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Esta é a única evidência arqueológica de crucificação encontrada até hoje

Osso atravessado por prego é do século I 

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Embora haja muito material histórico escrito sobre o uso da crucificação como método de execução por várias culturas antigas, entre elas a assíria, grega, romana, persa e cartaginesa, são praticamente inexistentes as evidências arqueológicas.

Primeiro, porque as madeiras sobre as quais os condenados eram pregados eram materiais de rápida decomposição; segundo, porque os pregos utilizados eram considerados objetos mágicos e retirados do corpo para a comercialização no mercado negro.

Há, porém, uma única evidência arqueológica de crucificação. Trata-se de um corpo encontrado em Jerusalém em 1968, conhecido como Yehohanan. Seus restos foram analisados por vários especialistas que foram capazes de determinar que o homem, de 25 anos de idade, morreu crucificado no século I. Em um dos calcanhares, ainda está conservado um dos pregos com os quais ele foi pendurado. No ossário, também foram encontrados os ossos de uma criança identificada como o filho do condenado.


Fonte: La Brújula Verde

Imagem: Amir Cohen/Reuters

Antigo texto egípcio traz detalhes surpreendentes da morte de Jesus

Um antigo texto egípcio, recém-decifrado, traz dados até hoje desconhecidos sobre a crucificação de Jesus, o papel surpreendente de Pôncio Pilatos e os atos de Judas.

Trata-se de um texto escrito em copta, em que destaca o fato de Pôncio Pilatos, responsável por autorizar a crucificação de Jesus, ter oferecido sacrificar seu próprio filho no lugar do Messias.

Além disso, o texto afirma que Judas teve que beijar Jesus para poder identificá-lo no momento da sua traição porque Cristo mudava de aparência quando queria; e que isso teria acontecido em uma terça à noite, em vez de uma quinta, conforme está na linha do Tempo Pascal.

Os fatos relatados no antigo texto egípcio não significam que eles tenham realmente ocorrido, esclarece o especialista Roelof van den Broek, da Universidade de Utrecht, nos Países Baixos. Vale ressaltar, porém, que na época dos fatos, muita gente acreditava na história.

Jesus abençoou Pilatos

De qualquer modo, as revelações são absolutamente surpreendentes, sobretudo as referentes a Pilatos, que ofereceu seu filho para salvar Jesus: “Pilatos preparou uma mesa e comia com Jesus. Jesus abençoou Pilatos e toda a sua casa”, diz o texto.

Depois, Pilatos disse a Jesus: “Pois bem, eis aqui, a noite chegou, levanta-te e retira-te, e quando chegar a manhã e me acusarem por ti, lhes darei o único filho que tenho para que possam matá-lo em teu lugar”.

Então, Jesus o consola: “Oh, Pilatos, demonstraste ser merecedor de uma grande graça, já que demonstraste uma boa disposição para mim”. Vale destacar que, para coptas e para a igreja etíope, Pilatos é um santo.




Fonte: supercurioso.com
Imagem: WDG Photo/Shutterstock.com