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Índios da América e da Sibéria falavam o mesmo idioma

Descoberta confirma que migração ocorreu por ligação de terra entre a Ásia e a América. 

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Em 2012, os cientistas já tinham conseguido estabelecer uma relação genética entre os nativos da América do Norte e as aldeias indígenas da república russa de Altai, na Sibéria. Porém, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Georgetown, em Washington D.C., deu um passo além ao descobrir também uma conexão linguística entre eles.

Utilizando uma técnica de filogenética linguística, os pesquisadores conseguiram relacionar as línguas na-dene, comuns entre os antigos habitantes da América do Norte, às línguas ienisseianas, características das aldeias da Sibéria Central.

Essa descoberta parece confirmar a teoria de migração dos indígenas da Sibéria para a América do Norte durante uma fase de glaciação mundial, quando ainda havia uma porção de terra conhecida como “ponte de Bering”, a qual unia os dois continentes.


Fonte: Daily Mail
Imagem: Shutterstock

Estudo genético aponta qual é a civilização mais antiga do mundo

Um estudo genético realizado por cientistas de todo o mundo revelou qual é a civilização mais antiga sobre a face da Terra.

O levantamento apontou que os aborígenes australianos, com ancestrais que podem ser rastreados até 50 mil anos atrás, formam o povo que vive há mais tempo no nosso planeta.

Os cientistas analisaram o DNA das populações atuais da Austrália e da Papua-Nova Guiné para conseguir reconstruir o passado genético desse grupo de aborígenes. Os resultados do estudo se fundamentaram na pesquisa genética de 83 aborígenes australianos e 25 papuásios modernos.

De acordo com os resultados do estudo, é possível rastrear a ascendência desse grupo de aborígenes até as primeiras chegadas populacionais ao continente australiano, há 50 mil anos, onde eles permaneceram isolados até 4 mil anos atrás.

“É provavelmente o povo mais antigo do mundo que podemos relacionar a um determinado lugar”, afirmou o professor Eske Willerslev, geneticista da Universidade de Copenhague, na Dinamarca e principal responsável pelo estudo.


Fonte: Nature

Imagen: GUDKOV ANDREY/Shutterstock.com

Estudo financiado pela NASA explica o colapso das civilizações

Ao longo da história, as grandes civilizações da humanidade caíram uma atrás da outra, como se isso fosse um desfecho inevitável após alcançar o apogeu.

Seja a Mesopotâmia ou o Império Romano, todos tiveram seu declínio inexorável apesar de terem sido grandes potências.

A NASA financiou um estudo para encontrar os fatores que fazem com que uma civilização entre em colapso. Em conformidade com a teoria marxista, afirma-se que o nascimento de elites causa um desperdício de recursos e que elas custam muito caro à sociedade. “Dois fatores importantes parecem estar presentes em diferentes sociedades que desmoronaram: a escassez de recursos, consequência da pressão exercida sobre a capacidade limitada dos recursos naturais, e a estratificação econômica da sociedade em elites e massas”, explica o estudo.

Devido à fórmula “dinâmica homem-natureza”, na qual são medidos fatores como taxa de natalidade, recursos e renda, foi possível criar uma equação matemática aplicável a diferentes períodos históricos. O resultado do estudo definiu que, à medida que a sociedade se torna mais complexa e a classe alta se separa da massa, a desigualdade na distribuição de recursos faz com que haja um colapso.

Por outro lado, o estudo concluiu que: “o colapso pode ser evitado e a população pode alcançar um estado de equilíbrio em sua capacidade máxima de produção se o nível de exploração da natureza se reduzir a um nível sustentável e se os recursos forem distribuídos de forma igualitária”.

O estudo foi financiado pelo Goddard Space Flight Center da NASA e liderado pela National Science Foundation's Safa Motesharrei.


Fonte: The Atlantic
Imagem: krivinis/Shutterstock.com

Guerra Mundial Zero teria dizimado civilizações e levado Europa à Idade das Trevas

Um conflito de grandes proporções, há 3200 anos, denominado Guerra Mundial Zero, teria provocado o colapso de importantes civilizações, aponta um nova teoria.

