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No melhor estilo Transformers: a briga entre dois robôs gigantes está pronta para começar

De um lado, Eagle Prime,  robô criado pela empresa americana MegaBots; do outro, Kuratas, da empresa japonesa Suidobashi Heavy Industries.

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Finalmente, após uma longa espera, os fãs da robótica puderam assistir ao primeiro vídeo que revela os detalhes sobre o confronto épico entre dois robôs gigantes.

O grande vencedor acabou sendo o robô americano, que conseguiu derrotar seu rival no segundo round. Eagle Prime, que pesa 12 toneladas e mede 5 metros de altura, foi comandado por dois pilotos. O robô possui um canhão duplo e uma mão em forma de pegador. Segundo seus construtores, sua fabricação custou 2,5 milhões de dólares.

Assista aos combates: 



 


Fonte: RT
Imagem: Youtube/Reprodução

Saiba por que o concreto romano é "indestrutível"

Descubra por que o concreto feito pelos antigos romanos é mais resistente que o atual. 

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Pesquisas científicas chegaram à descoberta de que existem elementos no material vulcânico utilizado pelos antigos romanos que reagem ao contato com a água salgada para fortalecer qualquer construção.

A descoberta permitira o uso de materiais muito mais compatíveis com o meio ambiente. Ao contrário do que acontece com a mistura moderna e perecível de concreto, essa seria fortalecida com a exposição a diversos elementos, como a água do mar.

Analisando as amostras coletadas de antigos quebra-mares e portos romanos, os cientistas chegaram à conclusão de que o concreto daquela época contém um mineral raro chamado tobermorita de alumínio.

Esse mineral seria o responsável por fortalecer a mistura, ao se cristalizar na cal durante o processo de exposição à água salgada. Os especialistas chegaram a essa conclusão depois de analisar as amostras com um microscópio eletrônico.

O fenômeno é absolutamente revolucionário, mesmo para os parâmetros modernos de construção: com o passar do tempo, a água do mar ajuda os cristais a proliferarem. Então, em vez de corroer, o concreto fica mais forte.


Fonte: La Nacion

Imagem: Shutterstock

7 evidências de que Nikola Tesla sofria distúrbios mentais

De acordo com várias biografias, o genial inventor sérvio apresentava os seguintes distúrbios mentais:

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Transtorno obsessivo compulsivo: Antes de cada jantar, de acordo com um ritual que ele próprio confessou ter desde a infância, Tesla calculava o volume exato da comida no seu prato. Antes mesmo de tocar seu alimento, ele também fazia uma pilha com exatamente 18 guardanapos.

Alucinações: Alguns meses depois de ver seu irmão morrer, Tesla começou a sofrer alucinações, vendo flashes de luz que o cegavam repentinamente e os quais ele descreveu como “o ar ao meu redor cheio de línguas de fogo vivo”.

Afirmava estar em contato com extraterrestres: Enquanto experimentava um novo aparelho de rádio, Tesla captou um sinal do espaço sideral que apresentava um padrão regular. Ele, então, escreveu: “Temos uma mensagem de outro mundo, desconhecido e remoto. Lê-se: um... dois... três”. Acredita-se que esse sinal estaria relacionado a uma tempestade elétrica em Júpiter.

Obsessão por um pombo: Nos últimos anos de vida, Tesla se dedicou a alimentar pombos e chegou a um certo grau de obsessão com um animal em particular, que ficou ao seu lado na cama quando ele estava doente. Sobre o pombo, chegou a dizer: “Eu o amava como um homem ama uma mulher, e ele também me amava”.

Antecedentes familiares de insanidade mental: Além de um amplo ramo genealógico afetado por várias doenças mentais, sabe-se, graças às suas memórias, que Tesla teve um pai e um irmão com problemas psíquicos.

Não dormia mais que 2 horas por dia: Sabe-se que Tesla passava as noites em claro e, se por acaso, conseguia dormir, não era mais que 2 horas diárias. Há relatos de seus vizinhos que afirmavam ver luzes no seu laboratório por toda a noite e também reclamavam de barulhos.

Acreditava que o uísque o faria viver mais de 100 anos: Em sua família, os homens eram muito longevos, mesmo bebendo em excesso. Por isso, Tesla fez uma correlação entre ambos os fatores. Após a Lei Seca, em 1920, ele chegou a afirmar que a proibição diminuiria sua expectativa de vida a 130 anos.


