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Especialistas não sabem o que está enviando sinais de rádio da estrela Ross 128

O sinal, limitado e fraco, está quebrando a cabeça dos persquisadores. 

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Pesquisadores do Observatório de Arecibo, em Porto Rico, detectaram um “estranho sinal de rádio” procedente da estrela Ross 128, uma anã-vermelha localizada a 11 anos-luz da Terra. Segundo os cientistas, que ainda estão buscando explicações, ainda é muito cedo para afirmar se se trata de uma mensagem intencional, apesar de não descartarem nenhuma possibilidade.

Tudo ocorreu em maio, quando uma equipe de cientistas do Planetary Habitability Laboratory utilizava o telescópio de Arecibo, um dos maiores do mundo, para observar anãs-vermelhas próximas à Terra. Enquanto a banda C era medida, ou seja, frequências entre 4 e 5 GHz, o especialista Abel Méndez detectou sinais de rádio muito peculiares, que provinham de uma das estrelas estudadas.

Para os cientistas, há três possíveis explicações: ou os sinais seriam emissões próprias da estrela, causadas por labaredas do Tipo II, ou emissões procedentes de algum outro objeto, situado no mesmo campo de visão, ou o clarão do motor de algum satélite terrestre orbitando em uma altura muito baixa. Infelizmente, nesse caso, o sinal detectado é muito limitado para poder ser ouvido com outros telescópios - exceto o FAST, um radiotelescópio chinês que está fora de serviço atualmente.


Fonte: ABC

Imagem: Shutterstock

 

NASA resolve o mistério dos estranhos flashes de luz na Terra

Cientistas precisaram de décadas para desvendar a origem dos lampejos. 

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Em 1993, o renomado cientista Carl Sagan descobriu, em imagens captadas pela sonda Galileo (enviada ao espaço para estudar Júpiter e suas luas), flashes de luz na superfície da Terra. Entre 2015 e 2016, o Deep Space Climate Observatory (DSCOVR), da NASA, localizado a 1,5 milhão de quilômetros da Terra, registrou, com sua Câmera de Imagem Policromática da Terra (EPIC, na sigla em inglês), 866 desses flashes de luz na superfície do planeta.

Inicialmente, os pesquisadores acreditavam que os clarões eram causados pela luz solar refletida nos oceanos, mas essa luminosidade também aparecia na superfície terrestre.

Recentemente, após décadas de mistério, cientistas da NASA descobriram a origem dos estranhos lampejos. Os pesquisadores chegaram à conclusão de que os flashes eram visíveis quando o ângulo entre o Sol e a Terra era igual ao ângulo entre o DSCOVR e a Terra. Essa comprovação sugere que os flashes de luz são causados pelo reflexo solar das partículas orientadas horizontalmente.

 


Fonte: Infobae
Imagem: Shutterstock

Cada vez menos secreto: plano da NASA para conquistar Marte antes de 2040

Uma base na lua servirá como ponto de parada entre a Terra e o planeta vermelho! 

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Resta pouco mistério sobre o projeto da agência espacial norte-americana para conquistar Marte. Bill Gerstenmaier, responsável pela divisão de exploração humana, afirmou que o primeiro passo será voltar à Lua, para construir a estação chamada Deep Space Gateway, onde será testada a maquinaria para a viagem ao planeta vermelho.

Em junho do ano passado, a NASA testou o motor mais potente do mundo, o Space Launch System (SLS), que terá um papel central no projeto. O voo inicial está previsto para 2018 e, para 2022, planeja-se a missão Europa Clipper à lua de Júpiter. Entre 2023 e 2025, três SLSs possibilitarão a construção da estação lunar (uma Estação Espacial Internacional em miniatura).

Para a próxima década, a NASA prevê uma missão de astronautas à Deep Space Gateway, onde eles permanecerão de 300 a 400 dias para testar os sistemas da nave que os transportará ao planeta vermelho, a Deep Space Transport.

A agência espacial norte-americana estima que, no início de 2030, a Deep Space Habitat já poderá ser enviada, com habitáculos para que os astronautas consigam sobreviver no planeta vermelho. Em 2033, eles chegariam a Marte e voltariam no final da década de 2030.


Fonte: El Confidencial

Imagem: Shutterstock

 

Ninguém consegue explicar a origem desta mega cratera descoberta em Marte

Alguns cientistas acham que é resultado de um impacto de asteróide, mas outros não estão tão certos disso!

