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Cientistas confirmam que punhal de Tutancâmon é extraterrestre

De acordo com uma equipe científica, a lâmina de um dos punhais encontrados no túmulo do rei Tutancâmon tem origem extraterrestre.

A conclusão é de uma equipe de pesquisadores italianos e egípcios, que publicaram um artigo detalhado na revista Meteoritics & Planetary Science, em que afirmam que um dos punhais encontrados no túmulo do jovem faraó contém uma folha de ferro que é de procedência extraterrestre. A origem deste material é tema de debate desde a descoberta da tumba do Rei Tut por Howard Cater, em 1922, já que os egípcios não fabricavam ferro. Desde então, pipocam teorias sobre uma procedência alienígena do ferro do punhal, mas nunca uma análise conclusiva pode ser feita até agora.

O novo estudo, no entanto, parece mudar esse cenário. As análises realizadas em duas áreas do punhal — exposto no Museu Egípcio do Cairo — mostraram uma elevada percentagem de níquel (11%), apenas compatível com o ferro de meteoritos. Os traços de cobalto no metal confirmam a hipótese, segundo os pesquisadores. Para o estudo foram usadas técnicas de análise com fluorescência e raios-x e tudo foi feito sem que o punhal fosse retirado do museu para evitar danos.

Mais impressionante ainda é que os estudiosos acreditam saber qual foi o meteorito que deu origem ao ferro do punhal do faraó. Eles comparam amostras de todos os 20 meteoritos de ferro conhecidos na região e concluíram que a folha do objeto de Tutancâmon veio de uma pedra chamada Kharga, localizada há 16 anos no porto de Mersa Matruh, a 240 quilômetros a oeste de Alexandria.

Vale recordar que os antigos egípcios consideravam o ferro um metal supremo, inclusive superior ao ouro, provavelmente porque era escasso, ao não dispor de minas para sua extração nem tecnologias para seu tratamento. 


 


Fontes: CNN , El País ,  Meteoritics & Planetary Science
Imagem: Meteoritics & Planetary Science/20 MAY 2016 DOI: 10.1111/maps.12664 - onlinelibrary.wiley.com

 

Estrelas-mães são capazes de queimar atmosferas de super-Terras

Pela primeira vez, possuímos evidências que algumas super-Terras orbitam tão perto de suas estrelas-mães que suas atmosferas simplesmente "torraram".

As super-Terras são consideradas os exoplanetas (como são chamados os planetas fora do nosso sistema solar) mais comuns de toda a galáxia. Elas têm atmosferas inchadas, são maiores do que a Terra e menores do que Netuno. Até agora acreditava-se que elas não se aproximavam de forma tão perigosa de suas estrelas-mães.

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Devido a longa distância que estão de nós, até pouco tempo pouca coisa se sabia a respeito desses corpos celestes. Uma das melhores maneiras de detectar um desses exoplanetas é identificá-lo à medida que passa em frente à sua estrela-mãe e bloqueia sua luz. Esse método de trânsito é usado pelo telescópio espacial Kepler.

Um novo método, de Mia Lundkvist, na Universidade de Aarhus, na Dinamarca, mostrou ser capaz de nos dizer com maior precisão o que ocorre com a atmosfera de algumas super-Terras. Sua equipe usou um método chamado Sismologia Estelar - o estudo das ondas sonoras geradas pela turbulência na superfície de estrelas - para medir o raio de 102 estrelas, e, portanto, estimar com maior exatidão o tamanho de seus planetas. Eles, então, focaram na quantidade de luz que cada planeta recebeu de seu astro-rei para ver o quanto ele pode ser "frito".

"Nós não conseguimos encontrar nenhuma super-Terra em uma região onde a quantidade de radiação é cerca de 600 vezes maior do que de o que temos na Terra hoje", diz Sarbani Basu, da Universidade de Yale, co-autor do estudo .


