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Londres: névoa assassina matou 12 mil pessoas

Nuvem tóxica pairou sobre a cidade e envenenou todo mundo que estava por lá. 

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Londres é famosa por sua névoa espessa, o fog. Mas o que hoje pode ser uma atração turística, o charme da cidade, foi, há algumas décadas, um grave problema de saúde pública que chegou a tirar a vida de mais de 12 mil pessoas.

A partir do século XIX, o boom do carvão havia dominado a capital do Reino Unido. A revolução industrial encheu a cidade de fábricas, que aumentaram a emissão de gases a níveis sem precedentes. Vários cronistas da época narram como, em determinados dias, era impossível ler à luz do sol, mesmo nos dias mais radiantes, por causa da espessura da névoa de carvão.

Em dezembro de 1952, ocorreu um fenômeno chamado “O grande nevoeiro”. Uma frente fria e a ausência absoluta de vento fizeram com que uma névoa tóxica ficasse estagnada na cidade, causando milhares de mortes por envenenamento.

A partir desse dia, o governou implementou medidas de cuidado ambiental para evitar outra catástrofe. Mas em 1962 ocorreu um incidente semelhante, embora, dessa vez, o número de vítimas fatais tenha sido menor.


Fonte: El País

Imagem: Shutterstock

Mina na Inglaterra pode guardar segredos extraterrestres

Cientistas encontraram rochas semelhantes às observadas por sondas da Nasa em Marte.

Éramos uma coisa só há bilhões de anos ... mas será que ainda compartilhamos elementos com nossos planetas vizinhos? Cientistas europeus apostam que sim e investigam uma mina na Inglaterra cujas rochas seriam semelhantes às de Marte. Agora é só achar possíveis formas de vida ali.

A mais de um quilômetro abaixo da Terra, cientistas europeus pesquisam uma mina com rochas formadas há 250 milhões anos que podem dar pistas sobre a vida em Marte. Localizada no nordeste da Inglaterra, a mina Boulby é rica em potássio e sal. As rochas que existem ali são semelhantes a estruturas já observadas por sondas da Nasa no Planeta Vermelho.

O objetivo da pesquisa, segundo cientistas da Universidade de Edimburgo, é calcular até que ponto a Missão Marte 2020, da agência espacial americana, deve se concentrar em explorá-los. Boulby é considerada um bom análogo da superfície de nosso planeta vizinho.

Munidos de roupas especiais, equipamentos de oxigênio e lâmpada no capecete, os cientistas descem num elevador por cerca de 8 minutos e colhem extratos dessas rochas, que passam por máquinas onde entram em contato com antígenos na esperança de ativar proteínas que poderiam representar alguma forma de vida. A ideia é ter alguma pista sobre a árvore genealógica da Terra e, quem sabe, do espaço. Afinal, tudo era parte de uma coisa só há bilhões de anos, certo?

 


Fonte: New Scientist
Imagem: Boulby Underground Science Facility

INGLATERRA

Andy Martin tem 31 anos e é assistente social. Nasceu em Londres e se mudou para São Paulo há dois anos com a mulher brasileira. Desde que chegou dá aulas de inglês, mas sonha voltar a trabalhar dentro da sua área e poder, assim, contribuir com o desenvolvimento do país e prestar assistência aos mais carentes. É fanático por futebol, escreve um blog sobre o assunto, e é torcedor do Juventus, um pequeno time de origem italianade São Paulo. Sua jornada será em busca das raízes inglesas no Brasil, mas também em busca do que ele poderia fazer para dar a sua contribuição social para este país que o acolheu.

As sondas espaciais conseguirão encontrar no espaço uma nova Terra e fazer contato com vida extraterrestre? No século XXI, as sondas espaciais se dedicam a descobrir novos mundos e novas formas de vida, explorando os sóis e planetas distantes para detectar mundos semelhantes à Terra. É apenas uma questão de tempo até que as sondas espaciais desvendem os segredos da vida extraterrestre e do próprio universo.