Fonte: VIX

Imagem: Wikipedia Commons

Depois de tragédia, engenheiro cria “algoritmo da felicidade”

"A felicidade não é o que o mundo dá a você. A felicidade é o que você pensa sobre o que o mundo lhe dá". 

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Após a morte repentina de seu filho, Mo Gawdat, engenheiro executivo da Google, deu início a uma busca desesperada por respostas. Desde então, começou a desenvolver uma fórmula matemática que explicasse a felicidade - especialmente para um pai que perdeu o filho.

Hoje, depois de sete anos lutando contra uma terrível depressão e tentando encontrar as pequenas grandes coisas que o faziam feliz, Mo afirma ter alcançado um algoritmo definitivo: “a felicidade é igual ou maior que os acontecimentos de sua vida menos sua expectativa de como a vida deveria ser”.

Assim, de acordo com esse algoritmo, a felicidade ou infelicidade depende da percepção que as pessoas têm na hora de reconhecer certos eventos da vida. Mo Gawdat afirma que há seis barreiras que trazem obstáculos para uma visão real do mundo: o pensamento, o conhecimento, o tempo, o ego, o controle e o medo.

“A felicidade não é o que o mundo dá a você. A felicidade é o que você pensa sobre o que o mundo lhe dá. Se você pensar nisso, verá que há algo pelo qual estar agradecido e feliz”, ele concluiu.


Fonte: Infobae

Imagem: Solve for Happy

Edifício mais alto do mundo sobrevoará o planeta suspenso por um asteróide

Que tal acordar todo dia numa parte diferente do planeta sem sair de casa? 

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Uma empresa de arquitetura com sede em Nova York, chamada Clouds Architecture Office, apresentou o projeto para o arranha-céu mais alto do mundo. Mas o fato surpreendente é que a Torre Analemma estará suspensa em um asteroide em órbita a aproximadamente 50 mil quilômetros de distância da Terra.

O trajeto orbital permitirá que a torre se mova seguindo um padrão em forma de “oito” entre os hemisférios norte e sul. Por isso, seus moradores poderão viajar por diferentes partes do mundo em um período de 24 horas.

O projeto utilizará um sistema conhecido como Universal Orbital Supports System (UOSS), através do qual um cabo de alta resistência se une a um asteroide em órbita terrestre baixa e, em seguida, é fixado à torre. Essa estrutura pode ser construída em qualquer lugar e, depois, transportada ao seu destino final.

O design da Analemma inclui painéis solares no topo para obter energia, enquanto a água doce virá da condensação das nuvens e da água da chuva coletada e purificada. As janelas poderão ser redimensionadas para resolver os problemas decorrentes das diferenças de pressão e temperatura. É provável que haja uma altura que não possa ser tolerada pelos moradores, devido às condições extremas, o que tornará impossível sair de casa sem proteção.


Veja os detalhes dessa empreitada no vídeo a seguir:

 


Fonte: El Sol

Imagem: YouTube/Reprodução

Rússia quer construir maior rodovia do mundo que ligará Londres ao Alasca

Uma supervia, que ligaria países, continentes e culturas, estaria nos planos de Vladimir Yakunin, presidente da entidade que administra as ferrovias na Rússia. De acordo notícia divulgada pelo The Siberian Times, a ideia é construir uma autoestrada transiberiana que ligaria a fronteira oriental do seu país com o estado do Alasca, nos Estados Unidos, atravessando a faixa de mar do Estreito de Bering, que separa Ásia e América do Norte. O projeto foi revelado em uma reunião da Academia Russa de Ciências de Moscou.

De acordo com uma simulação do canal CNN, na teoria, uma estrada ligando Londres ao Alasca, via Moscou, percorreria a gigantesca distância de 12.978 km. Para se ter uma ideia, o Brasil é banhado pelo Oceano Atlântico, contando recortes do litoral, ao longo de 7.408 km. Um voo transatlântico, de 11 horas, entre São Paulo e Londres, atravessa algo como 9.500 km.

A autoestrada seria construída ao longo da já existente Ferrovia Transiberiana, juntamente com uma nova rede ferroviária, oleodutos e gasodutos. A estrada cortaria todo o território da Rússia, ligando sistemas de estradas existentes na Europa Ocidental e na Ásia. A distância entre as fronteiras ocidentais e orientais da Rússia é de aproximadamente 10 mil km.

