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Goku é o novo embaixador dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020!

As prévias dos Jogos Olímpicos de Tóquio de 2020 na cerimônia de encerramento da Rio 2016 foi cheia de referências aos animes e games mais famosos do Japão, como Doraemon, Pac-Man, Hello Kitty, Captain Tsubasa e Super Mario Bros.

 

No entanto, uma surpresa ainda faltava ser revelada: Goku, o famoso personagem da série “Dragon Ball”, é o mais novo embaixador dos Jogos.

 

Outros grandes personagens do anime japonês irão promover os Jogos sob o slogan “Ganbare Nippon” - algo como “Faça Seu Melhor, Japão!”. São eles: Oliver Atom, Naruto, Crayon Shin-Chan, Shin Chan, Yo-kai Watch e Sailor Moon.

 


Fonte e imagem: VIX

05.Aug.2016

Estão abertos os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro

No dia 5 de agosto de 2016 aconteceu a abertura oficial, no Rio de Janeiro, dos Jogos da XXXI Olimpíada, que se encerraram no dia 21 de agosto. Foi a primeira edição dos Jogos Olímpicos sediados na América do Sul.

 

A cerimônia de abertura, no Maracanã, foi marcada pelo tema da sustentabilidade e diversidade e contou com a presença de diversas celebridades como a modelo Gisele Bündchen e os cantores Anitta, Gilberto Gil e Caetano Veloso. Os diretores de criação para a cerimônia foram Fernando Meirelles, Daniela Thomas, Andrucha Waddington e Deborah Colker. Para encerrar o revezamento da tocha olímpica, no final da cerimônia de abertura, Gustavo Kuerten trouxe a tocha ao estádio, passou a chama olímpica para Hortência Marcari, que, por sua vez, passou para Vanderlei de Lima, que acendeu a pira olímpica. 

 

Foram disputadas 306 medalhas em 28 esportes, divididos em 42 modalidades. Os jogos do Rio contaram om a inclusão do rugby seven e do golfe. No quadro de medalhas, os Estados Unidos terminaram os Jogos na primeira colocação pela quinta vez consecutiva - com 46 medalhas de ouro e 121 medalhas no total. A Grã-Bretanha finalizou em segundo e a China em terceiro. O Brasil ganhou sete medalhas de ouro, somando 19 no total, selando sua melhor participação na história das Olimpíadas. Um dos destaques foi a conquista inédita do ouro pela seleção masculina de futebol do Brasil. A edição dos Jogos do Rio foi marcada pela suspensão dos atletas russos do atletismo pela Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF) por conta de um relatório que apontava a existência de um amplo programa de dopagem no país.

 


Imagem: Leonard Zhukovsky / Shutterstock.com

 

20.Aug.2016

Brasil conquista inédito ouro olímpico no futebol nos Jogos do Rio de Janeiro

A data de 20 de agosto de 2016 vai ficar na cabeça de muitos torcedores de futebol do Brasil. Foi o dia da conquista do sonhado ouro olímpico do futebol brasileiro, o único título que faltava à seleção masculina brasileira. O time comandando por Neymar garantiu a medalha dourada nos Jogos do Rio de Janeiro na final contra a Alemanha, disputada no placo sagrado do Maracanã. 

 

Após empate no tempo regulamentar por 1 a 1, o ouro foi conquistado nos penaltis (5 a 4). O título veio na quinta bola chutada por Neymar, após o goleiro Weverton ter defendido o penalti cobrado pelo jogador alemão.

 

Nos 90 minutos iniciais, o Brasil abriu o placar com o gol de Neymar, aos 26 minutos de jogo, em linda cobrança de falta. Na comemoração, Neymar fez o raio do jamaicano tricampeão olímpico de atletismo, Usain Bolt, presente no estádio. O empate dos visitantes aconteceu com Meyer, aos 13 minutos do segundo tempo. O gol ocorreu após uma falha da defesa brasileira.

 

Antes de chegar à disputa da final, o time brasileiro comandado por Rogério Micale foi alvo de muita desconfiança por conta dos empates sem gols com a África do Sul e o Iraque nas duas primeiras partidas. Na sequência, a seleção apresentou um grande resultado ao golear a Dinamarca por 4 a 0 ainda na fase de grupos. Nas quartas de final, o Brasil derrotou a Colômbia por 2 a 0, depois massacrou Honduras por 6 a 0 nas semifinais. Além de Neymar, outro grande destaque na competição foi o também atacante Gabriel Jesus. 

