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WikiLeaks detecta malware que CIA que espiona qualquer aparelho conectado ao Wi-Fi

WikiLeaks denunciou várias ferramentas utilizadas pela CIA para invadir conexões sem fio.

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Na mira da agência americana de espionagem, estão computadores com sistema operacional Windows, aparelhos da Apple e televisores Samsung, entre outros.

Agora, o site, especializado em divulgar vazamentos, revelou a existência de um malware que a CIA utiliza para espionar a localização geográfica de qualquer computador conectado a uma rede Wi-Fi.

A denúncia vem acompanhada por um manual do usuário do ELSA, um software malicioso através do qual a CIA é capaz supostamente de registrar as localizações dos seus alvos mediante uma conexão de internet sem fio.

Após conseguir invadir um determinado equipamento, o ELSA aproveita várias vulnerabilidades do sistema para registrar o identificador ESS, o endereço MAC e, inclusive, a força do sinal em intervalos regulares.

“Para realizar a coleta de dados, a máquina de destino não precisa estar online ou conectada a um ponto de acesso; deve apenas ser executada com um aparelho Wi-Fi habilitado”, afirmou o WikiLeaks.


Fonte: MSN

Imagem: Shutterstock

A briga de casal que quase ameaçou o Dia D na Segunda Guerra

Uma briga de casal quase colocou em risco uma das mais importantes operações militares da Segunda Guerra Mundial, de acordo com documentos recém-liberados pelo serviço secreto britânico MI5.

A operação em questão? Nada menos do que o Dia D, o famoso desembarque das tropas Aliadas na Normandia, na França, no dia 6 de junho de 1944. Ali estava em jogo a retomada da Europa Ocidental das forças nazistas.

A tensão conjugal que quase acabou com tudo isso envolveu o espião Juan Pujol García, o "agente Garbo", e sua esposa espanhola Araceli, de acordo com os arquivos secretos. Pujol era um agente duplo vital para a operação do Dia D e deveria convencer os nazistas de que o desembarque ocorreria em Pas-de-Calais em vez da Normandia.

Confinada em Londres

Por conta da profissão de espião do marido, Araceli vivia confinada em Londres com os dois filhos por razões de segurança. Ela não gostava nada dessa vida, odiava o clima britânico, detestava as longas ausências do marido e sentia saudades da Espanha e da comida da sua terra. Inconformada com a vida que lhe era imposta, ela ameaçou ir à Embaixada espanhola e expor todos segredos da operação em junho de 1943. Só havia uma condição para que Araceli mudasse de ideia: queria permissão para visitar sua mãe.

Ela chegou a confrontar o chefe do marido, de acordo com os arquivos do serviço secreto. 

"Não quero viver nem cinco minutos mais com meu marido", disse ela, nervosa, segundo narrou o oficial do MI5 Tomas Harris. "Mesmo que me matem, vou para a embaixada espanhola."

Missão para acalmar a esposa

Para resolver a situação, o serviço secreto foi obrigado a montar uma "missão" para acalmar a esposa, com orientações e ideias do próprio marido. Os chefes de Garbo disseram a Araceli que se ela contasse tudo seu marido seria preso. Ela chegou a ser levada, vendada, para visitá-lo em um campo de detenção - tudo previamente armado pelos agentes. Depois disso, Araceli encontrou um conselheiro jurídico do MI5, Edward Cussen, que disse a ela que seu marido tinha sido solto e que ele poderia continuar na missão. O episódio deixou a esposa convencida de que precisava apoiar o trabalho secreto do esposo. Ela ainda foi ameaçada de prisão caso voltasse a incomodar. 

"Ela voltou para casa de rabo entre as pernas para esperar a volta do marido", disse Harris.


Fonte: BBC

Imagem: National Archives/PA

Vírus do chamado Projeto Sauron coloca em xeque a segurança mundial

Desde 2011, existe um vírus complexo e sofisticado que ataca a segurança cibernética de agências governamentais, organizações militares e centros de pesquisa.

Chamado de Projeto Sauron, ele já afetou 30 alvos diferentes no mundo todo, como o Irã, Ruanda, China, Rússia, Bélgica e Suécia, de acordo com um relatório publicado pela empresa de segurança com sede nos EUA, Symantec, e o Laboratório Kaspersky, na Rússia,

“O grupo utiliza um vírus avançado conhecido como Remsec para realizar seus ataques”, afirmou um porta-voz da Symantec. Além disso, um representante do Kaspersky afirmou que esse ataque facilita ações de ciberespionagem. O obstáculo principal colocado por esse vírus para não ser detectado é que ele tem a capacidade de deixar diferentes vestígios nas suas vítimas, por isso é impossível seguir um padrão para ajudar os pesquisadores a encontrar e prevenir outros ataques.

