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A Bíblia de R$ 73 milhões em que Jesus teria previsto a vinda de Maomé

A Bíblia secreta em que Jesus teria previsto a vinda do profeta Maomé para a Terra está despertando sério interesse do Vaticano.

Especula-se que o suposto livro de 1.500 anos de idade seria o Evangelho de Barnabé. A obra teria sido escondida pelo governo turco nos últimos 12 anos. Com letras manuscritas em ouro e escrita em aramaico, o livro é avaliado em 14 milhões de libras esterlinas (R$ 73 milhões).

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Somente uma fotocópia de uma única página do manuscrito é estimada em 1,5 milhão de libras (R$ 7,8 milhões). O ministro de Cultura e Turismo da Turquia, Ertugrul Gunay, disse que o livro poderia ser uma versão autêntica do Evangelho, que foi censurada pela Igreja Cristã por seus fortes paralelos com a visão islâmica de Jesus. Ele também disse que o Vaticano fez um pedido oficial para ver a escritura.

De acordo com a crença islâmica, o Evangelho trata Jesus como um ser humano e não um Deus. Ela também rejeita as ideias da Santíssima Trindade e da Crucificação e revela que Jesus predisse a vinda do Profeta Maomé. Em uma versão do Evangelho, acredita-se que Jesus teria dito a um sacerdote: "Como o Messias deve ser chamado? Maomé é o seu nome abençoado".

E em outro, Jesus negou ser o Messias, alegando que ele ou ela seria ismaelita, o termo usado para um árabe.

Apesar do interesse no livro recém redescoberto, alguns acreditam que o livro é uma farsa e remonta ao século 16. Apenas uma verificação científica poderá verificar com certeza qual a idade da obra e acabar com as dúvidas.

 


Fonte: DailyMail

Imagem: I. Grasbergs/Shutterstock.com

Maomé

Muhammad ou Maomé, foi um dos mais influentes líderes religiosos e políticos da história, fundador da religião islâmica. Ele nasceu em Meca, na atual Arábia Saudita, no dia  em 6 de abril de 560 e morreu aos 62 anos em Medina, também na atual Arábia Saudita, no dia 8 de junho de 632.

Maomé veio de uma família de origem humilde, Maomé casou com uma viúva rica aos 25 anos e trabalhou os próximos 15 anos como um comerciante sem grande destaque. Em 610, em uma caverna no Monte Hira, no norte de Meca, ele teve uma visão, na qual escutou Deus falando, por meio do anjo Gabriel, que ele deveria ser o profeta árabe da "verdadeira religião".


Religião islâmica

É preferível andar sozinho do que na companhia dos maus.

Assim, teve início uma vida inteira de revelações religiosas, em que ele e outros seguidores foram registrando no Alcorão. Estas revelações forneceram as bases para a religião islâmica. Maomé se considerava o último profeta da tradição judaico-cristã e ele adotou a teologia dessas religiões mais antigas e a introdução de novas doutrinas.

Seus ensinamentos também trouxeram unidade às tribos beduínas da Arábia, algo que teve consequências abrangentes para o resto do mundo. Em 622, Maomé havia conquistado um grande número de seguidores em Mecca. Contrariados com isso, líderes da cidade, que tinham interesse em manter a religião pagã, planejaram o seu assassinato.


Império

Busca conhecimento do berço à sepultura.

Maomé fugiu para Medina, uma cidade a 320 quilômetros ao norte de Meca, onde ele recebeu uma posição de grande poder. Ali, construiu um modelo de estado e administração teocrática que rapidamente se transformou em um império. Em 629, Maomé retornou para Meca como conquistador. Ao longo dos dois anos e meio que se passaram, diferentes tribos árabes se converteram ao islamismo.

Quando ele morreu, em 8 de junho de 632, ele era o líder de todo o sul árabe e seus missionários estavam em ação no Império do Leste, Pérsia e Etiópia. Ele morreu nos braços de Aishah, sua terceira e favorita esposa. No século seguinte, os sucessores e aliados de Maomé obtiveram várias conquistas, e o avanço muçulmano seguiu até 732, quando ocorreu a Batalha de Tours, na França.

Nesta época, o império muçulmano, entre um dos maiores já visto no mundo, se estendeu da Índia para todo o Oriente Médio, norte da África e península ibéria. A disseminação do Islã continou depois do fim da conquista árabe e muitas culturas na África e na Ásia adotaram esta religião. Atualmente, o Islamismo é a segunda maior religião do mundo.


Primeiro sucessor

O homem é o único culpado da sua própria perdição.