 


 

Imagem: Fernando Frazão/Agência Brasil

Michael Phelps e o recorde olímpico que demorou 2 mil anos para ser batido

Nadador Michael Phelps supera o grego Leônidas de Rodes e é o atleta com o maior número de medalhas de ouro de toda a história das Olimpíadas - antigas e modernas.


Desde o início dos Jogos Olímpicos, na Grécia Antiga, a força física dos atletas é valorizada para alcançar a glória, apesar de serem poucos os que conseguem se transformar em uma lenda. Após triunfar nos 200m medley nos Jogos do Rio deste ano, Michael Phelps bateu um recorde que não era superado há 2 mil anos e se tornou a lenda máxima desse evento histórico.

O nadador superou o atleta grego Leônidas de Rodes, quem, em 152 a.C., conseguiu o recorde de 12 medalhas de ouro individuais, marca que manteve por 2.168 anos, até a chegada de Phelps, que abocanhou sua medalha de número 13 este ano. O heleno havia ganhado as corridas estádio (180 metros), dialo (quase o dobro do stadion) e o hoplitódromo, títulos que defendeu em 160 a.C., 156 a.C. e 152 a.C., quando alcançou sua medalha de ouro de número 12, aos 36 anos.

Phelps foi o único na história que conseguiu superar o grego, mas esse não é o seu único recorde. O “tubarão de Baltimore” ultrapassou também o maior ganhador de medalhas de ouro da modernidade, o atleta de salto em altura, distância e triplo Ray Ewry. O sucesso de Phelps é tão grande que ele tem até mesmo mais medalhas de ouro que outros países (como o próprio Brasil este ano) – se entrasse na lista de medalhas, ficaria na 14ª posição.


Fonte: BBC

Imagem: Mitch Gunn/Shutterstock.com

Por que Bolt corre tão rápido?

O fenômeno jamaicano Usain Bolt bate todos os recordes por conseguir dar, em curtos espaços de tempo, passadas mais longas e mais fortes. A altura, no caso dele, até prejudica. Difícil imaginar que ele poderia ser ainda mais rápido...

Mais uma Olimpíada, mais uma vitória. O jamaicano Usain Bolt parece imbatível. Mas engana-se quem pensa que ele consegue isso movendo suas pernas mais rapidamente que os demais.

Seria assim se ele fosse um corredor comum. Mas o que os atletas de elite fazem é dar passadas mais longas e mais fortes. Pesquisas mostram que um corredor amador normalmente dá entre 50 e 55 passos para completar uma prova de 100m rasos, enquanto um velocista profissional dá em média 45.

“Atletas de elite têm mais impulsão, porque têm mais fibras musculares capazes de realizar movimentos rápidos. Eles passam menos tempo em contato com o chão, o que permite que se propulsionem para frente ainda mais rapidamente”, disse Sam Allen, da Universidade de Loughborough, na Inglaterra, à rede BBC.



Desde que surgiu nos Jogos de Pequim, em 2008, a invencibilidade de Bolt - que no Rio não fez diferente - é estudada pela ciência. Estudos realizados pelo pesquisador americano Peter Weyand chegaram à conclusão que, ao atingir sua velocidade máxima, um corredor de elite normalmente passa 0,08 segundos em contato com o solo em cada passada, em comparação com 0,12 segundos de um corredor amador.

Sam Allen diz que os velocistas mais rápidos passam cerca de 60% do tempo no ar, sem tocar os pés no chão, enquanto um amador passa 50% do tempo assim. Bolt se destaca ainda mais nesse cenário por causa de sua altura. Com 1,95 metro, é capaz de completar uma prova de 100m rasos dando 41 passos, cerca de três ou quatro a menos que seus adversários. Ele nem deveria conseguir acelerar tanto porque suas pernas são grandes demais. O fato dele quase sempre sair atrás de seus adversários seria por conta de ser tão alto.

Mas fenômeno é fenômeno e logo ele recupera. E que ainda venham os 200m rasos e os 4x100m.


Fonte: BBC
Imagens: Ververidis Vasilis/Shutterstock.com

24.Aug.2008

Olimpíadas de Pequim batem recorde de telespectadores

Em 24 de agosto de 2008, Pequim encerrava os XXIX Jogos Olímpicos com recorde de pessoas assistindo às competições pela televisão e pela internet. Estima-se que 70% da população mundial acompanharam os jogos naquele ano. Foram 4,7 bilhões de espectadores/internautas.

Foram os primeiros jogos olímpicos a serem produzidos e exibidos inteiramente em alta definição. Em 2001, na sua candidatura para os Jogos Olímpicos, Pequim confirmou à Comissão Olímpica de Avaliação "que haveria restrições à circulação dos meios de comunicação e movimentação de jornalistas, incluindo os Jogos Olímpicos."

