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400 “portas” misteriosas são encontradas em campo vulcânico

Construções parecem ter mais de 7 mil anos de idade!

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No território de Harrat Khaybar, na Arábia Saudita, foram encontradas, recentemente, quase 400 “portas” construídas em um campo vulcânico. A descoberta só foi possível graças a imagens de satélite, que revelaram a existência dessas estranhas construções nas encostas vulcânicas da região, que parecem datar de mais de 7 mil anos atrás.


As “portas”, erguidas com várias paredes de pedra, medem entre 13 e 518 metros de altura e formam desenhos retangulares, de cometas ou rodas. Os cientistas responsáveis pela descoberta ainda não foram capazes de determinar qual é a função das estruturas, já que elas parecem estar dispostas como as famosas linhas de Nazca no Peru, de modo a serem observadas de cima.

Portas misteriosas

Portas misteriosas

As construções estão situadas em locais inóspitos para a vida – campos de lava com pouca água e vegetação. No entanto, os pesquisadores ressaltam que, há milhares de anos, a configuração da região era muito mais amigável para o desenvolvimento da vida humana.


Fonte: Infobae

Imagens: Google Earth/Reprodução

O monte Kailash

Os peregrinos que frequentam o lugar dizem que viram luzes estranhas sobre a montanha. Assista ao vídeo e tire suas próprias conclusões.

Os mitos sobre a montanha sagrada de Montserrat

Você acredita que alguns mitos podem ser verdadeiros? Assista ao vídeo e confira você mesmo.

Um portal para outra dimensão

Segundo a profecia, um dia um portão se abrirá e através dele os Deuses voltarão para a Terra em suas naves solares.

Conheça as estranhas mensagens apocalípticas do Stonehenge americano

Embora seja recente, a origem e as inscrições no monumento permanecem um mistério. 

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Em uma colina no estado da Geórgia, no sul dos EUA, erguem-se as misteriosas Pedras Guias da Geórgia, conhecidas também como “o Stonehenge americano”. A enorme escultura consiste em seis placas de granito com 6 metros de altura, alinhadas de acordo com critérios astronômicos. As estranhas inscrições contidas nela, juntamente com sua origem particular, permanecem um mistério.

Em 1979, um homem, sob o pseudônimo de R.C. Christian, pediu que o monumento fosse construído. Após pagar com antecedência pelo terreno e pelos materiais da obra, Christian desapareceu sem deixar rastros.

A escultura foi inaugurada em 22 de março de 1980. Na placa central, está escrito, em 15 idiomas antigos e modernos, o que parece ser uma série de instruções para a humanidade. Entre elas, lê-se: “Manter a humanidade sob 500.000.000 em equilíbrio perpétuo com a natureza”, “Unir a humanidade com a nova língua viva”, “Não ser um câncer sobre a Terra” e “Dar espaço para a natureza”.

Enquanto algumas pessoas acreditam que se trata de uma mensagem apocalíptica, outras acham que são guias de inspiração para o futuro da humanidade.


Fonte: Pijama Surf
Imagem: Ajmexico/Flickr/CC by 2.0

O que a ciência tem a dizer sobre o chupa-cabras?

Cientistas questionam a existência do misterioso animal, mas a lenda segue firme e forte!

Existem inúmeras histórias de seres monstruosos que se escondem em lagos, florestas e lugares misteriosos, mas poucos mexeram tão profundamente com as pessoas quanto a famosa lenda do chupa-cabras: uma criatura cujos relatos se multiplicam de Porto Rico à Rússia. Mas é possível haver algo de verdadeiro sobre esse ser misterioso?

Segundo os registros, a primeira vez que alguém viu o chupa-cabras foi em 1995, em Canóvanas, Porto Rico. A criatura foi descrita como assustadora, semelhante a um extraterrestre. A esse relato se acrescentaram os de outros habitantes, que descreviam um ser bípede, de 1,20 a 1,50 metro, com espinhos nas costas, garras longas e olhos grandes. O chupa-cabras é responsabilizado pela morte do gado, do qual sugava o sangue através de uma perfuração no pescoço.

