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A autoflagelação e o perdão divino

Até onde uma pessoa é capaz de chegar para alcançar o perdão por seus pecados? 

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Como surgiu a proibição das atividades sexuais aos padres e demais sacerdotes?

Se não há na Bíblia qualquer menção ao celibato sacerdotal, por que a Igreja passou a proibir as atividades sexuais aos sacerdotes? Assista ao vídeo e descubra:

Ciência explica um dos milagres mais famosos da Igreja Católica

A versão dos cientistas é bem diferente do que conta a igreja. 

Desde 1389, na Basílica de Santa Clara, Itália, é possível ver três vezes por ano como o sangue do mártir San Genaro, solidificado dentro de um relicário, liquefaz e aumenta seu volume diante dos seus devotos.

De acordo com a mitologia católica, San Genaro, bispo de Benevento, foi decapitado em 305 d.C., durante as perseguições de Maximiano e Diocleciano. Uma mulher teria coletado seu sangue milagroso, que foi mantido por séculos e séculos. A verdade é que não se soube da existência do relicário até o início do século XII.

Em 1902, utilizando a tecnologia da época, um grupo de cientistas afirmou que o líquido contido na relíquia era possivelmente um fluido tixotrópico, capaz de solidificar quando parado e liquefazer quando exposto ao movimento.

Os especialistas acreditam que algum alquimista do século XII poderia ter fabricado o estranho líquido, o qual, atualmente, ainda é venerado como um milagre desse santo.


Fonte: Super Curioso

Imagem: Napoli - Il sangue è vivo/Flickr/Wikipedia Commons

Por que o dia virou noite durante a crucificação de Jesus?

Cientistas conseguem explicar - em parte - porque o Sol escureceu durante três horas no momento da crucificação. 

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O chamado Eclipse do Século acontece no próximo dia 21 de agosto. O fenômeno será visível dos EUA, onde o dia ficará completamente escuro. Em vista desse evento, muitas pessoas começaram a perguntar se o relato do Evangelho sobre a crucificação, que descreve um dia de Sol que ficou escuro, poderia ter a ver com um eclipse total do Sol, como o que se aproxima.

“Era por volta do meio-dia. O Sol se eclipsou e a escuridão cobriu toda a Terra até as três da tarde. O véu do Templo foi rasgado ao meio” (Lucas 23,44-45; A História do Povo de Deus). Embora as palavras pareçam claras, são muitos os estudiosos que afirmam que não se refere necessariamente a um eclipse solar. De fato, existem traduções que não mencionam um eclipse, mas, simplesmente, que o Sol escureceu.

Muitos teólogos afirmam que Jesus foi crucificado em 3 de abril do ano de 33. Segundo documentos históricos e cálculos baseados nas equações de Kepler, nesse dia ocorreu um eclipse lunar e não solar, que teria sido visível de Jerusalém. Uma recriação digital permite ver como a Lua começou a ficar vermelha precisamente às 3 da tarde, momento em que Jesus dava seu último suspiro.

Acontece que um eclipse lunar, supostamente ocorrido no dia que Jesus foi crucificado, não justifica as três horas de escuridão descritas pelo Evangelho durante o evento. De modo que o fenômeno capaz de gerar um eclipse desse tipo continua sendo um mistério para a ciência.


Fonte: Aleteia

 

As três profecias secretas da Virgem de Fátima

Duas delas falam sobre destruição - uma da alma e outra da própria igreja. 

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Em maio de 1917, três pastorinhos da cidade de Fátima, em Portugal, afirmaram ter sido testemunhas da aparição da Virgem Maria, que teria revelado a eles três segredos sobre o futuro da humanidade.

Duas das crianças morreram pouco tempo depois das aparições. Lúcia, a mais velha das três, tornou-se freira e foi a responsável por revelar os dois primeiros mistérios em 1941.

A primeira visão que a Virgem de Fátima teria compartilhado com os pastorinhos é um retrato aterrorizante do inferno, com corpos queimando e animais monstruosos se arrastando por entre as chamas. Os teólogos costumam interpretar essa visão com um alerta para os homens sobre os perigos de se afastar de Deus.

O segundo mistério faz referência à necessidade de se dedicar à Igreja e à oração com o objetivo de trazer, por fim, a paz ao mundo.

A terceira profecia, revelada por Lúcia ao Papa João Paulo II, no ano de 2000, inclui visões de autoridades da Igreja cruzando uma cidade destruída e de um Papa sendo assassinado. Enquanto alguns acreditam que a imagem se refere ao atentado sofrido por João Paulo II em 1981, outros afirmam que tem a ver com a crise vivida pela Igreja Católica, consequência de inúmeras denúncias de abuso sexual infantil enfrentadas pela instituição.


Fonte: Infobae
Imagens: Wikipedia Commons

 

Os fenômenos paranormais mais estranhos da Igreja Católica

Milagre ou coincidência? Jornalista australiano busca explicações há mais de 20 anos. 

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O jornalista australiano Mike Willesee dedicou mais de 20 anos à investigação de milagres do catolicismo, em uma tentativa de entender cientificamente os fenômenos.


Willesee, que atualmente tem 74 anos, chegou ao cristianismo depois de se considerar cético por muitos anos. Embora ele afirme que utiliza métodos científicos para analisar os supostos milagres, o rigor de suas pesquisas ainda é bastante questionado.

Entre os casos de maior repercussão que o jornalista estudou, três deles se sobressaem: 

1. Em Buenos Aires, na Argentina, uma hóstia apareceu coberta de sangue depois de ser jogada no lixo, em 1996. Testes de DNA apontaram que o sangue era de fato humano, embora sua origem não tenha sido determinada.