Apesar da restrição por parte da imprensa, os Jogos Olímpicos de Pequim foram os mais vistos da história olímpica. A edição XXIX da competição também foi marcada pela organização impecável e grandiosidade dos estádios e das festas de abertura e encerramento.


Fontes: Wikipedia e olympic.org
Imagem: gary718/Shutterstock.com

O lado B do legado olímpico pelo mundo

Se os mais críticos alegam temer o que será feito com o legado da Olimpíada do Rio, o que será que pensariam ao ver como estão as antigas cidades que foram sede? Muitas antigas arenas olímpicas pelo mundo estão completamente abandonadas, outras até com aspecto sinistro...

O Rio de Janeiro continua lindo e foi palco de uma bela Olimpíada, mas muita gente acha que os altos investimentos serão pouco aproveitados depois. Infelizmente, essa é uma realidade em muitos antigos palcos de Jogos Olímpicos.

Vide por exemplo a Grécia, sede das primeiras Olimpíadas da era moderna, em 1896, e das Olimpíadas de 2004. O país está mergulhado numa crise econômica profunda. O lendário estádio Panatenaico, construído em 566 a.C., sede dos Jogos de 1896, foi abandonado por muitos anos e completamente reformado para 2004. Apesar de hoje ser usado para eventos esporádicos - como a pira Olímpica do Rio que foi ali acesa - não é aproveitado como os gregos gostariam. Relíquia do local é um antigo pódio do século XIX deixado por ali.



Os arcos olímpicos do parque de Helliniko, construído especialmente para os jogos de Atenas, encontram-se atualmente abandonados, pouco cuidados e com aparência enferrujada. As cadeiras do estádio palco das competições de hóquei, dentro do complexo, estão quebradas e ganharam até um “jardim particular”, com plantas crescendo em plena arquibancada.

A grande maioria do que foi construído na Grécia está abandonada.

A Alemanha, que não vive crise econômica nenhuma, também possui sua cota de sítios olímpicos deixados de lado. A vila olímpica dos jogos de 1936, localizada no lado oriental, é uma grande ruína atualmente - com pôsteres nazistas e soviéticos sobrepostos e rasgados na parede.

Situação semelhante vive vários locais das Olimpíadas de Pequim, em 2008: o local das competições de beisebol está abandonado e a praia artificial construída para o vôlei de praia está às moscas.



Em Sarajevo, na Bósnia, cidade que sediou os Jogos Olímpicos de Inverno de 1984, a situação é ainda mais precária.



Melhor fez a cidade americana de Atlanta que, palco das Olimpíadas de 1996, não viu muita utilidade para seu Fulton County Stadium. O local foi detonado com quilos de explosivo um ano depois dos jogos. Ali, hoje, funciona um estacionamento - mas a bela estrutura exterior foi mantida.

O ideal, no entanto, seria agir como Barcelona (sede dos jogos de 1992 - foto abaixo) ou Londres (Olimpíadas de 2012), que mantiveram todas as benfeitorias após os Jogos, revitalizando importantes regiões das duas cidades. A torcida é para que o Rio siga o mesmo caminho. 


Fonte: Buzzfeed e Wikipedia
Imagem destaque Atenas: Anastasios71/Shutterstock.com  
Imagem Barcelona: Regien Paassen/Shutterstock.com
Imagens da Bósnia: Fotokon/Shutterstock.com
Imagem China: travellight / Shutterstock.com

22.Aug.2004

Robert Scheidt conquista o Ouro em Atenas

No dia 22 de agosto de 2004, um domingo, o velejador Robert Scheidt chegou ao bicampeonato olímpico, enchendo o Brasil de orgulho com a medalha de ouro em Atenas.

Ao cruzar a linha de chegada em sexto, Scheidt encerrou uma espera que se arrastava por 48 anos. Naquela data, o paulista igualou o feito do lendário Adhemar Ferreira da Silva, ouro no salto triplo em Helsinque 1952 e Melbourne 1956 e, até então, o único atleta do Brasil a ter conquistado duas medalhas douradas em Jogos Olímpicos.

Scheidt nasceu em 1973, em São Paulo. Começou a velejar aos nove anos de idade e tornou-se um dos maiores atletas do Brasil. Ganhou quatro medalhas olímpicas consecutivas, sendo duas de ouro e duas de prata. Além disso, acumula 15 títulos mundiais de iatismo.


Fonte: Brasil2016.gov
Imagem: Brasil2016.gov

Veja 10 momentos mais marcantes das Olimpíadas

Conheça 10 fato que marcaram os Jogos Olímpicos e a história da humanidade.

