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Encontrada joia milenar que sinaliza o fim da civilização Maia

A peça, criada durante uma seca que se estendeu por anos, era usada em cerimônias para atrair chuva e fertilidade. 

Uma equipe de antropólogos liderada por Geoffrey Braswell, professor da Universidade da Califórnia, nos EUA, descobriu recentemente, em Belize, uma joia maia milenar esculpida em jade.

O objeto foi encontrado em uma jazida arqueológica, onde também foram achadas jarras de pedra que provavelmente representam o deus maia do vento, de acordo com o pesquisador. A jazida estava localizada em um palácio construído por volta do ano 400 d.C.

Acredita-se que a joia possuía fins religiosos. Os 30 hieróglifos esculpidos nela detalham a genealogia de seu primeiro proprietário. Sua forma em T simboliza, na escrita maia, o vento e a água, motivo pelo qual ela, possivelmente, teria sido utilizada em cerimônias relacionadas à chuva e à fertilidade.

A inscrição no verso sugere que peça foi usada pela primeira vez em 672 d.C., época em que os pesquisadores acreditam que tenham se iniciado terríveis secas, as quais acabaram acelerando a queda do império Maia.


Fonte: RT

Imagem: Geoffrey Braswell/UC San Diego

Tesouro arqueológico é encontrado embaixo de McDonald’s na Itália

A descoberta, do século II a.C, poderá ser vista de perto pelos clientes da rede de fast-food. 

Vídeo relacionado:
Em Marino, na Itália, a poucos metros da Via Appia, a reforma de um edifício para a abertura de uma loja do McDonald’s revelou uma descoberta surpreendente: um trecho de 45 metros de comprimento e 2 metros de largura de uma rua romana do século II a.C., em excelente estado de conservação. A rua, segundo os especialistas, teria sido uma extensão da Via Appia e provavelmete era usada para dar acesso à residência de algum nobre da antiga região de Bovillae.

A Superintendência Arqueológica da Área Metropolitana de Roma, Viterbo e Etrúria Meridional assumiu as obras e contou com o financiamento do McDonald’s Italia (de 30 milhões de euros) para a criação de um museu subterrâneo gratuito, que funcionará debaixo da cadeia de fast-food, enquanto uma estrutura em forma de ponte permitirá ver a rua a partir das mesas da lanchonete.

No canal lateral da rua foram encontrados três esqueletos masculinos sepultados, além de outros restos humanos a alguns metros de distância. Acredita-se que a rua deixou de ser utilizada em algum momento e  cadáveres começaram a ser despejados lá. Um dos esqueletos tinha um Óbolo de Caronte que data dos séculos II e III d.C. na sua boca: a moeda que os mortos pagavam ao barqueiro de Hades.

 


Fonte e imagem: Infobae

Descoberta arqueológica pode provar existência de vida em outros planetas

O fenômeno do aquecimento global está trazendo alguns efeitos colaterais inesperados e que poderão revolucionar nosso conhecimento sobre o Universo. O derretimento crescente do Ártico possibilitou que cientistas da Universidade de Wollongong, na Austrália, fizessem uma descoberta sem precedentes: fósseis de 3,7 milhões de anos.

Vídeo relacionado:
A descoberta gerou grandes expectativas entre os pesquisadores da NASA, uma vez que ela retrocede o surgimento de vida em nosso planeta para 200 milhões de anos antes do imaginado, quando a Terra ainda era muito jovem e se assemelhava a um vulcão ardente com temperaturas altíssimas e um bombardeio permanente de asteroides.

Essa revelação deixou evidente que, nesse contexto impensável, surgiram os primeiros micróbios, demonstrando que a vida é capaz de se manifestar até mesmo em cenários tão hostis. O fato torna possível a existência de um novo campo de pesquisa sobre planetas e luas que poderão abrigar micro-organismos vivos ou fossilizados. Embora alguns pesquisadores evolutivos acreditem que somente dentro de 10 milhões de anos a vida poderá se diversificar e brotar em todo um planeta, alguns acreditam que estamos mais próximos de encontrar os primeiros sinais de vida extraterrestre.


Fonte: VIX

Imagem: NASA

NASA encontra 7 planetas habitáveis do tamanho da Terra

Próximo passo é verificar se existe água e quais são as condições atmosféricas e de pressão nos planetas!

A NASA acaba de anunciar a descoberta de um sistema solar muito parecido com o nosso. São sete planetas que giram ao redor de uma estrela, têm o mesmo tamanho da Terra e grandes chances de conterem água em estado líquido.

