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Imagens encontradas em ruínas revelam que os maias já jogavam beisebol

Placas de pedra localizadas em Belize são dos anos 600 e 800 da nossa era. 

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Uma expedição arqueológica recente nas ruínas maias de Tipan Chen Uitz, em Belize, encontrou duas placas de pedra nas quais estão inscritas a imagem de jogadores de beisebol.

São dois painéis que, provavelmente, estariam localizados na entrada de um palácio maia e que mostram jogadores de beisebol em plena atividade. Segundo o estudo realizado, os maias teriam incentivado o esporte com uma expectativa especial, já que ele propiciava a interação entre diferentes comunidades.

Beisebol maia

 

Beisebol maia

Os dois pedaços de pedra que, além dos jogadores, possuem vários hieróglifos inscritos, correspondem ao período entre os anos 600 e 800 da nossa era. Em um dos painéis, que está quebrado ao meio por causa de sua idade, é possível ver um jogador, uma bola e um objeto parecido com um bastão.


Fonte: LiveScience

Imagens das pedras: Christophe Helmke / Antiquity 2017

Encontrado o túmulo mais antigo de um de um governante maia

Restos mortais têm pelo menos 1.700 anos! 

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Uma descoberta arqueológica recente conseguiu determinar que o túmulo de um governante maia, escavado na cidade de Perú-Waka e conhecido como “Enterro 80”, corresponde aos primeiros anos da dinastia Wak.

Perú-Waka fica no norte da Guatemala, a 40 quilômetros de Tikal, um dos maiores sítios arqueológicos da civilização Wak, no Parque Nacional Laguna del Tigre.

Durante o período clássico, essa cidade real dominou as rotas comerciais mais importantes da região e acredita-se que uma das primeiras dinastias conhecidas, a Wak, tenha se assentado lá durante o segundo século da Era Cristã.

De acordo com os resultados preliminares do estudo, o Enterro 80 abrigaria supostamente os restos do rei Te ‘Chan Ahk, um monarca Wak que governou no século IV. Trata-se do túmulo real mais antigo jamais descoberto nessa região, com, pelo menos, 1.700 anos de história.

Na tumba, também foram encontrados recipientes de cerâmica, enfeites de jade, conchas de Spondylus e um pingente talhado em forma de crocodilo. Além disso, um levantamento topográfico com Laser Scanning 3D permitiu a descoberta de uma rede antiquíssima de passagens que interligavam as pirâmides maias do local.


Fonte: Nodal Cultura

Imagem: Juan Carlos Pérez/Proyecto Arqueológico Waka/Ministry of Culture and Sports of Guatemala

Pacal, o imperador maia que teria viajado ao espaço

Imagem do líder conduzindo nave espacial foi feita há mais de 1.300 anos! 

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Mais conhecido como Pacal, o Grande, K’inich J’anaab Pakal foi governante da cidade maia de B’aakal, localizada no atual território do sítio arqueológico de Palenque, no norte de Chiapas, no México, de 615 a 683 d. C.

Em junho de 1952, uma expedição arqueológica encontrou seu túmulo, considerado, então, o mais importante já descoberto. Mais especificamente, os restos do governante descansavam em um local majestoso, e seu rosto estava coberto por uma máscara de jade.

Sua lápide estava inscrita com uma série de imagens enigmáticas, que deixaram os arqueólogos totalmente desconcertados. Com o tempo, especialistas em ufologia passaram a afirmar que essas imagens eram a prova dos conhecimentos tecnológicos dos maias e sua interação com seres extraterrestres.

Algumas ilustrações mostram Pacal pilotando uma suposta nave espacial, e é possível ver suas mãos manejando uma espécie de painel de controle, com botões e alavancas. Tanto é assim que os especialistas batizaram esse personagem de o “astronauta de Palenque”.

Examinando a ilustração de perto, é possível observar uma espécie de dispositivo no seu nariz, o que poderia ser uma referência a algum aparelho de ajuda respiratória no espaço (círculo vermelho); e seus pés descansavam sobre o que parece ser um par de pedais (círculo laranja); enquanto o veículo que ele comanda lança chamas ou restos de algum combustível (círculo amarelo).

Pakal

Do ponto de vista arqueológico, os especialistas explicaram que as imagens obedecem aos elementos da mitologia maia e refletem as crenças do que acontece com os seres humanos depois de terem cruzado o umbral da vida.


Fonte e imagens: Super Curioso

10 grandes civilizações que desapareceram misteriosamente

Ninguém conseguiu desvendar os motivos pelos quais civilizações inteiras - algumas bem avançadas, inclusive - simplesmente somem do mapa! 