Durante o fim da Idade do Bronze, o Mediterrâneo oriental foi dominado pelo chamado "Grupo dos 8", formado por egípcios, hititas, cananeus, cipriotas, minoicos (de Creta), micênicos (da Grécia), assírios e babilônios. Mas, há aproximadamente 3.200 anos, todas estas civilizações entraram em declínio e algumas, inclusive, foram quase varridas do mapa.

As razões para este colapso ainda são debatidas por arqueólogos, mas já foram levantadas hipóteses que vão desde catástrofes naturais até rebeliões de civis. Mas agora, o geoarqueólogo Eberhard Zangger propõe uma causa muito maior para o declínio desse Grupo dos 8: uma série prolongada de conflitos antigos que ele chama de "Guerra Mundial Zero", de acordo com Colin Barras, em artigo publicado na New Scientist.

Cultura luwian

Na última passada, Zangger, diretor da Fundação de Estudos Luwian, com sede em Zurique, na Suíça, lançou um livro e um website argumentando que uma outra cultura, que ele chama de Luwians, deu início a uma série de invasões que culminou com a queda de vários povos na Idade do Bronze.

"Por milhares de anos, a maior parte do oeste da Ásia Menor foi politicamente fragmentada em pequenos reinos e principados", escreve Zangger. "Isso, certamente, enfraqueceu a região economica e politicamente, e também atrasou o reconhecimento de uma cultura Luwian mais ou menos consistente."

Zangger afirma que os Luwians formaram uma coalizão forte o suficiente para destruir o império hitita. Ele acredita que os Luwians foram os "Povos do Mar", mencionados em documentos egípcios, que invadiram aquele império e ajudaram a desestabilizar o Novo Reino.

Idade das Trevas

De acordo com Zangger, os micênicos se anteciparam à investida dos Luwians e lançaram uma série de ataques contra suas cidades portuárias. Mas, após o triunfo, retoranram para casa e foram surpreendidos pelos políticos, que não quiseram dividir o poder, o que levou a Grécia a uma guerra civil e à Idade das Trevas. Quase todas as grandes cidades da região foram destruídas por volta de 1200 a.C.

Mas nem todos os pesquisadores estão convencidos da ideia de uma "Guerra Mundial Zero":

"Ele está trazendo esta ideia da antiga guerra internacional", rebateu Michael Galaty, chefe do Departamento de Antropologia da Universidade Estadual do Mississippi. "A maioria dos arqueólogos se recusam a usar essa terminologia."

Algumas correntes tradicionais acreditam que o colapso da civilização micênica ocorreu após a invasão dórica, que determinou o fim da Idade do Bronze.


 


Fonte: Smithsonian Mag
Imagem: Domínio Público via Wikipedia Commons 

Papiros decifrados surpreendem com feitiços de amor, sexo e submissão

Desde “incendiar o coração” de uma mulher com o simples pronunciar de um feitiço até obter a submissão de um homem, os papiros egípcios recém-decodificados fascinaram os arqueólogos.

Isso tudo está em um trabalho do pesquisador italiano Franco Maltomini, da Universidade de Udine, que conseguiu decifrar os papiros egípcios do século II a.C., em que há feitiços “de amor, submissão e sexo”.

O primeiro papiro mostra um conjuro para “incendiar o coração” de uma mulher até fazê-la amar a pessoa que pronunciou as palavras indicadas. As instruções indicam que o feiticeiro teria que realizar o ritual em um banheiro público. 

O texto diz: “Eu os conjuro, terra e água, pelo demônio que habita em vocês e (feitiço) a sorte deste banho de modo que, na medida em que ardam e queimem as chamas, que seja incendiada (a mulher a quem se dirige), nascida de (a mãe da mulher), até que venha a mim”.

O segundo papiro é destinado às mulheres que queriam subjugar um homem para que ele satisfizesse todos os seus desejos. O texto diz: “Enfeitice (nome do homem), nascido de (nome da mãe do homem)”.