 

Três deles, segundo estudos preliminares, têm maior potencial de oferecer melhores condições de vida aos humanos do futuro.

 

A descoberta, feita pelo telescópio espacial Spitzer, é um marco na história da exploração espacial. Nunca foram encontrados tantos planetas numa mesma zona habitável fora do nosso sistema solar.

 

O sistema que abriga os novos planetas ficam na constelação de Aquarius, a 40 anos-luz de distância (algo como 478 trilhões de quilômetros) – o que, para os padrões espaciais, é relativamente perto.

 

Perfil dos planetas

Com base nos dados apresentados pelo Spitzer, os cientistas da Nasa chegaram à conclusão de que pelo menos seis dos planetas são rochosos. O próximo passo é saber se realmente contêm água e, melhor: se têm água na superfície. O tamanho de todos os sete é similar ao da Terra.

 

Assista ao vídeo da NASA (em inglês):

 

 

Outra curiosidade do Trappist 1 -  nome dado à nossa futura casa – é que os planetas estão bem próximos entre si, a ponto de um poder enxergar as características geológicas do outro.

 

O próximo passo é determinar se os planetas são estáticos – ou seja, não giram como o nosso (o que faz um lado ser sempre dia e outro ser sempre noite) e se têm hidrogênio, metano, oxigênio e ozônio na atmosfera. Para isso vão contar com um novo telescópio, o James Webb, que deve ser lançando em 2018. O equipamento vai ajudar a estimar também a temperatura média e a pressão na superfície dos planetas – fatores-chave para o desenvolvimento da vida humana.

 


Fonte: NASA 

Imagens: NASA/JPL-Caltech/T. Pyle (IPAC)

 

 

 

 

 

Descoberta misteriosa no Mar Negro: 41 navios naufragados e em perfeito estado

As peças estão praticamente intactas. Dá para ver detalhes e adornos jamais encontrados em navios da mesma época!

O Mar Negro foi uma das grandes rotas marítimas da antiguidade e, portanto, um cemitério aquático de muitos navios. Porém, ninguém havia visto esses naufrágios até agora. Uma expedição internacional, organizada pela Universidade de Southampton, na Inglaterra, que investigava processos ocorridos por causa da mudança climática, descobriu acidentalmente 41 desses barcos afundados.


São embarcações que datam de 800 d.C. do Império Bizantino, navios de sultões e de comerciantes otomanos, navegantes venezianos e todos os tipos de barcos que passaram pelo Mar Negro entre os séculos IX e XVIII, sendo o mais recente de 1800.


navio
O que surpreendeu os pesquisadores foi o incrível estado de conservação dos navios: era possível ver as marcas do cinzel, os rolos de corda e a decoração da madeira. Nunca antes se teve acesso a esse nível de detalhe em embarcações tão antigas.

navios
Isso se deve às condições únicas da composição química das águas do Mar Negro: sua camada superior recebe oxigênio dos grandes rios europeus que desembocam nele. Mas, abaixo de 159 metros, há uma condição de anoxia, ou seja, de falta de oxigênio, que impossibilita a vida e também a oxidação da matéria.

O professor Jon Adams, fundador do Centro de Arqueologia Marítima da Universidade de Southampton, e que viajava no navio científico Stril Explorer, afirmou que as imagens capturadas com a última tecnologia de gravação 3D para estruturas submersas são únicas na história e permitiram a obtenção de modelos digitais completos, que podem ser manipulados e estudados como nunca antes.

Os barcos foram encontrados dispersos em uma área de 2.000 km², mas somente uma parte foi analisada. É provável que haja muito mais navios a descobrir.


Fonte: Clarín

Imagens: EEF

Pesquisadores encontram tubarão mais antigo que dinossauros

Após décadas de busca, um submarino não tripulado do Instituto de Pesquisa do Aquário da Baía de Monterrey (Califórnia, EUA), conseguiu finalmente encontrar o misterioso tubarão fantasma.

Trata-se de uma criatura que habita os oceanos há mais de 300 milhões de anos. Seu habitat são as águas de Nova Caledônia, no Pacífico Sul. No entanto, o tubarão fantasma acabou sendo encontrado a mais de 6 mil quilômetros de distância dali, no litoral da Califórnia e do Havaí. Isso, segundo Dave Ebert, do Centro de Pesquisa de Tubarões do Pacífico, foi “um pouco de sorte”.

