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O Gigante de Cardiff

O Gigante de Cardiff foi a criação de um fazendeiro chamado George Hull. Um ateu convicto e provável leitor de “A Origem das Espécies” (1859), de Darwin, que se dedicou a criar o gigante depois de uma discussão com um reverendo metodista sobre a passagem de Gênesis 6:4, que indica que um dia, gigantes habitaram a Terra.

Contrariado, ele contratou alguns homens para esculpir um bloco de 3 metros de gesso, dizendo-lhes que seria um monumento a Abraham Lincoln. Ele contratou um pedreiro alemão, Edwin Burkhardt, para terminar a escultura e o obrigou a manter segredo.

Foi derramado ácido no gesso para lhe dar um aspecto envelhecido. Depois de pronta, a escultura foi enviada para Chicago, até a fazenda de William Newell, seu primo. Um ano depois, “Stub” Newell contratou dois homens para cavar um poço e eles encontraram o gigante enterrado. Esse seria um engano que se constituiu um pilar da cultura popular norte-americana desde então.

MARTE: AS FOTOS MAIS INCRÍVEIS DO PLANETA VERMELHO

Confira as imagens do planeta vermelho que causaram a maior polêmica em todo o mundo desde que foram divulgadas. Seria um efeito visual conhecido como "pareidolia", um fenômeno que produz ilusões de ótica em cenários e objetos diversos, ou a NASA está realmente escondendo alguma coisa?

Atlântida - Em Busca de Alienígenas

Nos diálogos do famoso filósofo Platão de Atenas (428 a.C. – 347 a.C.) é que encontramos as referências iniciais ao supostamente devastado continente de Atlântida. As menções se encontram em duas de suas obras: o Timeu ou a Natureza, escrito em torno de 360 a.C., e o Crítias, também chamado de A Atlântida, composto depois. No primeiro deles, há uma menção a uma invasão do império atlante à região de Ática, zona de origem de Platão, em tempos antiquíssimos. O segundo versa quase inteiramente sobre a natureza do continente de Atlântida, incluindo sua forma de governo, seus costumes, sua geografia, economia, fauna e flora, assim também como suas origens divinas. Nos escritos, Crítias esboça uma explicação sobre seu desaparecimento. “(...) Nos tempos que seguiram a esses, grandes tremores de terra deram lugar a inundações; e em um só dia, em uma só fatídica noite, a terra tragou todos os seus guerreiros, a ilha de Atlântida desapareceu entre as águas, e por essa razão hoje não se pode percorrer nem explorar esse mar, porque se opõe à sua navegação um insuperável obstáculo, uma grande quantidade de lama que a ilha depositou no momento de afundar-se no abismo (...)”.