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5 mitos sobre a Lua que persistem até hoje

A Lua é redonda? É branca? Tem um lado escuro? Altera o estado mental das pessoas?

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A Lua tem sido motivo de inspiração para todas as épocas da humanidade, que, a partir dela, criou lendas e historias em todos os cantos do planeta. Até os dias de hoje, ainda persistem crenças, que, contra todo o tipo de lógica, ancoram-se na mais pura mitologia. Estas são algumas delas:

1. Nem branca nem redonda e tampouco com um lado escuro: A partir de um ponto de vista terrestre, a Lua é vista como branca e redonda. A tradição popular acredita que um de seus lados fica sempre na escuridão. Certamente, e assim como a Terra, nosso satélite natural gira em torno do seu eixo, o que faz com que toda a sua superfície reflita a luz solar, embora, daqui, vejamos apenas uma metade. Além disso, a Lua não é redonda, mas oval, e sua cor não é branca, mas sim cinzenta.

2. Os lobos não uivam por causa dela: Esse mito está tão arraigado que fez com que se acreditasse que os lobisomens se metamorfoseassem por causa da luminosidade da Lua cheia. Não há provas de que essa fase lunar cause algum efeito sobre os animais, embora algumas espécies, como certos peixes e répteis, regulem seus ciclos de acordo com as marés e a Lua cheia.

3. Não é oca: Com raízes na ficção científica e surtos de crença por todos os lados, por meio das teorias conspiratórias mais hilariantes, a crença de que a Lua é oca existe até hoje. De acordo com a ciência, a estrutura lunar é parecida à terrestre, com uma crosta fina, um manto extenso e um núcleo mais denso que o restante das camadas.

4. Ela não enlouquece as pessoas: Não está clara a origem dessa crença popular. Certamente, o termo lunático é usado desde sempre e faz referência a um estado de consciência doentio. No entanto, não há evidências científicas de que a Lua altere o estado mental das pessoas.

5. O homem pisou na Lua? Claro que sim! Pelo menos, isso é o que concluem as inúmeras análises realizadas sobre os testes que comprovam esse fato; por exemplo, a maneira com que as bandeiras americanas hasteiam nos vídeos da NASA. E também pelas sombras dos astronautas e diversos elementos utilizados pela tripulação.


Fonte: Xataka

Imagem: Shutterstock

Big Bang não foi o início do Universo - pelo menos é o que diz esta nova teoria

De acordo com astrofísico, Big Bang só aconteceu depois de uma “inflação cósmica”.

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Em um artigo publicado pela revista Forbes, o astrofísico americano Ethan Siegel explicou suas teorias peculiares sobre a origem do Universo. O cientista afirma que, embora a ideia do Big Bang como início de tudo o que é conhecido seja uma imagem bonita, ela também é completamente equivocada.

De acordo com Siegel, o Big Bang aconteceu, mas somente após uma fase de “inflação cósmica”, um período de flutuação da matéria no qual o espaço se expandiu até provocar um estado quente e denso que daria origem à grande explosão.

O pesquisador acredita que essa hipótese explica por que, em desacordo com a teoria do Big Bang, o Universo tem a mesma temperatura em todos os seus extremos, mesmo que eles não tenham se comunicado no início dos tempos.

Para Siegel, que reconhece ter sido muito influenciado pelo trabalho de Carl Sagan, o que aconteceu antes do período de inflação continua sendo um grande mistério científico.


Fonte: RT

Imagem: Shutterstock

Sol está “queimando” o campo magnético da Terra

Explosões solares gigantescas pioraram a situação no planeta. 

No último 6 de setembro, a NASA detectou a labareda solar mais poderosa dos últimos 12 anos, com uma intensidade de X9.3. Essa escala determina o tipo de fulguração por meio de uma letra, nesse caso “X”, utilizada para as erupções extremamente grandes; e um valor, que determina sua intensidade.

Quando ocorrem fulgurações desse tipo, a energia emanada do centro do disco solar consegue alcançar 1 trilhão de megatons de TNT. Isso é uma quinta parte da energia emitida pelo Sol em um único segundo e mais que toda a energia que o homem é capaz de produzir em 1 milhão de anos.

Atualmente, toda essa energia está “queimando” o campo magnético terrestre, no momento em que o planeta enfrenta uma nuvem de plasma solar que alcança um diâmetro de aproximadamente 100 milhões de quilômetros. Especialistas já previram o surgimento de auroras polares em cidades da Rússia e do Canadá.