O vírus permite ao invasor acessar o computador afetado e roubar a informação que quiser. Embora os especialistas dessas empresas de segurança tenham conseguido avançar na pesquisa, ainda não foi possível encontrar uma forma de evitar que a segurança cibernética mundial esteja a salvo de seu ataque.




Fonte: ABC

Imagem: GlebStock/Shutterstock.com

Conheça o experimento obscuro da CIA com agentes secretos "adormecidos"

Na década de 50, a CIA deu autorizou um programa de pesquisa de métodos de controle mental, baseado principalmente no uso de drogas psicodélicas.

Em 1953, a agência de inteligência norte-americana, por meio do diretor  Allen Dulles, criou esse projeto por causa de boatos de que, na Guerra da Coreia, os soldados norte-americanos eram torturados com técnicas de “controle mental”. E para reverter essa “desvantagem”, o MK ULTRA desenvolveu métodos, com base em drogas, para o interrogatório de pessoas detidas e para a criação de “agentes adormecidos” (pessoas que não sabem que são agentes até sua memória ser ativada com uma chave), quase sempre sem o consentimento dos envolvidos.

O projeto central se ramificou em 140 subprojetos, que contaram com a participação de universidades, prisões, hospitais, bases militares, detetives privados e farmacêuticos.

Em 1973, o programa de experimentos foi cancelado e todos os registros e arquivos foram destruídos.

Em 2009, um grupo de veteranos do exército americano processou o Pentágono por atividades realizadas dentro do MK ULTRA, entre elas “o uso de tropas para testar gás nervoso, psicoquímicos e milhares de outras toxinas químicas ou substâncias biológicas e (...) a inserção de implantes septais no cérebro de indivíduos em (...) experimentos de controle mental que deram errado, deixando muitos civis e oficiais militares com deficiências permanentes”.


Fonte: Código Espagueti

Imagem: 19srb81/Shutterstock.com

Os mapas secretos de Robert Baden-Powell, fundador do Escotismo

Como você faria para desenhar um mapa secreto que poderia salvar vidas?

Talvez Robert Baden-Powell tenha a resposta. Este homem foi um espião, nascido em Londres em 1857. Durante sua carreira militar, participou de diferentes campanhas na África. De volta ao Reino Unido, escreveu vários livros que o tornaram popular entre os leitores ingleses. Sua obra “Escotismo para Rapazes” inspirou os jovens da época a se organizar e formar as primeiras patrulhas escoteiras.

Em 1915, Baden-Powell, que já era uma celebridade, publicou o livro “Minhas Aventuras Como Espião”, um guia para aspirantes a espiões, no qual ele narra suas missões nos Balcãs, no final do século XIX. Além de conter vários segredos para não ser descoberto pelas autoridades inimigas e sobre como se vestir corretamente de acordo com a região do mundo em que se está operando, no manual podem ser encontrados desenhos de insetos feitos pelo próprio autor, os quais escondem mapas secretos - abaixo, destalhes de sinais de um mapa na asa de uma borboleta.



Uma das maiores curiosidades de Baden-Powell é o fato de ele ter usado a desculpa de ser entomologista para se infiltrar em territórios hostis. O autor sugere aos seus leitores explorar as áreas desejadas vestindo o traje clássico de um especialista em insetos e, com um lápis e um caderno, desenhar insetos em cujos traços se escondem mapas da região. O ex-militar afirma que a técnica foi de grande utilidade durante seus anos como espião, e que um mapa bem escondido em uma borboleta pode salvar mais de uma vida.

O mapa pode estar escondido na boca de um grilo:




Mapas podem ser colocados dentro de uma folha:




Fonte: ATLASOBSCURA 

Imagens: Domínio Público

Gênio que decifrar código da Segunda Guerra ganha 40 mil euros

Um empresário europeu ofereceu 40 mil euros para a pessoa que conseguir decifrar um complicado código secreto, criado e utilizado durante a Segunda Guerra Mundial.

 

[VEJA TAMBÉM: Garoto escapa do Estado Islâmico (ISIS) e conta ao mundo sua experiência] 

 

Trata-se de Dídac Sánchez, um empresário espanhol, fundador de uma empresa catalã de software de criptografia, que lançou um concurso internacional, do qual já participam mais de 2 mil pessoas de 30 países, até o momento sem sucesso.



