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MACONHA

Independente do nome... erva, maconha, baseado, fumo, essa planta controversa tem profundasraízesna América. Henry vai cavar fundo e mostrar desde sua origem misteriosa eos programas supersecretos do governocom relação a esta ervaaté sua importância nos tempos coloniais e na guerra.

Independente do nome... erva, maconha, baseado, fumo, essa planta controversa tem profundasraízesna América. Henry vai cavar fundo e mostrar desde sua origem misteriosa eos programas supersecretos do governocom relação a esta ervaaté sua importância nos tempos coloniais e na guerra.

Conheça a origem da maconha

Assista ao vídeo e conheça os usos ancestrais da maconha e suas aplicações. Até Bonaparte fez uso!

11 mitos e clichês sobre a maconha que precisam virar fumaça

Falar sobre maconha no Brasil ainda é tabu, mas, cá pra nós, já está na hora de tratar do tema de forma mais aberta. O que trava o avanço do debate sobre a legalização das drogas são os lugares comuns e a forte carga de preconceito em relação aos usuários. Será que você carrega alguns desses conceitos?

Faça um teste rápido e descubra:

 

A REVOLUÇÃO DA MACONHA

SOBRE

Houve uma enorme mudança na forma como a cannabis é vista hoje pelo povo americano. Alguns estados já permitem alguma forma de maconha medicinal e quatro a legalizaram totalmente. Este especial de duas horas traz uma visão em 360 graus da indústria crescente da maconha. Dos produtores aos usuários, aos adversários e empresários... vamos dar um mergulho profundo na história e no mundo atual da maconha, que segue em constante mudança.

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Conheça o Canna Vine, que une vinho e maconha

Produtores na Califórnia lançaram um vinho que pode ser considerado "dois em um", ou seja, faz uma combinação surpreendente de álcool com maconha.

A criação da adega Mary Jane Wines pode deixar duplamente animados amantes da fermentação do sumo da uva e da erva, já que a bebida é feita a partir de uma infusão com Cannabis.

Porém, não basta apenas apreciar as duas coisas para ter acesso a uma bebida destas. Para começar, é preciso preparar o bolso. O preço da garrafa varia de US$ 120 a US$ 400 dólares (R$ 383 e R$ 1270).

Além de ter uma conta bancária para bancar esse prazer, também é necessário cumprir com algumas exigências como possuir uma prescrição médica e viver no estado da Califórnia.

De qualquer modo, há de se levar em consideração que, para a fabricação do Canna Vine, é utilizada uma substância chamada canabidiol (CBD), sem propriedades psicoativas, diferentemente do THC da maconha.

De acordo com o jornal Los Angeles Times, o Canna Vine utiliza o processo de produção do vinho que combina uvas cultivadas biodinamicamente e maconha orgânica. Se você não sabe o que o termo biodinâmica significa, de acordo com a Associação de Biodinâmica trata-se de uma "abordagem holística, ecológica e ética para a agricultura, jardinagem, alimentação e nutrição".

 


Fontes: BustleStoryPick

Maconha altera resposta do cérebro ao dinheiro, segundo estudo

Estudo sugere que fumar maconha pode mudar a forma como o cérebro reage a recompensas, como ganhar dinheiro.

Os testes foram conduzidos pela Escola de Medicina da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. De acordo com Mary Heitzeg, professora-assistente de psiquiatria e autora da pesquisa, em entrevista ao site LiveScience, os resultados sugerem que as pessoas que fumam maconha "não sentem tanto prazer a partir de coisas que, naturalmente, dão prazer a alguém".

No estudo, os investigadores analisaram 108 pessoas, em torno de 20 anos de idade. Os pesquisadores mapearam os cérebros dos participantes três vezes, ao longo de quatro anos. Durante os exames cerebrais, os participantes disputaram um jogo em que eles tinham que apertar um botão sempre que aparecia um alvo na tela na frente deles. Antes de cada rodada, os pesquisadores disseram que, dependendo de como fosse o desempenho no jogo, eles poderiam ganhar US$ 0,20; US$ 5, perder o dinheiro ou não ter recompensa ou perda.


