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Exploradores podem ter encontrado a mitológica cidade inca de Paititi

Segundo a lenda, o local esconde tesouro das civilizações pré-colombianas. 

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Um grupo de quatro expedicionários independentes encontrou, perdida na selva cusquenha da província de Calca, no Peru, uma antiga cidadela inca. O local está a quatro dias a pé da cidade de Sacramento, passando por uma complexa região montanhosa de vegetação exuberante.

Os responsáveis pela descoberta encontraram, no meio da selva, terraços, muros e até mesmo casas que teriam pertencido à era pré-colombiana. Algumas autoridades locais se arriscam a dizer até que as ruínas podem fazer parte da mítica cidade perdida do Paititi, que, de acordo com sua lenda, guardaria um milionário tesouro inca.

Os exploradores que fizeram a descoberta contaram à imprensa peruana que a existência do local era conhecida pelos anciões da região, que costumavam se referir a uma cidade perdida na selva.

Embora a expedição tenha sido realizada em conjunto com o Sernanp (Servicio Nacional de Áreas Naturales Protegidas del Estado) e com a Dirección Desconcentrada de Cultura del Cusco, ainda não foi emitido nenhum comunicado oficial sobre a descoberta.


Fonte: RT

Imagem: Shutterstock

Artista brasileiro desenha rosto da “mulher dos quatro broches”

Crânio encontrado no Peru pode ter mais de 5 mil anos. 

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Em 2016, na região de Aspero, no litoral do Peru, foi encontrado o crânio de uma mulher pertencente à Civilização de Caral, que habitou a região entre os anos 3.600 e 1.800 a.C.. A descoberta permite afirmar que, nessa sociedade, existia uma igualdade de gênero muito grande, já que, pela disposição dos restos ósseos, é possível chegar à conclusão de que se tratava de uma mulher poderosa e de status social elevado. A dona do crânio foi chamada de “mulher dos quatros broches”, por causa das joias encontradas no local.

Recentemente, o artista gráfico brasileiro Cícero Moraes foi o responsável por reconstruir a fisionomia dessa mulher, que, na época da sua morte, tinha entre 40 e 50 anos. Cícero teve que lidar com várias dificuldades para realizar o projeto, já que o crânio estava amassado nas regiões parietal e occipital, possivelmente devido a um antigo ritual andino.


Fonte e imagem: dailymail.co.uk

 

A lenda era real: rio de água fervente é encontrado na Amazônia

Temperatura da água chega a 86 graus Celsius!

Na região peruana da floresta amazônica há uma lenda ancestral que narra a história de um rio fervente, capaz de queimar qualquer ser vivo que ouse nadar em suas águas. Além dessa lenda, existem também os relatos dos conquistadores espanhóis. Agora, um cientista peruano conseguiu encontrar esse rio mítico.

Andrés Ruzo descobriu o lendário rio fervente, apesar da descrença dos seus colegas. Segundo seu relato, ele se baseou nas palavras de sua própria mãe, que, certa vez, lhe disse que o rio de fato existia e que ela mesma o havia visto quando era pequena.


Embora a ciência tenha conhecimento dos rios de água fervente, eles são, na verdade, associados a vulcões ou fenômenos térmicos de ígnea. O que ocorre nesse caso é que na região amazônica não existem vulcões conhecidos. Mas quando Ruzo introduziu um termômetro nas águas do rio que encontrou, ele mediu 86 graus Celsius.


De acordo com o cientista, o rio chega a medir 25 metros de uma margem à outra, tem 6 metros de profundidade em média e a água quente flui por 6 quilômetros. O vulcão mais próximo conhecido está a 700 quilômetros de distância, o que faz com que esse rio de água fervente seja um verdadeiro enigma para a ciência.

Assista ao vídeo em que André fala sobre sua descoberta: 

 


Fonte: VIX

Imagem: Sofía Ruzo

Mistério das linhas de Nazca solucionado. Será?

Linhas eram uma forma de agradecer aos deuses. 

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Conhecidos mundialmente como as linhas de Nazca, os antigos geoglifos localizados nos Pampas de Jumana, no deserto de Nazca, representam possivelmente um dos maiores mistérios da era pré-colombiana. Agora, uma equipe de cientistas afirma ter descoberto seu significado.

Adotando todos os tipos de formas, como espirais ou animais, a exemplo de lhamas e macacos, os geoglifos possuem 30 cm de profundidade, abrangendo um território de 500 km², e foram criados entre os anos 100 e 700 d.C.. Eles só podem ser observados em sua totalidade a partir de uma vista aérea.

Graças ao estudo com imagens de satélite, não só dos geoglifos, mas principalmente de um dos buracos em forma de espiral que são chamados “puquios”, especialistas do Conselho Nacional de Pesquisa de Roma puderam determinar que os buracos se conectavam a canais de água subterrâneos.

Rosa Lasaponara, integrante da equipe científica, afirma que o povo Nazca “foi capaz de usar a água subterrânea para a irrigação e os aquedutos para auxiliar na sua atividade agrícola”, conseguindo, desse modo, “transformar o deserto em um jardim”.

Os puquios enigmáticos permitiram à civilização nazca transportar água. Dessa forma, aproveitando a força do vento que corria por esses poços, a água era conduzida pelos canais subterrâneos até chegar às casas e às plantações.