"Isso não quer dizer que esses planetas não existam naquela região, mas que a intensa radiação da estrela-mãe ferveu a atmosfera de qualquer super-Terra ali por perto. Os planetas perdeream tanto volume, que ficaram mais parecidos com Terras quentes - não são mais "super" nem de longe", completou Basu.

O estudo nos mostra que é importante, antes de tudo, compreender o papel de protagonista que uma estrela exerce na formação dos planetas, influenciando sua formação, evolução, estrutura e se ele pode ser habitável ou não.

 

 

 


Fonte: New Scientist
Imagem: Vadim Sadovski/Shutterstock.com

Conheça três novos planetas que podem abrigar vida extraterrestre

Existem três planetas que podem abrigar vida extraterrestre e eles estão a 40 anos-luz da Terra.

A estrela que orbitam, contudo, é muito diferente do nosso sol e, diante dessa descoberta, e possível vislumbrar o quanto o Universo pode nos surpreender. 

A estrela, chamada Trappist-1, é uma anã-marrom, do tamanho de Júpiter. Ela é tão fraca que seu comprimento de onda não é visível e sua temperatura raramente passa de 2.400º C. Isso seria quente para os padrões terrestres, mas é extremamente frio para os padrões estelares.

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A pesquisa, conduzida por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, da Universidade de Liège, na Bélgica e demais instuições, realizou extensas observações com um telescópio de 60 centímetros no Chile, que atende pelo nome TRAnsiting Planets and Planetesimals Small Telescope, resultando no nome Trappist que batizou a estrela. 

As observações indicam que os dois planetas que realizam a orbitam mais interna, completam o giro em torno da estrela em 1,5 e 2,4 dias, respectivamente, enquanto que a mais remota leva 73 dias. Isso é muito mais rápido do que a órbita de 365 dias da Terra, o que significa que os planetas estão são muito mais perto da Trappist-1 do que o nosso planeta do Sol. Essa proximidade com a nossa própria estrela poderia derreter a Terra, mas no caso desse sistema, isso se explicaria pelo fato de sua estrela ser muito mais fraca e, por esta razão, os planetas ficam mais próximos para serem aquecidos.

O fato é que teremos que ser pacientes para provar que há vida tão longe da Terra, já que uma nave espacial não deve visitar o Trappist-1 tão cedo. Agora que a existências dos planetas é conhecida, telescópios ao redor do mundo poderão estudá-los em todos os comprimentos de onda, de ultravioleta ao rádio, à procura de marcas de metano, oxigênio, CO2 e em suas atmosferas - no caso de possuírem atmosferas. Tudo isso antes do James Webb Space Telescope- que virá após o Hubble - em 2018, trazendo a mais poderosa lente telescópica ao espaço. 

 

 


Fonte: CNN
Imagem: Vadim Sadovski/Shutterstock.com

 

NASA anuncia a maior descoberta de planetas da história

A missão Kepler da NASA anunciou 1.284 novos planetas, a maior descoberta do tipo já feita na história.

"Este anúncio mais do que duplica o número de planetas confirmados pelo Kepler", disse Ellen Stofan, cientista-chefe na sede da NASA em Washington, em comunicado da agência espacial norte-americana divulgado nesta terça-feira, dia 10.

"Isso nos dá esperança de que em algum lugar lá fora, em torno de uma estrela muito parecida com a nossa, podemos, eventualmente, descobrir uma outra Terra."

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A análise foi realizada em julho de 2015, num catálogo de "candidatos a planetas" do telescópio espacial Kepler, que identificou 4.302 potenciais planetas. Para 1.284 dos candidatos, a probabilidade de ser um planeta é maior do que 99%. Outros 1.327 corpos celestes encontrados precisam de estudos adicionais, pois não cumprem os requisitos para serem um planeta. Os restantes 707 são mais propensos a ser algum outro tipo de fenômeno astrofísicos. Esta análise também validou 984 candidatos previamente verificados por outras técnicas.

