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De onde vêm as luzes que invadiram o céu do México durante o terremoto?

Flashes gigantescos tornaram o fenômeno ainda mais assustador!

No dia 8 de setembro o México sofreu o maior terremoto já registrado neste século. Com 8,2 de magnitude, deixou pelo menos 32 mortos, prejuízos materiais em diversas cidades e um alerta de tsunami em oito países. 


Pouco antes do abalo os mexicanos começaram a avistar estranhas luzes no céu por quase todo o país. Durante o tremor, as mesmas luzes se repetiram. 


O fenômeno causou medos e dúvidas: de onde vinham as luzes? O que elas anunciam? 


Bom, na verdade não é a primeira vez que isso acontece. Terremotos geralmente são acompanhados desses gigantescos flashes, que só tornam o fenômeno ainda mais assustador. 


Cientistas ainda estudam o motivo pelo qual as “luzes de terremoto” acontecem. O que se sabe até agora é que elas são provocadas por cargas elétricas geradas pelo movimento das placas tectônicas – as “capas” que envolvem a superfície terrestre.  


Em 2001, Friedemann Freund, especialista da NASA, descobriu que se o nível de tensão entre as placas é alto, surgem cargas eletromagnéticas que transformam as rochas numa espécie de semicondutor. 


A carga gerada desse impacto se move a uma velocidade de 300 metros por segundo e, quando finalmente chega à superfície terrestre, libera uma energia semelhante a um relâmpago. 

 

 

Terremotos e explosões solares 

Além das luzes derivadas do impacto das placas tectônicas, muita gente tem observado um fenômeno similar que antecede os terremotos – só que desta vez eles estão associados à emissão de massa coronal pelo Sol e à atividade geomagnética que isso causa na Terra. 


Coincidentemente, antes do terremoto no México a Terra sofreu com uma super ejeção de massa coronal emitida pelo Sol há alguns dias. O resultado foi uma intensa tempestade geomagnética, com ocorrência de auroras boreais e impacto em sistemas elétricos. 


O mesmo ocorreu antes dos gigantescos terremotos no Chile, em 2010, e na China, em 2008. 


Veja um exemplo de como essas luzes aparecem: 

 

O terremoto no México

O tremor que atingiu o México foi o maior já ocorrido na região desde 1932, de acordo com o presidente mexicano, Enrique Peña Nieto.


O epicentro foi no Pacífico, a 87 km da cidade mexicana Pijijiapan. Foi emitido alerta de tsunami para oito países da América Central e do Sul: México, Guatemala, Nicarágua, Panamá, El Salvador, Costa Rica, Honduras e Equador. A orientação é que as pessoas se mantenham longe da costa até a segunda ordem.


O abalo foi sentido por cerca de 50 milhões de mexicanos.  Até agora foram registradas 32 mortes nos estados de Tabasco, Oaxaca e Chiapas. A expectativa é de que os números sejam ainda maiores. 


O tremor aconteceu às 23h49 de quinta-feira no horário local -  1h49 de sexta no de  Brasília. Até a Cidade do México, que fica a 900 km de distância, sentiu os abalos. 

 


Fonte: BBC 

Imagem: Shutterstock

A Zona do Silêncio

Você se atreveria visitar a Zona do Silêncio e conhecer o seu segredo indecifrável?

MÉXICO

Mark Powell chega à cidade do México atrás de uma câmera de repórter “graphex” antiga. Desta vez, suas habituais aventuras vão levá-lo a lutar com lutadores profissionais na Arena do México, viajar em uma caravana de motos e praticar o típico jogo de bola pré-hispânico.

Após impactar o Brasil mostrando as perversas consequências do uso de agrotóxicos em O Veneno está na Mesa, o diretor Sílvio Tendler apresenta no segundo filme uma nova perspectiva. O Veneno Está Na Mesa 2 atualiza e avança na abordagem do modelo agrícola nacional atual e de suas consequências para a saúde pública. O filme apresenta experiências agroecológicas empreendidas em todo o Brasil, mostrando a existência de alternativas viáveis de produção de alimentos saudáveis, que respeitam a natureza, os trabalhadores rurais e os consumidores.

