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Estamos cada vez mais próximos de uma guerra espacial

Os Estados Unidos querem que o espaço possa ser considerado "área de guerra"!

A Força Aérea dos EUA está realizando várias reformas, entre as quais a criação de um novo cargo para um general de três estrelas. O objetivo é deixar o país adequadamente preparado para uma eventual guerra no espaço.


Conforme declarou o general Jay Raymond, chefe do Air Force Space Command (AFSPC), no Simpósio Espacial, o novo cargo terá funções de organizar, treinar e equipar as forças para lidar com os desafios que poderão ocorrer no espaço. A Força Aérea trabalha em conjunto com o Escritório Nacional de Reconhecimento (NRO, na sigla em inglês) para criar um projeto de espaço comum conhecido como “domínio de guerra”.

Também houve uma mudança de nome do comando espacial do Pentágono (de Joint Interangency Combined Space Operations Center para National Space Defense Center). A reformulação foi feita para que os projetos espaciais ganhem mais força na hora de competir por recursos orçamentários contra projetos terrestres.


Fonte: Defense One

Imagem: Shutterstock

O homem que vigiou por 40 anos um bunker chinês secreto

Fiel às ordens recebidas, homem vigiava bunker ultrassecreto abandonado desde 1976!

He Wenxun tem 87 anos e passou quase metade da sua vida vigiando um bunker antiaéreo secreto no sul da China. O refúgio foi construído em 1975 para proteger os grandes líderes comunistas durante um eventual ataque, mas após a morte do presidente Mao Tsé-Tung, um ano mais tarde, o local foi esquecido.


Wenxun, fiel às ordens que havia recebido, continuou cuidando do local por mais de 40 anos. As autoridades chinesas não tinham conhecimento de sua existência, dado o enorme sigilo ao qual esteve sujeita sua construção. Tudo mudou há alguns meses, quando o homem enviou um pedido de demissão ao exército, alegando problemas de saúde.

Após receber a carta, os funcionários perceberam que o bunker não aparecia em nenhum mapa. Um destacamento foi ao local, onde se constatou que as instalações seguiam em ótimas condições graças à dedicação de Wenxun. Ele foi condecorado pelo governo chinês como “Modelo de Alta Moral”.


Fonte: RT

Imagem: Shutterstock

GUERRA

Regras da Bíblia proibiam os exércitos israelitas de cortar as árvores das cidades inimigas. Embora isso pareça uma indicação da existência de um movimento a favor do verde há 3000 anos, tudo se resumia a preservar as oliveiras. Analisando as regras das guerras, este episódio revela uma paisagem de conquistas sangrentas e justiça divina. É surpreendente o que uma norma aparentemente simples mostra sobre o modo como as nações lidavam com a guerra e a paz.

Regras da Bíblia proibiam os exércitos israelitas de cortar as árvores das cidades inimigas. Embora isso pareça uma indicação da existência de um movimento a favor do verde há 3000 anos, tudo se resumia a preservar as oliveiras. Analisando as regras das guerras, este episódio revela uma paisagem de conquistas sangrentas e justiça divina. É surpreendente o que uma norma aparentemente simples mostra sobre o modo como as nações lidavam com a guerra e a paz.

GUERRA

Regras da Bíblia proibiam os exércitos israelitas de cortar as árvores das cidades inimigas. Embora isso pareça uma indicação da existência de um movimento a favor do verde há 3000 anos, tudo se resumia a preservar as oliveiras. Analisando as regras das guerras, este episódio revela uma paisagem de conquistas sangrentas e justiça divina. É surpreendente o que uma norma aparentemente simples mostra sobre o modo como as nações lidavam com a guerra e a paz.

07.Ene.2015

Atentado terrorista em escritório da revista satírica alastra medo em Paris

O dia 7 de janeiro de 2015 vai ficar marcado pelas cenas de terror vividas em Paris por conta de um atentado ocorrido no escritório da revista satírica francesa Charlie Hebdo que resultou na morte de ao menos 12 pessoas, incluindo dois policiais. De acordo com informações iniciais de agências internacionais, um grupo de homens teria invadido o escritório da revista, gritando:"Vingamos o Profeta!", em referência a Maomé. Em 2011, a revista publicou uma charge que provocou revolta no mundo muçulmano. Na época, a revista sofreu um atentado a bomba. Segundo relato de testemunhas, os homens estavam encapuzados, armados com fuzis e lança-foguetes.