"Antes do lançamento do telescópio espacial Kepler, nós não sabíamos se os exoplanetas eram algo raro ou comum na galáxia. Graças ao Kepler e à comunidade científica, sabemos agora que poderia haver mais planetas do que estrelas", disse Paul Hertz, diretor da Divisão de Astrofísica na sede da NASA. "Este conhecimento informa as futuras missões do que é preciso para nos aproximar cada vez mais da resposta para sabermos se estamos sozinhos ou não no Universo."

O achado inclui aproximadamente 550 corpos que poderiam ser planetas rochosos como o nosso, com base em seu tamanho, segundo a NASA.

"Nove destes novos planetas descobertos orbitam zonas habitáveis do seu sol, que é a distância de uma estrela onde podem registrar temperaturas que permitam a existência de água em forma líquida", ainda de acordo com o comunicado.

Esses nove exoplanetas potencialmente habitáveis se somam aos outros 21 outros já conhecidos por orbitarem a zona habitável de suas estrelas.

Fonte: NASA

Imagem: NASA/W. Stenzel

 

Cientistas podem ter encontrado megaestrutura extraterrestre

Cientistas encontraram um astro que escurece repentina e aleatoriamente, sem padrão decifrável até o momento.

Por isso, acredita-se que há alguma megaestrutura extraterrestre orbitando ao seu redor. A estrela, chamada de KIC 8462852, está a 1.500 anos-luz de distância da Terra, na constelação de Cygnus. O fenômeno é tão inexplicável que muitos cientistas já consideram a possibilidade de que algum elemento extraterrestre gigante esteja interferindo na observação.

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Embora a distância seja grande, os telescópios conseguiram captar vários escurecimentos repentinos da luz vinda da estrela. No início, os cientistas imaginaram se tratar de uma enorme nuvem de cometas, que se interpunham, mas essa hipótese foi descartada quando eles perceberam que seriam necessários 648 mil cometas circulando simultaneamente para causar esse efeito.

A teoria de uma megaestrutura alienígena, apesar de plausível, é também improvável, ainda mais se considerarmos que estamos falando de um objeto com um tamanho equivalente a cem vezes a distância entre a Terra e a Lua e que teria que escurecer em 20% a luz que vem da estrela.

A hipótese suscita mais perguntas que respostas: é possível que uma civilização extraterrestre consiga montar uma estrutura desse tipo? Se sim, por que não dispõe de tecnologia para colonizar outros planetas, ou enviar sinais de vida? A discussão está aberta.

 

 


Fonte: computerhoy.com
Imagem: Vadim Sadovski/Shutterstock.com

A história do astronauta da NASA que acreditava em extraterrestres

Muitos habitantes da Terra acreditam na existência de habitantes em outros planetas.

Isso não é raro, e quem cultiva essa crença a tem com grande convicção. Imaginemos, então, por um instante a profundidade da crença em ETs de uma pessoa que ultrapassou os limites do planeta. Esse é o caso de Edgar Mitchell, conhecido por ser o sexto humano a pisar na Lua, como parte da tripulação de Apolo 14. Mitchell passou 33 horas na superfície do satélite, coletando amostras de rochas e poeiras para o seu estudo científico.

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Após essa experiência, o astronauta afirmou ter vivido uma epifania espacial: durante a viagem, teria sentido uma “sensação extraordinária de unidade, de conexão”.

Pouco tempo depois, abandonou a NASA e fundou o Institute of Noetic Sciences com o objetivo de estudar “a transformação individual e coletiva por meio da pesquisa da consciência”.

Em 2009, durante uma conferência de ufologia, Mitchell explicou: “Não estamos sós. Nosso destino, em minha opinião, é nos tornamos parte da comunidade planetária. Temos que estar dispostos a ir mais além do nosso planeta e do nosso sistema solar para ver o que está acontecendo lá fora”.