SACRIFÍCIO MORTAL

Um homem chega ao laboratório de Scott Wolter com uma descoberta muito pesada. Em seu caminhão há uma enorme pedra que ele tirou do rio Arkansas, com a misteriosa gravura de um touro. Scott investiga o símbolo para descobrir o propósito ritual da figura, e revela uma conexão entre o culto ao touro Apis no antigo Egito, o culto Mitraico, e exploradores pré-colombianos que teriam passado pelo que é hoje Oklahoma. Esculturas em uma caverna trazem à luz uma conexão que pode comprovar a passagem de um grupo religioso perseguido, em busca de um novo lar.

Andy Martin tem 31 anos e é assistente social. Nasceu em Londres e se mudou para São Paulo há dois anos com a mulher brasileira. Desde que chegou dá aulas de inglês, mas sonha voltar a trabalhar dentro da sua área e poder, assim, contribuir com o desenvolvimento do país e prestar assistência aos mais carentes. É fanático por futebol, escreve um blog sobre o assunto, e é torcedor do Juventus, um pequeno time de origem italianade São Paulo. Sua jornada será em busca das raízes inglesas no Brasil, mas também em busca do que ele poderia fazer para dar a sua contribuição social para este país que o acolheu.

Quem foi Jack, o Estripador? Conheça as 6 principais teorias

A investigação em torno de Jack, o Estripador, o lendário serial killer que assassinou pelo menos cinco mulheres no distrito de Whitechapel, em Londres, durante o outono de 1888, está encerrada desde 1892. No entanto, historiadores, criminologistas e detetives amadores continuam à procura de sua verdadeira identidade, contribuindo para uma longa lista de candidatos que parece crescer a cada ano.

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1. Carl Feigenbaum

Segundo uma hipótese criada por um detetive inglês aposentado, Jack era um marinheiro alemão chamado Carl Feigenbaum, que foi executado pelo assassinato de uma mulher nova-iorquina em 1894. O detetive, Trevor Marriott, um ex-membro do esquadrão de homicídios, aponta para o fato de duas docas mercantes estarem em operação nas proximidades de Whitechapel – e que os homens que passavam por elas eram conhecidos por frequentar os bordéis locais (acredita-se que o estripador tinha as prostitutas como alvo). Ele também encontrou semelhanças notáveis entre os crimes de Jack, o Estripador e o assassinato de Juliana Hoffman, a suposta vítima de Feigenbaum, que aconteceu seis anos depois.

Pesquisas de arquivo revelaram que Feigenbaum, que tinha uma série de pseudônimos, era um marinheiro mercante da Norddeutsche Line, a qual possuía navios que tinham sido ancorados perto de Whitechappel em todas as datas dos cinco assassinatos. Marriott também descobriu que o advogado de defesa de Feigenbaum tinha chegado a conclusões parecidas há mais de um século, dizendo aos jornais que o seu cliente admitiu ser um serial killer e que ele conseguia imaginá-lo em na matança em Whitechapel.

 


2. Príncipe Alberto Vitor

Um dos mais intrigantes – e sensacionais – candidatos ao legado sombrio de Jack, o Estripador, é o príncipe Alberto Vitor, filho do rei Eduardo VII e neto da rainha Vitória. Conhecido por sua família como Eddy, o príncipe era o segundo na linha de sucessão ao trono quando morreu de gripe aos 28 anos. Em 1970, o médico britânico Thomas Stowell publicou um artigo sugerindo que Eddy teria cometido os crimes durante acessos de loucura, causados pelo estágio avançado de sífilis.

Essa afirmação, bastante duvidosa, tomou de assalto a imprensa internacional, e alguns teóricos da conspiração contemporâneos continuam a estudar a possibilidade de o homem que seria o futuro rei ter sido o serial killer mais famoso da história. No entanto, registros oficiais, notícias de jornal e outras fontes dão fortes indícios de que o príncipe estava longe de Whitechapel quando ocorreram os assassinatos.

 

 


3. Montague John Druitt

Em 9 de novembro de 1888, sete semanas após o quinto e último assassinato, esse advogado formado em Oxford foi encontrado boiando no rio Tâmisa, e com os bolsos cheios de pedras. Investigadores concluíram que a causa da morte foi o suicídio e que o corpo estaria no fundo do rio por várias semanas. Druitt sofreu uma série de problemas pessoais durante a década de 1880, incluindo a demissão de um cargo como professor em um colégio interno (o que alguns autores modernos interpretam como uma prova de sua homossexualidade enrustida), a morte de seu pai e a internação de sua mãe por uma doença mental. Embora nenhuma evidência o conecte aos assassinatos do Estripador, o fato de a carnificina ter acabado logo após a sua morte foi o suficiente para o detetive londrino Melville Leslie Macnaghten listar Druitt como um dos três principais suspeitos em seu relatório de 1894 sobre o caso.