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A NASA divulgou recentemente imagens de uma cratera gigante localizada no polo sul de Marte. As fotografias foram tiradas com a HiRISE, a câmera ultrassensível da sonda Mars Reconnaissance Orbiter, que explora o planeta vermelho desde 2006.

Embora os cientistas acreditem que a fenda tenha sido causada pelo impacto de um grande asteroide, sua localização – em uma região coberta de gelo e que sofre periodicamente por grandes mudanças geológicas – faz com que seja difícil determinar com precisão sua origem.

As imagens enviadas à Terra pela HiRISE estão permitindo que se reconstrua lentamente a história do planeta vizinho. Esses dados fornecem informações que são muito valiosas para a expedição tripulada que a agência espacial planeja enviar a Marte nas próximas décadas.

Alguns astrônomos afirmam que, nos próximos séculos, será possível construir colônias humanas na superfície marciana. Por isso, o estudo geológico do planeta é uma prioridade para a NASA.


Fonte: RT

Imagem: NASA/JPL-Caltech/Univ. of Arizona

Nasa revela como a Terra e a Lua são vistas a partir de Marte

A foto dá uma ideia precisa do tamanho do nosso planeta em relação à Lua. 

A NASA publicou recentemente uma imagem pela qual é possível saber como a Terra e a Lua são vistas de Marte. A foto foi tirada com a High Resolution Imaging Science Experiment (HiRISE), uma câmera com tecnologia de ponta e que está a bordo da Mars Reconnaissance Orbiter, uma sonda de exploração que orbita o planeta vermelho desde 2006.



A sofisticada tecnologia ótica da HiRISE permite que se veja com nitidez tanto a superfície terrestre quanto a de seu satélite. A fotografia foi obtida através da sobreposição de duas imagens diferentes dos dois corpos celestes, para fazer com que a Lua e a Terra ficassem visíveis, apesar de sua diferença notável de luz.

Na foto, é possível observar, na seção correspondente à Terra,  parte do continente australiano e o “hemisfério visível” da Lua  ao seu lado. Também se obteve, graças a uma montagem detalhada, uma correlação exata entre os tamanhos dos dois corpos celestes.

Os últimos avanços em matéria de exploração espacial estão permitindo não só que se conheçam detalhes importantes sobre os planetas da galáxia, mas também que se conquiste um velho sonho da humanidade: saber como a Terra é vista do espaço.


Fonte: VIX

Imagem: NASA

Stephen Hawking vai para o espaço (finalmente!)

Aos 75 anos de idade, astrofísico vai poder ver o cosmos "de perto". 

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A maior ambição do famoso cosmólogo e astrofísico Stephen Hawking sempre foi viajar ao espaço. Agora seu sonho está próximo de virar realidade graças ao empresário britânico multimilionário Richard Branson.

Branson convidou Hawking a participar de um dos voos espaciais do foguete Virgin Galactic, dentro do novo projeto de sua empresa para realizar voos comerciais que levarão turistas ao espaço nos próximos anos. Ainda não há uma data definida para isso acontecer, mas cerca de 800 pessoas já reservaram seu lugar na aeronave.

Até o momento, somente sete pessoas que não eram astronautas profissionais conseguiram estar a bordo de uma nave para o espaço. Hawking, que há vários anos vem manifestando seu desejo de realizar uma viagem para fora dos limites da Terra, aparentemente será o próximo.


Fonte: Infobae
Imagem:  Jim Campbell/Aero-News Network (Domínio público)

Estamos cada vez mais próximos de uma guerra espacial

Os Estados Unidos querem que o espaço possa ser considerado "área de guerra"!

A Força Aérea dos EUA está realizando várias reformas, entre as quais a criação de um novo cargo para um general de três estrelas. O objetivo é deixar o país adequadamente preparado para uma eventual guerra no espaço.


Conforme declarou o general Jay Raymond, chefe do Air Force Space Command (AFSPC), no Simpósio Espacial, o novo cargo terá funções de organizar, treinar e equipar as forças para lidar com os desafios que poderão ocorrer no espaço. A Força Aérea trabalha em conjunto com o Escritório Nacional de Reconhecimento (NRO, na sigla em inglês) para criar um projeto de espaço comum conhecido como “domínio de guerra”.