Seu relato não se deteve em uma série de impressões meramente pessoais, que poderiam ser interpretadas de uma perspectiva espiritual, mas se estendeu ao contexto político: Mitchell afirmou que o governo dos EUA ocultava sistematicamente as provas de existência de vida extraterrestre que tinha em seu poder.

Reconhecido por suas capacidades como astronauta, ele foi considerado por alguns, depois de sua epifania, um delirante; e por outros, como sua filha, um “herói no sentido clássico do termo”. Edgar Mitchell morreu no dia 16 de fevereiro deste ano, um dia antes da comemoração do 45º aniversário de sua chegada à Lua. 

 

 


Fonte: Muy Interesante 
Imagem: NASA [Domínio Público], via Wikimedia Commons

Cientistas acreditam que civilizações extraterrestres se escondem de nós

Pode ser que eles estejam aí fora e não consigamos vê-los.

E não porque, como se costuma imaginar, não sabemos como encontrá-los, ou porque eles não sabem como nos encontrar. É possível que ainda não conheçamos extraterrestres pelo simples fato de que eles se escondem de nós.

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Segundo um artigo publicado pela revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, é possível que civilizações extraterrestres tenham acesso a uma tecnologia que lhes permite se esconder, tornando seus planetas invisíveis para nós de forma total ou parcial – isso explicaria o fracasso contínuo na busca de inteligência fora da Terra.

Para os cientistas norte-americanos David Kipping e Alex Teachey, os alienígenas não querem ser contatados pelos seres humanos, por isso utilizam um laser poderoso capaz de apagar os vestígios de micróbios e de matéria orgânica, além de cegar os supertelescópios através dos quais os procuramos, como o Kepler.

De acordo com a pesquisa atual, eles estão por aí, mas sabem como se esconder. Restaria então responder: por que eles se escondem de nós? Será que pensam que queremos conquistá-los? Ou que faríamos algo errado se estivéssemos no comando do seu planeta?

 

 


Fonte: RT
Imagem: Igor Zh/Shutterstock.com

Nova teoria aponta que vida teria existido em Marte

Uma nova teoria revelaria um dos mais importantes achados da história científica: a vida teria existido em Marte.

Steven Ruff e Jack Farmer, cientistas da Universidade do Estado do Arizona, nos EUA, acreditam que as jazidas minerais de silício, encontradas na superfície marciana, poderiam ter sido produzidas por micróbios, dentro de uma teoria que, se comprovada, será uma verdadeira revolução na história científica.

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A pesquisa foi iniciada em 2009, quando um veículo da NASA encontrou várias jazidas minerais no interior da cratera conhecida como Gusev, região que, de acordo com os especialistas, já foi algum dia coberta por águas termais e gêiseres. Quando foram realizados estudos minuciosos sobre o composto mineral, os cientistas descobriram que a sílica estava revestida de protuberâncias em forma de couve-flor.

Steven Ruff viajou até o deserto do Atacama, no Chile, para aprofundar a pesquisa. Trata-se de uma zona árida, inabitada e muito acima do nível do mar, ou seja, um dos locais terrestres mais similares à superfície de Marte. Lá, Ruff analisou especialmente a região de El Tatio, composta por vários gêiseres, onde ele encontrou formações sílicas muito parecidas com as descobertas no planeta vermelho.

Esses dados foram contrastados com os obtidos no Parque Nacional de Yellowstone, nos EUA, e no solo vulcânico da cidade de Taupo, na Nova Zelândia, cujos substratos terrestres evidenciam a existência de antiga atividade microbiana. Os cientistas afirmam que, da mesma forma que os micróbios conseguiram produzir essas jazidas minerais terrestres, eles também teriam conseguido gerar as da superfície de Marte.

Diante das evidências levantadas, o trabalho dos cientistas resultará em uma possível expedição à cratera Gusev em 2020, quando a NASA planeja lançar o rover Curiosity 2 ao planeta vermelho.