2. Na Bolívia, Willesee analisou uma estatueta de plástico de Jesus que, de acordo com seus devotos, chora sangue. A investigação determinou que o fluido encontrado na imagem é de origem humana e que a estatueta não foi adulterada.

3. Outra hóstia banhada de sangue e encontrada no México foi testada por um instituto forense, que afirmou que o sangue pertencia a uma mulher.

Os detratores de Willesee afirmam que nenhum dos dados coletados constitui prova conclusiva de um milagre. No entanto, os fiéis veem nesses fenômenos uma evidente manifestação divina.


Fonte: Daily Mail
Imagem: Shutterstock

04.Sep.2016

Madre Teresa de Calcutá é tornada santa pela Igreja Católica

O Papa Francisco proclamou santa Madre Teresa de Calcutá no dia 4 de setembro de 2016 no Jubileu da Misericórdia. A canonização aconteceu após a Igreja Católica ter aprovado, por unanimidade, a cura do brasileiro Marcílio Haddad Andrino, em 2008, quando ele estava em coma por causa de abscessos no cérebro e hidrocefalia. Sua família rezou para Madre Teresa e ele se curou. Apesar de sua discrição e de evitar entrevistas, ele participou da cerimônia de canonização, realizada na Praça São Pedro, no Vaticano, diante de 100 mil pessoas.

 

Nascida em 27 de agosto de 1910, em Usküp, Vilaiete do Kosovo, no Império Otomano, como Anjezë Gonxhe Bojaxhiu, Madre Teresa também ficou conhecida em vida como "a santa das sarjetas". Ela morreu em Calcutá, na Índia, aos 87 anos, no dia 5 de setembro de 1997. 

 

A missionária foi vencedora do Prêmio Nobel da Paz e também foi uma das mulheres mais influentes dos dois mil anos de história da religião, aclamada por seu trabalho com os mais pobres nas favelas em Calcutá. Foi beatificada em 2003 pelo Papa João Paulo II e agora tornada santa pela Igreja Católica 19 anos após a sua morte.

 


 

Imagem: Manfredo Ferrari (Own work) [CC BY-SA 4.0], via Wikimedia Commons

12.Feb.2016

Em encontro histórico, papa Francisco e patriarca Kirill pedem união de igrejas

No dia 12 de fevereiro de 2016, o papa Francisco, chefe da Igreja Católica Romana, e o patriarca Kirill, da Igreja Ortodoxa Russa, pediram a união dos dois principais ramos do cristianismo. Foi o primeiro encontro entre seus líderes, desde o Grande Cisma do Oriente de 1054.

As duas vertentes estão separadas há mais de mil anos, desde que o papa de Roma e o patriarca de Constantinopla se excomungaram mutuamente, dando início ao que se conhece como o grande cisma do cristianismo – que segue até hoje. O encontro entre Francisco e Kirill durou duas horas e foi realizado em uma sala do aeroporto de Havana, em Cuba. O papa retornava de uma visita ao México, enquanto o patriraca concluía uma viagem por Paraguai, Brasil e Cuba. O porta-voz do patriarcado de Moscou afirmou que a ilha é "território neutro". Essa também foi a opinião do porta-voz do Vaticano, que afirmou que foi mais fácil o encontro ter ocorrido fora da Europa.

 

 

 


Imagens: (Papa Francisco) Korea.net / Korean Culture and Information Service (Photographer name) [CC BY-SA 2.0], via Wikimedia Commons ; (Patriarca Kirill) Patriarchate of Moscow (http://www.patriarchia.ru/en) [CC BY-SA 4.0], via Wikimedia Commons

05.Oct.1582

A igreja pula 10 dias na História

O dia 5 de outubro não existiu em 1582. Isso porque, nesta data, a maior parte da Europa substituiu o calendário juliano pelo calendário gregoriano, e a transição significou o desaparecimento dos 10 dias posteriores a 4 de outubro de 1582 na história. Com o objetivo de estabelecer o dia 20 de março como o equinócio vernal, Cristóvão Clávio recomendou que a igreja fizesse um salto de dez dias. E assim, em outubro de 1582, o Papa Gregório XIII emitiu uma ordem para que se anulasse do calendário as datas compreendidas entre os dias 5 e 14 de outubro e se adotasse um calendário moderno e ajustado, chamado gregoriano. Os países católicos da Europa acataram a ordem do Papa Gregório imediatamente e várias nações protestantes sancionaram a medida nos anos seguintes. Atualmente, nenhum país utiliza o calendário juliano, que tem, agora, 13 dias a menos que o calendário gregoriano. No entanto, ele ainda é utilizado por muitas igrejas ortodoxas, motivo pelo qual a Páscoa é comemorada em datas diversas pelas diferentes igrejas.

07.Oct.1462

Papa Pio II edita primeira bula condenando a escravidão

O Papa Pio II (1458-1464) condenou a escravidão dos cristãos recém-batizados como "um grande crime" na primeira bula contra a escravidão no dia 7 de outubro de 1462. O discurso do Papa foi dirigido ao chefe local das Ilhas Canárias. 

Pio II instruiu os bispos a impor sanções aos transgressores. O Papa, no entanto, não condenou o comércio de escravos, somente a escravização dos recém-batizados, o que representava uma minoria diante das pessoas capturadas que eram levadas para Portugal para serem submetidas à escravidão. 

 


 

Pinturicchio [Domínio Público], via Wikimedia Commons