 


4. Walter Sickert

Nascido na Alemanha, em 1860, e criado na Inglaterra, Sickert se tornou um pintor impressionista muito respeitado, que ajudou a transformar a cena artística britânica. No início da década de 1900, ele criou um furor com suas representações sugestivas de prostitutas nuas ao lado de seus clientes vestidos, incluindo um quadro no qual o homem tem suas mãos em torno do pescoço da mulher. Ele ficou fascinado com o caso de Jack, o Estripador, sobretudo quando alugou um quarto no qual sua proprietária acreditava que o assassino teria vivido; a experiência o inspirou a pintar o assustador “Jack the Ripper’s Bedroom” (O Quarto de Jack, o Estripador, na tradução), por volta de 1907.

Apesar de não ter sido a primeira pessoa a sugerir uma ligação entre o artista subversivo e o assassino de Whitechapel, a romancista policial americana Patricia Cornwell se tornou sua principal defensora, quando publicou seu livro de 2002, “Retrato de um Assassino – Jack, o Estripador: Caso Encerrado”. Nele, Cornwell descreve como ela e uma equipe de especialistas utilizou técnicas forenses e modernas de investigação para chegar à conclusão da culpa inegável de Sickert, analisando seus quadros e comparando seu DNA com amostras encontradas em várias das inúmeras cartas enviadas à polícia e assinadas “Jack, o Estripador” durante e após a onda de assassinatos. Muitos especialistas em Jack, o Estripador têm rejeitado com veemência suas afirmações, argumentando que muitas dessas cartas são farsas conhecidas e que Sickert estava provavelmente na França quando ocorreram os assassinatos.

 

5. Robert Mann

Em 2009, o historiador britânico Mei Trow anunciou que, com a ajuda de técnicas forenses modernas e perfilização psicológica, havia, finalmente, desvendado o mistério da identidade de Jack, o Estripador. E Trow apontou para Robert Mann, um funcionário do necrotério de Whitechapel, onde as vítimas eram levadas e examinadas. Com base no modo em que ele mutilou sua presa, há muito tempo especialistas especulam que Jack tivesse algum conhecimento de anatomia.

Criminologistas atuais também acreditam que ele teve uma infância difícil e tenha vindo de uma classe social mais baixa – uma quebra paradigmática em relação à imagem clássica do perseguidor noturno de alta classe usando uma capa e um chapéu alto. O cinquentão Mann, que passou parte de sua infância em um abrigo e trabalhava com cadáveres diariamente, parece se encaixar no perfil. E, de acordo com o inquérito sobre o assassinato de Polly Nichols, a primeira vítima conhecida do Estripador, Mann tomou o procedimento desnecessário de despi-la no necrotério; na visão de Trow, ele fez isso para admirar seu próprio trabalho.

 

6. Jill, a Estripadora

Ao longo dos anos, várias pessoas, incluindo o escritor Arthur Conan Doyle, brincaram com a ideia de que Jack, o Estripador não era um homem sanguinário, mas uma femme fatale – literalmente. A única suspeita feminina considerada pelos detetives que investigaram o caso foi Mary Pearcey, uma inglesa que, em 1890, foi executada por ter assassinado a mulher e o filho de seu amante com uma faca. Em 2006, um estudo feito pelo cientista australiano Ian Findlay chegou a resultados surpreendentes e que deram crédito à teoria de Jill, a Estripadora.

Findlay viajou a Londres para coletar a saliva de uma seleção de cartas de Jack, o Estripador que os especialistas acreditam serem autênticas. Ele, então, extraiu o DNA das amostras e utilizou uma tecnologia de ponta para criar um perfil parcial. Embora as descobertas estivessem longe de serem conclusivas, elas sugeriram que era bem provável de o remetente ser uma mulher.

