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Em menos de 100 anos a Terra estará morta, segundo Stephen Hawking

Mudança climática, epidemias e superpopulação serão responsáveis pela extinção da vida no planeta. 

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Em 2016, astrofísico britânico Stephen Hawking havia declarado que não acreditava que a humanidade sobrevivesse mais mil anos no frágil planeta Terra. Alguns meses depois, o pesquisador foi ainda mais longe: afirmou que, após reconsiderar o assunto, não acredita que seja viável a sobrevivência da espécie humana por mais de 100 anos.


O cientista advertiu sobre as consequências graves da mudança climática, as epidemias e a superpopulação. E destacou que somente uma mudança drástica na gestão ambiental, política e econômica do planeta poderá salvá-lo de um colapso global iminente. Além disso, mencionou a possibilidade de colisão de um asteroide contra a Terra nos próximos anos.


Hawking é considerado um dos cientistas mais notáveis da atualidade. Apesar de sofrer uma doença degenerativa, que limita drasticamente sua mobilidade, aos 75 anos, ele continua surpreendendo o mundo com suas análises precisas.

 


Fonte: Bioguita

Imagem: Shutterstock

Alarme mundial: a Antártida está se dissolvendo

A comunidade científica está chocada com as fotos tiradas pela missão IceBridge, da NASA, responsável por monitorar as mudanças ocorridas nos polos.

A imagem capturada em novembro do ano passado mostra uma fenda gigante na Antártida, sinal de um rompimento futuro.

A enorme rachadura, localizada na plataforma de gelo Larsen, tem 112 km de extensão, 90 metros de largura e 530 metros de profundidade. A NASA explicou em um press release: “A rachadura atravessa toda a plataforma de gelo, mas não a atinge por completo. No entanto, assim que isso acontecer, produzirá um iceberg aproximadamente do tamanho de Delaware (estado americano com uma extensão de quase 6.500 km²)”.

Os pesquisadores atribuem o fenômeno aos efeitos do aquecimento global. Equipes especializadas analisam os passos seguintes, a fim de minimizar o impacto global que o rompimento de uma superfície de gelo dessas proporções poderá causar.



Fonte: Minuto 1

Imagem: Missão IceBridge/NASA

O primeiro país inabitável por causa da mudança climática

O drama da mudança climática não diminui sua escalada, expondo toda a humanidade a um risco iminente.

No entanto, e apesar das advertências contínuas dos cientistas, as causas não param e as consequências aumentam.

Um país sul-africano poderá ser o primeiro a sofrer as consequências desse fenômeno devastador, transformando-se em um deserto inabitável em menos de 100 anos. Trata-se do Sudão, onde vivem, atualmente, mais de 40 milhões de pessoas.

Hoje, o Sudão é assolado por fortes tempestades de areia, típicas das zonas áridas do planeta, e sofre uma desertificação progressiva. Quase 5 milhões de pessoas sofrem de insegurança alimentar e outras 3,2 milhões enfrentarão a escassez de água em um futuro próximo. Os cientistas afirmam que, para 2060, a temperatura desse país aumentará, pelo menos, 3ºC. Além disso, em algum momento deste século, parte da região passará a ser inabitável.


Fonte: The Huffington Post
Imagem: John Wollwerth / Shutterstock.com

 


 

 

 

As ameaças climáticas que aqueceram o noticiário

Doenças letais, período interglacial, renascimento de uma bactérica mortífera na Sibéria e até um apocalipse em vista: as mudanças climáticas representam uma real preocupação.

Leia abaixo as notícias mais quentes de 2016 que mostram por que o clima na Terra é um assunto que você não pode deixar para amanhã.

 

De agentes patogênicos "zumbis" que estavam congelados no gelo por séculos, a proliferação do mosquito Aedes aegypti: são muitos os desafios da saúde pública relacionados com o aquecimento global. 

James Hansen, ex-NASA, alerta que as últimas medições de temperatura registradas na Terra indicam que o planeta está em perigo e avança em direção a um cenário similar ao de um período interglacial. 

Um estudo revela que a Segunda Guerra não teve apenas um saldo trágico em relação a perdas humanas e materiais, mas também afetou o planeta em longo prazo. 

A região da Sibéria, na Rússia, conhecida por seu clima glacial, registrou altas temperaturas no último verão e também uma ameaça mortífera. 

Este misterioso fenômeno, chamado de "problema de 100 mil anos", vem ocorrendo há mais de um milhão de anos e atinge as vastas camadas de gelo que cobrem a América do Norte, Europa e Ásia; os cientistas pareciam incapazes de explicar por que isso acontece... 

Em seu estudo sobre Riscos Catastróficos Globais de 2016, a Global Challenges Foundation elaborou uma lista de situações que poderiam acabar com a humanidade.