DIREÇÃO: OESTE

A ambição dos pioneiros e as novas tecnologias abrem caminho pelo vasto território americano. A busca revela que não estão sozinhos.

Mark Powell chega à cidade do México atrás de uma câmera de repórter “graphex” antiga. Desta vez, suas habituais aventuras vão levá-lo a lutar com lutadores profissionais na Arena do México, viajar em uma caravana de motos e praticar o típico jogo de bola pré-hispânico.

MÉXICO

Mark Powell chega à cidade do México atrás de uma câmera de repórter 'graphex' antiga. Desta vez, suas habituais aventuras vão levá-lo a lutar com lutadores profissionais na Arena do México, viajar em uma caravana de motos e praticar o típico jogo de bola pré-hispânico.

Escavadores encontram rio de mercúrio líquido debaixo de pirâmide

À procura do túmulo de um rei sob a pirâmide de Teotihuacan, no México, um grupo de pesquisadores acabou encontrando outra coisa, um tanto estranha: uma espécie de rio de mercúrio líquido, que surgiu em uma câmara na extremidade de um túnel sagrado e fechado há 1.800 anos.

Contudo, os especialistas não acreditam que essa descoberta rara seja tão distante daquela que buscavam: as quantidades altas de mercúrio poderiam ser o sinal de um importante sepultamento, já que representaria um rio debaixo da terra, construído em homenagem ao finado.

O desafio agora é realizar uma pesquisa mais profunda no complexo de três câmaras, com a expectativa de encontrar, finalmente e seguindo essa nova pista, o túmulo secreto de um rei pré-asteca. E esse túmulo, se achado, será a chave para o conhecimento sobre o modo com que se governava a cidade de Teotihuacan, algo que se mantém como incógnita para os estudiosos, uma vez que seus 200 mil habitantes abandonaram a região sem deixar registros nem rastros que apontem explicações sobre seu estilo de vida e sua partida repentina.

Fonte: ABC

Crédito Imagem: Anna Omelchenko - Shutterstock.com

Arqueóloga revela mistério por trás do abandono de Teotihuacán, a “Cidade dos Deuses”

O abandono inexplicável de Teotihuacán, uma das maiores cidades pré-hispânicas da Mesoamérica, tem sido um grande enigma para historiadores de todas as épocas. No entanto, a arqueóloga Linda Manzanilla afirma ter finalmente desvendado o seu segredo.

A “Cidade dos Deuses”, como sugere uma das possíveis traduções do nome Teotihuacán, palavra que vem do idioma náuatle, pode ter sido abandonada por causa de um violento enfrentamento entre as elites políticas e os descendentes imigrantes, segundo as conclusões da arqueóloga. A especialista afirma que essa disputa tenha despovoado a monumental Teotihuacán.

A base do conflito estaria na existência de uma organização complexa, de características corporativas, que compreendia as elites intermediárias de diversos bairros, compostos por diferentes etnias. Esses grupos comunitários, à medida que cresciam e enriqueciam, passaram a obter um importante poder econômico. Por isso, começaram a almejar também o poder político. Enquanto isso, o Estado central teotihuacano tentou controlar esse florescimento econômico, regulando a crescente autonomia das etnias. E, a princípio, um pacto multiétnico tácito evitou que as diferenças se mostrassem insuperáveis, mas, posteriormente, não conseguiu impedir uma rebelião e um êxodo maciço da cidade.

De acordo com o estudo multidisciplinar da Dra. Linda Manzanilla, do Instituto de Pesquisas Antropológicas da UNAM (Universidade Nacional Autônoma do México), as elites locais eram formadas por imigrantes que começaram a povoar os bairros da cidade após fugirem das erupções vulcânicas de Popocatépetl e Xitle.

Fonte: El Economista

Imagem: Gorgo (foto tirada pelo autor) [Domínio Público], via Wikimedia Commons

Técnica inovadora praticamente traz corpos mortos de volta à vida [VÍDEO]

O mexicano Alejandro Hernández Cárdenas é dentista, trabalha no laboratório de Ciência Forense da Ciudad Juárez e revolucionou a história da criminalística com a criação de uma técnica sem precedentes. Trata-se da reidratação de cadáveres, método que permite recuperar características da condição original dos corpos, como se estivessem vivos.

