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5 teorias que explicam o desaparecimento de Atlântida

Será que a cidade mítica afundou no Triângulo das Bermudas? Ou seus habitantes voltaram ao planeta de origem? Ou viraram nazistas?

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Atlântida é uma ilha mitológica, cuja primeira menção é atribuída ao filósofo grego Platão. A partir da Idade Moderna, muitos pesquisadores defenderam a existência real do lugar, mesmo indo contra todas as evidências. Abaixo, seguem algumas das teorias mais estranhas sobre seu desaparecimento misterioso:

Triângulo das Bermudas: Vários autores acreditam que a Atlântida está submersa no Triângulo das Bermudas. Isso explicaria os fenômenos estranhos relatados na região.

A hipótese nazista: O escritor nacional-socialista Edgar Cayce afirmou que os antigos moradores da ilha sobreviveram à catástrofe que acabou com o local e migraram à Alemanha para, depois, se transformarem em porta-vozes do nazismo.

Civilização extraterrestre: Amantes da ufologia defendem que os antigos atlantes pertenciam, na verdade, a uma civilização extraterrestre, que, depois de viver na Terra, teria regressado ao seu planeta de origem.

A Antártica: Uma teoria bastante difundida sugere que a Atlântida se deslocou, graças aos movimentos das placas tectônicas, em direção ao que agora é a região da Antártica. De acordo com essa hipótese, os restos da antiga civilização descansariam debaixo de quilômetros de gelo.

América do Sul: Vários historiadores afirmam que as menções a Atlântida poderão se tratar de referências à América do Sul. Embora existam várias coincidências, o continente seria extenso demais para ser de fato ilha mítica.


Fonte: VIX

Imagem: Shutterstock

O que há de verdade por trás do mito do Minotauro?

Conheça a história mítica do jovem que adentrou os labirintos e matou o minotauro - mas voltou para casa sem prestar atenção a um detalhe importante. Assista ao vídeo e saiba mais: 

Conheça 4 maneiras para se tornar imortal, segundo as mitologias

Veja os métodos que, segundo mitologias mundiais, podem te fazer alcançar a vida eterna.

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A busca pela imortalidade tem sido uma constante na história da humanidade: desde os primeiros rituais mágicos até os procedimentos médicos mais sofisticados. Conheça a seguir quatro formas de alcançá-la, de acordo com mitologias antigas:

Ambrosia: A palavra é formada pelo prefixo an (não) e brotós (mortal). Os gregos acreditavam que a ambrosia poderia tornar imortal quem a comesse. Os deuses a administravam à vontade, dando vida eterna aos mortais escolhidos.

Sereias: No Japão, havia uma lenda de que comer uma sereia, um peixe com rosto humano, trazia a imortalidade. Mas, em vez de ser uma vantagem, era uma maldição. Em muitas histórias, os humanos incautos que conseguiam a vida eterna tinham que se dedicar a Buda para poder, por fim, descansar.

Pêssegos: De acordo com uma antiga tradição chinesa, os pêssegos dos deuses podem conceder 3 mil anos de vida a quem os consumir. Essa fruta mitológica demora 6 mil anos para crescer. Na China, comem-se sementes de lótus esculpidas em forma de pêssego para adquirir a longevidade.

Desafiar os deuses: Na mitologia grega, há várias histórias de humanos que desafiam os deuses para alcançar a imortalidade. No entanto, esse plano arriscado costuma terminar muito mal: os deuses temperamentais castigam duramente tais impertinências.


Fonte: Super Curioso
Imagem: Shutterstock

5 momentos históricos que acreditávamos serem verdadeiros, mas não são!

Thomas Edison realmente inventou a lâmpada? Houve uma papa mulher? Nero pôs fogo em Roma? Veja algumas respostas! 

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Histórias passadas de geração a geração contêm frequentemente lendas que se misturam com fatos reais e acabam sendo dadas como verdadeiras, embora não sejam. Estes são alguns dos mitos mais difundidos:

A lâmpada de Thomas Edison: Parece inegável que foi Edison quem inventou a lâmpada. Mas não foi bem assim. Há vários protótipos desenhados por outros inventores e uma patente de 1878 do britânico Joseph Wilson Swan, ou seja, um ano antes de Edison registrar a sua. O mérito de Edison foi introduzir os filamentos de carbono que fizeram de sua lâmpada a primeira a ser comercialmente viável.

As bruxas de Salém: O saber popular relaciona a morte das “bruxas” à temida fogueira, mas isso nunca aconteceu. Dezenove dos vinte condenados à morte por bruxaria no episódio tristemente famoso de Salém (14 mulheres e 6 homens) foram enforcados, enquanto um homem morreu durante a sessão de tortura do interrogatório preliminar.

