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Furacões podem ser fabricados pelo homem? Engenheiro acredita que sim

Especialista denuncia artimanha de geoengenharia para criar eventos destruidores. 

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Os terríveis furacões Harvey, Irma e José, que atingiram violentamente as ilhas do Caribe e regiões continentais próximas, teriam sido “fabricados” pelo homem, segundo o químico e ativista de geoengenharia Patrick Roddie.

O especialista chegou a essa conclusão depois de estudar as imagens que a NASA colocou à disposição por meio da ferramenta digital Worldview, que apresenta uma perspectiva do planeta Terra de acordo com as múltiplas óticas dos satélites.

A pesquisa de Roddie teria descoberto “linhas suspeitas” nos diferentes caminhos seguidos pelos furacões Harvey e Irma, especialmente porque as imagens revelam “elementos plumosos, névoa e padrões de onda”, algo comum nas “esteiras de agentes químicos pulverizados”.

Em suma, o especialista denuncia a existência de “materiais de geoengenharia” em torno dos furacões estudados. Enquanto isso, cientistas de diferentes áreas consideram que o aparecimento desses fenômenos atmosféricos não é nada incomum, dada a estação de tempestades tropicais intensas.


Fonte: RT 

Imagem: Shutterstock

Agora é oficial: vivemos uma nova era geológica na Terra

No último Congresso Internacional de Geologia, realizado recentemente na África do Sul, especialistas do mundo inteiro determinaram que o planeta Terra vive, desde 1950, uma nova era geológica: o Antropoceno.

O grupo de cientistas responsável pela pesquisa considera que o rastro da atividade humana é detectável e irreversível. Por isso, essa nova era está marcada pelo impacto humano na Terra. O que define a mudança da fase geológica do planeta é o fato de haver uma modificação plural e sincrônica comprovada em todas as regiões do mundo.

O geólogo Alejandro Cearreta, professor da Universidade do País Basco e membro do grupo que definiu a questão, explica: “Já modificamos a Terra: o Antropoceno é o momento em que nós, seres humanos, conseguimos alterar o ciclo vital do planeta, quando tiramos o planeta de sua variabilidade natural”.

Após anos de debates e votações, decidiu-se tomar o ano de 1950 como data inicial do novo ciclo. Nele, iniciaram-se os testes nucleares que, entre outras coisas, espalharam isótopos radioativos por amplas regiões e que serão detectáveis por milhares de anos.

A fabricação de plásticos, resíduos industriais, a emanação de gases, a acidificação dos oceanos e a destruição de ecossistemas inteiros demonstram que a ação dos homens alterou definitivamente o ciclo planetário.


Fonte: El País

Imagem: Sergey Nivens/Shutterstock.com

[VÍDEO] Veja o que acontece com uma pessoa quando ela enfrenta ventos de 160 km/h

Enfrentar os ventos mais fortes do mundo não é uma tarefa fácil.

O Monte Washington, nos Estados Unidos, é famoso por ter registrado a maior rajada da história, de 372 km/h, em 1934. Pois foi lá mesmo que dois observadores meteorológicos resolveram desafiar as forças da natureza. 

Mike Dorfman e Tom Padham decidiram encarar de frente a ventania mais temida do mundo para ver o que acontecia. Dorfman serviu de cobaia. Todo encapuzado, ele tenta se manter em pé enquanto o deslocamento do ar faz com que ele seja empurrado violentamente para trás. Naquele dia, a velocidade do vento chegou a 160 km/h.

A força do vento no local é tamanha que ele chega a “voar” por alguns segundos. Manter-se em pé em condições climáticas como essas é praticamente impossível. “Sentir vento no topo do monte é uma experiência indescritível”, disse Dorfman. “Eu fiquei exausto após passar vários minutos brincando”, completou.

