Todos os horários

A doença que surgiu de uma mutação genética de nossos antepassados

O pior é que o problema afeta milhões de pessoas no mundo inteiro. 

Vídeo relacionado:
Estamos falando da artrite - uma condição que se manifesta por meio de uma série de causas distintas, desde doenças autoimunes até a deterioração das articulações com o passar do tempo.

Uma pesquisa realizada pelas universidades de Stanford e Harvard, nos Estados Unidos, descobriu uma mutação genética que pode ser determinante para desenvolver a doença e que teria sido útil para que os primeiros humanos enfrentassem o frio depois que saíram da África.

Essa mesma mutação genética, que hoje duplica as chances de sofrer artrite, pode ter sido um fator-chave para que os seres humanos da pré-história se tornassem menores e mais ágeis, ajudando também a fortalecer seus ossos e evitar fraturas ao escorregarem no gelo.

Após essa descoberta, os especialistas esperam conseguir desenvolver novos tratamentos e métodos de prevenção para a artrite.


Fonte: VIX

Imagem: Shutterstock

Movimento antivacinas trouxe de volta uma doença mortal

Algumas estão ressurgindo com força total e já fizeram vítimas! 

Vídeo relacionado:
Uma pesquisa realizada por cientistas romenos descobriu que por lá foram registrados, nos últimos meses, mais de 8 mil casos de sarampo, o que significa o maior reaparecimento dessa doença nas últimas décadas. Os especialistas atribuem o fenômeno à falta de investimento governamental em prevenção e ao movimento antivacinas, que está se expandindo pelo mundo inteiro. Além disso, eles ressaltam que uma grande quantidade dos infectados teve que ser hospitalizada e que 32 casos foram fatais.

No primeiro mundo, é cada vez maior o número de famílias que decide não vacinar seus filhos. Essa tendência está causando o reaparecimento de doenças praticamente extintas, como a rubéola.

Aqueles que se opõem à vacinação obrigatória alegam que a imunização possui um risco alto de efeitos secundários associados e que não existem pesquisas científicas independentes capazes de provar a segurança desse método de prevenção. A comunidade científica aponta que essas crenças estão baseadas em teorias falsas e que é necessário conscientizar a população sobre a importância de vacinar todas as crianças para evitar outros casos fatais.


Fonte: Buena Vibra

Imagem: Shutterstock

Alerta: doença sexual mutante está virando epidemia mundial

Trata-se de uma nova e assustadora variação da gonorreia, resistente a todos os antibióticos conhecidos até agora.

Vídeo relacionado:
Segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde, a cada ano 78 milhões pessoas sofrem de doenças sexualmente transmissíveis, que podem infectar os órgãos genitais, reto e garganta.

Nos últimos dias, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou que pelo menos três pessoas no mundo se encontram atualmente infectadas com uma variante intratável da gonorreia e é provável que esse novo tipo de cepa se propague mundialmente por meio de transmissão sexual.

"A gonorreia é um micróbio muito inteligente", garantiu Teodora Wi, especialista em reprodução humana da agência de saúde da Organização das Nações Unidas. "Cada vez que se introduz um novo tipo de antibiótico para tratá-la, ela desenvolve resistência", frisou, em referência aos casos detectados no Japão, França e Espanha.


Fonte: Infobae

Imagem: Shutterstock

Alerta para infecção de vermes que invadem o cérebro

Veja como o parasita é transmitido e quais são as consequências para os humanos! 

Vídeo relacionado:
A primeira vez que se teve registro dessa infecção parasitária foi em Taiwan, em 1944, e, desde então, houve surtos em diferentes partes do mundo. A globalização, assim como a mudança climática crescente, facilitam a propagação da doença.

A angiostrongilíase, como é chamada a infecção, é causada pelo “verme pulmonar dos ratos”. Sua propagação ocorre quando as fezes dos roedores portadores do parasita contaminam outros animais, como caracóis, lesmas, camarões-de-água-doce e rãs. Os humanos podem contrair a doença ao comer qualquer um desses animais ou ao ingerir frutas e verduras cruas contaminadas.

A maioria das pessoas infectadas consegue se recuperar sem problemas graves. Porém, em algumas situações, os vermes migram para o cérebro do hospedeiro e podem causar meningite. Os sintomas incluem tremores, inflamação e uma dor de grande intensidade.

Os ratos que viajam nos navios de carga, assim como as lesmas grudadas nas embarcações, vieram da Ásia e da América portando os parasitas. No Havaí, onde haviam sido documentados apenas 2 casos na última década, foram confirmados mais de 6 diagnósticos nos últimos três meses.