A Papisa Joana: É parte do imaginário coletivo, mas nunca existiu de fato uma mulher papa. Trata-se apenas de uma lenda que foi difundida ao longo dos anos a partir de uma crônica do século XIII do dominicano Martinho de Opava, que a situava no período turbulento em que o cardeal Anastácio Bibliotecário serviu como antipapa. Porém, entre a morte de Leão IV e a nomeação de seu sucessor, Bento III, passaram-se menos de 3 meses.

Lady Godiva: Por mais enraizada que esteja no imaginário popular, essa bela mulher de longos cabelos nunca montou nua um cavalo em prol dos desfavorecidos. É provável que a lenda tenha tido base no caráter generoso e nos atos costumeiros em favor dos pobres que ela e seu marido Leofrico manifestaram ao longo de suas vidas.

Nero e o incêndio de Roma: O relato de que Nero assistiu ao incêndio de Roma acariciando uma lira é simplesmente falso. Segundo o historiador romano Tácito, que viveu nessa época, Nero não estava em Roma, mas em Anzio, a 42 km de distância. Porém, ele retornou à cidade para ajudar financeiramente a apagar o incêndio e dar refúgio os afetados. Roma procurava um culpado e escolheu Nero que, por sua vez, jogou a culpa nos cristãos.

 


Fonte: Super Curioso
Imagem: Shutterstock

Ossos mumificados provariam a existência de monstro ancestral japonês?

O folclore japonês tem, entre suas figuras, o Kappa, um monstro aquático de aspecto humanoide e pele de réptil, bastante mencionado nas histórias de pais que querem manter os filhos longe das margens de rios e mares.

É que essas criaturas possuem um espírito brincalhão e, quando saem da água, costumam assustar as mulheres ou empurrar as crianças dentro do rio, onde, segundo as lendas, elas morrem inevitavelmente afogadas.

Supostamente, um conjunto de ossos mumificados, que seria parte de um verdadeiro Kappa, teria sido entregue à família Miyakonijo Shimazu, em 1818. Um desses lendários seres teria sido capturado nas margens da ilha de Kyushu. A pata, que seria de um Kappa, mede em torno de 8 cm, e o braço com a mão, possui 15 cm. Os restos foram exibidos ao público em 2014, na ilha de Kyushu, porém até onde se sabe os restos não foram submetidos a nenhuma avaliação científica. 


Com humor, um desenho antigo também mostra como se defender de um Kappa.


Fontes: Ancient Origins e Daily Mail

Imagem: Domínio Público, via Wikimedia Commons
Imagem no corpo do texto (de cima para baixo): Imagem via Daily Mail / Domínio Público via Wikimedia Commons.

30 de julho: dia da Tríplice Deusa Inca

Tríplice Deusa Inca: um mito que sobreviveu à queda do império

 

Muitos aficionados pelo povo pré-colombiano que habitou, principalmente, o atual Peru prestam homenagens à Tríplice Deusa Inca. De acordo com alguns grupos dedicados a cerimônias pagãs, os antigos incas dedicavam a essa deusa a data que equivale ao nosso dia 30 de julho no calendário gregoriano. 

A Tríplice Deusa, na realidade, trata de três importantes divindades da mitologia inca: Mama Killa, Mama Ocllo e Mama Cocha.


Mama Killa

Mama Killa era considerada a deusa da lua, do casamento e do ciclo menstrual, defensora das mulheres e foi importante para o calendário Inca. Ela é irmã e esposa do Deus Sol (Inti) e mãe de Mama Ogllo. Segundo escritos do padre Bernabé Cobo, em meados do século XVI, a lua era adorada pelos povos nativos por causa da sua "admirável beleza" e pelos "benefícios que ela concede ao mundo". 

Mitos em torno de Mama Killa dizem que ela chorava lágrimas de prata e que os eclipses lunares foram causados quando ela estava sendo atacada por um animal. Ela era imaginada sob a forma de uma bela mulher e seus templos era servidos por dedicadas sacerdotisas.


Mama Ocllo

Os relatos sobre a origem de Mama Ocllo têm origem nos escritos de Garcilaso de la Vega II, filho do capitão espanhol Sebastián Garcilaso de la Vega com Chimpu Ocllo, uma princesa inca. Diz o cronista que o Deus Sol enviou um par de irmãos que também eram casados - Manco Capac e Mama Ocllo - para levar um pouco de civilidade aos homens que viviam de maneira selvagem e atrasada próximo ao Lago Titicaca. A mãe dos dois é Mama Killa.

