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Antepassados do homem africano tinham a pele clara

Novo estudo pode virar a história da humanidade de cabeça para baixo!

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Geneticistas da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, descobriram que os genes responsáveis pela cor da pele sofreram uma mutação muito tempo antes de os antepassados do homem moderno terem migrado da África.

Até pouco tempo, a ciência acreditava que os antepassados do homo sapiens tinham a pele negra quando abandonaram, pela primeira vez, o continente africano – o que teria ocorrido entre 200 e 300 mil anos atrás.

Essa teoria sugere que a cor de pele dos nossos antepassados embranqueceu por causa de um processo de adaptação às novas condições climáticas. No entanto, o novo estudo genético coloca em dúvida essa concepção clássica.

Na verdade, a teoria derruba a ideia de que uma raça tem raízes biológicas, ao concluir que existem variantes em seis tipos de genes (SLC24A5, MFSD12, DDB1, TMEM138, OCA2 e HERC2), assim como em suas mutações, o que comprova que, na África, já havia antepassados do homem com pele clara.


Fonte: Science Mag

Imagem: Shutterstock

A doença que surgiu de uma mutação genética de nossos antepassados

O pior é que o problema afeta milhões de pessoas no mundo inteiro. 

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Estamos falando da artrite - uma condição que se manifesta por meio de uma série de causas distintas, desde doenças autoimunes até a deterioração das articulações com o passar do tempo.

Uma pesquisa realizada pelas universidades de Stanford e Harvard, nos Estados Unidos, descobriu uma mutação genética que pode ser determinante para desenvolver a doença e que teria sido útil para que os primeiros humanos enfrentassem o frio depois que saíram da África.

Essa mesma mutação genética, que hoje duplica as chances de sofrer artrite, pode ter sido um fator-chave para que os seres humanos da pré-história se tornassem menores e mais ágeis, ajudando também a fortalecer seus ossos e evitar fraturas ao escorregarem no gelo.

Após essa descoberta, os especialistas esperam conseguir desenvolver novos tratamentos e métodos de prevenção para a artrite.


Fonte: VIX

Imagem: Shutterstock

DNA desconhecido é encontrado em cavernas subterrâneas da Antártica

Continente pode esconder comunidades enormes de animais e plantas nunca vistos pelo homem! 

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A Antártica se estende por 14 milhões de km² e, com exceção de 2% do seu território, está coberta por uma camada de gelo de, em média, 1,9 km de espessura. Dadas essas características, a descoberta recente de tipos de vida desconhecidos pelo homem surpreende a comunidade científica internacional.

O trabalho de uma equipe científica, formada por representantes de vários países, conseguiu sequenciar o DNA de vários organismos que eram absolutamente desconhecidos. Essas vidas foram encontradas em cavernas subterrâneas, localizadas próximo ao vulcão ativo mais ao sul do mundo, o Monte Érebo.

Segundo Ceridwen Fraser, da Universidade Nacional da Austrália, uma pesquisa mais profunda certamente permitirá a descoberta de novas espécies naturais, já que, na Antártica, é possível que existam plantas e animais em cavernas subterrâneas, onde “pode ser muito quente”, com temperaturas de até 25ºC.

Além de uma temperatura adequada, a cientista afirma que existe outro fator fundamental para a vida no sistema de cavernas antártico: “Em algumas cavernas, a luz é filtrada mais profundamente quando a camada de gelo é fina”, o que poderia significar que, lá, há “comunidades inteiras de plantas e animais que não conhecemos e que vivem debaixo do gelo”.


Fonte: RT

Imagem: Shutterstock

5 avanços impressionantes conquistados pela engenharia genética

Embora existam controvérsias éticas, técnica trouxe avanços notáveis no campo da medicina.

Abaixo, alguns dos fatos mais surpreendentes dos últimos anos:


Prevenção da malária: A malária continua causando centenas de milhares de mortes humanas todos os anos. Em 2015, cientistas da Imperial College London, no Reino Unido, identificaram três genes responsáveis pela fertilidade do mosquito transmissor da doença, o que poderia reduzir drasticamente as taxas de infecção.

Dor crônica: Em março deste ano, pesquisadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, conseguiram modificar os genes responsáveis pela inflamação dos tecidos causadores da dor crônica.

