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Os eclipses totais do Sol estão desaparecendo

A explicação para isso é assustadora: a Lua está se afastando da Terra! 

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Em um livro publicado recentemente, Mark Littmann, da Universidade do Tennessee, e o astrofísico da NASA Fred Espenak afirmam que os eclipses totais do Sol deverão ser menos frequentes.

No ano de 1965, Edmond Halley descobriu que os eclipses solares registrados na história não correspondiam aos cálculos que determinam onde e quando esses fenômenos aconteceriam no futuro.

Halley utilizou a teoria gravitacional de Isaac Newton para determinar as datas exatas do fenômeno. Ao comparar os resultados com os registros reais desses eclipses, ele se deparou com dados que não coincidiam.

Em seguida, formulou uma explicação: a duração de um dia na Terra é cada vez maior, ou seja, a rotação terrestre está desacelerando, o que faz com que a Lua se afaste aos poucos do nosso planeta.

Com a introdução dessa variável, os cálculos de Halley coincidiram com os números e os registros reais dos eclipses do Sol. Depois, medições a laser comprovaram que, de fato, a Lua se afasta 3,8 cm da Terra todos os anos. 

À medida que isso ocorre, a circunferência lunar fica menor do ponto de vista terrestre, e os eclipses totais são cada vez mais raros. Quando esses fenômenos deixarão definitivamente de existir é algo que ainda não se pode responder com precisão.


Fonte: Quo

Imagem: Shutterstock

Por que o dia virou noite durante a crucificação de Jesus?

Cientistas conseguem explicar - em parte - porque o Sol escureceu durante três horas no momento da crucificação. 

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O chamado Eclipse do Século acontece no próximo dia 21 de agosto. O fenômeno será visível dos EUA, onde o dia ficará completamente escuro. Em vista desse evento, muitas pessoas começaram a perguntar se o relato do Evangelho sobre a crucificação, que descreve um dia de Sol que ficou escuro, poderia ter a ver com um eclipse total do Sol, como o que se aproxima.

“Era por volta do meio-dia. O Sol se eclipsou e a escuridão cobriu toda a Terra até as três da tarde. O véu do Templo foi rasgado ao meio” (Lucas 23,44-45; A História do Povo de Deus). Embora as palavras pareçam claras, são muitos os estudiosos que afirmam que não se refere necessariamente a um eclipse solar. De fato, existem traduções que não mencionam um eclipse, mas, simplesmente, que o Sol escureceu.

Muitos teólogos afirmam que Jesus foi crucificado em 3 de abril do ano de 33. Segundo documentos históricos e cálculos baseados nas equações de Kepler, nesse dia ocorreu um eclipse lunar e não solar, que teria sido visível de Jerusalém. Uma recriação digital permite ver como a Lua começou a ficar vermelha precisamente às 3 da tarde, momento em que Jesus dava seu último suspiro.

Acontece que um eclipse lunar, supostamente ocorrido no dia que Jesus foi crucificado, não justifica as três horas de escuridão descritas pelo Evangelho durante o evento. De modo que o fenômeno capaz de gerar um eclipse desse tipo continua sendo um mistério para a ciência.


Fonte: Aleteia

 

Eclipse do século: o dia de folga mais requisitado nos EUA

O eclipse do sol que será visível de forma total nos EUA escolheu uma segunda-feira para ocorrer - dia 21 de agosto de 2017 - algo que deverá provocar um pedido de folgas de trabalho fora do comum para a data. 

"Deve ser o pedido de férias e folga mais popular na história", escreveu Michael E. Bakich na revista Discover, segundo publicou o jornal The Washington Post.

No país norte-americano, muita gente já está em contagem regressiva para o fenômeno, considerado um dos mais impactantes de todos os tempos. O eclipse deixará às escuras o território do Oregon até a Carolina do Sul, e terá seu auge nos estados do Missouri e Kentucky, um fato que aconteceu pela última vez em 8 de junho de 1918.


O sol vai desaparecer por cerca de 2h30min a partir de Oregon, às 10:15 (hora local). O fenômeno vai mover para o leste, terminando uma hora e meia depois, na Carolina do Sul.

 

Como será possível contemplar o eclipse a partir de muitas cidades, espera-se um fluxo grande de visitantes. Já foram organizados circuitos, festivais e passeios em áreas especiais, onde será possível apreciar o fenômeno. O chamado "eclipse do século" é tão esperado pelos americanos que já foram criados sites dedicados a ele, com recomendações sobre que óculos comprar, onde acessar telescópios solares e também os diversos lugares nos quais ele será mais visível.

 


Fonte: The Washington Post

Imagem destaque: supot phanna/Shutterstuck.com

Imagem do corpo do texto: NASA

Apocalipse de São João: o eclipse solar do século que anuncia o fim do mundo

Os americanos e os europeus poderão testemunhar um dos fenômenos astronômicos mais temidos pelos cristãos evangélicos.

No dia 21 de agosto de 2017, ocorrerá um eclipse solar total que, de acordo com o Apocalipse de São João, representaria o início do fim do mundo, conforme anunciou a organização religiosa Unsealed.

Nos EUA, será possível ver o sol atravessando o planeta de costa a costa e, embora na Europa só se consiga ver uma parte, a importância que os teóricos evangélicos dão a esse fenômeno não é menor. Segundo eles, os escritos bíblicos fazem referências claras a esse fenômeno como o início do fim.