Confira no vídeo abaixo a experiência da dupla:

 



Fonte: Hype Science

Imagem: Reprodução/YouTube

O fim do sal de cozinha: Conheça a planta que o substituirá e que pode combater até tumores

Uma pequena planta descoberta em Santa Catarina pode substituir o sal de cozinha de uma maneira muito mais saudável. 

O sal verde, um pó extraído que lembra a cor do óregano, é da espécie Sarcocornia ambigua. Ele possui três vezes menos cloreto de sódio que o sal comum, um dos vilões da pressão alta. Pesquisas alegam que este sal verde pode combater o envelhecimento das células, o colesterol e alguns tumores.

[VEJA TAMBÉM: Pescador encontra "peixe mutante" próximo à Fukushima]

A planta foi descoberta há 10 anos e agora pesquisadores da Epagri e da Universidade Federal de Santa Catarina estudam como ela poderia produzir sal em escala comercial. Há registros da Sarcocornia ambigua em alguns pontos do litoral de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. 

De acordo com pesquisadores, a plantinha está presente em uma região de transição entre mangue e mar, o que poderia explicar o sabor salgado do pó extraído.

Os estudos em relação aos benefícios da planta mostraram que suas qualidades são muito promissoras. O grande desafio é como e onde plantar a espécie em quantidade para atender uma escala comercial e chegar ao mercado. Os pesquisadores estimam que são necessários mais três anos de estudos, que ainda não têm data para começar.
CLIQUE AQUI E AJUDE A PRESERVAR PAISAGENS INCRÍVEIS. Fontes: Zero Hora e Diário Catarinense

Imagem: Marco Schmidt [CC BY-SA 2.5], via Wikimedia Commons

Cientista afirma que seres humanos estão causando os terremotos

Chamamos de terremoto o tremor que é produzido quando as placas terrestres se balançam de forma abrupta, liberando a energia acumulada em forma de ondas sísmicas. Por causa disso, podem ocorrer deslocamentos da crosta terrestre, tsunamis e erupções vulcânicas. Ao longo da história, o homem tem tentado explicar a violência desses desastres. Agora, sabemos que nem todos os terremotos acontecem por fenômenos naturais: muitos são causados pela atividade humana. E uma das primeiras constatações do impacto humano na formação de terremotos ocorreu em Denver, nos EUA, na década de 60, onde se deu uma quantidade incomum de sismos depois que o solo foi infectado com resíduos militares.

O geólogo Richard Davies, professor da Universidade de Newcastle, no Reino Unido, explica que quando são injetadas grandes quantidades de líquido na terra, ela se lubrifica, e a fricção das falhas naturais é reduzida, provocando seus deslocamentos e consequentes tremores. O professor, especialista em energia, explica também que as principais atividades geradoras de sismos são: o enchimento de reservatórios de água, a injeção de resíduos líquidos, a mineração, a extração da energia geotermal, o fraturamento hidráulico (estimulação hidráulica) e os métodos convencionais de obtenção de gás e petróleo.

Embora vários estudos especializados confirmem a relação entre determinados métodos de exploração de recursos naturais e o aumento significativo de terremotos registrados, os principais beneficiários econômicos desses empreendimentos insistem que são fenômenos de causas naturais. Nos próximos anos, talvez cheguemos a uma conclusão dolorosa: que a ganância de poucos está levando a humanidade ao seu fim.

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Fonte: BBC 

Imagem: Sadik Gulec / Shutterstock.com

Fim dos tempos? Conheça as mais raras catástrofes naturais da história

Além de terremotos, furacões, erupções vulcânicas e outros fenômenos devastadores conhecidos, existem catástrofes naturais mais estranhas, porém igualmente perigosas. Veja quais foram os desastres naturais mais raros da história.