 


Imagem destaque: Kovalenko Alexander / Shutterstock.com

Imagens do corpo do texto (de cima para baixo): SvedOliver/Shutterstock.com ; Marafona/Shutterstock.com ; everett_historical-shutterstock ; Kovalenko Alexander / Shutterstock.com ; vrihu-shutterstock/Shutterstock.com ; Nejron Photo/Shutterstock.com

 

Cientistas finalmente solucionam o mistério do "Problema dos 100 mil anos"

Este misterioso fenômeno, chamado de "problema de 100 mil anos", vem ocorrendo há mais de um milhão de anos e atinge as vastas camadas de gelo que cobrem a América do Norte, Europa e Ásia; os cientistas pareciam incapazes de explicar por que isso acontece...

Os períodos de glaciação da Terra aconteciam a cada 40 mil anos aproximadamente. Mas após a transição do Pleistoceno Médio, esses períodos aumentaram para cada 100 mil anos, o que era um verdadeiro mistério para a ciência, que parece ter sido solucionado, recentemente, por pesquisadores da Universidade de Cardiff, no Reino Unido.

Eles revelaram que a desaceleração dos períodos glaciares pode estar relacionada ao modo pelo qual os oceanos absorvem e armazenam o dióxido de carbono, principalmente por meio de fósseis marinhos. A partir desses vestígios, foi possível concluir que, a cada 100 mil anos, o aumento da quantidade absorvida de CO2 seria responsável pela diminuição da temperatura terrestre

“Podemos pensar que os oceanos inalam e exalam dióxido de carbono. As camadas de gelo são maiores quando os oceanos inalaram dióxido de carbono da atmosfera, e elas as placas são menores e a temperatura global aumenta quando os oceanos exalaram [o dióxido]”, explicou a professora e líder do projeto, Carrie Lear.


Fonte: Cardiff University

Imagem: vrihu/Shutterstock.com

Ex-cientista da NASA afirma: Terra avança em direção a período interglacial

James Hansen, ex-NASA, alerta que as últimas medições de temperatura registradas na Terra indicam que o planeta está em perigo e avança em direção a um cenário similar ao de um período interglacial.

Hansen (ex-climatologista da NASA) e sua equipe afirmam que o último mês de setembro registrou a mais alta temperatura dessa época do ano em toda a história, 0,84ºC acima da média. Os cientistas explicam que, além disso, as temperaturas do primeiro semestre do ano ultrapassam todos os registros existentes, e são 1,3ºC mais altas que o registrado no final do século passado.

 

A emissão descontrolada de gases na atmosfera está causando um efeito estufa. Calcula-se que, nos últimos 45 anos, o aumento da temperatura subiu 0,18ºC por década e o número continua a crescer de maneira vertiginosa.

 

De acordo com essa análise, a Terra caminha inevitavelmente para um período climatológico semelhante ao último interglacial.

 

Nessa época, as flutuações climatológicas eram de tamanha amplitude que havia muito menos gelo na superfície terrestre e o nível do mar estava até seis metros mais elevado que o da atualidade.

 

O estudo finaliza com uma discussão dos autores em que afirmam que "o mundo já superou as metas de temperatura e gases de efeito estufa necessárias para manter um ambiente seguro no longo prazo para a humanidade e para assegurar o bem-estar dos jovens e das gerações futuras. Se pretendemos evitar que o nível do mar suba em vários metros e determine a perda de funcionalidade da maioria das cidades costeiras (...) isso exige uma redução absoluta dos gases que provocam o efeito estufa e o aumento da temperatura global."

 


Fonte: RT

Imagem: Marafona/Shutterstock.com

Agora é oficial: vivemos uma nova era geológica na Terra

No último Congresso Internacional de Geologia, realizado recentemente na África do Sul, especialistas do mundo inteiro determinaram que o planeta Terra vive, desde 1950, uma nova era geológica: o Antropoceno.

O grupo de cientistas responsável pela pesquisa considera que o rastro da atividade humana é detectável e irreversível. Por isso, essa nova era está marcada pelo impacto humano na Terra. O que define a mudança da fase geológica do planeta é o fato de haver uma modificação plural e sincrônica comprovada em todas as regiões do mundo.

O geólogo Alejandro Cearreta, professor da Universidade do País Basco e membro do grupo que definiu a questão, explica: “Já modificamos a Terra: o Antropoceno é o momento em que nós, seres humanos, conseguimos alterar o ciclo vital do planeta, quando tiramos o planeta de sua variabilidade natural”.

Após anos de debates e votações, decidiu-se tomar o ano de 1950 como data inicial do novo ciclo. Nele, iniciaram-se os testes nucleares que, entre outras coisas, espalharam isótopos radioativos por amplas regiões e que serão detectáveis por milhares de anos.

A fabricação de plásticos, resíduos industriais, a emanação de gases, a acidificação dos oceanos e a destruição de ecossistemas inteiros demonstram que a ação dos homens alterou definitivamente o ciclo planetário.