 

 


Fonte: The Independent 

Imagem: NASA/JPL-Caltech

Conheça o complexo militar dos EUA que pode ser a "nova área 51"

Um equívoco nas fotos de satélite do Google Earth teria revelado um novo assentamento militar secreto nos EUA, que aficionados por extraterrestes apelidaram de "nova área 51".

O destacamento remoto da Base da Força Aérea de Edwards, denominado pela CIA como Campo de Provas e Treinamento de Nevada e Groom Lake, mais conhecido como Área 51, representa um dos maiores mistérios da fenomenologia óvni para o imaginário popular. Mas agora não é mais o único.

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Conforme muitos acreditam, há um novo recanto no deserto que, até pouco tempo, não existia, chamado Área 6, localizado a apenas 19 quilômetros da Área 51.

Diante da avalanche de perguntas surgidas com o achado, a versão oficial se ateve a afirmar que se trata apenas de um complexo militar para o teste de aviões não tripulados e que está a serviço do Departamento de Defesa e do Departamento de Segurança Nacional. No entanto, pesquisadores independentes, que estudaram as áreas circundantes, descobriram um raro fenômeno.

Essa informação, que se transformou no novo deleite dos aficionados pelas teorias conspiratórias, revela que a atmosfera do local concentra um grau altíssimo de resíduos nucleares. É que, por se tratar do estado de Nevada, aos pés da Montanha Yucca, o cenário se torna bucólico para quem sonha com campos de teste de tecnologia extraterrestre.

Enquanto a área continuar sendo um mistério absoluto para o conhecimento público, o banquete da especulação conspiratória estará servido.

 


Fonte: supercurioso.com
Imagem: Google Earth via supercurioso.com

 

 

Conheça as histórias da base secreta que Stalin teria usado para avistar alienígenas

Há muitas referências ao Caso Roswell na cultura popular – a suposta queda de uma nave extraterrestre no deserto do Novo México, nos EUA.

Desde um vídeo de origem duvidosa, no qual é possível ver a autópsia de um alienígena, até a hipótese de que o que realmente aconteceu nessa noite de 1947 foi a queda de um balão meteorológico. A verdade é que o caso suscitou um interesse fora do comum no público e resultou no nascimento da Ufologia. Mais obscuro, no entanto, é o incidente registrado na base soviética Kasputin Yar, que muitos consideram o “Roswell russo”.

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Depois de terminada a Segunda Guerra Mundial, grande parte dos experimentos alemães com armas, assim como alguns cientistas exilados com o triunfo dos aliados, foram parar no território soviético. Kasputin Yar foi uma base militar ultrassecreta, localizada em um ponto remoto, a 100 km de Stalingrado (atual Volgogrado), que funcionou como centro de experimento nuclear. Alguns ufólogos afirmam que a estranha composição geométrica da base vista de cima foi projetada para chamar a atenção de naves extraterrestres.  E segundo boatos, o próprio Stalin supervisionava as inúmeras tentativas soviéticas de contatar vidas extraterrestres, pois estava convencido da existência dessas.

Embora a informação disponível sobre Kasputin Yar seja muitas vezes confusa e contraditória, existem duas teorias sobre a base. A primeira diz que o local foi construído no local exato onde havia caído uma nave extraterrestre e que sua função principal era esconder o ocorrido e facilitar o estudo do veículo alienígena. A segunda afirma que, do hangar, foram abatidos dois discos voadores com mísseis de última geração, em 1950 e 1960. Os defensores dessa hipótese afirmam que a segunda nave estava tripulada e que os corpos sem vida dos humanoides foram transportados ao Instituto de Problemas Médicos de Moscou, onde foi realizada uma autópsia.

 

 


Fonte: supercurioso 
Imagem: M. Cornelius/Shutterstock.com