Usos da maconha

As pessoas avaliadas no estudo que usaram maconha com mais frequência mostraram respostas cerebrais mais fracas em relação a quem usou a droga com menos frequência ou não usou. As descobertas foram publicadas na revista JAMA Psychiatry, no último dia 6 de julho. 

O novo estudo acrescenta que o uso da maconha está ligado a problemas com o funcionamento emocional e desempenho acadêmico e até mesmo mudanças na estrutura cerebral. A pesquisa também sugere que quanto mais cedo na vida uma pessoa usa maconha, mais rápida poderá ser a transição para a dependência da droga ou para outras substâncias.


Estudo não serve como prova

Francesca Filbey, professora associada de Ciência Comportamental e Cerebral na Universidade do Texas, em Dallas, que não esteve envolvida no estudo, escreveu um editorial na mesma revista em que o estudo foi publicado afirmando que, apesar das evidências levantadas pelo novo estudo, o trabalho não prova que o uso de maconha causa mudanças na forma como o cérebro age a recompensas. Mais pesquisas são necessárias para determinar se as mudanças são a causa ou a consequência do uso de maconha, disse ela.

É também possível que alguns fatores genéticos subjacentes tornem as pessoas mais propensas a começar a usar maconha e que os mesmos fatores tornem certas mudanças no cérebro mais suscetíveis, escreveu Filbey.

 


Fonte: LiveScience

Imagem: tomkawila/Shutterstock.com 

William Shakespeare fumava maconha?

Uma surpreendente descoberta científica afirma ter encontrado indícios de cannabis e nicotina nos cachimbos supostamente utilizados pelo famoso dramaturgo inglês.

Uma pesquisa, publicada pelo South African Journal of Science, concluiu que há evidências de cannabis e nicotina nos cachimbos encontrados em Stratford-upon-Avon, na Inglaterra, local onde viveu William Shakespeare.

Francis Thackeray, professor da Universidade de Witwatersrand, em Johannesburgo, na África do Sul, pergunta-se se a cannabis pode ter sido uma fonte de inspiração para o dramaturgo. Ele cita um soneto shakespeariano no qual o escritor alude a uma “erva daninha”. O pesquisador afirma que Shakespeare “estava brincando com as palavras e que esta é provavelmente uma referência enigmática à cannabis”.

O professor realizou uma análise científica com outros especialistas, como Nicholas van der Merwe, da Universidade da Cidade do Cabo, e o inspetor Tommy van de Merwe, do laboratório de narcóticos da polícia sul-africana. Para isso, utilizaram técnicas como a espectrometria de massa e a cromatografia gasosa.

Você conhece a história do Verão da Lata? Logo após a ditadura militar, o litoral de São Paulo e Rio de Janeiro foram banhados por latas recheadas com maconha prensada. Só que estava ali pode presenciar e ficou para contar essa história. Assista ao especial abaixo completo, e veja como foi essa história, baseada em fatos reais:

 


Fonte: Clarín 

MACONHA

Independente do nome... erva, maconha, baseado, fumo, essa planta controversa tem profundasraízesna América. Henry vai cavar fundo e mostrar desde sua origem misteriosa eos programas supersecretos do governocom relação a esta ervaaté sua importância nos tempos coloniais e na guerra.

O Caminho das Latas: como aconteceu aquele verão em números

"Cumpádi, você pode não acreditar, mas peguei peguei QUATRO latas! Já em Sampa, guardei uma que já estava aberta para consumo próprio. E pra fazer uma presença com a rapeize, morou? As outras três? Troquei por uma Parati 87, quase zero, bicho.*"

* Diálogo escrito com base em depoimentos encontrados em crônicas e noticiários da época.

 

2000 km de praias invadidos por muitas latasPara muita gente, avistar e  recolher uma lata no mar daquele Verão era como acertar na loteria. Os usuários da droga sentiam que haviam tirado na sorte grande ao escapar da polícia e dos traficantes ao mesmo tempo. E a polícia sabia o que essas pessoas fizeram no verão de 1987, sabia mas não pode fazer muita coisa. Era muita, mas muita lata invadindo 2 mil quilômetros de praias, do litoral do Rio de Janeiro ao Rio Grande do Sul.

Mesmo quem não consumia a droga, caçava as latas. Durante o dia, as latas eram escondidas na areia e revendidas mais tarde para intermediários.