Fonte: Playground Mag

Imagem: Shutterstock

 

Alerta: fungo mortal está se propagando pelo mundo

Candida auris possui uma taxa de mortalidade de até 60% e é imune à maioria dos fungicidas disponíveis atualmente.

Vídeo relacionado:
A revista New Scientist publicou recentemente um artigo no qual relata a propagação alarmante de um fungo infeccioso em diferentes clínicas dos EUA.

O Departamento de Saúde dos EUA comunicou que já foram registrados 53 casos de pessoas infectadas pelo Candida auris – e grande parte contraiu a infecção durante internações em hospitais do estado de Nova York. Entretanto, nem todos os contágios foram intra-hospitalares, já que 27 pessoas que não passaram por internações apresentaram sintomas da doença causada pelo fungo.

As pessoas mais vulneráveis ao contágio são aquelas com sistemas imunológicos enfraquecidos, recém-nascidos, idosos e quem tem doenças crônicas.

O fungo foi identificado pela primeira vez no Japão em 2009 e já foram relatados casos no Canadá, Colômbia, Alemanha, Índia, Israel, Quênia, Kuwait, Noruega, Paquistão, Espanha, África do Sul, Coreia do Sul, Reino Unido e Venezuela.


Fonte: RT

Imagem: Shuttertsock

Exame de sangue que consegue detectar data da morte

Basta uma pequena amostra para saber se o paciente pode desenvolver doenças crônicas!

Uma equipe de cientistas da Universidade de Boston (Massachusetts, EUA) afirma ter descoberto um exame de sangue capaz de revelar a expectativa de vida de cada pessoa.


A pesquisa teria conseguido identificar 26 padrões de biomarcadores que preveem as probabilidades de um indivíduo desenvolver doenças mortais, como o câncer, problemas cardíacos e diabetes.


O estudo foi baseado em 5 mil amostras de sangue e demonstrou que os participantes podem conhecer os riscos em potencial para a sua saúde e modificar os hábitos de vida associados a esses transtornos. No entanto, a equipe médica afirmou que são necessárias novas pesquisas para confirmar os resultados.



Fonte: The Daily Mail

Imagem: Shutterstock.com

01.Feb.2016

OMS declara vírus zika e microcefalia emergência pública internacional

No dia 1o. de fevereiro de 2016, a Organização Mundial da Saúde anunciou que, diante do recente conjunto de casos de microcefalia e outros distúrbios neurológicos no Brasil, logo após ocorrências semelhantes na Polinésia Francesa, em 2014, uma “emergência de saúde pública de importância internacional”, condição conhecida também pela sua sigla em inglês (PHEIC).

O Comitê de Emergência se reuniu no dia 1o. de fevereiro, pela primeira vez, para responder ao aumento do número de casos de desordens neurológicas e malformações congênitas, sobretudo nas Américas. O Brasil é o país mais atingido pela síndrome. 

Em uma decisão aceita pela diretora-geral da OMS, Margaret Chan, o Comitê da agência da ONU busca coordenar uma resposta global de modo a minimizar a ameaça nos países afetados e reduzir o risco de propagação internacional.

 

 


Fonte: Nações Unidas

Imagem: Oranzy Photography/Shutterstock.com

 

 

 

Conheça os alimentos que podem prolongar sua vida

As ervilhas e o queijo Rocherford contêm um composto que pode render alguns bons e saudáveis anos para a sua vida.

De acordo com um estudo publicado na revista Cell Metabolism e um outro na Nature estes alimentos - assim como milho, soja, outros grãos integrais e também queijos envelhecidos - possuem, naturalmente, um composto chamado espermidina, que ajuda na recuperação das áreas danificadas de uma célula, beneficiando a saúde e trazendo longevidade. Cientistas do Instituto Weizmann, de Israel, fizeram um experimento com ratos em que espermidina foi colocada na água para os animais beberem. O estudo indicou que o composto reparou danos nos ritmos circadianos dos ratos.

O ritmo cicadiano é conhecido como o relógio natural do nosso corpo, que está relacionado com a qualidade do nosso sono à noite. A maneira como dormimos poderá influenciar na forma como envelhecemos, no desenvolvimento do câncer, Alzheimer, Parkinson e inflamações crônicas. No estudo com os ratos, a espermidina fez com que os ritmos circadianos dos ratos funcionassem de forma mais rápida e eficiente. A esperdimina também pode auxiliar no combate aos radicais livres, ou seja, os causadores do envelhecimento e de inúmeras doenças sérias. Como não há suplementos de espermidina, então a solução é ingerir a substância pela dieta.


