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16.Dic.1770

Nasce Ludwig van Beethoven

O compositor Ludwig van Beethoven foi batizado em 17 de dezembro de 17701, em Bonn, Alemanha. Ele foi inovador, ampliando o alcance das sonatas, sinfonias, concertos e quartetos, e combinando vocais com instrumentos de uma nova forma. Sua vida pessoal foi marcada pela luta contra a surdez, e alguns dos seus trabalhos mais importantes foram compostos durante os últimos dez anos de sua vida, quando ele estava praticamente incapaz de ouvir.ssas obras incluem Missa Solemnis e o Quarteto n° 14. Sua nona e final sinfonia, finalizada em 1824, continua sendo sua obra mais ilustre.

 

Beethoven morreu em 26 de março de 1827, aos 56 anos e a autópsia concluiu que a causa da morte foi uma cirrose. O exame também indicou que, ao contrário de uma doença arterial, a surdez de Beethoven teria sido decorrente do tifo, que teria contraído no verão de 1796.

 

Ludwig van Beethoven é considerado o melhor compositor de todos os tempos. E o fato de ele ter composto suas mais extraordinárias obras enquanto surdo o eleva a uma classificação de gênio super humano.

 

VEJA A BIOGRAFIA COMPLETA

  


Nota
1. Beethoven foi batizado no dia 17, porém sua data de nascimento é frequentemente declarada como 16 de dezembro de 1770. Sua família celebrava seu aniversário no dia 16, porém não existe qualquer evidência documental de que seu nascimento tenha de fato ocorrido nesse dia. [Fonte: Wikipédia]


IMAGEM: Karl Jäger / Library of Congress [Domínio público], Wikimedia Commons

 

As 50 músicas mais importantes da história segundo a ciência

A música 'Smells Like Teen Spirit', do Nirvana, é a mais importante da história, apontou um estudo inglês que reuniu as 50 canções mais emblemáticas de todos os tempos - ouça abaixo a lista completa.

A pesquisa, conduzida pela Goldsmiths, da Universidade de Londres, encontrou certas "coincidências" entre as composições que conquistaram e ainda cativam tantos fãs pelo mundo ao longo do tempo.

O responsável pela lista, Mick Grierson, músico e doutor em Ciência da Computação, usou como base sete listas de “melhores músicas da história da humanidade" de revistas como Rolling Stone, NME e Q. Grierson descobriu que as músicas costumam ter em torno 500 batidas - pulsando a 125 bpm por minuto, em média - a exceção fica por conta dos hinos do punk. O autor, porém, diz que não há uma fórmula para uma música entrar para a história. “Se você quiser criar grande música, precisa fazer apenas com que ela soe muito bem", afirmou. Confira a lista abaixo:

[OUÇA A PLAYLIST NO SPOTIFY]

 

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50. Best Of My Love, The Emotions

49. River Deep Mountain High, Ike and Tina Turner

48. A Change Is Gonna Come, Sam Cooke

47. When Doves Cry, Prince

46. Dancing In The Street, Martha Reeves and the Vandellas

45. My Generation, The Who

44. You’ve Lost That Lovin’ Feeling, The Righteous Brothers

43. God Only Knows, The Beach Boys

42. Sultans Of Swing, Dire Straits

41. What’d I Say, Ray Charles

40. Gimme Shelter, The Rolling Stones

39. Papa’s Got A Brand New Bag, James Brown

38. Stand By Me, Ben E King

37. A Day In The Life, The Beatles

36. Every Breath You Take, The Police

35. Hallelujah, Leonard Cohen

34. No Woman No Cry, Bob Marley

33. Jonny B Good, Chuck Berry

32. Yesterday, The Beatles

31. Purple Haze, Jimi Hendrix

30. Good Vibrations, The Beach Boys

29. Dancing Queen, ABBA

28. Family Affair, Sky And The Family Stone

27. Respect, Aretha Franklin

26. Bridge Over Troubled Water, Simon & Garfunkel

25. Creep, Radiohead

24. Be My Baby, The Ronettes

23. Born To Run, Bruce Springsteen

22. What’s Goin’ On, Marvin Gaye

21. Over The Rainbow, Judy Garland

20. Heartbreak Hotel, Elvis Presley

19. Life On Mars? David Bowie

18. I Will Always Love You, Whitney Houston

17. Live Forever, Oasis

16. The Twist, Chubby Checker

15. Stairway To Heaven, Led Zeppelin

14. Your Song, Elton John

13. Hotel California, The Eagles

12. Waterloo Sunset, The Kinks

11. London Calling, The Clash

10. Sweet Child O’Mine, Guns N’ Roses

9. God Save The Queen, Sex Pistols

8. (I Can’t Get No) Satisfaction, Rolling Stones

7. Like A Rolling Stone, Bob Dylan

6. Hey Jude, The Beatles

5. Bohemian Rhapsody, Queen

4. Billie Jean, Michael Jackson

3. One, U2

2. Imagine, John Lennon

1. Smells Like Teen Spirit, Nirvana

 


Fonte: QG
Imagem: Radu Bercan/Shutterstock.com

 

 

03.Aug.1996

“Macarena” inicia seu reinado no topo das paradas americanas

Se as canções pop, como os furacões, fossem classificadas em uma escala objetiva, de acordo com sua capacidade em sacudir o panorama da cultura pop, então a música que alcançou o topo das paradas americanas em 3 de agosto de 1996 seria um monstro da Categoria 5. Ela fez sua primeira aterrissagem na Flórida como uma rumba cantada em espanhol aparentemente inofensiva, porém, nas mãos de uma dupla de produtores de Miami, ela logo foi vitaminada e transformada em “Macarena (Bayside Boys Mix)”, uma canção que arrasou toda a competição em uma corrida pelo primeiro lugar nas paradas, com início no dia 3 de agosto de 1996.