O Ano sem Verão

Em abril de 1815, no Monte Tambora, na Indonésia, houve uma das erupções vulcânicas mais poderosas da História, causando a morte de dezenas de milhares de pessoas no sudeste da Ásia e formando uma nuvem gigante de cinzas na estratosfera. A nuvem viajou por todo o mundo, bloqueando os raios solares, e as temperaturas baixaram três graus, provocando mudanças meteorológicas de efeitos catastróficos. Como costuma acontecer em muitas situações problemáticas, o “Ano sem Verão” propiciou criações importantes, como a bicicleta, inventada pelo alemão Karl Drais como alternativa ao transporte de cavalos na Europa, cuja alimentação havia ficado muito cara.

O Evento Carrington

Entre o final de agosto e início de setembro de 1859, o planeta foi bombardeado pela maior tempestade solar da história. O chamado “Evento Carrington”, que recebeu o nome do astrônomo britânico Richard Carrington, trouxe um espetáculo celestial fantástico, mas causou, ao mesmo tempo, distúrbios geomagnéticos que derrubaram os sistemas telegráficos do mundo inteiro.

O Ano do Gafanhoto

No verão de 1874, milhões e milhões de gafanhotos sitiaram o Nebraska, o Kansas, as Dakotas, Iowa e outros estados dos EUA. Testemunhas afirmaram que os grupos de gafanhotos formaram nuvens tão espessas que bloquearam a luz do Sol por várias horas. Ao chegarem, comeram campos inteiros de cultivo, a vegetação e, inclusive, a roupa das pessoas.

O Véu de Poeira

Em 536, uma nuvem de areia e poeira cobriu grande parte do mundo, bloqueando a luz do Sol e gerando temperaturas extraordinariamente frias por vários anos. O longo inverno trouxe secas, colheitas ruins e fome em todo o mundo. Alguns estudiosos acreditam que ele também foi um dos responsáveis pelo desenvolvimento do primeiro surto conhecido de peste bubônica na Europa.

O Grande Smog (O Grande Nevoeiro)

Em dezembro de 1952, a poluição do ar de Londres criou uma nuvem de fuligem que se manteve por quatro dias, danificando a qualidade do ar. O miasma mortal foi o resultado de um sistema de alta pressão que criou condições extraordinariamente estagnadas. Em vez de se dispersarem, como de costume, nuvens de fumaça de carvão, de poluição das fábricas e chaminés das casas pairaram no ar da cidade.

O Evento de Tunguska

Pouco depois das 7h de 30 de junho de 1908, uma luz cegante cruzou os céus da Sibéria e explodiu sobre o rio Tunguska Pedregoso. A onda de choque foi centenas de vezes mais potente que uma bomba atômica. Surpreendentemente, não houve mortos, porém seus efeitos foram sentidos em todo o mundo. Os cientistas afirmam que o “Evento Tunguska” foi o resultado do impacto de uma rocha espacial com a superfície terrestre.

Fonte: History.com

Crédito: Bikeworldtravel/Shutterstock.com

Longe e sozinho de todos: homem habita montanha chinesa há 20 anos

Uma montanha situada no noroeste da China guarda uma gruta, elevada a aproximadamente 50 metros do chão, que serve de casa ao ermitão Feng Mingshan, um cidadão de 54 anos que escolheu o lugar como moradia em 1993. Com o auxílio de um martelo, Feng foi ampliando o lugar consideravelmente até criar uma porta de entrada e uma versão própria de cortinas. Ele pode ser facilmente avistado no local, quase sempre desnudo.

Feng nasceu em Gaoba Town, na província de Shaanxi e partiu de sua cidade natal porque não queria viver próximo a ninguém. Com o tempo, foi se desprovendo de todas as facilidades da vida moderna até chegar a recusar as roupas. “Meu irmão tem uma personalidade bastante estranha, não gosta de se comunicar com ninguém”, afirmou Xueming Mingshan, irmão do recluso. Diversas fotos documentam a evolução do ermitão, carregando madeira para uma fogueira ou alguma reforma. Há 20 anos, ele realiza a ampliação de seu lar, trabalhando algumas rochas para facilitar seu acesso durante a subida.

