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Conheça as consequências da falta de sexo para o organismo

Os benefícios do sexo para a nossa saúde são bem conhecidos.

Mas quais são as consequências da falta de relação sexuais para o corpo humano? Cientistas não entram em consenso sobre o assunto, mas apontam alguns efeitos que podem ser provocados pela abstinência sexual.

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As divergências sobre como o organismo pode ser afetado pela falta de sexo começam pelo conceito de inatividade sexual. Para Manuel Lucas, presidente da Sociedade Espanhola de Intervenção em Sexologia, se alguém saudável decide parar de manter relações por vontade própria (seja por motivos religiosos ou qualquer outra razão pessoal) não terá qualquer prejuízo quanto a sua saúde. Os problemas podem começar quando essa abstinência representa uma fonte de angústia.

Se a interrupção da atividade sexual não ocorre por conta própria, mas por algum fator externo, pode haver uma série de consequências negativas. O declínio da autoestima pela falta de sexo pode agravar casos de depressão e ansiedade, por exemplo.  De acordo com a sexológa Francisca Molero, a consciência da ausência de sexo causa impactos psicológicos capazes de refletir na saúde física.

Como o sexo traz benefícios para o sono, sua abstinência pode trazer distúrbios nesse campo. O aumento de estresse também associado à falta de relações sexuais. Uma pesquisa de 2013 chegou até mesmo a relacionar a abstinência sexual com a falta de inteligência. Isso porque o sexo poderia estimular a criação de novos neurônios e impulsionar o crescimento celular do hipocampo, região do cérebro responsável pelas memórias de longo prazo.

A falta de sexo também pode resultar no descuido com os próprios órgãos sexuais. Segundo Molero, como a vagina é um músculo, ela pode se tornar flácida se não for exercitada. Já os homens que se abstêm de relações sexuais podem correr um maior risco de desenvolver câncer de próstata. Além disso, a inatividade sexual pode resultar em uma maior probabilidade de desenvolvimento de disfunção erétil.



Fonte: El País
Imagem: Ilya Andriyanov/Shutterstock.com

 

Estudo tenta revelar mistérios do orgasmo feminino

Uma nova pesquisa oferece pistas sobre um dos maiores mistérios da Humanidade e que certamente muitos homens gostariam de ver esclarecido. Por que, afinal, as mulheres gozam?

O orgasmo feminino, que intriga a ciência e a filosofia desde os tempos de Aristóteles, ganhou uma nova possibilidade científica sobre sua origem e razão de ser.

Um novo estudo realizado por cientistas da Universidade de Yale e do Hospital Infantil de Cincinnati, nos EUA, sugere que o orgasmo feminino é um vestígio de nosso passado evolutivo, quando as fortes descargas de hormônios que acompanham o clímax eram necessárias para a mulher ovular - algo que ainda acontece em várias espécies de mamíferos, de acordo com a pesquisa.

Em gatos ou coelhos, por exemplo, essa descarga hormonal ocorre durante a relação sexual com o macho e é necessária para estimular a liberação de óvulos. Os próprios homens têm que ejacular para transferir os esperma. Nas mulheres, o orgasmo não só não é necessário para a concepção, como também está muitas vezes ausente da relação sexual.

O que explicaria essa sensação nas mulheres? A nova pesquisa diz que o “homólogo do orgasmo humano é um reflexo que, ancestralmente, induziu a ovulação", diz a conclusão do estudo. Os principais hormônios envolvidos no esquema são a prolactina e oxitocina.

As fortes descargas desses hormônios serviram de pistas para que os cientistas analisassem as características de diferentes espécies - chegando à conclusão de que a ovulação induzida apareceu antes da ovulação espontânea, que teria surgido há cerca de 75 milhões de anos.

O orgasmo feminino seria, então, um resquício desse passado ancestral comum, quando uma forte descarga hormonal era necessária para uma função tão vital como a ovulação. Outra mudança associada ao orgasmo feminino teria sido, segundo eles, uma mudança de posição do clitóris. Em espécies com ovulação induzida por atividade sexual, o clitóris fica dentro ou muito perto do canal vaginal. Já em seres humanos e outras espécies de ovulação espontânea, ele fica mais distante.

Entendeu?
Apesar de oferecer boas pistas, Elisabeth Lloyd, professora de biologia da Universidade de Indiana e autora de “O Caso do Orgasmo Feminino: Preconceito na Ciência da Evolução”, frisou ao jornal inglês “The Guardian” que ainda se sabe muito pouco sobre o orgasmo em outras espécies e garante que, além de descarga hormonal, devem ser levados em conta outros aspectos neurológicos e musculares desse fenômeno. Para ela, o orgasmo feminino é simplesmente um remanescente do desenvolvimento embrionário.

"Só na oitava semana (do embrião) se produz uma forte liberação de hormônios masculinos que transforma os órgãos genitais em genitais masculinos", diz Lloyd. Os homens precisam do orgasmo para transferir o esperma, mas as mulheres, de acordo com a bióloga, também têm tecidos musculares e terminações nervosas para o orgasmo, que ela descreve como um "acréscimo fantástico". "Além do prazer, parece não ter um objetivo", diz Lloyd, ainda segundo o Guardian.

"Mas isso não significa que o orgasmo feminino não seja importante. Ele simplesmente não parece ter uma função evolucionária."

 

 


Fontes: Yale, Science, Guardian e BBC
Imagem: Oscity/Shutterstock.com

Como funciona o Viagra feminino?