O estranho tubarão fantasma (Hydrolagus trolli) tem um aspecto similar ao de um rato, com um nariz pontiagudo, um maxilar ligado ao crânio e uma dentadura formada por placas ósseas. A característica mais notável desse animal é que ele possui um pênis retrátil na testa, embora, até o momento, não se conheça exatamente seu modo de funcionamento.

Assista ao vídeo: 

 




Fonte: RT

Corpo humano ganha novo órgão. Conheça!

Depois de anos de estudos, cientistas descobriram que o mesentério, estrutura membranosa responsável por sustentar e irrigar os intestinos, é, na verdade, um órgão. 

 

O “upgrade” veio depois de uma equipe da University Hospital Limerick, na Irlanda, constatar que a estrutura era contínua e única, e não fragmentada como se pensava até então.

 

O estudo foi publicado recentemente no prestigiado The Lancet Gastroenterology & Hepatology

 

A descoberta abre caminhos para a medicina buscar novas abordagens cirúrgicas e aprimorar o tratamentos de doenças relacionadas ao aparelho digestivo. 

 


Fonte: Time.com e Bbc.com 

Imagem: Shutterstock.com

 

Rio de metal líquido é descoberto no Polo Norte

Cientistas descobriram que, 3 mil quilômetros abaixo do Alasca e da Sibéria, corre um rio superquente de ferro e níquel.  

 

Com 420 quilômetros de largura e 7 mil de comprimento, essa mega massa metálica tem se movido a uma velocidade cada vez maior – hoje se desloca a 45km por ano, o que não parece muito para nós aqui na superfície, mas no núcleo da Terra nada se mexe tão rápido.

 

Equipes da Universidade Técnica da Dinamarca e da Universidade de Leeds, no Reino Unido, constataram que a velocidade triplicou nos últimos 15 anos. 

 

Os cientistas estudam agora o impacto desse aumento nas oscilações do campo magnético da Terra – camada que nos protege da radiação solar e é fundamental para a manutenção da vida no planeta. 

 

Já se sabe que a energia emanada pela movimentação do rio pode, sim, interferir na rotação do núcleo interno da Terra. A ideia agora é juntar as peças do quebra-cabeça para descobrir o porquê do contínuo enfraquecimento do campo magnético do planeta. 

 

 


Fonte: BBC

Imagem: Shutterstock

 

DESCOBERTA

A caminho de Dakhla, os companheiros constatarão como tudo pode mudar rapidamente quando Zahi está no assento do motorista. Manobras militares o obrigam a adiar sua viagem para restaurar um antigo minarete e agora eles terão que percorrer um caminho traiçoeiro através do “Deserto Branco” e acampar durante a noite em um oásis, sem que a equipe esteja preparada para isso. Com a comida estragada pelo calor, Zahi lhes mostra como fazer amizade com os beduínos, que alimentam o grupo faminto. No dia seguinte, Zahi terá que viajar para se encontrar com a ex-primeira-dama dos Estados Unidos, Laura Bush, em Dallas, e falar sobre a sua recente descoberta na pirâmide da Rainha Sesheshet.

A caminho de Dakhla, os companheiros constatarão como tudo pode mudar rapidamente quando Zahi está no assento do motorista. Manobras militares o obrigam a adiar sua viagem para restaurar um antigo minarete e agora eles terão que percorrer um caminho traiçoeiro através do “Deserto Branco” e acampar durante a noite em um oásis, sem que a equipe esteja preparada para isso. Com a comida estragada pelo calor, Zahi lhes mostra como fazer amizade com os beduínos, que alimentam o grupo faminto. No dia seguinte, Zahi terá que viajar para se encontrar com a ex-primeira-dama dos Estados Unidos, Laura Bush, em Dallas, e falar sobre a sua recente descoberta na pirâmide da Rainha Sesheshet.

DESCOBERTA

A caminho de Dakhla, os companheiros constatarão como tudo pode mudar rapidamente quando Zahi está no assento do motorista. Manobras militares o obrigam a adiar sua viagem para restaurar um antigo minarete e agora eles terão que percorrer um caminho traiçoeiro através do 'Deserto Branco' e acampar durante a noite em um oásis, sem que a equipe esteja preparada para isso. Com a comida estragada pelo calor, Zahi lhes mostra como fazer amizade com os beduínos, que alimentam o grupo faminto. No dia seguinte, Zahi terá que viajar para se encontrar com a ex-primeira-dama dos Estados Unidos, Laura Bush, em Dallas, e falar sobre a sua recente descoberta na pirâmide da Rainha Sesheshet.