334 latas escondidas em uma mansão em Angra. 1 caseiro foi presoAlguns surfistas viraram traficantes, pescadores e marinheiros trocavam as latas que tinham alto valor no mercado negro por pranchas, redes de pesca, carros e até casas. “São pessoas humildes, que tentavam ganhar dinheiro fácil e acabaram se dando mal”, afirmaram policiais aos repórteres quando prendiam caiçaras que vendiam a lata por 8 mil cruzados para quem vinha buscar na fonte. Já os traficantes chegavam a passar para frente o conteúdo por cinco vezes mais. Um caseiro foi preso com 334 latas escondidas numa mansão em Angra dos Reis.

MAS PORQUE SERÁ QUE OS TRIPULANTES DO SOLANA STAR TIVERAM QUE JOGAR SUA PRECIOSA CARGA NO MAR?

Existem duas versões dessa história. Descubra qual é a verdadeira no especial
VERÃO DA LATA, produção original HISTORY que será exibida em 6 de dezembro, a partir das 22H.

O Solana Star partiu da Austrália e parou para recolher sua preciosa carga em Singapura, no sudeste da Ásia. Seu destino oficial era o Panamá, mas, no caminho, a droga seria infiltrada nos EUA, a partir de Miami. Depois de navegar por 65 dias, o barco começou a ser perseguido pela Marinha e Guarda Costeira perto de Angra dos Reis, após ter que fazer uma baldeação de emergência no Brasil.

22 toneladas de maconha jogadas ao marA DEA (Drug Enforcement Administration) fez o alerta sobre a carga do Solana Star para as autoridades brasileiras, enquanto o navio ainda estava na metade do caminho para cá. Um grupo de 15 a 20 homens promoveu uma caçada ao Solana Star por duas semanas, com o apoio de aeronaves, utilizando até uma fragrata e um contratorpedeiro da Marinha do Brasil. Foi uma verdadeira operação de guerra.

Para se livrar do flagrante, as aproximadamente 22 toneladas de maconha foram despejadas próximo a Ilha Grande, na costa do Rio de Janeiro. No início, as correntes marítimas espalharam as latas principalmente nos litorais paulistas e cariocas.

 

15mil latas 1,5kg de maconha

 

Antes de jogar as 15 mil latas que tinham entre 1,3 e 1,5 kg de maconha fora, os tripulantes que estavam sem comida e água potável, pensaram em afundar o Solana Star com toda a carga dentro. Pegariam outro barco nos EUA, retornando para buscar o carregamento no fundo do mar meses depois.

Seis norte-americanos e um costa-riquenho, com idades entre 32 e 52 anos, foi a tripulação registrada do Solana Star que desembarcou no Rio de Janeiro. O cozinheiro foi único preso.

Após três vistorias, apenas dez centigramas de maconha foram encontradas pela polícia nos depósitos do Solana Star, onze dias depois de sua ancoragem no Rio de Janeiro.  

Cem dólares por dia de viagem foi o pagamento combinado verbalmente entre o Primeiro Oficial John Powers e Stephen G. Skelton para trabalhar como cozinheiro e ajudante geral do Solana Star. Ele seria pago ao desembarcar "no Panamá", segundo seus depoimentos para a polícia.  

Stephen G. Skelton foi condenado a 20 anos de cadeia, mas foi absolvido em segunda instância, após passar um ano na prisão. Uma carga de 22 toneladas, como a do Solana Star, renderia por volta de 90 milhões de dólares aos traficantes internacionais.

Das 15 mil latas lançadas ao mar, a polícia só conseguiu apreender 2.563 latasNo Brasil, por conta da “qualidade superior da erva”, cada lata de maconha poderia ser comercializada por até 500 dólares na Zona Sul do Rio de Janeiro. Matérias de jornal publicadas na época dizem que esses 500 dólares correspondiam a 30 mil cruzados, e que os pescadores e caiçaras vendiam a mesma quantidade de erva da lata por 4 a 8 mil cruzados para os intermediadores.

Das 15 mil latas lançadas ao mar, a polícia só conseguiu apreender 2.563 latas, conforme os registros oficiais. O resto foi consumido ou se perdeu nos mares brasileiros.