No início, a recompensa para quem conseguisse decifrar esse código secreto era de 25 mil euros, mas as tentativas fracassadas levaram o empresário a incentivar ainda mais o trabalho, oferecendo até 40 mil euros ao gênio que cumprisse a missão. 

 


A história desse desafio começou no Reino Unido, quando, em 1982, David Martin encontrou o esqueleto de um pombo-correio enquanto reformava a chaminé de sua casa. O pombo levava consigo uma cápsula vermelha, presa a uma de suas patas, em cujo interior foi encontrada uma mensagem cifrada que os serviços de inteligência não conseguiram decifrar até hoje.


A mensagem está escrita em um papel fino, tipo seda, e é formada por 27 códigos, cada um deles compostos por cinco letras ou números. Ele foi assinado pelo sargento W. Stot, de quem se desconhecem mais informações.

 


Fonte: europapress.es
Imagem: syachin/Shutterstock.com

 

Especialistas alertam para esquema de ciberespionagem no Brasil

O grupo Citizen Lab, formado por especialistas da Universidade de Toronto, no Canadá, fez uma grande advertência sobre uma campanha de ciberespionagem que estaria se desenvolvendo desde 2008. Segundo os especialistas, a campanha é destinada principalmente a jornalistas e políticos, sobretudo do Brasil, Argentina, Venezuela e Equador.

[VEJA TAMBÉM: Conheça o Agente Triciclo, o espião da Segunda Guerra que inspirou a criação de James Bond]


A chamada Operação Packrat (que teria, segundo a Citizen Lab, algum tipo de patrocínio estatal), utiliza páginas da Internet e contas de redes sociais para enviar malwares que roubam identidades e publicam informações falsas. No Equador, por exemplo, de acordo com o jornal El Universo, os principais alvos são jornalistas, militantes ambientalistas e até um caricaturista.

Os hackers também desenvolveram uma página na web para conseguir nomes de usuários e senhas de políticos com o objetivo de invadir suas contas. Para operar, utilizam pacotes comerciais de trojans com acessos remotos que afetam computadores e smartphones, sem serem detectados por programas de antivírus.

Fonte: El Universo

Imagem: Carsten Reisinger/Shutterstock.com

 

Edward Snowden

Nascido na Carolina do Norte em 1983, Edward Snowden trabalhou para a Agência de Segurança Nacional (NSA). Após apenas três meses, Snowden começou a coletar documentos secretos de práticas de vigilância doméstica da NSA, que ele achou bastante invasivas. Após Snowden ir para Hong Kong, na China, jornais começaram a imprimir os documentos que ele havia deixado com eles, muitos detalhando práticas invasivas de espionagem contra cidadãos americanos. Com os Estados Unidos acusando Snowden sob o Ato de Espionagem e muitos grupos o chamando de herói, Snowden permanece na Rússia. Um documentário sobre a sua história ganhou um Oscar em 2015.

Edward Snowden nasceu na Carolina do Norte em 21 de junho de 1983, e cresceu em Elizabeth City. Sua mãe trabalha para a corte federal em Baltimore e seu pai, um ex-oficial da Guarda Costeira, mora na Pensilvânia.


Agência Nacional de Segurança

A NSA construiu uma infra-estrutura que lhe permite interceptar quase tudo.

Snowden estudou programação na Universidade Comunitária Anne Arundel, em Arnold, Maryland, de 1999 a 2001 e de 2004 a 2005. Nesse meio tempo, ele passou quatro meses no exército, em treinamento para as forças especiais, que não chegou a finalizar.

Dois anos após deixar a universidade pela segunda vez, Snowden conseguiu um trabalho com a Agência Nacional de Segurança, como guarda de segurança, que se transformou em um trabalho em tecnologia da informação na Agência Central de Inteligência. Snowden falou que, em 2007, a CIA o enviou para Geneva, mas em 2009, ele saiu para trabalhar para empresas privadas, como a Dell e a Booz Allen Hamilton. Com a Dell, ele foi enviado para o Japão para atuar com a NSA, e após apenas três meses com a Booz Allen, Snowden tomaria uma decisão que mudaria sua vida para sempre.

Enquanto ele trabalhava no escritório de Oahu, na NSA, Snowden começou a notar programas do governo que envolviam espionagem aos cidadãos americanos via telefone e internet. Em maio de 2013, ele começou a copiar documentos secretos, montando um dossiê de práticas invasivas.