As Olimpíadas são muito mais do que uma festa do esporte: funcionam como termômetro da História, dos momentos que o mundo vive. Abaixo, selecionamos dez momentos olimpícos em que esporte e política se misturaram.

1936 (Berlim): Atleta americano negro faz ruir o mito da supremacia ariana
Diante de Hitler (e olhem que a Segunda Guerra Mundial não tinha nem começado), o atleta americano Jesse Owens ganhou nada menos do que quatro medalhas de ouro na Olimpíada de Berlim.

Justamente quando Adolph Hitler tentava provar sua teoria de que os brancos eram superiores. Owen era negro. Reparem na cara de perplexidade de Hitler.



Não haveria Jogos Olímpidos nos anos seguintes (1940 e 1944), por conta da guerra. Os jogos de 1940 seriam no Japão e os de 1944, em Londres. Em 1948, Japão e Alemanha, que perderam a guerra, foram banidos dos jogos de Londres.

1960 (Roma): O atleta descalço e o banimento da África do Sul
O desconhecido atleta etíope Abebe Bikila tornou-se o primeiro africano a ganhar uma medalha de ouro nos jogos. Justamente na Itália que havia invadido seu país, nos anos 30.

Bikila correu a maratona sob o sol escaldante de Roma completamente descalço. Quatro anos depois, bateu seu próprio recorde, nas Olimpíadas de Tóquio. Outro fato político importante dessa Olimpíada foi o banimento da África do Sul por conta do Apartheid. A África do Sul só voltaria a competir nas Olimpíadas de Barcelona, em 1992.



1968 (México): Protesto contra o racismo
O conturbado ano de 1968 teve reflexos nos esportes. A Europa estava em ebulição, o Brasil em plena ditadura. Nos EUA, Robert Kennedy e o líder do movimento negro Martin Luther King haviam sido assassinados.

Nesse clima, os corredores americanos Tommie Smith e John Carlos – medalhas de ouro e bronze nos 200 metros – subiram ao pódio trajando meias negras sem sapatos, broches do movimento pelos direitos civis e, ao som do hino americano, baixaram a cabeça e ergueram os punhos cerrados, cobertos por uma luva também negra. Era a saudação do movimento negro. Os atletas foram suspensos, mas seus gestos entraram para a História.



1972 (Munique): Atentado à delegação de Israel
Um grupo de oito terroristas palestinos entrou no alojamento da delegação de Israel, lutou com atletas e manteve 11 deles reféns. Em troca, exigiram a libertação de presos detidos em Israel. (Dizem que neonazistas alemães facilitaram sua entrada no local olímpico, mas nada foi comprovado). Israel se negou a negociar com os terroristas.

Numa ação desastrosa, todos os reféns morreram, além de um policial alemão e cinco terroristas. Os jogos foram interrompidos por dois dias e uma cerimônia de repúdio foi realizada.



1980 (Moscou): O maior boicote da História
Em plena Guerra Fria, 69 países aderiram ao boicote dos Jogos Olímpicos de Moscou promovido pelos EUA – o Brasil, no entanto, participou da esvaziada competição. Nenhuma TV americana transmitiu os jogos. Mas a emocionante imagem do mascote Misha, o ursinho chorão, ganhou o mundo. Até hoje Misha é o mascote mais lembrado dos jogos.



1984 (Los Angeles): A vez dos comunistas
Ao contrário dos russos, os americanos não choraram e não fizeram nenhuma menção ao boicote - desta vez por parte dos países alinhados à União Soviética. As Olimpíadas de Los Angeles foram hiperproduzidas e midiáticas, mas a ausência dos soviéticos, dos cubanos e dos alemães orientais prejudicaram bastante a qualidade dos jogos.

O destaque, além da participação americana, foi a da China, que resolveu não boicotar. Os países que boicotaram organizaram quase na mesma época uma outra competição de alto nível chamada Jogos da Amizade.

1992 (Barcelona): Alemanha unificada e a volta da África do Sul
As Olimpíadas de Barcelona revitalizaram completamente a cidade e foram marcadas pela volta de uma só Alemanha (após a queda do Muro de Berlim) e da África do Sul à competição. Com o fim da URSS, os soviéticos se juntaram a mais 12 territórios e formaram a Comunidade dos Estados Independentes, que viria a terminar em primeiro lugar no quadro geral de medalhas.

O esporte sentia a mudança do mundo após o fim da Guerra Fria. Nelson Mandela só seria eleito presidente da África do Sul em 1994, mas em 1992 já havia deixado a cadeia e seu país ganhou a chance de voltar à competição.