Segundo a mídia local, Feng encontrou a caverna ainda menino: “Era uma gruta pequena, quando a encontrei e fui ampliando com a ajuda de um martelo”, declarou ao jornal The Mirror, acrescentando que se mudou ao local porque ali o verão é bastante fresco e ameno. No entanto, as autoridades locais pretendem pôr um fim ao estilo de vida de Feng com a ameaça de uma internação por motivos psiquiátricos.

E você, já se imaginou tentando sobreviver SOZINHO? Isolado, tendo de enfrentar a fome, o frio, a chuva, muitos predadores e todos os outros desafios que a natureza pode te reservar? 10 homens aceitaram este desafio e, a partir da próxima quinta, 25/6, você poderá acompanhá-los neste desafio inédito! Confira abaixo uma prévia:

 

Fonte: The Mirror 

Cientistas prevêem as maiores catástrofes da Terra

O clima na Terra está mudando. Prova disso é que em alguns lugares as pessoas precisam lidar com temperaturas extremas, como um calor brutal no verão e fortes nevascas no inverno. Por conta disso, muitos pesquisadores especulam que algum destes fenômenos poderia estar associado a um grande desastre natural, como o processo de desertificação ou derretimento de geleiras e grandes inundações. Atualmente, não precisamos ir tão longe, terremotos, vulcões, grandes incêndios e tsunamis já assolam a humanidade. Levando isso tudo em conta, preparamos uma lista com as maiores ameaças da natureza e até do Universo (em ordem decrescente):

5 - Explosão do Vulcão Bardarbunga – Islândia

A erupção deste vulcão é esperada há algum tempo pelo Escritório Meteorológico Islandês. A preocupação com sua atividade aumentou por causa das centenas de terremotos que ocorreram ao redor do local ao longo de vários dias. Caso o Bardarbunga entre em erupção, o gelo no seu entorno derreteria, causando inundações. Além disso, sua atividade poderia despertar o vulcão Torfajokull, que poderia acabar com diversos rios que movem usinas hidrelétrica no país.

4 - Terremoto gêmeo – Japão, 2017

Um terremoto devastador poderá atingir o Japão nos próximos anos, de acordo com o sismólogo Masaaki Kimura, da Universidade de Ryukyus. Sua magnitude seria de 9,0. Suas previsões são baseadas no que ele chama de “olhos de terremoto”, regiões com vários pequenos terremotos que são geralmente ignorados. De acordo com ele, a atividade destes pequenos terremoto são as melhores formas de prever um grande terremoto. O pesquisador acredita que o novo terremoto começará nas Ilhas Izu e causaria um tsunami, que varreria o Japão de forma parecida ao de Tohoku, de 2011.

3 - Terremoto e tsunami – Oregon, 2015-2065

Um terremoto de magnitude entre 8 e 9 e um tsunami na sequência acertariam a costa do Oregon nos próximos 50 anos. A previsão foi feita pela Comissão Consultiva de Política de Segurança Sísmica do Oregon. A fonte da castástrofe seria uma chamada zona de subducção de Cascadia, uma fenda de mais de 1.287 km que fica a 97 km da costa do Oregon. Acredita-se que esta rachadura esconda um dos maiores eventos sísmicos do século.

2. Maior tsunami da história – Caribe, sem data.

Apesar das praias paradisíacas o cenário no futuro não é nada belo para os moradores do Caribe, de acordo com Simon Day, da University College London, e Steven Ward, da Universidade da Califórnia, em Santa Cruz. De acordo com eles, o vulcão Cumbre Vieja, nas Ilhas Canárias, entrará em erupção e será o causador do maior tsunami da história. Uma onda monstruosa seria criada e atingiria 800 km/h, com até 100 metros de altura. A destruição atingiria também Flórida e até Inglaterra. Calma, este é o cenário mais aterrorizante. O provável é que o Cumbre Vieja cause deslizamentos fragmentados, o que não provocaria um tsunami tão deavstador, mas mesmo assim é melhor não estar por lá.