A verdade é que muito se fala sobre a “pílula rosa” para o desejo sexual feminino, mas pouco se conhece dela.

Seu nome comercial é Addyi, apesar de ser mais conhecido como “o Viagra feminino”, e, desde sua aprovação legal e seu consequente lançamento comercial, ele tem provocado várias polêmicas por causa de seus efeitos colaterais. Entre eles estão enjoo, sonolência, náusea, fadiga, insônia e secura na boca. Primeiramente, seu funcionamento não tem nada a ver com seu antecessor masculino: enquanto o Viagra atua sobre uma deficiência biológica, o Addyi se ocupa dos hormônios e da química cerebral.

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A flibanserina é indicada para o momento da “pré-menopausa”, quando pode ocorrer que uma mulher queira ter uma relação íntima, mas não tenha desejo sexual, problema conhecido como transtorno do desejo hipoativo. A droga, que deve ser administrada em doses diárias antes de dormir, estimula zonas estratégicas do cérebro, aumentando a produção de dopamina e noradrenalina, e diminuindo a serotonina, responsável pela queda da libido.

Além de seus efeitos secundários (nos testes experimentais, 10% das mulheres tiveram enjoo, fadiga e náusea), que, segundo seus próprios fabricantes, são “modestos”, para muitos, trata-se do “maior avanço na saúde sexual da mulher desde a pílula anticoncepcional”, conforme resumiu Sally Greenberg, diretora da associação de consumidores dos EUA.

 

 


Fontes: InfoBae e BBC
Imagem: conrado/Shutterstock.com

Melhor ser rápido que atraente: como as fêmeas escolhem seus parceiros

Um estudo feito recentemente por Mike Ryan e Amanda Lea, biólogos da Universidade do Texas, chega a uma conclusão surpreendente com relação à teoria da seleção sexual. Analisando o comportamento de rãs, eles puderam notar que os modelos de escolha racional não são tão eficazes como se imaginava: elas demonstraram que, diante da urgência, nem sempre escolhem a opção mais atraente para o acasalamento.

O artigo, publicado pela Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS), explica que o modelo segundo o qual as fêmeas escolhem seu parceiro reprodutivo pela atratividade já não serve mais para explicar as decisões em âmbitos de acasalamento socialmente complexos. O experimento foi realizado com 80 rãs, que foram confrontadas com diferentes chamados de espécies machos. Os cientistas disseram que a preferência variava se as fêmeas tinham que escolher entre duas opções, ou se aparecia uma terceira opção, o que precipitava a escolha por um dos machos que anteriormente não tinha se mostrado muito atraente.

Para os autores, isso mostra que as decisões racionais poderm levar muito tempo, ameaçando a oportunidade de se acasalar e aumentado o risco de exposição a depredadores; por isso, esse já não é mais o método ideal em situações sociais complexas. O estudo reflete a importante influência do contexto na escolha do companheiro sexual e, já que esse efeito também foi evidenciado em humanos, implicaria que a irracionalidade vinculada à sexualidade pode ter raízes biológicas.


Fonte:ABC

Imagem: Pablo Jacinto Yoder/Shutterstock.com

06.Sep.2008

Dia do Sexo é comemorado pela primeira vez

O ser humano pode não viver em estado de paixão, mas ele segue na eterna busca pelo prazer, que agora tem data: 6 de setembro, o Dia do Sexo. O dia foi criado informalmente em 2008 em uma campanha de marketing de preservativo e muitos abraçaram a causa. Neste dia, é comum motéis e sex shops fazerem promoções para atrair casais.

Terapeutas e sexólogos aconselham usar a data para escapar da rotina ou tentar reativar o desejo sexual, algo comum em quem vive uma rotina estressante e chega ao esgotamento no final do dia. Quem sabe aventurar-se por um lugar diferente para o sexo ou arriscar novas posições? Brincadeiras como o dado erótico também valem. Entre quatro paredes, a imaginação é livre e por conta de cada um.

 


Imagem: Shutterstock.com

Ciência descobre a hora exata para fazer sexo

Um estudo científico recente, publicado pela revista British Medical Journal – que coleta dados divulgados pela Associação Médica Britânica –, afirma ter descoberto o horário perfeito para fazer sexo. Provavelmente, o resultado surpreenderá muitas pessoas, já que a hora escolhida não parece ser a mais comum; entretanto, é o momento em que tanto os homens quanto as mulheres estão com o nível de testosterona mais elevado: às 5h48m da manhã.

Esse horário preciso é a combinação dos dados de aumento da testosterona com os das atividades cotidianas: mais testosterona e menos preocupação em relação aos afazeres diários resultariam no momento perfeito para a troca sexual. Nos homens, a quantidade de testosterona presente no organismo 12 minutos antes das 6h pode chegar a ser 25% a 50% maior que no resto do dia – isso, claro, se ele tiver dormido à noite, uma vez que a glândula que regula sua produção é muito mais ativa durante o sono. O resultado desse estudo é baseado em uma estatística do horário em que as pessoas acordam. Por isso, se se passou a noite em claro, o horário ideal não será o mesmo.

O fenômeno que explica essa pesquisa é o mesmo que faz com que a maioria dos homens tenha ereções matinais. E isso coincide com um estudo recente feito na Itália, no qual se descobriu que, para as mulheres, a manhã é o momento ideal para chegar ao orgasmo.

 


Fonte: ABC

Imagem: Photographee.eu/Shutterstock.com

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