Essa técnica, que pode trazer avanços enormes na investigação forense, conta com uma espécie de “jacuzzi”, uma banheira com produtos químicos nos quais os cadáveres são submersos para a reidratação. Dessa maneira, são reveladas lesões, e os órgãos internos ficam quase do mesmo estado que antes da morte, permitindo um conhecimento da história do corpo que poderá ser de grande utilidade em investigações policiais e em casos criminais. Sua importante utilidade é poder devolver a identidade a cadáveres encontrados em estado avançado de putrefação ou cujos sinais de reconhecimento tenham desaparecido em decorrência de uma morte violenta.

Conforme explica Hérnández Cárdenas, “é muito recompensador quando, graças a esse método, conseguimos identificar uma pessoa e entregar seu corpo à família, evitando que seja sepultada como uma desconhecida, e que essa família continue na incerteza”.

Fonte: RT 

imagem: facebook.com / Alejandro Hernandez Cardenas Rodriguez

Saiba mais sobre o tsunami gigantesco que arrasou Cancun

Pesquisadores encontraram provas a respeito de um tsunami gigantesco, que teria arrasado a península de Iucatã há 1500 anos. O estudo, feito pelo Centro Ecológico Akumal (CEA), no México, e pela Universidade do Colorado, em Boulder, encontrou indícios contundentes para afirmar que a região mexicana teria sido devastada por um maremoto de proporções monumentais. Ao longo do litoral, eles encontraram evidências sobre a existência de um enorme precipício rochoso, de 5 metros de altura.

As análises realizadas no local, com radio carbono, indicam que um tsunami de duas ou três ondas enormes atingiu toda a extensão da costa peninsular. E, para sua surpresa maior, encontraram também ruínas de estruturas maias de diferentes períodos em toda a beirada rochosa. Os pesquisadores conseguiram mostrar também que o maremoto pode ter impactado uma área muito grande, ao ter exposto atípicas rochas costeiras ao longo de 200 km na península de Iucatã.

Até o momento, não foi possível estabelecer as causas de semelhante catástrofe natural, embora os especialistas acreditem que ela possa ter sido consequência de um terremoto, um deslizamento de terras submarinas, uma erupção vulcânica ou o um impacto de um meteorito no oceano.

Fonte: RT 

 

Imagem: Zacarias Pereira da Mata/Shutterstock.com

CIA teria feito uma ilha inteira desaparecer

A 100 km do noroeste da Península de Iucatã, está supostamente localizada a Ilha Bermeja. O lugar existiu de maneira comprovável, pelo menos, na realidade dos mapas feitos entre 1535 e 1775, ano em que sua existência passou a ser duvidada, depois de uma expedição não a ter encontrado.

Em 1857, Bermeja reapareceu em um mapa norte-americano. Desde então e até 1946, a ilha misteriosa foi incluída nos livros editados pelo governo mexicano. No entanto, quando, em 1997, o mesmo governo decidiu explorar a região oficialmente, nada encontrou lá. Após a busca fracassada, diversos rumores e teorias conspiratórias passaram a circular, quase sempre baseadas em uma palavra-chave: petróleo. Naquela época, várias empresas petroleiras dos EUA começaram a fazer perfurações próximo a fronteira com o México, à procura do ouro negro. E as teorias não ficaram apenas em boatos: políticos mexicanos, entre eles o senador José Angel Conchello, denunciaram que Bermeja havia sido ocultada voluntariamente. Pouco depois, Conchillo morreu em um estranho acidente.

[VEJA TAMBÉM: Departamento de Defesa dos EUA confirma existência de documento sobre ataques zumbis]

Quando, no ano de 2000, foram delimitadas as zonas marítimas do México e dos EUA, a Bermeja não apareceu na negociação, dando por decretada sua não existência. Apesar de uma pesquisa realizada em 2009 pela Universidade Autônoma do México ter confirmado a inexistência da ilha, atualmente o Google Maps, por exemplo, continua apontando sua localização. Afinal, a Bermeja existe ou não? Talvez a pergunta nunca possa ser respondida de forma determinante, mas é inegável que há uma história notável e persistente que conecta os dois países, assim como um mistério que já dura séculos.

Fonte: Crónica (México) 

Imagem:  Pushish Donhongsa/Shutterstoc.com