1. Enorme tempestade solar – 2015-2025

A grande ameaça, na realidade, viria de fora do nosso planeta e mais extamente do Sol, por meio de uma de suas tempestades solares – uma labareda, com altos níveis de radiação UV e partículas energéticas. Segundo Pete Riley, do Instituto de Ciência Preditiva, uma grande tempestade solar poderá atingir a Terra dentro de uma década. Caso isso aconteça, sistemas de rádio, localização por satélite (GPS) e comunicações poderiam ser afetadas, assim como também a possibilidade de apagões por todo o mundo. A perda iria beirar a casa dos trilhões de dólares.

Crédito da imagem: Fesus Robert - Shutterstock.com

Fonte:

HypeScience

Conheça a nova invenção dos japoneses: Uma muralha à prova de tsunamis

Numa disputa de força entre o homem e a natureza em quem você apostaria suas fichas? O governo do Japão coloca suas apostas na segunda opção para combater os tsunamis. Parte do país foi varrida pelas ondas gigantes em 2011, um desastre que provocou a morte de 19 mil pessoas, destruiu cidades costeiras e a usina nuclear de Fukushima. O projeto para evitar futuras tragédias dessa magnitude consiste na construção de uma muralha ao preço de, aproximadamente, US$ 6,8 bilhões.

A obra terá 12,5 metros de altura e percorrerá mais de 400 quilômetros na costa noroeste japonesa. Uma cadeia de paredes e blocos de cimento vai compor o imenso muro na esperança de conter a fúrias das ondas gigantes. A expectativa é de que a muralha esteja pronta em dois anos.

A obra, no entanto, não é unanimidade, e muita gente duvida de sua eficácia, além de prejudicar a natureza, a indústria da pesca e afetar a paisagem.

A maior crítica é que as pessoas poderão criar um falso sentimento de segurança e que não dêem ouvidos aos alertas de perigo – muitos dos que morreram em 2011 ignoraram os avisos.

Contudo, a localidade de Fudai provou que o sistema de comportas e muro funciona. Em 2011, a área escapou do tsunami graças à obra, apesar de o projeto ter sofrido inúmeras críticas no começo. Porém, mesma sorte não teve a região de Kamaishi, cujo muro foi destruído também em 2011 e deixou a cidade desprotegida. Tanto quem defende como quem é contra a muralha concorda em um ponto: o homem jamais conseguirá dominar a natureza. No máximo, iremos nos defender de sua fúria.

Fonte:

BBC

 

Darwin estava errado? Uma revolucionária árvore da vida promete redefinir processo evolutivo das espécies

Uma equipe de cientistas da Universidade Temple, na Filadélfia, criou um novo esquema de evolução das espécies, através de uma árvore periódica da vida, revelando, entre outros novos detalhes, que os organismos vivos se desenvolveram em um ritmo constante – o que põe em xeque todas as teorias vigentes sobre o assunto.

“O ritmo constante da diversificação que descobrimos indica que os nichos ecológicos da vida não se preenchem e tampouco se saturam”, afirmam Hedges e Kumar, autores principais do novo esquema evolutivo. Isso significa, de acordo com os cientistas, uma contradição em relação ao famoso modelo estabelecido, que prega uma desaceleração na diversificação biológica, quando, na verdade, os nichos são preenchidos pelas próprias espécies.

Mas isso não é tudo. O estudo também desafia a ideia de que a adaptação das espécies é a principal força da diversificação biológica, ao destacar a importância de eventos genéticos aleatórios, assim como o isolamento geográfico na geração de novas espécies – processo que tem uma duração média de dois milhões de anos. “A descoberta mostra que a formação das espécies é um processo com limites mais definidos do que acreditávamos antes”, afirma Hedges.

Fonte: RT 

Imagem: David Carillet - Shutterstock