 

 


Fonte: Live Science
Imagem: Maler der Grabkammer des Zeserkerêsonb [Domínio Público], via Wikimedia Commons

 

Nós estamos sozinhos? Veja o que prova a matemática

Uma dupla de pesquisadores desenvolveu um cálculo que comprovaria o que muitos defendem: as chances de estarmos sozinhos no Universo são realmente muito pequenas. 

Os cientistas Adam Frank, da Universidade de Rochester, e Woodruff Sullivan, da Universidade de Washington, resolveram revisitar a famosa fórmula do astrofísico Frank Drake. Em 1961, ele desenvolveu uma equação para estimar o número de civilizações avançadas que poderiam existir na Via Láctea com as quais seria possível estabelecer comunicação. O grande problema é que os termos da equação eram considerados incertos demais para que se chegasse a um cálculo razoável. 

Somos os únicos?

Frank e Sullivan resolveram modificar a forma e também o objetivo da equação de Drake, amparados pelos recentes avanços nas pesquisas dos exoplanetas. Eles decidiram trabalhar sobre a probabilidade de que uma ou mais espécies tecnológicas evoluíram em qualquer lugar e em qualquer momento na história do Universo observável. Para isso, remodelaram a equação de Drake e fizeram uma nova pergunta: "será que somos a única espécie tecnológica que já surgiu?"

Ou seja, a equação de Drake ficou invertida: em vez de calcular as chances do desenvolvimento de civilizações avançadas, a dupla calculou as probabilidades contrárias à sua existência, com o objetivo de verificar se a humanidade é a única civilização que já ousou existir.

E você sabe qual foi o resultado?

Uma chance em 10 bilhões de trilhões (1 x 10-²², ou 0,0000000000000000000001) de que nunca tenha existido outra civilização tecnologicamente comparável à nossa no Universo.

"Um em cada 10 bilhões de trilhões é incrivelmente pouco," disse Frank. 

"Para mim, isso implica que outras espécies inteligentes e produtoras de tecnologia muito provavelmente evoluíram antes de nós", completou.

Para partes mais restritas do Universo, os resultados são também. Quando o cálculo é feito com base no número de estrelas e planetas habitáveis que acredita-se que existam na Via Láctea, as chances de estarmos sozinhos são de uma em 60 bilhões.

 

 


Fonte: Integrando Conhecimento , Rochester , Phys.org
Imagem: Universidade de Rochester 

Fotos impressionantes: a “Atlântida” que emergiu das águas do Nilo

Uma das exposições mais esperadas dos últimos tempos acontecerá em Londres, quando serão exibidos mais de 200 objetos achados em incrível estado de conservação, emergidos das profundidades do Nilo.


Por volta do ano 2000, o arqueólogo subaquático Franck Goddio encontrou os restos de uma “Atlântida egípcia” nas profundezes do lendário rio Nilo. São as cidades de Thonis-Heracleion e Canopo, submersas há mais de mil anos no mediterrâneo.


Segundo os especialistas, os objetos encontrados mudarão nossa compreensão sobre as histórias grega e egípcia. São mais de 200 itens muito bem conservados, entre os quais está uma estátua de granito de cinco metros e meio de altura, correspondente ao deus egípcio Hapi, e uma estátua da deusa grega Isis, datada de 1.200 anos de idade.


No entanto, o arqueólogo acredita que, até o momento, foram descobertos apenas 5% dos objetos enterrados debaixo do rio. “As cidades submersas são tão grandes que fazem Pompeia parecer pequena”, afirmou Goddio.

 

 

 

Fonte: The Telegraph  

 

Descoberto túnel secreto no México pode revelar mistérios sobre civilização perdida

Um túnel descoberto sob o Templo da Serpente Emplumada promete revelar muitos dos mistérios da cidade pré-colombiana de Teotihuacán, no México.

Tudo teve início em 2003, quando um buraco foi aberto acidentalmente próximo da pirâmide após uma forte chuva. Desde então, o arqueólogo Sergio Gómez, do Instituto Nacional de História e Antropologia do México, lidera uma equipe que pesquisa os segredos escondidos em um túnel cavado sob a cidade, há cerca de 2000 anos.