HIV: Um grupo de cientistas das universidades Temple e de Pittsburgh, nos Estados Unidos, foi capaz de inibir o vírus causador do HIV e impedir que ele continuasse se reproduzindo nos corpos de diferentes animais infectados.

Câncer: Em 2016, um paciente chinês que sofria de câncer de pulmão foi a primeira pessoa no mundo a receber um tratamento inovador. Trata-se de uma injeção no sangue, pela qual os genes causadores da propagação cancerígena foram inibidos.

Cegueira congênita: A empresa americana Editas criou uma terapia genética que será testada em seres humanos no final deste ano. Ela seria capaz de reparar as mutações genéticas causadoras da cegueira infantil conhecida como neuropatia ótica hereditária de Leber.


Fonte: VIX

Imagem: Shutterstock

Etnia das Ilhas Salomão é um quebra-cabeça genético

A pele negra e o cabelo loiro natural são causados por uma rara mutação. 

Dentre os habitantes das Ilhas Salomão, um pequeno país insular localizado no Pacífico sul, está uma das maiores curiosidades genéticas do mundo. Grande parte de sua população possui a pele negra (a mais escura que existe fora da África) e o cabelo loiro.

Por séculos, o fenômeno foi associado à colonização da região, momento em que comerciantes europeus tiveram relações sexuais com os nativos. No entanto, novas pesquisas indicam que o aspecto físico particular dessas pessoas é causada por uma rara mutação genética.

Em 2012, um grupo de cientistas da Universidade de Bristol, no Reino Unido, e da Faculdade de Medicina, da Universidade de Stanford, nos EUA, viajou ao local e conseguiu coletar várias amostras de cabelo e saliva de seus habitantes. Após uma análise rigorosa, os pesquisadores chegaram à conclusão de que o cabelo peculiar dos salomonenses se deve ao gene TYRP1.

Os cientistas responsáveis pela pesquisa reafirmaram a necessidade de estudar vários grupos étnicos isolados geograficamente, para poder desenvolver tratamentos médicos que levem em consideração a diversidade genética.


Fonte: Infobae

Imagem: Michael McCoy/International Policy Digest

As incríveis quimeras humanas: pessoas com dois tipos de DNA

Casos de seres humanos com sequências genéticas diferentes podem ser mais comuns do que se imaginava até o momento.

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Em 2002, foi divulgado o caso de Karen Keegan, uma americana que passou por uma análise de compatibilidade com seus três filhos para um transplante renal e descobriu que, geneticamente, dois deles não eram descendentes seus.

Nesse mesmo ano, o caso da americana Lydia Fairchild surpreendeu a todos. Ela quase perdeu a guarda de seus filhos devido a uma análise de rotina realizada para o julgamento de um divórcio: provaram que, geneticamente, ela não era a mãe.

Esses são apenas dois casos, entre muitos outros, nos quais foram descobertos acidentalmente dois tipos de DNA em um mesmo ser humano. Nas duas ocasiões, análises sucessivas demonstraram que o DNA sanguíneo não era o mesmo dos ovários.

Os cientistas acreditam que casos como esse obedecem à fusão de dois organismos diferentes que coexistiram no útero materno durante algum tempo – seriam dois gêmeos que se fundiram em uma etapa inicial do desenvolvimento embrionário.

Em termos práticos, um é absorvido pelo outro, que incorpora, então, as células alheias no próprio tecido, desenvolvendo-se normalmente, apesar de abrigar a impressão genética de outro ser humano.


Fonte: BBC
Imagem: Shutterstock

 

Cientista afirma que é possível viver mil anos - você encararia?

Geriatra diz que Medicina precisa rever ideia da existência humana!

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 O controverso geriatra britânico Aubrey de Grey, formado na Universidade de Cambridge, no Reino Unido, afirma que é necessário mudar o antigo paradigma médico que continua vigente para que se possa vencer definitivamente o envelhecimento.

No site da SENS (sigla em inglês para Estratégias para a Senescência Negligível Engenheirada), fundação que ele dirige, de Grey explica que “as biotecnologias de rejuvenescimento vão restaurar o funcionamento normal das células e as biomoléculas essenciais do corpo, o que faz com que os tecidos envelhecidos recuperem a saúde e tragam de volta o vigor juvenil”.