Fonte: RT

Imagem: Shutterstock

Os eclipses totais do Sol estão desaparecendo

A explicação para isso é assustadora: a Lua está se afastando da Terra! 

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Em um livro publicado recentemente, Mark Littmann, da Universidade do Tennessee, e o astrofísico da NASA Fred Espenak afirmam que os eclipses totais do Sol deverão ser menos frequentes.

No ano de 1965, Edmond Halley descobriu que os eclipses solares registrados na história não correspondiam aos cálculos que determinam onde e quando esses fenômenos aconteceriam no futuro.

Halley utilizou a teoria gravitacional de Isaac Newton para determinar as datas exatas do fenômeno. Ao comparar os resultados com os registros reais desses eclipses, ele se deparou com dados que não coincidiam.

Em seguida, formulou uma explicação: a duração de um dia na Terra é cada vez maior, ou seja, a rotação terrestre está desacelerando, o que faz com que a Lua se afaste aos poucos do nosso planeta.

Com a introdução dessa variável, os cálculos de Halley coincidiram com os números e os registros reais dos eclipses do Sol. Depois, medições a laser comprovaram que, de fato, a Lua se afasta 3,8 cm da Terra todos os anos. 

À medida que isso ocorre, a circunferência lunar fica menor do ponto de vista terrestre, e os eclipses totais são cada vez mais raros. Quando esses fenômenos deixarão definitivamente de existir é algo que ainda não se pode responder com precisão.


Fonte: Quo

Imagem: Shutterstock

Nêmesis, a gêmea perdida do Sol

Irmã do Sol teria uma imensa capacidade destrutiva, com chuvas periódicas de meteoro. 

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A hipótese Nêmesis, desenvolvida pelos físicos R.A. Muller, Piet Hut e Marc Davis, sugere que o Sol pode ter uma irmã gêmea (provavelmente uma estrela pequena e escura, talvez uma anã marrom), com uma órbita milhares de vezes mais distante que a de Plutão.


De acordo com a teoria, o Sol faria parte de um sistema binário. Sua estrela irmã é chamada Nêmesis por causa de sua potencial capacidade destrutiva, gerada por suas interferências na nuvem de Oort e as chuvas periódicas de meteoro, que são lançadas ao Sol devido a essa interação.

Porém, um outro estudo sugere que a gêmea do Sol teria se dissolvido na Via Láctea há milhões de anos.

Os pesquisadores Sarah Sadavoy e Steven Stahler desenvolveram um modelo estatístico para explicar as populações relativas de estrelas solitárias jovens e binárias. De acordo com seus resultados, o único modelo capaz de reproduzir os dados obtidos é aquele em que todas as estrelas se formam inicialmente como sistema binário amplo e, depois de 1 milhão de anos, se encolhem ou desintegram. Por isso, é muito provável que esse tenha sido o destino de Nêmesis.


Fonte: Super Curioso
Imagem: Shutterstock

Mistério: cientistas detectam movimento em megaestrutura alienígena

Será um cometa, um novo fenômeno ótico ou realmente uma estrutura alienígena? 

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A notícia fez estardalhaço em 2015, quando uma equipe de astrônomos encontrou uma estrutura monumental que bloqueava até 20% da luz emanada pela estrela KIC 8462852. A obstrução era grande demais para obedecer à interposição de algum planeta, o que gerou inúmeras teorias.

Desde então, muitos  pesquisadores  decidiram estudar esse fenômeno. Para isso, tiveram que esperar que a obstrução fosse novamente detectável a partir da Terra, o que, finalmente, aconteceu, segundo medições do Observatório Fairborn, no Arizona.

Porém, dessa vez, o bloqueio de luz foi de 3%, algo que nem sequer um planeta do tamanho de Júpiter poderia alcançar. Por isso, os pesquisadores, analisarão o fenômeno a partir de diferentes comprimentos de onda, com o objetivo de saber que tipo de material está obstruindo a luz.

Enquanto não saírem os resultados da análise, a pergunta sobre o que estará bloqueando a luz da KIC 8462852 terá como resposta somente as seguintes hipóteses: uma família de cometas, uma megaestrutura alienígena ou algum fenômeno ótico desconhecido.


Fonte: VIX
Imagem: NASA/JPL-CALTECH

Cientistas finalmente desvendam origem de misterioso sinal espacial

As rajadas rápidas de rádio têm intrigado os cientistas há anos.