Na concepção de Teotihuacán, os arquitetos da cidade organizaram os principais monumentos num eixo norte-sul, com a chamada "Avenida dos Mortos", que liga a maior estrutura, o Templo do Sol, com a Ciudadela, ao pátio ao sudeste, que abrigava o Templo da Serpente Emplumada. Gómez sabia que os arqueólogos haviam descoberto anteriormente um túnel estreito, sob o Templo do Sol. Então, ele cogitava a existência de uma espécie de túnel-espelho, que levaria a uma câmara subterrânea, sob o Templo da Serpente Emplumada. 

Tesouros

Como as escavações mostraram, o túnel corre cerca de 100 metros da Ciudadela para o centro do Templo da Serpente Emplumada. O buraco que surgiu em 2003, não era sua entrada verdadeira, que ficava a alguns metros dali. Aparentemente, a abertura tinha sido intencionalmente fechada com grandes pedregulhos há 2 mil anos, portanto, seus tesouros ainda estariam por ali. 

Após mais de uma década de trabalho, Gómez já coletou mais de 75 mil artefatos. "Eu estimaria que estamos com apenas 10% do processo", disse à Smithsonian Magazine.

Entre os objetos encontrados estão colares, caixas de asas de besouro, bolas de âmbar e o mais intrigante: um par de estátuas de pedra preta, finamente esculpidas, cada uma de frente para a parede oposta, à porta da entrada de uma câmara.

Brilho das galáxias

Além dos objetos encontrados, Gómez e seus colegas descobriram vestígios de mercúrio no túnel. O arqueólogo acreditava que tratam-se de representações simbólicas de água, bem como a pirita, que foi incorporada na rocha com a mão. Gómez explica que em ambientes escuros, a pirita emite um brilho metálico que, para os antigos arquitetos do túnel, há mais de mil anos, isso poderia replicar uma galáxia ou alguma experiência de estar entre as estrelas.

Mundo dos mortos?

Seria possível pensar, desta maneira, que o desenho da cidade, propriamente dito, foi concebido para substituir o Universo e sua criação? O túnel, neste caso, dedicado à água, representaria um mundo fora do tempo, um submundo, não o mundo dos vivos, mas de mortos? 

A tarefa de exploração do enigmático túnel ainda não está terminada: restam a escavação de outras três sub-câmaras. 

Para Gómez, estes locais estão cheios de relíquias que indicam outros rituais, ou restos, ou algo totalmente inesperado que poderia ser entendido como um "túmulo" simbólico: um lugar de descanso final para os fundadores da cidade, dos deuses e dos homens.

 

 


Fonte: Smithsonian Mag
Imagem: Fer Gregory/Shutterstock.com

O incrível caso da reencarnação de uma mulher do Antigo Egito

É possível uma habitante do Antigo Egito reencarnar na era moderna, recordando sua vida passada?

Talvez sim, porque, de outra forma, explicar a história documentada de Dorothy Eady se torna um desafio dificilmente superável... Nascida na Inglaterra, em 1904, Dorothy Eady tinha apenas 3 anos de idade quando, acidentalmente, caiu pelas escadas de sua casa. 

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Ela sofreu um traumatismo craniano grave, que a deixou inconsciente, em estado catatônico e com um diagnóstico clínico de morte. No entanto, para a surpresa de todos, poucas horas depois, a pequena voltou à vida sem apresentar maiores consequências.


Com o passar dos dias, a menina começou a ter sonhos recorrentes, que descrevia para sua mãe como imagens de um grande edifício com colunas enormes. Muitas vezes, ela acordava chorando e pedindo para “voltar para casa”. Um ano após o acidente, seus pais a levaram para conhecer o Museu Britânico. Assim que entraram nas salas egípcias, Dorothy se soltou da mão de sua mãe e correu desesperadamente até as estátuas e beijou seus pés. Radiante, ela afirmava, sorrindo, que estava em casa, rodeada por sua gente.