Também houve uma mudança de nome do comando espacial do Pentágono (de Joint Interangency Combined Space Operations Center para National Space Defense Center). A reformulação foi feita para que os projetos espaciais ganhem mais força na hora de competir por recursos orçamentários contra projetos terrestres.


Fonte: Defense One

Imagem: Shutterstock

Alinhamento de Terra, Júpiter, Vênus e Sol revela uma estranha coincidência

O tempo que o fenômeno leva para acontecer é o mesmo em que há mudança na atividade solar! 

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Um novo estudo, desenvolvido por cientistas do laboratório alemão Helmohltz-Zentrum Dresden-Rossendorf (HZDR) indica que  a força de maré  de Vênus, da Terra e de Júpiter - um efeito secundário da força gravitacional - poderão influenciar conjuntamente no ciclo de atividade do Sol.


O campo magnético que determina a atividade solar é regido por dois efeitos combinados: o efeito ômega e o efeito alfa, que é conhecido como dínamo alfa-ômega. O Sol passa por mudanças em sua atividade depois de um ciclo regular que dura aproximadamente 11 anos.

Curiosamente, o tempo da mudança na atividade solar é quase o mesmo do alinhamento entre Vênus, Terra, Júpiter e o próprio Sol, que é de 11,07 anos. O que chamou a atenção dos pesquisadores é se poderia haver uma ligação entre esses dois fenômenos.

De acordo com Frank Stefani, físico do HZDR, o estudo demonstrou que as forças de maré planetária atuam como emissoras de ritmo externo. A oscilação no efeito alfa, que ocorre a cada 11 anos aproximadamente, poderá causar a alteração da polaridade do campo magnético solar e estabelecer os 22 anos de ciclo do dínamo solar.


Fonte: RT
Imagem: Shutterstock

Estudos apontam: Mercúrio surgiu fora do Sistema Solar

Quase todas as simulações mostram que o planeta não se originou no nosso Sistema! 

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Um novo mistério astronômico veio à tona após uma pesquisa realizada por um grupo de cientistas da Kindai University, em Osaka, no Japão.

Depois de fazer simulações do processo de formação de diversos planetas (Mercúrio, Júpiter, Marte e Terra), os pesquisadores concluíram que é muito remota a possibilidade de Mercúrio ter surgido dentro do Sistema Solar.

Os testes foram repetidos 110 vezes, considerando as variáveis de desenvolvimento da massa dos corpos celestes. Porém, enquanto planetas como a Terra se formaram na maioria das simulações testadas, Mercúrio se formou apenas em seis oportunidades, e nenhuma delas foi uma cópia exata do original.

A origem do planeta, no entanto, continua sendo um mistério para a comunidade científica.


Fonte: El Diario
Imagem: Shutterstock

Misterioso objeto subestelar deixa comunidade científica em alerta

Única informaçao precisa é de que o objeto tem gravidade baixa e uma quantidade de metais extraordinariamente alta!  

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Em 2012, astrônomos descobriram um objeto estranho e isolado nas proximidades de nossa galáxia, o qual eles acreditaram tratar-se de um planeta interestelar ou órfão (ou seja, que não orbita ao redor de uma estrela em particular). Mais tarde, chegaram à conclusão de que o corpo celeste chamado CFBDSIR 2149-0403 não se parecia em nada com um planeta interestelar. Então começaram a considerar a hipótese de ser uma anã marrom (objeto subestelar que possui uma massa maior que os planetas mais pesados).

Depois de dois anos de estudos, realizados por astrofísicos da Universidade de Grenoble, na França, foi obtida uma estimativa mais precisa de sua localização e órbita, descobrindo-se que ele não correspondia ao grupo estelar AB Doradus (como se havia imaginado) e, portanto, que sua idade não tinha nada a ver com a que os cientistas pensaram.

O estudo revelou também que o objeto possui uma gravidade muito baixa e uma quantidade de metais extraordinariamente alta, o que é conhecido como alta metalicidade ou eletronegatividade. Mas todos esses dados só trazem incertezas sobre sua origem. Atualmente, a comunidade científica trabalha com duas hipóteses: a primeira é que se trata de um planeta interestelar jovem (menos de quinhentos milhões de anos) com uma massa de duas a treze vezes maior que a de Júpiter; e a segunda de que seja uma estrela marrom altamente metalizada e muito mais antiga (dois ou três bilhões de anos de idade), com uma massa até quarenta vezes maior que a de Júpiter.


Fonte: Science Alert
Imagem: NASA