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Veja exemplos de algumas que desapareceram sem deixar pistas: 


Cultura Clóvis (10.600 – 11.250 a. C.): Ninguém foi capaz de explicar o desaparecimento dessas tribos, que habitaram a América do Norte durante a Idade da Pedra. Vestígios de sua existência foram descobertos na década de 1930.

Cultura de Cucuteni ou Tripiliana (5500 – 2750 a. C.): Durante o Neolítico, essa cultura ergueu os maiores assentamentos da Europa, e eram mestres na cerâmica.

Civilização do Vale do Indo (3300 – 1300 a. C.): Chegou a ser a civilização mais importante dos atuais territórios da Índia e do Paquistão e desenvolveu estudos sobre astronomia e agricultura. Além disso, foi a primeira civilização a fabricar tecidos e roupas.

Civilização Minoica (3000 – 1200 a. C.): Foi uma das civilizações mais avançadas da época. Eles construíram palácios magníficos, entre os quais se destaca o de Cnossos na ilha de Creta. 

Civilização Maia (2600 a. C. – 1520 d. C.): É o caso mais enigmático do desaparecimento de uma civilização. De um dia para o outro, seus templos, estradas, cidades e monumentos foram abandonados. Não se teve mais notícia deles.

Civilização Micênica (1600 – 1100 a. C.): Civilização guerreira que dominou quase por completo o território da Grécia. Onipotente tanto cultural quanto economicamente.

Civilização Olmeca (1500 – 400 a. C.): É considerada a cultura mãe da civilização mesoamericana. A ela é atribuída a criação da escrita e do calendário da região, além do conceito do número zero.

Nabateus (século VI – IV a. C.): Habitaram o sul da Jordânia e desenvolveram a maior rede de diques, canais e reservatórios de água jamais concebida na região, que é absolutamente desértica.

Império de Axum (100 – 940 d. C.): Essa civilização ocupou o norte na Etiópia na época dos primeiros cristãos, construindo monumentos incríveis em forma de estelas e obeliscos.

Império Khmer (1000 – 1400 d. C.): Chegou a contar com até 1 milhão de pessoas, praticantes do hinduísmo e do budismo. Sua cultura fértil deixou templos, torres e várias criações arquitetônicas em uma larga porção da Ásia.


Fonte: RT

Imagem: Youtube/Reprodução

Encontrada pirâmide oculta dentro de templo maia em Chichen Itza

Uma terceira estrutura escondida dentro da famosa Pirâmide de Kukulkán foi descoberta por pesquisadores no México.

A pirâmide de 10 metros de altura foi achada em dois outros edifícios que formam a monumental pirâmide maia de 30 metros, localizada no complexo de Chichen Itza, no sudeste do país.


A descoberta sugere que a pirâmide foi construída em três fases. Segundo os pesquisadores da Universidade Nacional Autônoma do México, UNAM e do Instituto Nacional de Antropologia e História, INAH, a pirâmide recém-descoberta foi construída entre os anos 550 e 800. A estrutura do meio foi descoberta em 1930 e, acredita-se, foi erguida entre 800 e 1000, enquanto que estima-se que a parte externa principal, conhecida como "O Castelo", foi concluída entre 1050 e 1300. 

 

Os pesquisadores acreditam que as pirâmides foram construídas uma sobre as outras por diversas razões, incluindo a deterioração da estrutura ou a chegada de um novo líder.

Fonte: Universidad Nacional Autónoma de MéxicoFonte: Fonte: Universidad Nacional Autónoma de México


A estrutura menor foi descoberta por meio de uma técnica não-invasiva de tomografica elétrica tridimensional, que mede sinais eléctricos emitidos após uma injecção de correntes suaves, que formam uma representação do interior da pirâmide, sem causar danos ao patrimônio.

A civilização maia ocupou a península e partes da América Central de Yucatán, atingindo o seu auge no século VI d.C. Atualmente, o complexo de Chichen Itza é um Patrimônio da Humanidade da UNESCO e recebe mais de um milhão de visitantes todo ano.


Fonte: BBC 

Imagem: Michael Vesia/Shutterstock.com

Uma das esculturas maias mais espetaculares já vistas foi encontrada na Guatemala

Um impressionante friso maia de 1400 anos, em uma pirâmide na Guatemala, é considerado um dos mais "espetaculares já vistos até agora".