“Está muito evidente que os puquios e as linhas de Nazca têm o mesmo significado, porque a água era o modo de sobrevivência em um ambiente desértico. Por isso, as linhas de Nazca eram uma forma de agradecer aos deuses”, conclui Lasaponara.


Fonte: Motherboard

Imagem: Shutterstock

PERU

Mark chega a Lima, fascinado pelo mundo da lomografia e sua filosofia fotográfica. Desta vez, testa duas câmeras deste estilo em locais incríveis como as linhas de Nazca e as dunas de Ica. Nesta experiência vai dirigir os típicos veículos “tubulares” e cavalgar pelo deserto. Sua característica curiosidade vai lhe proporcionar ainda um luxo excepcional: passear ao longo do Oceano Pacífico em um submarino da Marinha.

Conduzido por Daniel Malnatti, este episódio revela a verdadeira história dos túneis de Buenos Aires; o mistério sobre a morte de Gardel; a verdadeira origem do Bairro da Boca; a simbologia secreta de um dos edifícios mais famosos da cidade, e muitos outros relatos incríveis que aconteceram em cenários famosos, e que a maioria dos portenhos nem sequer imagina.

PAIS DIVIDIDO

A base da economia está sustentada na escravidão e o país se divide por causa disso. Um acontecimento marca o início da guerra.

Mark chega a Lima, fascinado pelo mundo da lomografia e sua filosofia fotográfica. Desta vez, testa duas câmeras deste estilo em locais incríveis como as linhas de Nazca e as dunas de Ica. Nesta experiência vai dirigir os típicos veículos “tubulares” e cavalgar pelo deserto. Sua característica curiosidade vai lhe proporcionar ainda um luxo excepcional: passear ao longo do Oceano Pacífico em um submarino da Marinha.

PERU

Mark chega a Lima, fascinado pelo mundo da lomografia e sua filosofia fotográfica. Desta vez, testa duas câmeras deste estilo em locais incríveis como as linhas de Nazca e as dunas de Ica. Nesta experiência vai dirigir os típicos veículos 'tubulares' e cavalgar pelo deserto. Sua característica curiosidade vai lhe proporcionar ainda um luxo excepcional: passear ao longo do Oceano Pacífico em um submarino da Marinha.

10.Jun.1945

José Luis Bustamante Rivero é eleito Presidente do Peru

José Luis Bustamante Rivero político, advogado e escritor peruano, exerceu o ensino na Universidadede de Arequipa entre 1921 e 1934, antes de ser eleito Presidente da República em 10 de junho de 1945. Ocupou diversos cargos ministeriais (Educação e Justiça, 1930-1931) e como diplomata (Ministro Plenipotenciário na Bolívia, 1934-1938; Ministro Plenipotenciário no Uruguai, 1939-1942; Embaixador na Bolívia, 1942-1945). Governou ao princípio com apoio do APRA, mas mais adiante (1947), sob a pressão militar e conservadora, o movimento passou à clandestinidade. Em outubro de 1948, o golpe militar pelo ministro Odría provocou sua queda e seu exílio do país, ao que não voltaria até 1956. A partir de então voltou a ocupar diferentes cargos: Ministério de Assuntos Exteriores (1960), Presidência do Tribunal de Justiça de Haia (1967-1970). Também publicou algumas obras como uma visão do Peru (1941) e as classes sociais no Peru (1956).

 


Imagem: Eric Koch / Anefo [Domínio público], via Wikimedia Commons

05.Jul.1941

Iniciou guerra peruano - equatoriana

O Peru e o Equador sustentaram, desde sua independência a princípios do século XIX e até 1998, uma disputa territorial sobre regiões amazônicas e dos Andes, que constituiu o mais longo conflito destas características no hemisfério ocidental. O confronto ocorreu durante dois séculos o que permeou as relações peruano-equatorianas em todos os aspectos para além do âmbito militar e diplomata. A guerra peruano-equatoriana ou também conhecida como a Guerra do 41 pelo ano em que aconteceu, foi uma das três disputas armadas travadas entre estes países latinoamericanos. Começou em 5 de Julho de 1941 e terminou formalmente em 31 de Julho do mesmo ano, mediante a assinatura do Protocolo do Rio de Janeiro, desenvolvido para por ponto final ao confronto entre ambas nações. Equador, teve que aceitar a livre navegação pelo rio Amazonas e suas afluentes setentrionais, direito consagrado no Protocolo, e inclusive uma permissão para estabelecer dois embarcadouros comerciais nas suas orlas. A partir da assinatura da paz, os dois povos reconheceram tudo o que têm em comum com relação à história e cultura, e passaram a se considerar efetivamente como irmãos.

 


Imagem: Haylli [CC BY-SA 3.0], via Wikimedia Commons

18.Ene.1535

Cidade de Lima é fundada no Peru

Lima é a capital do Peru, assim como sua maior e mais importante cidade. Está localizada na costa central do Peru, às margens do oceano Pacífico, nos vales dos rios Chillón, Rímac e Turín, e forma uma área urbana contínua com o porto de Callao. Foi fundada pelo conquistador espanhol Francisco Pizarro, em 18 de janeiro de 1535, como a Cidade dos Reis. Foi a capital do Vice-Reinado do Peru durante o regime espanhol e, depois da independência, passou a ser a capital da República do Peru. Atualmente, cerca de 26.6% da população peruana vive em sua área metropolitana, aproximadamente 8.447.260 habitantes. 

 


 

Imagem: David Baggins [CC BY-SA 2.0], via Wikimedia Commons