No estudo publicado na revista Nature, o composto foi capaz de prolongar o tempo de vida de moscas-das-frutas e suas larvas. Quando administrado a roedores, incluindo os de idade adulta, constatou-se uma expectativa de vida maior e também um melhor funcionamento cardíaco, além da diminuição da pressão sanguínea.

Testes com seres humanos, realizados em 800 voluntários italianos, revelaram que aqueles que tinham dietas com níveis altos de espermidina, desenvolviam até 40% menos problemas cardiovasculares e tinham tensão arterial mais baixa em comparação com quem não consumia a substância em sua dieta.



Fontes: Jornal Conceito SaúdeNature

Imagem destaque: Africa Studio/Shutterstock.com

Imagens do corpo do texto (cima para baixo): Eskymaks / Shutterstock.com ;Bergamont / Shutterstock.com ; Africa Studio/Shutterstock.com

Os piores experimentos realizados em seres humanos

Experimentos com venenos, doenças venéreas e mutilação de corpos: o avanço científico não ficou livre de mazelas e muitos sofreram com testes cruéis em nome da ciência.

Veja abaixo alguns dos piores projetos já executados com pessoas. 

Venenos: Os nazistas realizaram muitos experimentos, porém um dos mais cruéis ocorreu entre 1943 e 1944, quando eles analisaram o efeito de diversos venenos. Os cientistas os inoculavam nos prisioneiros dos campos de concentração, misturando-os nos alimentos. Muitas pessoas morriam imediatamente e outras eram assassinadas de modo que os cientistas pudessem estudar a ação dos venenos no organismo humano.

Unidade 731: Sob ordens do comandante Shiro Ishii, eram amputadas partes do corpo de vários prisioneiros para costurá-las entre si ou no corpo de outra pessoa. Às vezes, eles congelavam e descongelavam essas partes, o que causava gangrena nos pacientes. Além disso, eram injetadas doenças nas pessoas para estudar seus efeitos.

Doenças venéreas: O médico americano John Cutler utilizou prostitutas infectadas com sífilis para contagiar doentes mentais e soldados guatemaltecos, com o objetivo de descobrir se a penicilina agia contra as doenças venéreas.

MKULTRA, subprojeto 68: Sob a direção do Dr. Donald Ewen Cameron, a CIA desenvolveu o projeto MKULTRA, em que foram realizados experimentos com pacientes do Instituto Allan Memorial, em Montreal, entre os quais havia crianças. Basicamente, o subprojeto 68 consistiu em ministrar aos pacientes, por meses, doses fortes de drogas e fazê-los escutar ruídos repetitivos, o que fez com que muitos perdessem capacidades, como a fala, por exemplo.


Fonte: SuperCurioso

Imagem: Shutterstock.com

Cura? Anticorpo que neutraliza 98% das cepas do HIV é descoberto

Cientistas do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos descobriram um anticorpo produzido por um paciente HIV positivo que neutraliza 98% de todas as cepas de HIV testadas.

Batizado de N6 pela equipe internacional de pesquisadores, esse anticorpo combateu 16 de 20 cepas (linhagens) resistentes a outros anticorpos da mesma classe. Até então, um outro anticorpo considerado poderoso era o VRC01, que impedia que 90% das cepas de HIV infectassem células humanas.

A descoberta, publicada na revista Immunity, poderá revolucionar o tratamento da AIDS e também proporcionar o desenvolvimento de uma vacina para a doença.

 

Possíveis aplicações

Se isolado e replicado, há uma chance real de que o N6 possa ser usado para tratar pessoas com HIV. Em quantidades maiores, este anticorpo poderia até ser utilizado no lugar dos antirretrovirais, segundo artigo publicado na IFL Science.

Os antirretrovirais são bastante eficazes, mas apresentam efeitos colaterais para alguns pacientes. Além disso, os medicamentos precisam ser tomados todos os dias, enquanto um tratamento com anticorpos poderia ser feito algumas vez ao ano

 

Trabalho e cautela

Porém, antes que todos se entusiasmem com o N6 ainda é preciso muito trabalho e cautela. Ele só mostrou efeito em amostras de HIV ativo, e não parece reduzir o reservatório viral latente no organismo das pessoas. Dessa forma, ele ainda não pode ser visto como uma cura para o vírus. 

No entanto, há uma chance de que, através de teste em humanos, possa ser desenvolvida uma poderosa vacina contra o HIV. Até lá, porém, ainda serão necessários muito trabalho e pesquisa. 

 

 


Fontes: IFL Science, HypeScience

Imagem: Liya Graphics/Shutterstock.com