 


Fonte: History.com

Imagem:John Tenniel [Domínio Público], via Wikimedia Commons

9 fatos sobre Isaac Newton que surpreenderão você

Considerado uma das maiores mentes científicas de todos os tempos, o físico e matemático Isaac Newton formulou teorias sobre o movimento, a gravidade e o cálculo, além de vários outros temas. Newton era um solitário temperamental e muito reservado com relação ao seu trabalho. Saiba mais sobre esse fascinante cidadão inglês, desde seu interesse de longa data pela alquimia, passando por um trabalho que envolvia enviar pessoas à forca até o motivo de uma de suas rivalidades mais amargas:

1. Sua infância infeliz ajudou a moldar sua personalidade reservada
Newton nasceu um bebê prematuro, no Natal de 1642, na casa de sua família, em Woolsthorpe Manor, perto de Grantham, na Inglaterra, alguns meses após a morte de seu pai, um agricultor analfabeto. Quando Newton tinha 3 anos, sua mãe se casou com um clérigo rico, Barnabas Smith, que não queria um enteado. A mãe de Newton, então, foi viver com seu novo marido em outra vila, deixando seu filho aos cuidados dos avós. A experiência de ter sido abandonado por sua mãe deixou uma cicatriz em Newton e, provavelmente, foi decisiva na formação de seu caráter solitário e desconfiado. Quando era adolescente, ele fez uma lista de seus pecados no passado, e, entre eles, estava: “Ter ameaçado meu pai e minha mãe Smith de queimá-los, assim como a casa em que estavam”. Na fase adulta, Newton vivia absorto em seu trabalho, não tinha hobbies e nunca se casou. Ele até mesmo permaneceu em silêncio sobre algumas de suas descobertas científicas e matemáticas, se é que chegou a publicá-las por completo.

2. A mãe de Newton queria que ele fosse agricultor
Aos 12 anos, Newton se matriculou na escola de Grantham, onde ele se hospedou na casa do boticário local, pois a caminhada diária de Woolsthorpe Manor era muito longa. No início, ele não era um aluno muito bom, mas depois de brigar com um valentão da escola, Newton começou a se aplicar mais, com o objetivo de superar o outro menino e virou um aluno de primeira. No entanto, aos 15 ou 16 anos, ele foi obrigado a sair da escola por sua mãe (que ficou viúva pela segunda vez) e a voltar para Woolsthorpe Manor para se tornar um agricultor. O adolescente não tinha interesse no trabalho e não teve um bom desempenho. Por fim, a mãe de Newton foi persuadida pelo ex-diretor do filho em Grantham (onde, aliás, também nasceu a ex-primeira-ministra da Grã-Bretanha, Margaret Thatcher, em 1925) a permitir que ele retornasse à escola. Após terminar seus estudos, Newton foi para a Trinity College, na Universidade de Cambridge, em 1661, deixando a agricultura de vez para sempre.

3. Por obra do acaso, a Peste Negra proporcionou um de seus insights mais famosos
Em 1665, após um surto de peste bubônica na Inglaterra, a Universidade de Cambridge fechou suas portas, obrigando Newton a voltar para a sua casa, em Woolsthorpe Manor. Um dia, quando estava sentando em seu jardim, ele viu uma maçã cair de uma árvore, o que lhe trouxe a inspiração para formular sua lei de gravitação universal. Newton, posteriormente, contou a história da maçã para William Stukeley, que a incluiu no livro “Memoir of Sir Isaac Newton’s Life” (Memórias da Vida de Sir Isaac Newton, na tradução), publicado em 1752. Em 2010, um astronauta da NASA levou um pedaço da antiga macieira a bordo do ônibus espacial Atlantis para uma missão à Estação Espacial Internacional. A Royal Society, uma organização científica que já foi chefiada por Newton, emprestou o pedaço da árvore para a viagem, como parte da comemoração do 350º aniversário da fundação do grupo. Atualmente, a macieira original continua a crescer em Woolsthorpe Manor.

4. Quando era professor de Cambridge, suas aulas ficavam vazias
Em 1669, Newton, então com 26 anos, foi nomeado professor lucasiano de matemática em Cambridge, uma das universidades mais antigas do mundo, cuja origem remonta a 1209. (Newton foi a segunda pessoa a ocupar esse cargo; a 17ª, de 1979 a 2009, foi o físico e autor de “Uma Breve História do Tempo”, Stephen Hawking). Embora ele tenha permanecido em Cambridge por quase 30 anos, Newton mostrou pouco interesse no ensino e em seus alunos, e suas aulas eram muito pouco frequentadas – muitas vezes, ninguém aparecia. A atenção de Newton era voltada para a pesquisa.