 

O grupo que leva crédito pela música que passou mais tempo na Billboard Hot 100 (60 semanas) que qualquer outra da história é o Los del Río, mas seu sucesso esmagador teve um longo percurso até chegar ao topo das paradas. Los del Río era o nome pelo qual dois espanhóis de classe média chamados Antonio Romero e Rafael Ruíz se apresentavam juntos desde 1962. Em 1992, quando participava de uma festa privada de personalidades importantes da política e cultura da Venezuela, em Caracas, Romero teve a inspiração de improvisar um verso em homenagem a uma dançarina de flamenco chamada Diana Patricia, depois de uma espetacular performance ao vivo. Dirigindo-se a ela pelo nome de “Magdalena” – em uma referência de conotação sexual à Maria Madalena –, Romero disse: “Dale a tu cuerpo alegría, Ma’dalena, que tu cuerpo e’ pa’ darle alegría y cosa’ buena”. Quando, posteriormente, eles gravaram uma música baseada nesse verso, os Los del Río mudaram o nome Magdalena para “Macarena”, o nome de um bairro da sua cidade de origem, Sevilha, mas o refrão manteve-se inalterado: “Dê alegria ao seu corpo, Macarena, que seu corpo é para dar alegria e coisas boas”.

 

A gravação original do Los del Río de “Macarena” foi um sucesso na América Latina e ganhou certa popularidade em festas menores na América do Norte, mas quanto um DJ chamado Jammin’ John Caride, da rádio Power 96-FM de Miami, pediu que “Macarena” entrasse na sua programação, os diretores da estação lhe disseram que sua política não era de tocar músicas cantadas exclusivamente em espanhol. Foi aí que entraram em cena os produtores Carols De Yarza e Mike Triay, que escreveram e gravaram versos em inglês para a voz feminina de “Macarena” e remixaram a faixa de modo que ela se adaptasse às pistas de dança. Em poucos dias, sua versão do single, então chamado “Macarena (Bayside Boys Mix)”, foi um enorme sucesso local.

 

Trinta e três semanas depois, com a ajuda da estação de rádio nova-iorquina WKTU, assim como de um clipe popular e uma dança tão fácil que qualquer um poderia fazê-la, “Macarena (Bayside Boys Mix)” atingiu o #1 da parada pop da Billboard em 3 de agosto de 1996.

 


 

Imagem: John Sherwell [CC BY-SA 3.0], via Wikimedia Commons

23.Jul.1988

O Guns N’ Roses tem seu estouro com “Sweet Child O’ Mine”

Nos anos 80, Los Angeles era uma Meca para os chamados grupos de “glam-rock” e para o estilo de vida “sexo, drogas e rock ‘n’ roll”, ao qual essas bandas eram associadas. Em qualquer noite, em clubes como o Troubadour e o Whisky a Go Go, você podia não só ouvir grupos como Hanoi Rocks e Mötley Crue, ou, depois, Winger e Warrant, mas também testemunhar a expressão desse estilo de vida, um dos mais decadentes já vistos no mundo da música. A ascensão de bandas grunge, como Nirvana, e do rock alternativo colocou definitivamente um fim a essa cena no início dos anos 90, mas, antes, ela teve um grande estouro: o Guns N’ Roses, a banda que teve seu primeiro hit em 23 de julho de 1988, quando seu primeiro single de sucesso, “Sweet Child O’ Mine” entrou para o Top 40 da Billboard.

 

Para os caras de grupos de pop-metal, como o Poison, o Guns N’ Roses pode ter parecido, à primeira vista, apenas outros colegas de cabelos longos, mas Axl Rose e os membros restantes da formação clássica do GN’R – Slash, Izzy Stradlin, Duff McKagan e Steven Adler – estavam interessados em um rock ‘n’ roll muito mais cru, raivoso e direto do que o que as bandas de pop-metal estavam tocando. Formado originalmente das cinzas de outros dois conjuntos – L.A. Guns e Hollywood Rose –, o Guns N’ Roses tocava um estilo que devia muito mais ao hard rock puro dos anos 70 que ao heavy metal pomposo dos anos 80. Contratados pela Geffen em 1986, o GN’R lançou seu primeiro álbum, “Appetite for Destruction”, no verão seguinte e com seu single de estreia “Welcome to the Jungle”. “Appetite for Destruction” viria a ser 15 vezes Disco de Platina, e “Welcome to the Jungle” se tornaria um sucesso Top 10 imensamente popular. Mas tanto o álbum quanto o primeiro single não foram hits imediatos. Foi necessário quase um ano de turnê e o lançamento de um segundo single, “Sweet Child O’ Mine”, para garantir ao Guns N’ Roses um lugar na história da música.