Hong Kong

Após compilar um grande estoque de documentos, Snowden contou ao seu supervisor que precisava de uma licença para realizar um tratamento médico. Ele tinha sido diagnosticado recentemente com epilepsia. Em 20 de maio de 2013, ele foi para Hong Kong, China. Em 5 de junho, o jornal inglês The Guardian noticiou os documentos secretos que Snowden havia enviado. Após isso, muitos jornais começaram a noticiar mais e mais documentos, e a opinião pública se dividiu entre os que queriam ver mais documentos e os que queriam Snowden preso.


Ato de Espionagem

Para as pessoas que têm visto e desfrutado da internet livre e aberta, cabe a nós preservar essa liberdade para a próxima geração desfrutar dela.

Snowden diz que ele sacrifica sua vida em prol da liberdade e privacidade dos cidadãos de todo o mundo, ameaçadas pelo governo dos Estados Unidos. Uma das pessoas que ele deixou para trás foi sua namorada Lindsay Mills. Eles moravam juntos no Havaí e ela não tinha ideia do que ele viria a fazer.

O governo norte-americano acusou Snowden, em 14 de junho de 2013, de roubo de propriedade do governo, comunicação não autorizada de informações nacionais de defesa e comunicação intencional de inteligência por pessoa não autorizada. As últimas duas acusações fazem parte do Ato de Espionagem.


Rússia

Snowden permaneceu escondido por quase um mês, pedindo asilo para o Equador e depois indo para a Rússia, onde o governo negou sua extradição aos Estados Unidos. No mês seguinte, Snowden foi notícia novamente, anunciando que a Venezuela, a Nicarágua e a Bolívia o ofereceram asilo. Na mesma época, soube-se que os Estados Unidos anularam o seu passaporte e Snowden expressou interesse em permanecer na Rússia.

Em outubro, Snowden revelou que não possuía mais nenhum documento da NSA. Ele teria dado os materiais para os jornalistas que ele conheceu em Hong Kong, mas não teria guardado nenhuma cópia.

Snowden recebeu más notícias em novembro de 2013. De acordo com o The Guardian, seu pedido de clemência ao governo dos Estados Unidos foi negado. Em janeiro de 2014, o presidente Barack Obama pediu que os programas de vigilância do país fossem revisados, acalmando a população.


Exílio

Eu não quero viver em um mundo onde tudo o que fazemos e dizemos é registrado.

Ainda no exílio, Snowden fez uma aparição via teleconferência em março de 2014. Na mesma época, os Estados Unidos revelaram que o vazamento de informações causado por Snowden pode ter causado tanto estrago que a reparação da segurança do país pode custar bilhões de dólares.

Em maio de 2014, Snowden deu uma entrevista para a NBC, revelando que era um espião treinado que trabalhava para a CIA e NSA. Ele explicou que se considerava um patriota, acreditando que suas ações teriam resultados benéficos. Seu vazamento de informações levou a um debate público e a novas formas de proteção dos direitos do cidadão. Ele também disse que queria voltar à sua casa, nos Estados Unidos.


Documentário

No mesmo ano, Snowden apareceu no documentário chamado “Citizenfour”. Ele havia contatado a documentarista Laura Poitras antes de vazar os documentos da NSA, e ela filmou seus encontros com o jornalista do The Guardian, Glenn Greenwald. O documentário ganhou um Oscar em 2015, que foi recebido por Laura, sua equipe e a namorada de Snowden Lindsay Mills.

 


Imagem: Laura Poitras / Praxis Films [CC BY 3.0], via Wikimedia Commons

08.May.1963

Sean Connery estrela seu primeiro 007, O Satânico Dr. No

Em 8 de maio de 1963, com o lançamento de O Satânico Dr. No, os espectadores puderam conferir o superespião James Bond (codinome: 007), personagem imortal criado por Ian Fleming na sua famosa série de livros e interpretado pelo ainda relativamente desconhecido ator escocês Sean Connery.

Connery havia atuado no teatro e na TV e feito algumas pontas no cinema antes de conseguir seu primeiro papel significante, ao lado de Lana Turner, em Vítima de uma Paixão (1958). Em seguida, ele recebeu papéis maiores, entre eles A Maior Aventura de Tarzan (1959). Harold Saltzman e Albert “Cuddy” Broccoli, os produtores de O Satânico Dr. No, tinham outros atores em mente para interpretar Bond, incluindo Cary Grant e James Mason. O próprio Fleming preferia outro candidato, David Niven. Após ganhar o papel, no entanto, Sean Connery rapidamente o personificou.