5. Newton dirigiu a Casa da Moeda e mandou executar falsificadores
Em 1696, Newton foi nomeado para o cargo de diretor da Casa da Moeda, responsável pela produção do dinheiro da Inglaterra. Ele deixou Cambridge, seu lar por muito tempo, e se mudou para a capital de seu país, onde se localizava a instituição, na Tower of London. Três anos depois, Newton foi promovido mestre da Casa, um cargo que ele manteve até sua morte, em 1727. Durante sua permanência lá, Newton supervisionou uma iniciativa importante de tirar de circulação todas as moedas antigas do país e substituí-las por outras mais confiáveis. Ele também investigou falsificadores e, como resultado, acabou se familiarizando com o submundo da cidade, perseguindo e interrogando criminosos e recebendo ameaças de morte nesse período. Vários falsificadores que ele ajudou a prender foram enviados à forca.

6. Ele tinha um interesse muito grande em alquimia
Além de seus esforços científicos, pelos quais ele é mais conhecido, Newton passou grande parte de sua vida adulta perseguindo outro interesse, a alquimia, cujos objetivos incluíam encontrar a pedra filosofal, uma substância que, supostamente, poderia transformar metais comuns, como chumbo e ferro, em ouro. Ele mantinha sigilo com relação aos seus experimentos alquímicos e registrou algumas de suas pesquisas em códigos. Dentre outros projetos de pesquisa, Newton analisou a Bíblia em uma tentativa de descobrir mensagens secretas de como funciona o Universo.

7. Newton foi membro do Parlamento – discretamente
De 1689 a 1690, Newton foi membro do Parlamento, representando a Universidade de Cambridge. Nesse período, o corpo legislativo aprovou a Declaração de Direitos, que limitava o poder da monarquia e estabeleceu os direitos do Parlamento, assim como certos direitos individuais. Aparentemente, as contribuições de Newton ao Parlamento eram limitadas – ele teria se pronunciado apenas uma vez, quando pediu a um funcionário que fechasse a janela, pois fazia frio. Entretanto, durante seu período em Londres, Newton conheceu várias pessoas influentes, do rei Guilherme III ao filósofo John Locke. Newton teve um segundo e breve mandato no Parlamento, de 1701 a 1702, e, novamente, parece ter contribuído pouco.

8. Ele tinha rivalidades muito grandes
Quando o assunto eram os seus rivais intelectuais, Newton poderia ser ciumento vingativo. O matemático e filósofo alemão Gottfried Liebniz era um dos que tinha brigado com ele – os dois tiveram uma disputa acirrada sobre quem inventou o cálculo. Newton desenvolveu uma versão do cálculo na década de 1660, mas não publicou sua obra na época. Na década de 1670, Leibniz criou sua própria versão do cálculo, publicando seu trabalho uma década depois. Posteriormente, Newton denunciou que o acadêmico alemão havia plagiado seus escritos não publicados, depois que documentos que os resumiam circularam pela Royal Society. Leibniz argumentou que tinha chegado aos seus resultados de forma independente e insinuou que Newton tinha roubado ideias de sua obra publicada. Em uma tentativa de se defender, Leibniz acabou apelando para a Royal Society e, em 1712, Newton, que atuava como o presidente da organização desde 1703, concordou que um comitê imparcial deveria ser composto para analisar o caso. Em vez disso, ele formou um comitê com partidários seus e até mesmo escreveu o relatório do grupo, que o creditava publicamente pela descoberta do cálculo. Hoje, no entanto, o sistema de cálculo comumente usado é o de Leibniz.

9. Newton foi nomeado cavaleiro
Em 1705, Newton foi nomeado cavaleiro pela Rainha Ana. Naquela época, ele ficaria rico ao herdar a propriedade de sua mãe, que morreu em 1679, e também publicou dois trabalhos importantes: “Princípios Matemáticos da Filosofia Natural” (chamado popularmente de “Principia”), de 1687, e “Óptica”, de 1704. Quando morreu, aos 84 anos, em 20 de março de 1727, Newton foi enterrado na Abadia de Westminster, o local de repouso de monarcas ingleses e de figuras importantes como Charles Darwin, Charles Dickens e o explorador David Livingstone.