Fonte: El País

Imagem: Sergey Nivens/Shutterstock.com

Relatório secreto revela quando ficaremos sem água potável

Documentos do exército dos EUA e da multinacional Nestlé foram publicados pelo WikiLeaks e revelam dados alarmantes sobre o futuro da água potável no planeta.

O site WikiLeaks, dedicado a revelar segredos que diversos governos e empresas mantêm ocultos, publicou um relatório alarmante da multinacional Nestlé sobre a água potável no nosso planeta. No documento, afirma-se que a Terra poderá ficar sem água potável em menos de 34 anos. O relatório, escrito por executivos da empresa, declara que, por volta de 2025, um terço da população mundial poderá ter inconvenientes gravíssimos para dispor de água bebível e que, em 2050, a situação será abertamente catastrófica para todo o planeta.


Além disso, o site publicou uma pesquisa confidencial realizada pelo exército dos EUA, que diz que a dieta carnívora será a responsável pelo esgotamento dos recursos hídricos. A enorme quantidade de gado criado para satisfazer a demanda de carne no ocidente consome toneladas de milho e soja todos os anos. Se esses cereais fossem ingeridos diretamente pelos seres humanos, seria possível acabar com a fome no mundo e, ao mesmo tempo, economizar percentuais altos de água potável.

O Banco Mundial confirmou esse prognóstico desolador em um documento intitulado “Mudança Climática, Água e Economia”, o qual adverte que a escassez de água será consequência tanto dos fatores climáticos quanto do aumento da demanda por água potável, causado pelo rápido crescimento populacional.


Fonte: RT , Inquisitr

Imagem: latino/Shutterstock.com

 

Veja 5 causas possíveis do apocalipse, segundo agência sueca

Em seu estudo sobre Riscos Catastróficos Globais de 2016, a Global Challenges Foundation elaborou uma lista de situações que poderiam acabar com a humanidade.

Veja abaixo o que nossa espécie deve temer em relação ao futuro, de acordo com a agência com sede em Estocolmo, na Suécia, que se dedica à analise de ameaças globais.

Mudança climática: o relatório afirma que a temperatura média do planeta aumentou 4°C desde a era pré-industrial. O impacto é especialmente grave para os ecossistemas únicos e ameaçados, o que poderá colocar em xeque a segurança alimentar da população.

Pandemia de gripe: a globalização e o crescimento da interação entre animais e seres humanos faz com que as epidemias se propaguem com maior facilidade. Os especialistas afirmam que existem muitas possibilidades de, nos próximos três anos, surgir uma pandemia de gripe aviária.

Supervulcões: embora seja muito difícil determinar quando um supervulcão entrará em erupção, os especialistas acreditam que o fenômeno ocorre a cada 30 ou 50 mil anos. Há 70 mil anos, o vulcão Toba entrou em erupção na Indonésia, exterminando 96% de sua população humana.

Vírus de laboratório: as pesquisas com patógenos potencialmente assassinos ocorrem em todas as partes e cada vez mais frequentemente. Apesar de existir um protocolo de segurança meticuloso para a realização desse tipo de estudo, um pequeno erro poderá fazer com que um vírus projetado pelo homem extermine grande parte da humanidade.

Inteligência artificial: Estima-se que, em 2050, a capacidade analítica dos robôs será capaz de superar a da mente humana e, a partir daí, o crescimento exponencial de sua inteligência poderácausar a destruição do mundo tal como o conhecemos.

 


 

Fonte: RPP.PE

Imagem: Nejron Photo/Shutterstock.com

A perigosa "neve de melancia" que preocupa os cientistas

O processo cada vez mais acelerado de degelo que se observa na região ártica tem deixado a comunidade científica em alerta há vários anos. O aquecimento global faz com que toneladas de água passem de estado sólido para líquido todos os anos, aumentado o nível dos oceanos e ameaçando ecossistemas inteiros.

Cientistas do German Research Centre for Geosciences, em Potdsam, e da Universidade de Leeds, no Reino Unido, acabam de publicar um artigo no qual explicam como o fenômeno conhecido como “neve de melancia” está fazendo estragos no Ártico.

A tonalidade rosada particular que a neve assume é causada por algas que, ao florescerem na estação quente do ano, mancham os gelos nos quais elas se desenvolvem. E, longe de ser um espetáculo inofensivo para o meio ambiente, essa coloração faz com que a neve absorva o calor do Sol em vez de refleti-lo, acelerando em 13% o processo de derretimento.

Ao subirem as temperaturas médias da região, cria-se um círculo vicioso no qual essas algas se reproduzem com maior facilidade.

Os pesquisadores responsáveis pelo estudo explicam que é essencial considerar os desajustes cada vez mais evidentes na biodiversidade dos territórios gelados para poder compreender o fenômeno em toda a sua complexidade.

 


Fonte: ABC
Imagem: Liane G. Benning/GFZ via ABC