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Carmilla: a história das vampiras lésbicas que surgiu antes de Drácula

Anos antes de Bram Stoker conceber “Drácula”, seu clássico romance e obra fundamental para um novo gênero fantástico, “Carmilla” era escrita na Irlanda  - a primeira história sobre vampiros da qual se tem notícia. 

Ela foi escrita em 1871 e possui uma narrativa em primeira pessoa de uma personagem chamada Laura, uma jovem inglesa que vive com seu pai em um castelo e que, após um incidente curioso, recebe a visita da bela Carmilla.

Enquanto a relação entre as meninas transmite um certo medo, para depois se transformar em algo ardente e intenso, o pânico toma conta da cidade: as mulheres mais jovens começam a morrer em decorrência de uma doença misteriosa. Chegando perto do fim, se desenvolve uma história sobre vampiros - a primeira no seu gênero.

Os elementos de Carmilla aparecem em Drácula quase de forma idêntica, embora modificados: estética de uma vampira sexualmente irresistível, o caçador de vampiros e relatos em primeira pessoa.


Fonte: Super Curioso

Imagem: David Henry Friston via Wikimedia Commons

Conheça 5 curiosidades sobre a bandeira do Brasil

Dia 19 de novembro é o Dia da Bandeira Brasileira. Será que você conhece essas 5 grandes curiosidades sobre sua criação e seu uso? Assista ao vídeo e descubra!

 

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7 órgãos que a gente não precisa para sobreviver

Sem eles é possível levar uma vida normal! 

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Adam Taylor, diretor do Centro de Estudos de Anatomia Clínica da Universidade de Lancaster, na Inglaterra, elaborou uma lista de sete órgãos sem os quais é possível sobreviver e levar uma vida relativamente normal.

Cólon: Embora seja uma parte essencial do intestino grosso, a maioria dos pacientes que passam por uma colectomia consegue readaptar suas vidas sem ele, mudando apenas algumas funções digestivas.

Rins: É possível sobreviver com apenas um rim e, até mesmo, sem os dois, se o organismo estiver conectado a uma máquina de diálise responsável por realizar as funções desse órgão.

Órgãos reprodutivos: A remoção dos testículos ou dos ovários permite que a pessoa continue tendo uma vida saudável e, inclusive, no caso dos testículos, com um suposto aumento da expectativa de vida.

Estômago: Se a remoção desse órgão for necessária, o esôfago deverá ser conectado cirurgicamente ao intestino delgado e os pacientes terão de ser suplementados com um complexo vitamínico especial.

Baço: As funções desse órgão podem ser absorvidas pelo fígado e por outros tecidos linfáticos sem afetar muito a qualidade de vida.

Vesícula biliar: Responsável pela secreção da bile, esse órgão pode ser removido, passando suas funções para outros componentes do sistema digestivo.

Apêndice: Não há consenso médico sobre a função desse pequeno órgão, e sua remoção não parece afetar consideravelmente a saúde das pessoas.


Fonte: RT

Imagem: Shutterstock

 

Antepassados do homem africano tinham a pele clara

Novo estudo pode virar a história da humanidade de cabeça para baixo!

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Geneticistas da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, descobriram que os genes responsáveis pela cor da pele sofreram uma mutação muito tempo antes de os antepassados do homem moderno terem migrado da África.

Até pouco tempo, a ciência acreditava que os antepassados do homo sapiens tinham a pele negra quando abandonaram, pela primeira vez, o continente africano – o que teria ocorrido entre 200 e 300 mil anos atrás.

Essa teoria sugere que a cor de pele dos nossos antepassados embranqueceu por causa de um processo de adaptação às novas condições climáticas. No entanto, o novo estudo genético coloca em dúvida essa concepção clássica.

Na verdade, a teoria derruba a ideia de que uma raça tem raízes biológicas, ao concluir que existem variantes em seis tipos de genes (SLC24A5, MFSD12, DDB1, TMEM138, OCA2 e HERC2), assim como em suas mutações, o que comprova que, na África, já havia antepassados do homem com pele clara.


Fonte: Science Mag

Imagem: Shutterstock

Incrível: vídeo registra árvore queimando solitariamente por dentro

Registro foi feito em meio aos incêndios que tomam conta da Califórnia. 