Fonte: History.com

Imagem: Sir Godfrey Kneller [Domínio Público], via Wikimedia Commons

Cientistas desenvolvem a receita para o hambúrguer perfeito - Veja os ingredientes

O ditado “gosto não se discute” ficou obsoleto, já que hoje são escritas páginas e mais páginas sobre o gosto, das mais diversas perspectivas. A ciência inclusive questionou o gosto dos famosos hambúrgueres até criar, com seus métodos e protocolos, a fórmula do hambúrguer perfeito.

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Oxford, liderado por Charles Michel, chef e cientista, realizou um estudo de saborosas conclusões sobre a maneira que são divididos, segundo a sua importância, os fatores que chegam aos sentidos, configurando uma experiência de prazer: 30% da satisfação promovida por um hambúrguer vem de seu cheiro; o som que faz ao mastigar é responsável por 15%, assim como sua aparência e seu sabor, tendo um resultado surpreendente, e 25% tem a ver com o ambiente em que se come.

“A ciência demonstrou que percebemos que algo é delicioso graças ao nosso cérebro e ao estímulo que vem de todos os nossos sentidos, e não só através do que chega a nossa boca. Definitivamente falar do gosto da comida é inexato, já que, cientificamente, outros fatores compõem esse prazer”, afirma Michel.

Ele publicou uma fórmula de nove camadas para chegar ao hambúrguer perfeito que satisfaça todas as demandas sensoriais: pão de hambúrguer quente, polvilhado com azeite de sementes de gergelim; uma ligeira camada de molho Chipotle; alface seca e crocante; e picles em rodelas; uma única camada de um centímetro de tomate de bom aroma; duas fatias de presunto passadas na chapa e três rodelas de cebola; além de duas fatias de queijo Camembert - é importante adicioná-las à carne para adquirir o sabor salgado e se fundir. O hambúrguer, de um centímetro de altura, de carne Wagyu, temperada com sal, pimenta e cebola bem picada; um pouco de ketchup; e o pão de baixo salpicado com molho de soja.

Fonte: ABC

Imagem: Vankad/Shutterstock.com

06.Sep.1915

O primeiro tanque é produzido

Em 6 de setembro de 1915, um protótipo de um tanque chamado Little Willie sai da linha de montagem na Inglaterra. Little Willie estava muito longe de ser um sucesso da noite para o dia. Ele pesava 14 toneladas, ficava preso em trincheiras e se arrastava por terrenos ásperos a pouco mais de 3 km/h. No entanto, foram feitas melhorias ao protótipo original e os tanques, finalmente, mudaram a história dos campos de batalha militares.

Os britânicos desenvolveram o tanque em resposta ao conflito de trincheiras da Primeira Guerra Mundial. Em 1914, o coronel do exército britânico Ernest Swinton e William Hankey, secretário do Comitê de Defesa Imperial, defenderam a ideia de um veículo blindado com correias em volta de suas rodas, que cruzaria as linhas inimigas e atravessaria territórios difíceis. Eles apelaram ao ministro da Marinha britânica Winston Churchill, que acreditava no conceito de “barco sobre a terra” e, por isso, criou um comitê de veículos terrestres no intuito de começar a desenvolver o protótipo. Para manter o projeto em segredo dos inimigos, os operários teriam sido informados de que os veículos que eles estavam construindo seriam usados para carregar água no campo de batalha (outras teorias sugerem que as carcaças dos novos veículos pareciam tanques de água). De qualquer forma, os novos veículos foram expedidos em caixotes rotulados como “tanque” e o nome ficou.

O primeiro protótipo do tanque, Little Willie, foi apresentado em setembro de 1915. Após o seu desempenho abaixo do esperado – ele era lento, superaquecia e não conseguia atravessar trincheiras –, um segundo protótipo, conhecido como Big Willie, foi produzido. Em 1916, esse veículo blindado foi considerado pronto para a batalha e fez sua estreia na primeira Batalha de Somme, perto de Courcelette, na França, em 15 de setembro daquele ano. Conhecido como Marco I, a primeira leva de tanques era quente, barulhenta, pesada e sofria defeitos mecânicos no campo de batalha. Mesmo assim, as pessoas perceberam o potencial do tanque. Em seguida, foram feitas melhorias no design e, na Batalha de Cambrai, em novembro de 1917, 400 exemplares do Marco IV se mostraram muito mais bem-sucedidos que aqueles do Marco I, capturando 8 mil soldados inimigos e 100 armas.