1996 (Atlanta): Atentado
Anos antes do 11 de setembro, os EUA já conviviam com um atentado de grandes proporções, num local público: uma bomba explodiu dentro do Parque Olímpico Centennial, sede dos Jogos de Atlanta, matando duas pessoas e ferindo 150.

O autor do atentado, Eric Rudolph, era um americano radical de extrema direita; foi preso em 2003 e condenado à prisão perpétua. O plano do radical era cancelar os jogos, o que não aconteceu. E ainda teve Mohammad Ali acendendo a tocha, mesmo com os sintomas do Mal de Parkinson ... prova de que a emoção sempre vence o terror.

2012 (Londres): O poder feminino
Pela primeira vez na história dos Jogos, todos os países enviaram mulheres em suas delegações. As atletas de origem muçulmana competiram com véu e tudo. A Olimpíada de Londres ficou conhecida também como a mais bem organizada de todas.

Veja imagens da prova feminina de remo, com as egípcias Sara Mohamed Baraka e Fatma Rashed:



2016 (Rio): Time de refugiados
Um momento político marcante é esperado para as Olimpíadas do Rio. O COI aprovou a participação de uma equipe de refugiados.

O Team Refugee tem apoio das Nações Unidas e deverá chamar atenção para uma das maiores tragédias da História: atualmente, mais de 65 milhões de pessoas no mundo foram obrigadas a deixar suas casas por conta de conflitos ou questões econômicas.


Imagem Abebe Bikila: Domínio público

Imagem atentado Munique: via Wikimedia Commons

Imagem Misha: Lefteris Papaulakis/Shutterstock.com

Imagem refugidado James Nyang Chiengjiek, do Sudão do Sul: Felipe Varandas/Rio 2016

Conheça as inovações tecnológicas que veremos nesta Olimpíada

Talento, técnica e esforço são fundamentais para um atleta olímpico, mas a tecnologia pode fazer a diferença de milésimos de segundo na subida ao pódio.

Nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, será possível conferir também o que há de mais inovador em equipamentos esportivos, desde que se adequados às regras da competição.

Confira aqui seis exemplos de acessórios que poderão fazer a diferença na busca pelo ouro.

1. Touca para esfriar a cabeça
O americano e campeão olímpico Ashton Eaton vai chamar a atenção no Rio 2016 com sua touca criada para “esfriar a cabeça”. A peça tem várias camadas interiores com água fria e cobre a cabeça e a testa, resfriando também a garganta.

Eaton vai participar do Decatlo, uma competição composta por 10 provas - 100 metros rasos; salto em distância, arremesso de peso, salto em altura,400 metros rasos (1º dia); 110 metros com barreiras, lançamento de disco, salto com vara, lançamento de dardo, 1500 metros (2º dia).

 

2. Tênis com pregos
Os tênis de atletas como Allyson Felix e Shelly-Ann Fraser terão “pregos” estrategicamente posicionados ao longo da sola do pé para impulsionar o corpo do atleta. Os “pregos” desenhados pela Nike são coloridos e poderão ser vistos pelo público.



3. Maiô de carbono
Criados em 2012, os maiôs PowerSkin Carbon-Pro, com fibra de carbono, foram atualizados para os Jogos Olímpicos do Rio. Agora, veremos os maiôs PowerSkin Carbon-Ultra. O tecido ajuda a conectar certos grupos musculares dos atletas e isola outras partes do corpo.

4. Faixas estimulam músculos
Aquelas faixas usadas frequentemente para tratamentos musculares foram adaptadas com pequenas protuberâncias pontiagudas e serão fixadas em determinadas partes do corpo dos atletas para ajudar na eficiência do músculo. A forma da faixa muda de acordo com a modalidade esportiva.

5. Da neve direto para as praias do Rio
A mesma tecnologia dos óculos de esqui e neve será usada pelos jogadores de voleibol ou ciclistas no Rio. A Oakley projetou uma lente que evita o brilho excessivo, ajusta as cores e filtra os raios para o melhor conforto dos olhos. Dessa forma, o maior contraste faz com que alguns objetos pareçam mais nítidos.



6. Toucas personalizadas
A Speedo criou toucas personalizadas para os atletas a partir de moldes de impressoras 3D. Dessa forma, os nadadores terão uma touca de silicone que se encaixar perfeitamente na cabeça. Quanto mais perfeito o encaixe da touca, menor a probabilidade de entrar água.


Fonte: playgroundmag.net
Imagem destaque e da touca de silicone: Divulgação
Imagem corredoras: Aspen Photo/Shutterstock.com