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As rajadas rápidas de rádio (FRB, na sigla em inglês) têm intrigado os cientistas há anos. Os misteriosos sinais rítmicos de rádio provenientes do espaço exterior levantaram várias teorias mirabolantes que, agora, poderão ser desmentidas por uma nova pesquisa.

Graças a novas imagens captadas com o poderoso telescópio Hubble, foi possível determinar o local exato onde é originado o sinal FRB 121102, um ponto complexo da constelação Auriga, a 2,4 milhões de anos-luz da Terra, onde são formadas novas estrelas de nêutrons.

Os pesquisadores responsáveis por analisar o fenômeno acreditam que os pulsos rápidos de rádio poderão vir de estrelas recém-formadas, objetos superdensos capazes de emitir ondas com características similares às captadas pelos radares terrestres.

Faltaria determinar o ponto espacial onde acontecem outras rajadas para apoiar a hipótese, mas os cientistas estão otimistas com os resultados obtidos.


Fonte: RT

Imagem: Shutterstock

Bactéria desconhecida é encontrada na Estação Espacial Internacional

Análises mostram que micro-organismo sofreu mutações para se adaptar às condições de vida no espaço. 

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Uma equipe de cientistas encontrou uma bactéria absolutamente desconhecida ao analisar os sistemas de filtragem de ar da Estação Espacial Internacional (EEI). Acredita-se que esse micro-organismo tenha conseguido viajar até o laboratório espacial em alguma das cargas, o que significaria que ele foi capaz de sobreviver à radiação ultravioleta e às baixíssimas temperaturas do espaço.

Dessa maneira, a bactéria teria permanecido a bordo da EEI desde o início de 2008 até meados de 2011, período em que se modificou para se adaptar às novas condições do meio-ambiente. A descoberta foi publicada recentemente, após vários anos de pesquisa.


Fonte: Sputnik News

Imagem: Shutterstock

Chuva de estrelas em outubro ameaça vida na Terra

Astrônomos descobriram uma série de asteroides com tamanho suficiente para destruir continentes inteiros! 

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A chuva de estrelas que vai ocorrer durante os meses de outubro e novembro, quando nosso planeta vai atravessar os fragmentos que se desprendem do cometa Encke, representam uma ameaça real à humanidade.

Após analisar o fenômeno, os especialistas descobriram que o cometa pode ocultar asteroides gigantes, com tamanho suficiente para ameaçar a integridade de áreas tão grandes quanto a de um continente inteiro. Eles citaram os dois maiores: o 2015 TX24 e o 2005 UR, que possuem de 200 a 300 metros de largura.

Porém, a chuva de estrelas das Táuridas trazem um perigo ainda maior. As pesquisas possibilitaram a descoberta de um novo ramo de asteroides que não apresentam periodicidade anual e que, por isso, poderão conter muitos objetos perigosos e ainda desconhecidos. É por isso que os cientistas fizeram um alerta às autoridades do mundo todo, para que deem continuidade aos estudos que permitirão medir o risco real que essa chuva de estrelas significaria para a saúde do planeta.


Fonte: RT

Imagem: Shutterstock

Nosso Sistema Solar teria 100 planetas

Uma nova definição planetária aumentaria a lista de planetas para 100!

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Em 2006, após semanas de debates intensos, a União Astronômica Internacional (UAI), uma sociedade com mais de 100 mil profissionais, redefiniu a categoria planeta, deixando Plutão de fora, por considerar que o corpo celeste não cumpre com os requisitos do novo parecer.

No entanto, a controvérsia em torno dessa definição não parece ter se acalmado com o passar dos anos. O astrônomo Kirby Runyon, da Universidade Johns Hopkins, em Baltimore, apresentou recentemente, na Conferência Internacional de Ciência Planetária, realizada em Woodlands (EUA), uma nova definição, segundo a qual os planetas do Sistema Solar seriam mais de cem.

A “definição geofísica de planeta”, proposta por Runyon, diz respeito às qualidades geológicas e atmosféricas dos astros e não ao seu comportamento orbital. Segundo esse modelo, não somente Plutão voltaria a ser um planeta, mas diversos satélites também seriam incorporados, como os gigantes Titã e Europa e, inclusive, a Lua terrestre. De acordo com o cientista, a lista de planetas do Sistema Solar chegaria a 110.


Fonte: ABC