Desde então, a pequena demonstrou um interesse obsessivo pelo Antigo Egito. Dorothy se tornou uma visitante assídua do museu, onde ela recebeu as primeiras noções da leitura de hieróglifos por parte do professor Ernest Wallis Budge. Em 1930, quando já era uma estudante destacada de egiptologia, ela viajou pela primeira vez ao Egito, onde se casou com um estudante nativo de lá. Eles tiveram um filho, ao qual deram o nome de Seti e, a partir desse momento, ela mesma começou a se chamar de Omm Seti, que significa “mãe de Seti”.

Foi aí que tudo ficou mais claro para ela: Dorothy afirmava ser Bentreshyt, sacerdotisa e serva da corte de Seti I, segundo faraó da dinastia XIX, filho de Ramsés I e Sitra. Além disso, em um diário íntimo, ela confessou ter sido amante do faraó, com quem mantinha encontros amorosos. Até o dia de sua morte, em 1981, ela viveu na cidade egípcia de Abidos e trabalhou lado a lado com os egiptólogos Selim Hassan e Ahmed Fakhry. Dorothy foi a primeira mulher a ser funcionária do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito, onde trabalhou como assistente de pesquisa arqueológica.

As pessoas céticas com relação a essa história consideram particularmente difícil explicar como essa mulher inglesa pôde determinar com precisão a localização de um jardim anexo ao antigo Templo de Seti I. Quando tudo era mera hipótese, ela afirmava que o jardim realmente existia e foi capaz de apontar o local exato onde a escavação deveria ser feita para encontrá-lo. Mas isso não é tudo: além disso, ela previu que ali seria encontrado um túnel subterrâneo, localizado a norte do templo, o que acabou acontecendo rigorosamente como ela disse. 

 

 


Fonte: supercurioso.com 

Imagem: Anna Pakutina / Shutterstock.com

Garoto encontra cidade maia e provoca dúvidas entre arqueólogos

Uma cidade maia perdida no meio da floresta foi descoberta graças ao trabalho de um astuto garoto de 15 anos. 

O feito do canadense William Gadoury está rodando o mundo e seu achado será publicado em uma revista científica, segundo notificou o diário Journal de Montreal. Sua "descoberta" porém é fonte de dúvidas e desconfianças por parte de arqueólogos especializados em assuntos maias. 

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Gadoury sempre foi interessado pela civilização maia, que habitou a região onde atualmente estão o sul do México, Guatemala e Belize. Ele associou as cidades deste povo com as estrelas e teve a sacada de sobrepor as 22 constelações previstas nos escritos antigos do Códice Maia de Madri ao Google Mapas.

O garoto descobriu que as posições das estrelas correspondiam à localização das antigas cidades maias e que as estrelas mais brilhantes identificavam os maiores centros.

Gadoury encontrou 117 estrelas correspondentes a povoados maias, porém reparou que havia uma estrela que não possuía cidade identificada. E foi aí que nasceu sua grande descoberta. Na posição dessa 118ª estrela, em ponto longínquo da Península de Iucatã, teria existido uma cidade maia.

Imagens de satélite confirmaram que no local indicado pelo garoto há estruturas com formas geométricas e outros 30 prédios. Gadoury batizou seu achado de K'aak Chi (boca de fogo). O local é difícil de ser explorado por causa mata fechada. A agência espacial canadense (CSA) confirmou que as imagens de satélite dão claros sinais de que se trata mesmo de uma cidade. 

Dúvidas

A "descoberta" do garoto é vista com cautela por arqueólogos especializados na pesquisa sobre a civilização maia. Muitos refutam uma possível conexão entre as estrelas e a construção das cidades mais. Os especialistas defendem que, antes de considerar os astros, os maias levavam em consideração outros fatores antes de erguer suas cidades tais como fontes de água, matérias-primas e solo para o cultivo. 


De acordo com notícia divulgada pelo El País, O Instituto Nacional de Antropologia e História do México, "não pode avalizar a existência dessa cidade, nem as informações apresentadas pelo jornal canadense". A instituição também afirmou que a "teoria que propõe que os maias construíram cidades a partir de constelações foi descartada por seus arqueólogos."

 

 


Fonte: G1
Imagem: Reprodução/Twitter/Canada Space Agency