 

Quem vai pagar a conta?

Em seu ponto oriental na Rússia, a obra ligaria a região de Chukotka, pelo Estreito de Bering, à cidade de Nome, no Alasca. Contudo, a grande pergunta é: como seria a ligação pelo mar ao longo dos 88 km do Estreito de Bering? Túnel? Ponte? Balsa? Ainda não há uma resposta sobre isso.

No caso da suposta estrada conduzir à isolada Nome, seria ainda necessário criar uma rodovia de aproximadamente 836 kms para fazer a conexão com o sistema de estradas nos EUA. A partir daí, seria possível chegar a muitas cidades canadenses e norte-americanas. No caso, pode-se sonhar com uma viagem terrestre entre Londres e Nova York que teria nada menos do que 20.777 km.


Agora vem a questão mais difícil: quem vai pagar a conta?. As respostas são vagas. Estima-se que o projeto custaria "trilhões de dólares", mas todo o dinheiro seria compensado pelo retorno econômico, de acordo com o projeto.

Fontes:

CNN

The Siberian Times

IMAGEM: CNN

Engenheiro pode ter descoberto o segredo por trás da construção das pirâmides egípcias [Vídeo]

Uma nova e revolucionária teoria sobre a construção das pirâmides do Egito assegura que, ao contrário do que pensam os arqueólogos, as pirâmides foram construídas sobre uma base pequena, a qual posteriormente foi acrescentada uma série de blocos gigantes pela parte de fora. Ou seja, antigos egípcios criaram pirâmides por meio da acumulação de entulhos, que foram aumentando de dentro para fora e depois foram anexados tijolos de revestimento, o que deu o aspecto final dos monumentos.
 
A nova teoria foi anunciada por Peter James, um engenheiro galês da empresa Cintec Internacional, que há 20 anos trabalha na manutenção das pirâmides do Egito. Depois de participar de inúmeras obras de restauração e escoramento, o especialista chegou à conclusão de que as teorias aceitas até hoje sobre o possível método utilizado na elaboração das pirâmides não seriam verdadeiras. Atualmente, acredita-se que as pirâmides foram construídas com blocos gigantes, colocados a partir de enormes rampas de acesso.
 
Segundo ele, para fazer uma pirâmide desta forma, com 2 milhões de blocos, os antigos egípcios teriam que ter colocado uma pedra gigantesca a cada três minutos, o que é impossível. Além disso, haveria a necessidade do uso de rampas de 400 metros de altura, e não existe vestígio algum da existência destes utensílios para a construção das pirâmides. Peter James afirma que 90% das pedras utilizadas para a construção eram compostas por escombros amontoados e, depois, cobertos por blocos de pedras gigantes. 
 
O certo é que sua nova teoria é tão inovadora que o autor espera uma guerra com os arqueólogos, de acordo com a citação do site britânico Daily Mirror Online.
 
Assista ao vídeo que demonstra como as pirâmides foram construídas

 

Fontes: RT | Daily Mirror Online

OS MONÓLITOS

Estruturas maciças que se elevam ao céu, figuras gigantes estranhas enterradas nas profundezas da Terra e esferas distantes entre si, mas conectadas pela energia que emitem, nos fazem questionar: O que impulsionava os homens da antiguidade a mover pedras colossais e construir monumentos semelhantes em diferentes lugares ao redor do mundo? Das selvas da Costa Rica até as campinas inglesas existem mostras de como eles conseguiram, nos tempos antigos, erguer construções extraordinárias sem ferramentas sofisticadas e nem tecnologia avançada. É possível que tenham sido extraterrestres que lhes mostraram como construir essas estruturas complexas? Ou foram os nossos próprios antepassados que criaram esses monólitos para se conectar novamente com viajantes celestiais que estiveram algum dia na Terra? É possível que esses monólitos antigos tenham poderes extraterrestres que ainda não foram descobertos por nós?

ENGENHEIROS DA ANTIGUIDADE

É possível que as ferramentas e a tecnologia empregadas por antigos construtores tenham vindo de outras galáxias? As evidências sugerem que uma antiga fortaleza localizada em uma montanha no Peru, teria sido erguida com instrumentos a laser. Os templos do império Vijayanagara, na Índia, teriam sido construídos para aproveitar a energia cósmica, e uma câmera acústica em Malta teria permitido a comunicação interplanetária.