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Enquanto analisava possíveis vias de escape entre os incêndios florestais que se alastravam pelo norte da Califórnia, nos Estados Unidos, Matthew McDermott descobriu uma árvore extraordinária. Imediatamente, ele começou a gravar a cena: nela, é possível observar o tronco repleto de fogo, com chamas que emergem do interior e saem pelas cavidades da casca.



Os meios de comunicação se interessaram pelo registro obtido e começaram a divulgar o curioso vídeo. “Nunca vi nada parecido”, afirmou Matthew à imprensa, que explicou também que, no momento em que topou com a árvore em chamas, usava uma máscara para se proteger da intensa fumaça.


Fonte: RT

Imagem: Youtube/Reprodução

O bizarro fenômeno das pedras que respiram, crescem e se reproduzem

Pedras vivas da Romênia têm estruturas internas semelhantes a árvores! 

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Na Romênia, mais precisamente na cidade de Costeti, um fenômeno tão raro quanto intrigante se transformou na principal atração turística do local: as pedras vivas. Denominadas localmente como trovants, ou “pedras que crescem” em romeno, essas pedras possuem, geralmente, um aspecto normal. No entanto, o estudo dos minerais que a compõem apresentou alguns detalhes que as tornam únicas no mundo.

Segundo os especialistas, essas pedras possuem mais de 6 milhões de anos e teriam aparecido no mundo como pequenos seixos para, depois, alcançar tamanhos de até 10 metros. Não se trata de um crescimento brusco; mas, pelo contrário, elas demoram mil anos para crescer somente 4 ou 5 centímetros.

Para descobrir como esse fenômeno de crescimento ocorre, os cientistas examinaram alguns exemplares. Uma vez abertos, eles encontraram uma estrutura muito semelhante à das árvores e dos anéis circulares que compõem o tronco. E, dessa forma, foi possível estimar a idade de algumas amostras.

“As trovants são constituídas por areia sedimentada de uma bacia formada há seis milhões de anos. Junto com as areias, foram acumulados excessos de carbonato, que, quando chove, pressionam as camadas inferiores de sedimentos, fazendo com que elas aflorem e produzam protuberâncias”, afirmou um porta-voz do Museu Trovant.

Muitos pesquisadores acreditam que, por meio de processos que se dão em escala microscópica, as pedras poderiam “se reproduzir e até mesmo respirar”. Eles também afirmam que, se forem utilizados equipamentos especializados de alta sensibilidade, será possível detectar um estranho pulso no seu interior.

Como se tudo isso não fosse suficientemente estranho, as pedras são capazes de se mover 2,5 mm a cada 15 dias. Algo que obedeceria ao mesmo fenômeno pelo qual elas crescem, fazendo com que se inclinem para frente. Todas essas características têm levado alguns cientistas a acreditarem que as pedras “são formas de vida de silício com uma consciência própria”.


Fonte: Infobae

Atriz injeta bactéria de 3,5 milhões de anos para alcançar a juventude eterna

Uma atriz de 45 anos que vive na Alemanha e é conhecida apenas pelo apelido Manoush, investiu 50 mil dólares em diversas cirurgias plásticas para manter uma beleza juvenil.

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Além disso, há alguns meses, ela deu, talvez, o passo mais ousado da sua carreira contra a velhice, ao injetar uma bactéria de 3,5 milhões de anos.

Trata-se da cepa bacteriana milenar Bacillus F, descoberta no permafrost siberiano, na Rússia, em 2009. De acordo com os cientistas que conseguiram sequenciar seu DNA em 2015, a bactéria parece não ter envelhecido e seria um fator chave na busca por melhores condições de saúde para os seres humanos e sua longevidade.

A atriz começou a injetar a bactéria em julho deste ano e, desde então, realiza estudos mensais para avaliar os resultados. De acordo com Manoush, ela nunca sentiu sua pele tão boa e está visivelmente mais jovem. Embora não acredite que consiga reverter 20 anos de envelhecimento, ela acredita que essa bactéria fará com que ela viva até os 90 anos.




Fonte: Barcroft TV

Imagem: Youtube/Reprodução

Londres: névoa assassina matou 12 mil pessoas

Nuvem tóxica pairou sobre a cidade e envenenou todo mundo que estava por lá. 