O casal de irmãos recebeu do Deus Sol (Inti) um cajado de ouro que deveria ser enterrado na terra, em vários locais, até que ficasse firme. Depois de dias e noites caminhando, o casal finalmente encontrou um lugar em que o cajado se firmou: era o Cuzco, a colina Huanacauri. Eles haviam chegado ao local que seria a capital do grande Império do Sol. 


Mama Cocha

Ela é a deusa inca de todas as águas. Sob seu poder está o mar e suas marés, lagos, rios e fontes de água. Ela é comumente adorada para acalmar as águas turbulentas e para boas pescarias. 

Mama Cocha é reverenciada ao longo de toda a costa dos atuais territórios do Peru, Equador, sul da Colômbia e norte do Chile; onde a pesca era (e ainda é) essencial para muitas pessoas. Uma das principais tarefas da Mama Cocha era proteger as populações incas contra tsunamis e outros desastres marítimos. Na mitologia inca, ela é esposa do deus supremo Viracocha (senhor mestre do mundo), irmão de Mama Killa.

 


Fontes: Revista Rapadura , Machu Picchu.org

Imagem: San Antonio Museum of Art

Seis culturas difentes nos explicam como é arder no fogo do inferno

Diz-se que, depois da morte, quem não foi bom nesta vida vai para o inferno.

Mas, como é esse lugar? Cada cultura o define de uma forma diferente, embora em uma coisa todas concordem: ninguém gostaria de estar lá.

Xibalbá: para os maias, esse nome simbolizava o oculto, um mundo subterrâneo onde o deus da doença, Hun-Camé, e da morte, Vucub-Camé, são líderes absolutos. Ele era acessado por meio de escadas descendentes e intermináveis.

Geena: no inferno judaico, as almas se purificam durante um ano e somente as que não conseguem se salvar ficam por toda a eternidade. Seu nome tem origem no Vale de Ge Hinnom, em Jerusalém, onde, no passado, crianças eram sacrificadas.

Niflheim: para a mitologia nórdica, esse local rodeado de uma neblina infinita abriga o dragão Nidhogg, as pessoas más e a raiz da árvore do mundo. Na zona mais profunda, vive Hela, que, ao lado de seu cão, Garm, tortura as almas eternamente.

Duat: governado por Osíris, o deus egípcio dos mortos, esse inferno era o destino de todas as almas más. Quem possuía o coração mais pesado que uma pluma sofria  grandes torturas nesse local, e seu coração era, por fim, devorado pelo demônio Ammit.

Tuonela: segundo a mitologia finlandesa, esse era o local onde as pessoas davam continuidade à sua vida, porém com uma existência sombria. O lado bom é que, nesse inferno, não havia torturas e, inclusive, se havia um familiar disposto a aguentar os perigos da viagem, as visitas eram permitidas.

A casa das mentiras: a antiga religião surgida dos ensinamentos de Zaratustra afirma que a alma é conduzida até a Ponte Cinvat, que se abre quando as más ações superam as boas, para atirar a pessoa na “casa das mentiras”, um lugar repugnante, onde a comida é podre e as almas são torturadas para sempre.


Fonte: supercurioso.com

Imagem: Tithi Luadthong/Shutterstock.com

Conheça os demônios de banheiro mais populares do mundo

Para as mais diferentes culturas, há um cômodo em que reinam demônios com funções e características variadas.

Este lugar seria o banheiro. Para alguns, trata-se de um recinto solitário, de absoluta intimidade, de sossego. Para outros, de horror, onde são enfrentados monstros antigos e arraigados. O imaginário coletivo de diferentes sociedades deu espaço a várias histórias sobre aparições.

Abaixo, listamos alguns dos demônios de banheiro mais peculiares do mundo:

Sulak: demônio babilônico que se esconde no vaso sanitário e aparece para as pessoas enquanto elas defecam. Ele era representado com patas traseiras e em forma de leão. “A mão de Sulak” era o nome dado às convulsões e acidentes vasculares cerebrais que ocorriam com as pessoas que não eram moderadas nem silenciosas no banheiro.

Kawaya no-kami: demônio japonês, nasceu dos excrementos de Izanami, a deusa da Terra e da Escuridão, para cuidar dos usuários das antigas latrinas. Nesse setor da casa, os japoneses montavam uma espécie de santuário para Kawaya no-kami, que tinha que estar muito limpo – caso contrário, a deusa se vingaria, fazendo nascer crianças feias e tristes.