 

"Bond, James Bond"

Com Ursula Andress, Joseph Wiseman e Jack Lord, em O Satânico Dr. No, Bond, um agente do serviço secreto britânico, é enviado à Jamaica para investigar os assassinatos de outro detetive e seu secretário. Lá, ele é obrigado a enfrentar o malvado cientista chinês Dr. No (Wiseman), com a ajuda da bela e colecionadora de conchas Honey Ryder (Andress) e um agente da CIA (Lord). O Satânico Dr. No estabeleceu vários elementos característicos da série 007, incluindo o seu tema, as sequências de ação de ritmo acelerado, as sensuais “Bond girls”, a predileção de Bond por martinis de vodca “batidos, não misturados” e sua apresentação como “Bond, James Bond”.

Connery protagonizaria mais seis filmes de Bond, incluindo Moscou Contra 007 (1963), 007 Contra Goldfinger (1964), 007 Contra a Chantagem Atômica (1965), Com 007 Só se Vive Duas Vezes (1967), Os Diamantes São Eternos (1971) e (depois de 10 anos de hiato) Nunca Mais Outra Vez (1983). O título do último filme, um remake “não oficial” de 007 Contra a Chantagem Atômica, foi uma referência autodebochada das declarações passadas de Connery, que afirmava que não participaria mais da franquia de Bond. Embora ele tenha sido uma das principais atrações da bilheteria após o sucesso esmagador de 007 Contra Goldfinger, Connery havia supostamente se cansado do papel na época de 007 Contra a Chantagem Atômica (1965). Com medo de ficar confinado no seu famoso alter ego, ele começou a procurar papéis diferentes e mais desafiadores, emplacando sucessos como O Homem Que Queria Ser Rei (1975). Com performances elogiadas em O Nome da Rosa (1986) e Os Intocáveis (1987), pelo qual ele ganhou um Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, Connery saiu completamente da sombra de 007 e brilhou como um dos atores mais venerados de Hollywood.

 

Outros agentes 007

Enquanto isso, outros atores fizeram com que a franquia de James Bond continuasse ao longo dos anos, com níveis variados de sucesso. George Lazenby interpretou Bond em apenas um filme, 007 – A Serviço Secreto de Sua Majestade (1969), ao passo que Roger Moore teve ótima recepção nos sete filmes que realizou, começando com 007 – Viva e Deixe Morrer (1973) e terminando com 007 – Na Mira dos Assassinos (1985). Após dois filmes com Timothy Dalton, 007 – Marcado para a Morte (1987) e 007 – Permissão para Matar (1989), Pierce Brosnan o substituiu, dando nova vida à franquia, com sua interpretação jovial e elegante de Bond em quatro filmes: 007 – Contra GoldenEye (1995), 007 – O Amanhã Nunca Morre (1997), 007 – O Mundo Não É o Bastante (1999) e 007 – Um Novo Dia para Morrer (2002). Daniel Craig, um Bond mais musculoso, fez sua estreia com o sucesso 007 – Cassino Royale (2006) e continuou com 007 – Quantum of Solace (2008) e 007 – Operação Skyfall (2012). Um novo filme da série, 007 – Contra Spectre, novamente com Daniel Craig no papel de Bond, tem estreia prevista para este ano.

 


Imagem: Mieremet, Rob / Anefo [CC BY-SA 3.0 NL], via Wikimedia Commons

Edward Snowden revela segredos para criar uma senha inquebrável

Edward Snowden, famoso ex-funcionário da CIA, foi entrevistado em um programa de TV, oportunidade que ele aproveitou para revelar temas fundamentais para a criação de uma senha altamente segura.

Para isso, ele sugeriu não recorrer a nenhum tipo de palavra-chave e, em vez disso, começar a pensar em termos de frases-chave; mais precisamente, em frases longas, incluindo números, sinais, letras maiúsculas e minúsculas, que tenham sentido apenas para o usuário.

Para manter a privacidade de documentos e contas de serviço online, segundo as recomendações de Snowden, é preciso abandonar o uso de senhas de oito caracteres ou menos, que são extremamente vulneráveis, assim como técnicas de substituição de vogais por números, ou palavras com erros de ortografia. De acordo com o especialista em informática mais conhecido do momento, todos estes recursos são vulneráveis aos softwares mais básicos de fragmentação de senhas.

Acrescentando um pouco de humor, embora sempre falando muito sério, Snowden lembrou a senha mais sólida que já conheceu: “margaretthatcheris110%SEXY”.

Imagem: Frank-Peters - Shutterstock.com

Fonte: Clarín