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Londres é famosa por sua névoa espessa, o fog. Mas o que hoje pode ser uma atração turística, o charme da cidade, foi, há algumas décadas, um grave problema de saúde pública que chegou a tirar a vida de mais de 12 mil pessoas.

A partir do século XIX, o boom do carvão havia dominado a capital do Reino Unido. A revolução industrial encheu a cidade de fábricas, que aumentaram a emissão de gases a níveis sem precedentes. Vários cronistas da época narram como, em determinados dias, era impossível ler à luz do sol, mesmo nos dias mais radiantes, por causa da espessura da névoa de carvão.

Em dezembro de 1952, ocorreu um fenômeno chamado “O grande nevoeiro”. Uma frente fria e a ausência absoluta de vento fizeram com que uma névoa tóxica ficasse estagnada na cidade, causando milhares de mortes por envenenamento.

A partir desse dia, o governou implementou medidas de cuidado ambiental para evitar outra catástrofe. Mas em 1962 ocorreu um incidente semelhante, embora, dessa vez, o número de vítimas fatais tenha sido menor.


Fonte: El País

Imagem: Shutterstock

Os amantes de Hasanlu: o beijo que já dura 2.800 anos

Casal morreu junto depois de uma invasão à cidade onde moravam. 

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O sítio arqueológico Hasanlu está localizado no noroeste do Irã. As ruínas pertenciam a uma antiga cidade próspera que foi completamente destruída no século IX a.C. por invasores desconhecidos. Os cadáveres de seus habitantes ficaram espalhados pelas ruas e, com o passar do tempo, foram cobertos por escombros e terra.

Na década de 1970, um grupo de arqueólogos da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, descobriu no local os restos ósseos de duas pessoas que seriam conhecidas como “os amantes de Hasanlu”.

Sabe-se, com certeza, que um dos esqueletos pertence a um homem de 22 anos; o outro corresponderia a uma mulher de aproximadamente 35 anos. Acredita-se que essas pessoas tenham morrido de asfixia ao ficarem confinadas em um espaço exíguo após o ataque à cidade. A posição de seus corpos indicaria que, no momento da morte, o casal estaria se beijando, em um gesto de intimidade que se conserva há 2.800 anos.


Fonte: Super Curioso

Cientistas revelam o motivo pelo qual o coração fica do lado esquerdo do corpo

Eles descobriram que o órgão é, na verdade, "empurrado" e isso tem uma função vital. 

Diferentemente do que acontece na parte exterior do corpo do ser humano, que é praticamente simétrica, o interior é absolutamente assimétrico, com o coração localizado à esquerda e o fígado à direita, por exemplo. Apesar disso, esses órgãos nem sempre estiveram no mesmo lugar.

Durante a gestação do embrião humano, órgãos como o coração começam a se desenvolver no centro do corpo e, pouco a pouco, vão se deslocando até sua posição final. É claro que não se trata de um movimento casual: o processo pelo qual esse órgão sabe até onde se mover é uma pergunta que os cientistas fazem há muito tempo.

Recentemente, pesquisadores do Instituto de Neurociências de Alicante descobriram uma série de dados que são fundamentais para entender o processo de formação do coração nos embriões humanos. Em suma, trata-se de um “empurrão” que evita más formações genéticas.

“Até agora, pensava-se que, para que ocorresse a assimetria no embrião, havia sinais do lado esquerdo que eram reprimidos no direito. Nós descobrimos que, além disso, existem genes que aparecem mais no lado direito, e esses genes são os que provocam os movimentos celulares, mais proeminentes da direita para a esquerda”, descreve o artigo.

Ao estudar o caso em embriões de galinhas, peixes e camundongos, os cientistas descobriram que, durante o desenvolvimento cardíaco, há dois grupos de células que se constituem do lado direito e do esquerdo. Acontece que as células da direita são muito mais numerosas e acabam empurrando o coração para a esquerda.

Esse movimento é de importância vital para o desenvolvimento adequado de veias e artérias. Caso contrário, pode se dar uma das condições cardíacas mais graves que há: a mesocardia, que acontece quando o coração não se move para a esquerda e permanece no centro do corpo.


Fonte: RT

Imagem: Shutterstock