O fenômeno está relacionado a um fragmento da Bíblia em que se fala de uma mulher vestida de Sol, grávida e que está sobre a Lua. Nele, também é mencionado um dragão, que deseja matar seu filho. A criança, ao nascer, ascenderá aos céus e os anjos destruirão o monstro.

Há outro ponto que os teóricos levam em consideração: nesse ano, será cumprida uma geração bíblica – 70 anos – desde a criação do estado de Israel, em 1947. Além disso, no século XIII, o rabino Judá Ben Samuel previu que o fim do mundo seria em 2017.

Os evangélicos da organização afirmaram que o fim do mundo começará no próximo ano e que terminará em 2024.



Fonte: RT 

Imagem: Vadim Sadovski/Shutterstock.com

Eclipse total do sol faz festivais borbulharem nos EUA

O próximo eclipse solar está a um ano de distância e muita gente já está planejando uma grande festa para receber o fenômeno.

Ao menos nos Estados Unidos a febre por causa do eclipse no dia 21 de agosto de 2017 não para de crescer. 

A razão é que o país norte-americano tem sido testemunha de vários eclipses parciais do sol nos últimos tempos e agora, finalmente, ocorrerá um eclipse total. O aguardado fenômeno está previsto para o ano que vem e será somente visível em sua totalidade no território norte-americano, algo que não ocorria desde 1776. Este também será o primeiro eclipse solar total a varrer todo o país em 99 anos.

O espetáculo, em sua plenitude, deverá ser curto: só vai durar alguns minutos. Mesmo assim, já estão agendados alguns festivais totalmente dedicados ao fenômeno. 

Em Nashville, por exemplo, tem um festival preparado - chamado Music City Solar Eclipse - com um website onde consta um relógio com a contagem regressiva para o eclipse. O Oregon está planejando um evento de quatro dias chamado SolarFest, embora o eclipse real dure menos de três minutos. 

Quem estiver fora dos Estados Unidos - como no resto da América do Norte, na América do Sul, Europa ocidental e na África - poderá ver um um eclipse parcial do sol.



 

Fonte: Gizmodo.com

Imagem: Aphelleon/Shutterstock.com

 

 

O grande eclipse solar da América está a caminho

Pela primeira vez na história, a sombra projetada por um eclipse cobrirá exclusivamente a superfície correspondente ao território de um só país, embora os especialistas afirmem que o alcance do fenômeno será enorme, dado que, à medida que as fases do eclipse se desenvolverem, ele deixará várias cidades na penumbra.

Segundo a NASA, na América, o próximo eclipse total do Sol será visível somente dos EUA, dando origem ao evento que já foi batizado como “o grande eclipse americano”. No entanto, ele só poderá ser visto por 12 milhões de pessoas, e acontecerá em 21 de agosto de 2017.

A NASA já criou um mapa da rota do eclipse, mostrando, com precisão, a trajetória do Sol, que deixa uma grande área dos EUA na penumbra, do Oregon até a Carolina do Sul, e chegará ao seu auge quando passar pelo Missouri e pelo oeste do Kentucky.

Fonte: Science World Report 

Imagem: NASA

29.May.1919

Eclipse total do Sol comprova Teoria Geral da Relatividade de Einstein

O dia 29 de maio de 1919 foi de fundamental importância para que a Teoria Geral da Relatividade de Albert Einstein ganhasse credibilidade, e o cientista conquistasse uma fama mundial praticamente instantânea. A data marcou a ocorrência de um eclipse total do Sol, um dos mais longos do século XX: o seu momento máximo durou seis minutos e 51 segundos. O fenômeno foi visível na América do Sul e na África.
 
Contudo, este eclipse não entrou para a história por conta de sua duração. Sua importância foi por causa das observações científicas a partir dele e que puderam confirmar o que era previsto nos cálculos de Einstein, publicados em sua famosa teoria, em 1905.
 
Por conta disso, equipes de pesquisadores se posicionaram de forma estratégica em dois locais que, de início, ofereceriam as melhores condições para a observação do eclipse. Um grupo ficou na Ilha do Príncipe, em São Tomé e Príncipe, e outros pesquisadores se instalaram em Sobral, no Ceará.
 
O primeiro time foi prejudicado pelo céu nublado, enquanto o segundo teve mais sorte. No Brasil, os cientistas contaram com uma boa condição para a observação do fenômeno e conseguiram imagens fundamentais e de grande valor científico. Foram fotografadas estrelas e seus raios luminosos que atingiram a Terra e passaram bem próximos do Sol. Desta maneira, foi possível perceber que as estrelas não se encontravam na posição inicialmente esperada no firmamento, mas que estavam deslocadas em valores que eram compatíveis com os da teoria da relatividade de Einstein. Pelos raios luminosos emitidos pelas estrelas, os pesquisadores concluíram que, realmente, houve desvios pela presença de um campo gravitacional, no caso o do Sol.
 
Diante destas constatações, não houve dúvidas sobre a veracidade da Teoria Geral da Relatividade de Einstein, que ganhou notoriedade em todo o mundo. Em Sobral, foi erguido um monumento e, mais tarde, construído o Museu do Eclipse, onde estão algum dos equipamentos usados para observar o histórico fenômeno de 1919.
 
 

Crédito foto: Ferdinand Schmutzer [Domínio Público], via Wikimedia Commons