A obra, decorada com imagens de deuses e governantes e uma longa inscrição, está em um sítio arqueológico em Holmul, a cerca de 600 quilômetros ao norte da capital da Guatemala. Com oito metros de comprimento e dois de largura, a peça inclui três figuras principais, "vestindo ricos adornos com penas de quetzal (ave símbolo nacional) e jade, sentados sobre as cabeças dos monstros witz (colina)", descreveu  Francisco Estrada-Belli, diretor do projeto arqueológico, segundo o site da BBC.

O personagem principal foi identificado como Och Chan Yopaat. Da boca do monstro central saem duas serpentes emplumadas das quais emergem os ancestrais e as colinas laterais.

Estrada-Belli disse que é provável que a obra represente a coroação de um novo rei em torno do ano de 590 d.C, durante o período clássico da civilização maia.

"É uma das coisas mais incríveis que eu já vi. Trata-se de uma descoberta extraordinária, uma obra de arte que também nos traz muitas informações sobre a função e o significado da construção”, afirmou o pesquisador. 
 


Fontes: BBC , Smithsonian.com , Tulane University

Imagem: Francisco Estrada-Belli/Divulgação

5 dados essenciais para entender a cultura maia

Os maias possuíam um incrível conhecimento em medicina, bruxaria, plantas alucinógenas e também faziam alguns rituais que deformavam corpos para atender seus padrões sociais. 

Essa esplêndida civilização que instiga a curiosidade de fãs e pesquisadores até os dias de hoje formou uma das sociedades mais evoluídas da América pré-colombiana. Muitas cidades maias atingiram o seu mais elevado estado de desenvolvimento durante o período clássico (250 d.C. a 900 d.C.). Veja a seguir cinco dados essenciais para compreender essa cultura.


Medicina: Os maias foram ótimos médicos. A medicina estava nas mãos de poucos xamãs, formados tanto em ciência médica quanto em bruxaria. Eles suturavam feridas com cabelo humano, curavam fraturas e dominavam técnicas odontológicas complexas.

 

Calendários: Não tinham um só calendário, mas vários interconectados. Sua ampla compreensão astronômica lhes permitiu desenvolver uma medição do tempo extremamente precisa.

 

Desaparecimento: O desaparecimento do povo maia continua sendo um dos maiores mistérios da história. Embora haja provas suficientes para fazer crer que foi a escassez de recursos naturais que os levou à extinção, ainda não há consenso acadêmico a respeito.

 

Infância: as crianças maias eram nomeadas segundo o dia em que nasciam. Além disso, eram feitas intervenções em seus corpos, como esmagar a testa ou provocar a vesguice, para modificar a fisionomia natural de acordo com os padrões sociais de perfeição.

 

Plantas sagradas: Vários alucinógenos, como o peiote e diversos fungos psicoativos, eram utilizados tanto em rituais religiosos quanto no cotidiano. Muitas plantas eram consideradas sagradas por sua capacidade de conectar o mundo terreno com o mundo dos espíritos.


Fonte: Super Curioso

Imagem: Alice Nerr/Shutterstock.com

Descoberta arqueológica lança luz sobre disputas de poder entre dinastias maias

Dois túmulos maias recém-descobertos no norte da Guatemala poderão fornecer informações preciosas para entender como as dinastias se organizavam e se enfrentavam pelo poder no continente americano.

A 500 km da capital guatemalteca, a Cidade da Guatemala, estão as pirâmides de Holmul. Lá, uma equipe de arqueólogos acaba de desenterrar dois túmulos pertencentes à nobreza maia e que continham, entre outros achados importantes, uma tíbia humana com inscrições pictográficas, dentes com incrustações de jade e um pingente do “rei da serpente”.

O arqueólogo Francisco Estrada-Belli afirma que se trata de uma descoberta excepcional, já que os dados analisados permitem afirmar que um dos túmulos pertencia a um rei da Dinastia da Serpente, vindo de terras distantes para disputar o poder da região.

No pingente encontrado, é possível ler: “Esse é o colar de Yuknoom Ti Chan, o rei sagrado de Kaanul”. Estrada-Belli acredita que “essa joia nos diz que as influências da dinastia eram bastante penetrantes” e que, possivelmente, as disputas entre dinastias pré-colombianas “se pareciam muito com as de ‘Game of Thrones’ ou as da Europa medieval”.


Fonte: RT

Imagem: Art of Life/Shutterstuck.com

Garoto encontra cidade maia e provoca dúvidas entre arqueólogos

Uma cidade maia perdida no meio da floresta foi descoberta graças ao trabalho de um astuto garoto de 15 anos. 