 

Construída a partir de um riff de abertura que Slash, o guitarrista do GN’R, considerou uma ideia boba, “Sweet Child O’ Mine” acabou virando não apenas um hit #1 em 23 de julho de 1988, mas também um verdadeiro clássico do rock. Incluída nas listas de “melhores músicas” da Rolling Stones, Blender, RIAA, BBC e outros meios e revistas, “Sweet Child O’ Mine” alçou o Guns N’ Roses ao estrelato e fez com que baladas poderosas, como “Every Rose Has its Thorn”, do Poison, parecessem anêmicas em comparação.

 


Imagem: Delusion23 [CC BY-SA 3.0], via Wikimedia Commons

 

Ouça a playlist de Gigantes do Brasil

Uma seleção especial com a melhor música do Brasil nos tempos de Francesco Matarazzo, Giuseppi Martinelli, Percival Farquhar e Guilherme Guinle

07.May.1965

Keith Richards compõe “Satisfaction” dos Rolling Stones

Nas primeiras horas da madrugada de 7 de maio de 1965, em um quarto de hotel em Clearwater, na Flórida, um Keith Richards sonolento se levantou, pegou um gravador e eternizou uma das melodias mais famosas de todos os tempos: o riff de abertura de “(I Can’t Get No) Satisfaction”, dos Rolling Stones. Ele, então, voltou prontamente a dormir.

“Quando eu acordei, de manhã, a fita tinha acabado”, Keith lembra muitos anos depois. “Eu a coloquei novamente e aí estavam esses, talvez, 30 segundos de ‘Satisfaction’ em uma versão bem sonolenta. E, então, de repente a guitarra faz ‘CLANG’ e depois há tipo 45 minutos de ronco”. Não era muita coisa para trabalhar em cima, mas ele a tocou para Mick Jagger ainda naquele mesmo dia. “Ele só tinha uma pequena parte e depois já tinha o riff”, lembra Mick. “Soava como algo country em um violão – não parecia rock. Mas ele não gostava muito daquilo, achava que era uma brincadeira... Ele não achou que aquilo era um material para single, e todos nós dissemos ‘Você está louco’. O que, de fato, ele estava”.

Com a letra escrita por Jagger – Keith já tinha criado o verso “I can’t get no satisfaction” –, os Stones levaram a música ao estúdio Chess em Chicago apenas três dias depois, em 10 de maio de 1965, e a terminaram em 12 de maio após um voo para Los Angeles e uma sessão de 18 horas de gravação na RCA.  Foi lá que Keith plugou uma versão antiga de um pedal de fuzz da Gibson à sua guitarra e deu ao riff, que, inicialmente ele imaginara tocado por metais, sua sonoridade única e emblemática.

Embora, na época, os Stones estivessem na metade de sua terceira turnê norte-americana, seus únicos verdadeiros hits nos EUA eram “Time Is on My Side” e o lançamento mais recente “The Last Time”. “Satisfaction” foi a música que iria levá-los ao superestrelato. Quarenta anos depois, quando a revista Rolling Stone colocou “Satisfaction” no segundo lugar da sua lista de 500 maiores músicas de todos os tempos, lançou a seguinte perspectiva histórica sobre o riff criado por Keith Richards em 7 de maio de 1965: “Aquela faísca no meio da noite... foi a encruzilhada: o momento em que o trôpego e sonhador rock and roll se tornou o rock que conhecemos”.

Imagem: JStone/Shutterstock.com 

09.Abr.1986

Lançado primeiro CD no Brasil, com álbum Garota de Ipanema, de Nara Leão

No dia 9 de abril de 1986 era lançado o primeiro Compact Disc (CD) no Brasil. A então revolucionária tecnologia da indústria musical teve como o seu primeiro lançamento no país o disco “Garota de Ipanema”, gravado pela cantora Nara Leão, considadera uma das musas da bossa nova. O álbum foi gravado em parceria com o compositor Roberto Menescal. O disco foi recheado de sucessos, com canções como a clássica Garota de Ipanema, Águas de Março e O Barquinho.

Nara Leão alguns anos depois do lançamento do CD. Em 7 de junho de 1989 ela foi vítima de um tumor incúravel no cérebro, aos 47 anos. Aos longo de sua carreira, ela gravou 27 álbuns. Roberto Menescal, nascido em 1937, foi um dos fundadores da bossa nova.

Imagem: Gl0ck/Shutterstock.com

Ouça a playlist: Músicas para inspirar

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Ouça a playlist da Equipe HISTORY, por Marco Cozzi

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18.Mar.1964

Nasce o músico Courtney Pine

Em 18/03/1964 nascia Courtney Pine, jazzista, que trabalhou com Charlie Watts, Mica Paris e compôs trilhas para a TV e o cinema.


 

Foto: Augustas Didžgalvis / Creative Commons