e as aldeias indígenas da república russa de Altai, na Sibéria. Porém, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Georgetown, em Washington D.C., deu um passo além ao descobrir também uma conexão linguística entre eles.

Utilizando uma técnica de filogenética linguística, os pesquisadores conseguiram relacionar as línguas na-dene, comuns entre os antigos habitantes da América do Norte, às línguas ienisseianas, características das aldeias da Sibéria Central.

Essa descoberta parece confirmar a teoria de migração dos indígenas da Sibéria para a América do Norte durante uma fase de glaciação mundial, quando ainda havia uma porção de terra conhecida como “ponte de Bering”, a qual unia os dois continentes.


Fonte: Daily Mail
Imagem: Shutterstock

Conheça a tribo amazônica que reduz a cabeça dos seus inimigos

Guerreiros são experts em diminuir o tamanho da cabeça de suas vítimas!

Vídeo relacionado:
Ainda hoje, os Shuaras sobrevivem na Floresta Amazônica, na região entre o Peru e o Equador. Chamados de jivaros pelos conquistadores espanhóis, esses guerreiros ferozes são conhecidos por seu costume de encolher os crânios de seus inimigos e utilizá-los como amuletos.

shuaras

Estima-se que aproximadamente 120 mil indivíduos pertencentes a essa tribo vivem na região. Alguns incorporaram a cultura urbana e adotaram o catolicismo como religião, enquanto outros resistem isolados na selva e ainda conservam suas tradições milenares.

Quando duas tribos Shuaras se enfrentam, o líder do clã vencedor encolhe a cabeça do líder perdedor durante um ritual complexo, que é realizado na total solidão. Depois que o crânio é separado do resto do corpo, são retirados os tecidos moles e os ossos. Em seguida, ele é fervido por 15 minutos, seco ao Sol e untado com óleos especiais. Por fim, são colocadas pedras pequenas nas órbitas dos olhos e plumas nos cabelos. Os traços faciais ficam surpreendentemente intactos após o procedimento. Depois dessa cerimônia, a tribo derrotada se une pacificamente à vencedora.


Fonte e imagens: Marcianos

Índios isolados são avistados em região ameaçada por garimpo ilegal em Roraima

Uma tribo de índios isolados foi avistada recentemente por uma equipe da Funai (Fundação Nacional do Índio) na Terra Indígena Yanomami, em Roraima.

Desde 2011 a Funai monitora o grupo via satélite e por meio de sobrevoos. Segundo Fabrício Amorim, coordenador de Proteção e Localização de Índios Isolados da Funai, as atitudes dos Moxihatëtëa indicam que o grupo quer se manter isolado, já que suas ações apontam que eles procuram evitar contatos com a sociedade não indígena. "É possível, no entanto, que eles tenham contatos esporádicos e não permanentes com outros grupos de Yanomami", diz.

O sobrevoo indica que os índios estão bem. Eles produzem roças de banana e o número de tapiris (abrigos indígenas) permanece o mesmo desde que o grupo passou a ser monitorado, apontando para uma possível estabilidade do número de famílias. Mas durante o sobrevoo também foram feitas descobertas preocupantes. Os pesquisadores avistaram pistas de pouso clandestinas e balsas para extração ilegal de ouro na região. 

O Brasil concentra a maior população de povos isolados conhecida no mundo. De acordo com a Funai, o país reconhece a existência de 103 registros, sendo 26 confirmados. As ações de localização de grupos isolados por parte do órgão indicam que esse número pode aumentar ainda mais nos próximos anos. 


Fonte: Funai

Imagem: Guilherme Gnipper Trevisan/Funai/Divulgação

07.Jul.1520

Travou-se a Batalha de Otumba

A Batalha de Otumba foi um Combate travado em 7 de Julho de 1520 pelos conquistadores espanhóis (comandados pelo conquistador espanhol Hernán Cortês) do México contra os astecas (Comandados por Cihuacóatl Matlatzincátzin). Apesar da vitória espanhola, este foi o grupo que sofreu mais baixas em comparação aos mexicanos, pois faleceram quase todos os tlaxcaltecas (povo indígena do México) que acompanhavam Cortês. Cansados, finalmente retiraram-se seguindo o caminho para Tlaxcala (centro-oriente do México). Mais de 440 pereceram na batalha de Otumba e calcula-se que 870, incluindo os que ficaram em mãos dos mexicanos, foram sacrificados no templo Maior.

 


Imagem: [Domínio público], via Wikimedia Commons