Rapidamente, os tanques se transformaram em uma importante arma militar. Na Segunda Guerra Mundial, eles tiveram um papel decisivo em diversas batalhas. Mais recentemente, os tanques se tornaram essenciais para os combates no deserto da Guerra do Golfo.

 


Imagem: Andrew Skudder [CC BY-SA 2.0], via Wikimedia Commons

Conheça a camisinha que muda de cor em contato com DSTs

Três estudantes brilhantes da Academia Newton Isaac, em Londres, Daanyaal Ali, 14 anos, Muaz Nawaz, 13, e Chirag Shah, 14, inventaram um preservativo que brilha em cores diferentes quando em contato com certos tipos de infecções sexualmente transmissíveis.

A camisinha, apelidada de ST EYE, apresenta colorações diferentes quando em infusão com moléculas que luminescem em pouca luz em contato com material genético de bactérias e vírus causadores de DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis). O mais interessante da ideia é que o preservativo muda de cor de acordo com a doença: fica verde para clamídia, amarelo para herpes, roxo para o papilomavírus humano (HPV) que causa verrugas genitais, e azul para sífilis

A ideia foi considerada brilhante e conquistou prêmios importantes, porém é preciso levar em conta que se trata de um conceito e que ainda há importantes questões sobre como poderia funcionar no mundo real. Entre as dúvidas: como saber qual parceiro possui a doença? E se forem várias, como saber? Como lidar a dois, dentro de um quarto, nesse tipo de situação?

O mais importante, no entanto, é que o invento aborda um problema sério, já que um relatório de Centros de Controle de Doenças, de 2013, concluiu que mais de 20 milhões de novas DSTs são adquiridos anualmente nos EUA, principalmente o HPV. O grande problema é que muitas dessas doenças não produzem sintomas e, neste caso, são mais fáceis de serem disseminadas.

Fonte: Medical Daily

Crédito: Yeko Photo Studio/Shutterstock.com

Saiba por que um filme 3D pode deixar você mais esperto

Assistir a um filme 3D pode trazer muito mais benefícios do que diversão e emoção: pode deixar você mais esperto! E se você for um daqueles que sente tonturas e dores de cabeça por conta da imagem em três dimensões talvez seja hora de reconsiderar o ponto de vista, de acordo com uma pesquisa conduzida pelo neurocientista Patrick Fagan e Brendan Walker do Laboratório Thrill, da Universidade Goldsmiths, na Inglaterra - veja mais no vídeo no final do texto.

Segundo o autor do estudo, os filmes 3D em relação aos 2D aumentam a capacidade cognitiva do cérebro humano.

“Os filmes 3D não deixam as pessoas mais inteligentes, mas fazem o cérebro funcionar mais rápido e trabalhar melhor. Isso acontece por duas razões: as pessoas ficam mais empolgadas e por causa das emoções positivas, porque elas se sentem mais relaxadas”, afirma Fagan.

Após um estudo envolvendo uma audiência em um cinema em Londres, os espectadores registraram um aumento de 23% da capacidade de processamento cognitivo. Outro dado foi uma melhora no tempo de reação: cinco vezes superior a quem viu um filme 2D. Os participantes assistiram a um trecho da animação Big Hero 6, com uso capacetes de monitoramento cerebral. Além disso, também foram realizados testes cognitivos durante o experimento.

O estudo poderá ajudar pessoas que precisam trabalhar com processamento rápido de informação e respostas, como cirurgiões e atletas profissionais.

Em oposição ao estudo britânico, um trabalho de 2011 de L. Mark Carrier, da Universidade do Estado da Califórnia, concluiu que os espectadores de filmes 3D não experimentam reações emocionais mais intensas e não obtiveram nenhuma vantagem aparente sobre os que assistiram a obras 2D.

Fontes: Info , The Guardian

Crédito da Imagem: StockLite - Shutterstock.com