O feito do canadense William Gadoury está rodando o mundo e seu achado será publicado em uma revista científica, segundo notificou o diário Journal de Montreal. Sua "descoberta" porém é fonte de dúvidas e desconfianças por parte de arqueólogos especializados em assuntos maias. 

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Gadoury sempre foi interessado pela civilização maia, que habitou a região onde atualmente estão o sul do México, Guatemala e Belize. Ele associou as cidades deste povo com as estrelas e teve a sacada de sobrepor as 22 constelações previstas nos escritos antigos do Códice Maia de Madri ao Google Mapas.

O garoto descobriu que as posições das estrelas correspondiam à localização das antigas cidades maias e que as estrelas mais brilhantes identificavam os maiores centros.

Gadoury encontrou 117 estrelas correspondentes a povoados maias, porém reparou que havia uma estrela que não possuía cidade identificada. E foi aí que nasceu sua grande descoberta. Na posição dessa 118ª estrela, em ponto longínquo da Península de Iucatã, teria existido uma cidade maia.

Imagens de satélite confirmaram que no local indicado pelo garoto há estruturas com formas geométricas e outros 30 prédios. Gadoury batizou seu achado de K'aak Chi (boca de fogo). O local é difícil de ser explorado por causa mata fechada. A agência espacial canadense (CSA) confirmou que as imagens de satélite dão claros sinais de que se trata mesmo de uma cidade. 

Dúvidas

A "descoberta" do garoto é vista com cautela por arqueólogos especializados na pesquisa sobre a civilização maia. Muitos refutam uma possível conexão entre as estrelas e a construção das cidades mais. Os especialistas defendem que, antes de considerar os astros, os maias levavam em consideração outros fatores antes de erguer suas cidades tais como fontes de água, matérias-primas e solo para o cultivo. 


De acordo com notícia divulgada pelo El País, O Instituto Nacional de Antropologia e História do México, "não pode avalizar a existência dessa cidade, nem as informações apresentadas pelo jornal canadense". A instituição também afirmou que a "teoria que propõe que os maias construíram cidades a partir de constelações foi descartada por seus arqueólogos."

 

 


Fonte: G1
Imagem: Reprodução/Twitter/Canada Space Agency

Explicado o desaparecimento misterioso da civilização maia

Por que a civilização maia fugiu em massa de suas imensas cidades há cerca de mil anos?

A pergunta, que se manteve ao longo de todos esses anos como um dos maiores mistérios da história, pode ter uma resposta.

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Um estudo liderado por arqueólogos dos EUA e do Reino Unido permitiu que fossem analisados comparativamente todos os centros urbanos da civilização maia, revelando com precisão seus períodos de atividade máxima, fim de sua atividade e sua relação com fatores climáticos.

Dessa forma, foi possível determinar que o florescimento da cultura maia coincide com um período de chuvas abundantes, relativamente altas para a região. No entanto, a partir de 820 d.C., irrompeu uma seca que se estendeu por 95 anos, e outras décadas mais em algumas regiões.

Entre os anos 850 e 925, que coincide com o período de seca, ruiu a maior parte das cidades maias localizadas na região sul, no atual território da Guatemala e Belize. Contudo, na região norte da península de Iucatã, a civilização, longe de decair, começou a florescer. 

Foi aí que pesquisadores se perguntaram por que o sul se paralisou por causa da mudança climática e o mesmo não ocorreu com o norte. Embora haja muitas hipóteses, o novo estudo traz uma nova compreensão sobre quando e como a civilização maia chegou ao fim.

Se a seca de finais do século IX e início do século X foi grave, a do século XI foi devastadora: os registros mostram que as chuvas foram reduzidas drasticamente entre os anos 1020 e 1100, confirmando que a mudança climática coincide não somente com um, mas com dois períodos do declínio maia.

Assim, enquanto a primeira seca teria acabado com a civilização maia do sul, a segunda pode ter causado o desaparecimento dos maias do norte. Depois desse período, a civilização maia não se recuperaria nunca mais.

Por último, afirma o estudo, a mudança climática parece ter desempenhado um papel decisivo na queda do Império Maia, que dependia totalmente da agricultura. Anos de colheitas ruins teriam reduzido gradativamente o poder político das autoridades, ao mesmo tempo em que aumentou a desintegração do tecido social, motivando, por fim, o êxodo da população em busca de água e comida.

 

 


Fonte: BBC 

Imagem: rui vale sousa/Shutterstock.com