Cinco das vítimas foram identificadas, incluindo quatro jornalistas da revista: o editor Stéphane Charbonnier e os cartunistas Jean Cabut, Georges Wolinski e Bernard Verlhac. O presidente da França, François Hollande, decretou estado máximo de alerta terrorista.

 

 


 

Imagem: Thierry Caro (Own work) [CC BY-SA 4.0], via Wikimedia Commons

14.Aug.1917

China declara guerra contra a Alemanha

No dia 14 de agosto de 1917, quando a Primeira Guerra Mundial chegava ao seu quarto ano, a China abandonou a neutralidade e declarou guerra à Alemanha. O principal objetivo chinês era ganhar um lugar na mesa de negociação pós-guerra. A China também tentava recuperar o controle sobre uma área vital, a península de Shantung, além de reafirmar sua força diante do Japão, seu rival pelo controle da região.

Na Conferência de Paz de Versalhes, após o armistício, Japão e China lutaram amargamente para convencer o Conselho Supremo das Forças Aliadas - dominado pelos Estados Unidos, França e Grã-Bretanha - sobre os respectivos direitos em relação à Península de Shantung. Uma pechincha acabou favorecendo o Japão, que desistiu de sua demanda por uma cláusula de igualdade racial no Tratado em troca de controle sobre consideráveis ​​posses econômicas na Alemanha em Shantung, incluindo ferrovias, minas e o porto de Tsingtao.

Apesar de o Japão ter prometido devolver o controle de Shantung para a China, o que só aconteceu em fevereiro de 1922, os chineses ficaram profundamente indignados com a decisão dos Aliados em favorecer o Japão em Versalhes. Uma grande manifestação foi realizada na Praça da Paz Celestial no dia 4 de maio de 1919, com protestos contra o tratado de paz, que os delegados chineses se recusaram a assinar em Versalhes.

Um ano após o acerto da conferência de paz, nacionalistas chineses radicais formaram o Partido Comunista que, sob a liderança de Mao Tse-tung e Chou En-lai, assim, como muitos outros ex-líderes das manifestações contrárias ao Tratado de Versalhes, iria conquistar o poder na China em 1949.

 


Imagem: [Domínio público], via Wikimedia Commons

11.Aug.1943

Alemães dão início à evacuação da Sicília

No dia 11 de agosto de 1943, as forças alemãs começaram a evacuação de seis dias da Sicília, na Itália, após serem derrotados pelos Aliados, que invadiram a ilha italiana em julho.

Os alemães estavam na Sicília desde os primeiros dias da guerra. Ao todo, 405 mil homens ocupavam a ilha. Mas com a chegada do sétimo Exército norte-americano sob o comando do general George S. Patton e do oitavo Exército britânico, comandado pelo general Bernard Montgomery, as tropas de Hitler foram obrigadas a deixar o local. Era o início da invasão aliada ao continente europeu na Segunda Guerra Mundial.

A saída para os alemães foi atravessar o Estreito de Messina, onde dois quilômetros de água separavam a Sicília do continente italiano. A 29ª Panzergrenadier Divisão e a 14ª Panzer Corps foram trazidas da África para retardar o progresso dos Aliados e permitir a fuga alemã. Durante seis dias e sete noites, os alemães levaram 39.569 soldados, 47 tanques, 94 armas pesadas, 9.605 veículos e mais de 2 mil toneladas de munição para o continente italiano.

 


Imagem: photographer: Lt. Longini, U.S. Army Signal Corps [Domínio público], via Wikimedia Commons

08.Aug.1945

URSS declara guerra ao Japão

No dia 8 de agosto de 1945, a União Soviética declarou oficialmente guerra ao Japão, despejando mais de 1 milhão de soldados soviéticos em Manchúria, uma área ocupada pelos japoneses, no nordeste da China, com o objetivo de tomar os 700 mil homens do exército japonês.

O lançamento da bomba em Hiroshima pelos norte-americanos não teve o efeito pretendido: a rendição incondicional do Japão. Metade do gabinete japonês interior, o chamado Conselho Supremo de Direção de Guerra, se recusou a se entregar a não ser que os Aliados dessem garantidas sobre o futuro do Japão, especialmente em relação ao imperador, Hirohito. Os únicos civis japoneses que sabiam o que havia acontecido em Hiroshima, ou estavam mortos, ou sofrendo terrivelmente.