O cientista explicou em uma entrevista concedida ao jornal Daily Mirror que “a geriatria tradicional tenta impedir que o metabolismo cause danos, e o foco do SENS consiste em eliminar o dano periodicamente”.

De Grey investiu toda a sua vasta fortuna na criação do SENS e defende a necessidade urgente de reverter a antiga ideia da breve existência humana, para garantir que as gerações futuras possam viver por mais de mil anos. 


FONTE: Infobae
IMAGEM: Shutterstock

"Quimera": os controversos embriões suínos com células humanas

Questões éticas ainda impedem a criaçao de seres híbridos! 

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Na mitologia grega, quimera é um monstro  que tinha cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de dragão. As quimeras modernas são embriões suínos que possuem células humanas, desenvolvidos por cientistas do Instituto Salk de Estudos Biológicos, na Califórnia.

Esses embriões são o primeiro passo em direção ao objetivo de criar órgãos humanos transplantáveis, gerando-os em animais de anatomia, fisiologia e tamanho similares aos humanos. No entanto, o cumprimento da meta continua ainda muito distante.

No processo, é injetado apenas 0,001% de células-tronco humanas nos embriões. Em seguida, elas são implantadas no útero de uma fêmea suína. Lá, as células evoluem por, no máximo, quatro semanas, quando o crescimento é suspenso por questões éticas.

Os cientistas do Instituto Salk já demonstraram que é possível desenvolver órgãos funcionais de uma espécie em outra - tanto que conseguiram criar pâncreas, olhos e um coração de rato no embrião de um camundongo. No entanto, o maior debate apresentado continua sendo o de seu caráter moral, já que criar seres híbridos “animais-humanos” significa uma preocupação importante para a sociedade.

O líder da pesquisa, o professor Juan Carlos Izpisua Belmonte, afirmou que a ciência não deve fazer tudo o que é capaz, mas que é o papel da sociedade determinar esse limite.


Fonte: BBC
Imagem: Salk Institute

 

Gene invasor obriga Japão a sacrificar 57 macacos da neve

Procedimento foi a única saída encontrada para garantir a preservação da espécie!

Um zoológico na cidade japonesa de Futtsu acabou de matar 57 macacos da neve por meio de injeção letal. O motivo: descobriram que os animais carregavam genes de uma espécie invasora.

 

A equipe de pesquisadores identificou que um terço dos macacos no zoológico de Takagoyama haviam cruzado com o macaco Rhesus, uma espécie nativa da Índia e da China e que foi banida do Japão.

 

O zoológico de Takagoyama abriga 164 macacos da neve - ou macacos japoneses - que, até então, eram considerados “puros” pelos pesquisadores.

 

Os 57 animas tiveram que ser mortos para garantir a continuidade dos nativos. Os funcionários acreditam que alguns conseguiram escapar da clausura e cruzaram com os rhesus fora do zoológico.  

 

Depois do sacrifício, o zoológico organizou um funeral budista em memória dos animais mortos. Os administradores prometeram reforçar a segurança para evitar que novos macaquinhos deem suas escapadas por aí.

 

 


Fonte: Mashable 

Imagens: Shutterstock

 

Cientistas estão prestes a ressuscitar "supertouros nazistas"

O biólogo e ecologista holandês Ronald Goderich anunciou recentemente que planeja “ressuscitar” os uros, antiga raça de touros europeus extinta em 1627. Para isso, buscará nas diferentes raças de touros atuais os genes perdidos desse mamífero monumental. O cientista afirma que será possível projetar um animal com um DNA 92% idêntico aos originais.

Os uros eram vacas antigas, de tamanho similar ao de um elefante, que conquistaram o território europeu fazendo uso de seus poderosos chifres e comportamento agressivo. O crescimento populacional e a caça indiscriminada dizimaram a espécie no início do século XVII.

Na década de 20 do século passado, os zoólogos alemães Heinz e Lutz Heck deram início a um empreendimento parecido com o proposto por Ronald, e conseguiram criar uma raça bovina grande e robusta, dotada de chifres grandes e que, atualmente, ainda existe em alguns zoológicos do mundo. Os nazistas usaram esse animal como símbolo da raça ariana, colocando-o como modelo em diversas propagandas oficiais.


Fonte: RT

Imagem: Shutterstock