Embora a lenda tenha crescido e se tornado viral na década de 2000, o monstro acabou mudando: já não era um extraterrestre, mas uma espécie de animal quadrúpede, parecida com um cão sem pelos e de aparência assustadora. De fato, várias dessas criaturas foram encontradas mortas, mas, ao estudarem seu DNA, determinou-se que eram, na verdade, cães ou coiotes com sarna sarcóptica (provocada por ácaros), algo bastante comum e que cria esse aspecto estranho na pele dos animais.

Quanto ao gado, vítima do suposto chupa-cabras, não é incomum a morte desses animais por cães selvagens ou coiotes, que abatem suas presas provocando uma hemorragia interna, sem apresentar outras feridas. Segundo Bill Schutt, do Museu Americano de História Natural, em Nova York, os seres que se alimentam de sangue, como os morcegos-vampiros, obtêm o alimento da superfície da pele e não da veia jugular. Além disso, um animal do tamanho de um cão morreria facilmente de fome se se alimentasse somente de sangue, já que carece de outros componentes essenciais, como a gordura.

E por que o mito continua tão popular, mesmo tendo sido desvendado pela ciência? Uma teoria defendida por alguns pesquisadores afirma que ela tem raízes em um sentimento anti-norte-americano de alguns estados latino-americanos, que se sentiram explorados, enganados e ignorados pelos EUA. Entretanto, a popularidade do chupa-cabras pode ter a ver simplesmente com o potencial multiplicador da internet, que fez com que, apesar do descrédito da ciência, o mito continuasse ganhando mais adeptos.


Fonte: La Nación

Imagem: Shutterstock

Triângulo de Bennington: 5 desaparecimentos e nenhuma explicação

Na Floresta Nacional Green Mountain, em Vermont, nos EUA, há um local misterioso que deixa habitantes e turistas alarmados.

Nela fica o chamado Triângulo de Bennington, um lugar onde, desde 1920, são relatados desaparecimentos misteriosos.

Entre 1945 e 1950, houve cinco desaparecimentos, todos entre os meses de outubro e dezembro. Naquela época, essa região era utilizada como cemitério para aborígenes americanos, porque eles acreditavam que era o ponto onde os quatro ventos se encontravam e havia também uma pedra com poderes, que sugava todos que nela tocassem ou pisassem.

O primeiro desaparecido foi Middle Rivers, um caçador experiente que, após se adiantar e se separar de seus companheiros, nunca mais foi visto. No local, também desapareceram Paula Welden, em 1946, James Tedford, em 1949, e Paul Jepson, em 1950. O único caso em que se soube do destino da vítima foi o de Frieda Langer. Seu corpo foi encontrado em um estado terrível, em um lugar que, curiosamente, já havia sido inspecionado várias vezes.



Fonte: supercurioso.com
Imagem: andreiuc88/Shutterstock.com

Enigmático zumbido é ouvido por 2% da população

Há mais de 40 anos foi descrito pela primeira vez um misterioso fenômeno: somente uma pequena parte da população mundial é capaz de perceber um estranho zumbido.


Conhecido em todo o mundo como “The Hum” (“O Zumbido”, em português), esse fenômeno, que, segundo os estudos realizados até hoje, afeta somente 2% da população, é um verdadeiro mistério para a ciência. É impossível dizer quando e onde essa percepção começou, mas é certo que sua relevância se deu por conta da publicação em meios de comunicação em massa, durante a década de 1970, depois que o jornal britânico Sunday Mirror reproduziu várias cartas independentes recebidas em 1977 relatando o fenômeno.

 

Na época, o jornal lançou a seguinte pregunta a seus leitores: “Have you Heard The Hum?”, ou “Você Ouviu o Zumbido?”, em português. Inusitadamente, a redação do diário começou a receber uma verdadeira enxurrada de cartas em resposta.

 

Todas elas coincidiram em pontuar que seus autores, sobretudo durante as noites e dentro de seus edifícios, ouviam um som remoto, muito baixo, similar ao produzido por um motor diesel, mas sem uma fonte lógica que pudesse gerá-lo. Recentemente, em 2012, Glen MacPherson, um professor canadense de matemática, começou a estudar o caso seriamente, elaborando um mapa que localiza as regiões nas quais o misterioso zumbido é escutado mais frequentemente. Até o momento, são mais de cinco pontos diferentes em todo o planeta.