O sucessor de Maomé foi Abu Bakr, o primeiro califa do Islã, iniciador da série chamada dos califas ortodoxos. Nasceu em Meca, no ano de 573 a. C. e faleceu em 23 de agosto de 634 a. C. Foi comerciante em Meca, e um dos primeiros habitantes da cidade a se converter para a nova religião difundida por Maomé, a quem acompanhou ao exílio (hégira) em Medina. Uma de suas filhas, Aisha, se casou com Maomé. Quando o profeta ficou doente nomeou Abu Bakr para conduzir a oração em seu lugar, o que foi interpretado à morte de Maomé como desejo de que Bakr fosse seu sucessor. Assim, em 632 tornou-se na primeira pessoa a ter o título de califa, que significa: "sucessor do Mensageiro de Deus".

 


Imagem: Domínio público, Wikimedia Commons

07.Ene.2015

Atentado terrorista em escritório da revista satírica alastra medo em Paris

O dia 7 de janeiro de 2015 vai ficar marcado pelas cenas de terror vividas em Paris por conta de um atentado ocorrido no escritório da revista satírica francesa Charlie Hebdo que resultou na morte de ao menos 12 pessoas, incluindo dois policiais. De acordo com informações iniciais de agências internacionais, um grupo de homens teria invadido o escritório da revista, gritando:"Vingamos o Profeta!", em referência a Maomé. Em 2011, a revista publicou uma charge que provocou revolta no mundo muçulmano. Na época, a revista sofreu um atentado a bomba. Segundo relato de testemunhas, os homens estavam encapuzados, armados com fuzis e lança-foguetes.

Cinco das vítimas foram identificadas, incluindo quatro jornalistas da revista: o editor Stéphane Charbonnier e os cartunistas Jean Cabut, Georges Wolinski e Bernard Verlhac. O presidente da França, François Hollande, decretou estado máximo de alerta terrorista.

 

 


 

Imagem: Thierry Caro (Own work) [CC BY-SA 4.0], via Wikimedia Commons

08.Jun.0632

Morre Maomé, o fundador do Islamismo

No dia 8 de junho de 632, morria em Medina (atual Arábia Saudita), Muhammad ou Maomé, um dos mais influentes líderes religiosos e políticos da história. Ele morreu nos braços de Aishah, sua terceira e favorita esposa. Nascido em Meca, em uma família de origem humilde, Maomé casou com uma viúva rica aos 25 anos e trabalhou os próximos 15 anos como um comerciante sem grande destaque. Em 610, em uma caverna no Monte Hira, no norte de Meca, ele teve uma visão, na qual escutou Deus falando, por meio do anjo Gabriel, que ele deveria ser o profeta árabe da "verdadeira religião". Assim, teve início uma vida inteira de revelações religiosas, em que ele e outros seguidores foram registrando no Alcorão. Estas revelações forneceram as bases para a religião islâmica. Maomé se considerava o último profeta da tradição judaico-cristã e ele adotou a teologia dessas religiões mais antigas e a introdução de novas doutrinas. Seus ensinamentos também trouxeram unidade às tribos beduínas da Arábia, algo que teve consequências abrangentes para o resto do mundo. Em 622, Maomé havia conquistado um grande número de seguidores em Mecca. Contrariados com isso, líderes da cidade, que tinham interesse em manter a religião pagã, planejaram o seu assassinato. Maomé fugiu para Medina, uma cidade a 320 quilômetros ao norte de Meca, onde ele recebeu uma posição de grande poder. Ali, construiu um modelo de estado e administração teocrática que rapidamente se transformou em um império. Em 629, Maomé retornou para Meca como conquistador. Ao longo dos 2,5 anos que se passaram, diferentes tribos árabes se converteram ao islamismo. Quando ele morreu, em 8 de junho de 632, ele era o líder de todo o sul árabe e seus missionários estavam em ação no Império do Leste, Pérsia e Etiópia. No século seguinte, os sucessores e aliados de Maomé obtiveram várias conquistas, e o avanço muçulmano seguiu até 732, quando ocorreu a Batalha de Tours, na França. Nesta época, o império muçulmano, entre um dos maiores já visto no mundo, se estendeu da Índia para todo o Oriente Médio, norte da África e península ibéria. A disseminação do Islã continou depois do fim da conquista árabe e muitas culturas na África e na Ásia adotaram esta religião. Atualmente, o Islamismo é a segunda maior religião do mundo.

 


Imagem: [Domínio público], Wikimedia Commons

 

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