O Japão não estava muito preocupado com a União Soviética, que também lutava com os alemães na frente oriental. O exército japonês foi tão longe a ponto de acreditar que eles não teriam de se envolver em um ataque soviético até a primavera de 1946. Mas os soviéticos surpreenderam com a invasão da Manchúria com um ataque tão forte que o Imperador Hirohito suplicou ao seu Conselho de Guerra a reconsiderar a rendição. Os membros recalcitrantes começaram a vacilar.

 


Imagem: [Domínio público], via Wikimedia Commons

16.Jul.1945

Projeto Manhattan: Bomba Atômica é testada com sucesso

Em um dia como este, no ano de 1945, às 5h29min45seg, o Projeto Manhattan chegou a um final literalmente explosivo quando a primeira bomba atômica foi testada com sucesso em Alamogordo, no Novo México. O brigadeiro-general Leslie R. Groves, que também era engenheiro, estava no comando de um projeto, junto às maiores mentes da ciência, para descobrir como aproveitar o poder do átomo como um meio de levar a guerra a um fim decisivo. O Projeto Manhattan (assim chamado por conta do local de seu início) passaria ainda por outros locais durante o período inicial de exploração teórica, entre eles, a Universidade de Chicago, onde trabalhava o físico italiano Enrico Fermi. O projeto tomou forma final no deserto do Novo México, onde, em 1943, Robert J. Oppenheimer começou a dirigir Projeto Y em um laboratório em Los Alamos, ao lado de Hans Bethe, Edward Teller e Fermi.

Finalmente, na manhã do dia 16 de julho, no deserto do Novo México, a 193 quilômetros ao sul de Santa Fe, a primeira bomba atômica foi detonada. Os cientistas e alguns dignatários ficaram a mais de nove quilômetros de distância para observar a nuvem em formato de cogumelo de luz ardente, que se alongou por 12 quilômetros no ar e produziu um poder destrutivo equivalente a 15 mil e 20 mil toneladas de TNT. A torre em que estava a bomba quando ela foi detonada simplesmente evaporou.

Depois do sucesso da bomba, a pergunta era: contra quem esta arma seria usada? A Alemanha era o principal alvo, mas o país já havia se rendido na Segunda Guerra Mundial. O único beligerante era o Japão. Vale lembrar que, inicialmente, o projeto havia sido orçado em US$ 6 mil, mas no final das contas o custo total foi de US$ 42 bilhões.

 


Imagem: via Wikimedia Commons

10.Jul.1940

Começa a Batalha da Grã-Bretanha na Segunda Guerra Mundial

Os alemães deram início, em um dia como este, no ano de 1940, ao primeiro de uma longa série de bombardeios contra a Grã-Bretanha, durante a Segunda Guerra Mundial, no que ficou conhecido como a Batalha da Grã-Bretanha ou a Batalha da Inglaterra, que durou três meses e meio.

Após a ocupação da França pela Alemanha, a Grã-Bretanha sabia que era apenas uma questão de tempo antes até que as forças do Eixo apontassem suas armas para além do Canal da Mancha. E, em 10 de julho, 120 bombardeiros e caças alemães atingiram um comboio britânico que passava pelo canal, enquanto outros 70 bombardeiros atacaram estaleiros no sul do País de Gales. Apesar de a Grã-Bretanha ter um número bastante inferior de caças em relação aos alemães - 600 x 1.300 - os primeiros possuíam uma importante vantagem sobre os últimos: um sistema eficiente de radar, o que tornava muito improvável um ataque surpresa dos alemães. Além disso, as aeronaves da Grã-Bretanha possuíam uma qualidade superior, no caso os Spitfires e os Hurricanes. Assim que começaram os ataques, a Grã-Bretanha começou uma campanha para que a população entregasse todo o alumínio possível para a produção de aviões. "Vamos transformar as suas panelas e frigideiras em Spitfires e Hurricanes," dizia o governo. E, de falto, eles fizeram isso.

Considera-se que a Batalha da Inglaterra teve fim no dia 31 de outubro. Estima-se que 40 mil civis morreram por conta dos ataques. Apesar dos bombardeios, a A Grã-Bretanha resistiu, e a Alemanha adiou de maneira “indefinitiva” seus planos de dominar mais este território na Europa Ocidental. 

 


Imagem: New York Times Paris Bureau Collection. [Public domain], via Wikimedia Commons