Zi-Gu: conta a lenda chinesa da dinastia Tang que Zi-Gu era uma mulher bonita pela qual um alto funcionário se apaixonou, matando seu marido, raptando-a e levando-a para viver em seu palácio. A esposa do funcionário matou Zi-Gu por ciúmes, enquanto ela usava o banheiro. Seus lamentos continuaram a ser escutados no local onde encontrou a morte, até que a imperatriz Wu abençoou seu espírito e a nomeou “deusa dos banheiros”, cuja proteção é comemorada no dia 15 do primeiro mês lunar.

Belfegor: antigo demônio judeu-cristão, é também uma divindade das invenções, das descobertas e da preguiça. Ele oferece riqueza para levar as pessoas à avareza e ao egoísmo. Possui chifres, barbas longas, a boca sempre aberta e as pernas de lobo dobradas em volta de seu trono-latrina.

Jinn: criaturas fantásticas islâmicas, acesas no fogo, porém sem fumaça. Podem ver sem ser vistas, mudar de forma à vontade e fazer piadas. Atacam aqueles que não cumprem com os rituais de higiene no banheiro, possuindo seus espíritos.


Fonte: SuperCurioso

Imagem: Sarawoot Pengmuan/Shutterstock.com

Saiba quais são os 11 mandamentos da Igreja de Satã

Ao contrário do que o seu nome poderia supor, a Igreja de Satã possui “mandamentos”.

E eles não só existem como são bastante práticos e úteis para o dia a dia. Os 11 mandamentos da Igreja Satânica, escritos por seu fundador, Anton Szandor LaVey, mostram o quão distante essa instituição sempre esteve de rituais obscuros e desumanos que lhe são atribuídos, e o quão próxima está, por sua vez, das práticas humanas. Estando de acordo ou não, trata-se de um texto e cada um pode interpretá-lo à sua maneira.

Seguem abaixo os 11 mandamentos da Igreja de Satã:

1. Não dê sua opinião ou conselho a não ser que lhe seja pedido.

2. Não conte seus problemas a outras pessoas a não ser que esteja seguro de que elas queiram ouvi-los.

3. Quando estiver na casa de outra pessoa, demonstre respeito ou então não vá até lá.

4. Se um convidado em seu lar irritá-lo, trate-o cruelmente e sem piedade.

5. Não faça avanços sexuais a não ser que lhe seja dado um sinal de acasalamento.

6. Não pegue o que não lhe pertence a não ser que seja um fardo para a outra pessoa e esta queira se livrar do objeto.

7. Reconheça o poder da magia se você já a utilizou com sucesso para obter algo desejado. Se você nega o poder da magia depois de ter recorrido a ela com sucesso, perderá tudo o que conseguiu.

8. Não se preocupe com algo que não tenha a ver com você.

9. Não machuque crianças pequenas.

10. Não mate animais não humanos a não ser que seja atacado ou para alimento.

11. Quando estiver em território aberto, não incomode ninguém. Se alguém o incomodar, peça que pare. Se não o fizer, destrua-o.

 


Fonte: Pijama Surf

Imagem: Simon Baylis/Shutterstock.com

Estudo aponta que unicórnios realmente existiram

Um novo estudo afirma que o chamado "unicórnio siberiano" teria sido extinto muito tempo depois do que se pensava.

Embora o apelido do animal nos remeta ao belo ser mitológico, de fato, a besta ancestral pouco lembra o ser imaginário. Na prática, o bicho mais parece um rinoceronte.

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Estamos falando do sibiricum Elasmotherium, uma espécie que até então pensava-se ter sido varrida do planeta há 350 mil anos, mas que novas pesquisas apontam que foi extinta há 29 mil anos, na região onde atualmente está o Cazaquistão.

O novo estudo foi realizado por pesquisadores da Universidade Estadual de Tomsk (TSU), na Rússia. A equipe chegou à conclusão após analisar um crânio de rinoceronte encontrado perto da aldeia Kozhamzhar, do Cazaquistão. Foi feita uma análise de radiocarbono pelo método AMS. A equipe determinou que o animal morreu por volta de 29 mil anos atrás, quando o homem já existia.

Os pesquisadores esperam que a descoberta revele ainda algo sobre os fatores ambientais específicos que levaram à extinção da criatura, bem como a forma como a espécie conseguiu sobreviver tanto tempo.

Os resultados foram publicados na edição de fevereiro do American Journal of Applied Sciences.

 

 


Fonte: Micro Cap Magazine
Imagem: Heinrich Harder (1858-1935) (The Wonderful Paleo Art of Heinrich Harder) [Domínio Público] via Wikimedia Commons