 

Além de criar um teste que permite avaliar as pessoas que dizem ouvir o zumbido, o especialista chegou à conclusão de que não se trata de um ruído, mas sim de vibrações de baixa frequência. Porém, o dilema sobre por que motivo somente algumas pessoas são capazes de escutá-las e o que as gera segue sendo um completo mistério.

 


Fonte: The New Republic
Imagem: Dora Zett/Shutterstock

Trem nazista encontrado na Polônia estaria carregado com arma química letal

Um especialista militar afirma que dentro do comboio nazista, que estaria em um túnel no sudeste da Polônia, haveria grandes quantidades de uma poderosa arma química. Até então, circulava uma antiga lenda de que ali estariam toneladas de ouro. 

O misterioso trem nazista continua causando polêmica. No início, as primeiras teorias sobre seu conteúdo apontavam para uma carga preciosa, depois, para cadáveres dos campos de concentração. Agora, existe a hipótese de um especialista militar polonês, que fala de um conteúdo químico muito perigoso. O local em que o trem se encontra é incerto, mas especula-se que esteja em Walbrzych, na Polônia. Na época da Segunda Guerra Mundial, a região fora anexada pela Alemanha Nazista.

Stanislaw Popiel, especialista da Academia Técnica Militar de Varsóvia, afirma que o trem esconderia um gás letal chamado Tabun. Nos seres humanos, a exposição a esse gás, mesmo em quantidades pequenas, desencadeia uma terrível agonia, enquanto as defesas do organismo entram em colapso, até causar a morte.

Popiel disse que a indústria armamentista do Terceiro Reich criou um programa avançado de armas químicas, apesar de nem todas terem sido utilizadas, e alertou: “qualquer tentativa de mover o trem causará uma evacuação em massa de pessoas, caso haja produtos químicos a bordo”.


Fonte: Clarín 

Descobertas arqueológicas apontam civilizações pré-históricas com tecnologia de ponta como a nossa

Incríveis descobertas arqueológicas indicariam que há milhares, ou até milhões de anos, existiram em nosso planeta civilizações com uma tecnologia tão avançada quanto a nossa. Será que as invenções da sociedade moderna foram, na verdade, reinvenções?

Em 1938, nos arredores de Bagdá, no Iraque, o arqueólogo Wilhelm Konig encontrou barras de ferro datadas de 2 mil anos e capazes de gerar energia elétrica. A potência dessas “baterias” antigas era de mais de um volt, mesmo valor proporcionado por uma pilha alcalina.

Mais de 1.700 anos antes da invenção do sismógrafo, na China, um instrumento criado pelo cientista Zhang Heng conseguiu captar um terremoto ocorrido a 480 km de distância. Essa invenção, conhecida como sismoscópio, surpreende por sua precisão e também por sua beleza (trata-se de um belo vaso com animais esculpidos em bronze). Mas seu modo de funcionamento permanece, até os dias de hoje, um enigma.

No Gabão, na África, mais exatamente na região de Oklo, há um grande reator nuclear de 1,8 milhão de anos de idade. Embora se acredite que ele tenha sido formado naturalmente, muitos cientistas afirmam que isso é impossível, pois as condições para o funcionamento de uma instalação desse tipo são muito precisas para terem sido obra da natureza.

Como era a Antártida antes de estar coberta de gelo? A resposta parece estar em um mapa de 1513, feito pelo cartógrafo Piri Reis, com base em mapas antigos. Nele, é possível ver uma porção de terra ligada à América do Sul, que corresponde, provavelmente, ao litoral da Antártida em períodos pré-históricos.

Nas minas de Ottosdal, na África do Sul, foram encontradas misteriosas esferas de um material muito resistente, com riscos na superfície. Os especialistas acreditam se tratar de formações naturais, porém não entendem como elas chegaram a ter essa configuração particular. Isso sugere que, na verdade, foram feitas por seres “inteligentes”, que teriam habitado a Terra há 2,8 milhões de anos.

Esse não é o primeiro caso de povos super avançados que podem ter vivido em tempos passados. Assista ao vídeo abaixo e conheça mais um caso como esse:

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Fonte: La Gran Época

Imagem: Pigprox/Shutterstock.com